Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Qui 28 Maio 2015 - 16:15

"Benditos tagarelas..." Pensei com certa frustração após as referências da mulher sobre a noite anterior. De qualquer forma, meus ouvidos começam a captar palavras-chave para entender melhor o que se passava, e logo a mulher começa a elucidar mais os acontecimentos. Tentei me lembrar do nome o qual ela havia se referido, não me era familiar mas talvez pensando mais minuciosamente a respeito eu pudesse saber do que se tratava. De qualquer forma, a mulher parecia estar jogando limpo, acabei me sentindo confortável o suficiente para prosseguir com a conversa, apesar de nem tudo sair como eu esperava. O que, curiosamente, já era de se esperar em ocasiões desse tipo.

As palavras de Alyusha em referência ao próprio tempo escaço me soam como insulto:
"Mulher ocupada? Está sugerindo que não tenho mais o que fazer?" Contive meu impulso de responder qualquer coisa seguindo aquele pensamento, deixando que ela prosseguisse em suas falas. Eu falaria algo, ainda que não muito inteligente, ao menos para reconfortar meu orgulho ferido, mas ela desliga enquanto eu ainda me preocupava com o quê exatamente falaria. No final das contas ela ainda estaria em uma zona de conforto, mas não seria muito diferente de qualquer forma. Ela deveria ser uma Garou para me conhecer e ainda assim falar daquela forma comigo, isso era algo reconfortante para se saber, mas ainda não me esclarecia as perguntas importantes. Respirei profundamente, pensei em quem poderia apelar para conseguir descobrir de quem se tratava, dei de ombros após chegar a conclusão de que teria que me virar completamente sozinho, talvez fosse até melhor que as coisas se desenrolassem daquela forma. Obviamente eu estava mentindo para mim mesmo, me sobrariam números a ligar estando na Rússia, mas encarar aqueles tempos difíceis dessa forma era mais fácil.

Decidi me antecipar e ir logo ao Ilha Esmeralda. Já havia estado lá antes, tinha sido o primeiro lugar a visitar depois do aeroporto da cidade, então me era um terreno com o qual já começava a me familiarizar. Imaginei que algum tempo de conversa com o proprietário poderia me situar melhor acerca de onde eu estava me metendo. Era uma aposta improvável, mas talvez Fergus fosse o mais próximo que eu poderia ter de um contato nas redondezas para me dar informações sobre a tal mulher, ou mesmo sobre a empresa citada por ela.
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Qui 28 Maio 2015 - 18:30

Yuri abaixa o celular que dava o sinal da ligação encerrada ainda com o gosto amargo de dar uma resposta da boca... Segue para o Pub, ao entrar vê Fergus sentado ao fundo fumando um charuto, o Pub ficava fechado para o publico geral nesse horário, mas um Garou ou parente sempre era bem vindo a casa de Fergus...

Fergus levanta a cabeça ao ver Yuri entrar... Por mais clientes que passassem por aquele local, Fergus parecia sempre se lembrar de todos...

Bom dia Senhor Yuri! Saiu cedo da festa ontem! Perdeu de ver eu colocando para fora uns Garous bebados...

Fergus acena para o rapaz no bar e o mesmo tras dois copos e uma garrafa verde sem rotulo, Fergus serve os dois copos e indica a cadeira para o Jovem Garou...
Bebe um gole da bebida, como se fosse agua e as estalar os labios, olha demoradamente para o Garou... Seus olhos pareciam ler a alma de Yuri

Então meu filho... Vejo que está com um ar abatido... O que se passa nesse peito...


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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Sex 29 Maio 2015 - 2:04

Fergus começa a falar e um sorriso instintivo começa a figurar em meu rosto a medida em que me aproximo do homem. Efeitos de falar com um velho Fianna, ao que parecia. Eu costumava ter um certo respeito natural por pessoas mais velhas, mesmo que não concordasse com o que costumavam falar. Era uma contradição daquelas difíceis de serem explicadas -ou até mesmo entendidas- mesmo para mim. De qualquer forma, a recepção amigável do homem era por si só um motivo razoável para se sentir mais à vontade. Sentei-me enquanto respondia seus cumprimentos: -Bom dia Fergus. Sinto muito se minha chegada lhe derrubou da cama.- Deixei um sorriso descontraído no ar ao me acomodar no acento, de fato era um tanto surpreendente o homem com aquela idade ter disposição para estar de volta ao trabalho a essa hora após a noite longa que ele havia anunciado. Talvez eu simplesmente houvesse dado sorte em achá-lo por ali, me restava tentar conseguir algo com isso. Ainda sobre sua história comentei ainda em tom de brincadeira: -Tenho certeza de que foi uma das cerimônia das quais vocês celtas tanto se orgulham.- Eu quase podia ouvir a gritarias, as bravatas e o som de garrafas, cadeiras e até mesmo ossos quebrando. Hilário, mas eu podia viver sem esse tipo de diversão desnecessária.

Olhei para a bebida servida, a princípio sem muito ânimo, deixando transparecer inconscientemente que eu não estava muito afim de álcool por hora. Ainda não tinha comido nada desde ter acordado, imaginei o reboliço que a bebida poderia me causar no estômago, mas ainda assim não me atrevi a negá-la. Efeitos de ser um jovem russo, ao que parecia. Procurei assumir um semblante mais receptivo para o copo e acompanhei Fergus no gole, seja lá do que fosse, sem pegar leve na dose. Me senti aliviado ao ouvir o velho retomar a conversa, deixei o copo a minha frente enquanto respondi prontamente:
-É uma mulher. Mas esse tipo de caso não deve ser novidade para você, já viu muitos caras passarem por aquela porta com a mesma justificativa para encherem a cara, não é?!- Sorri e balancei a cabeça negativamente, talvez beber de estômago vazio fizesse dessas coisas.  Procurei tomar alguma seriedade na voz e falar de forma mais sóbria: -Deixando as brincadeiras de lado, queria lhe perguntar sobre dois nomes: Alyusha Chichilova e Bombardier. O primeiro pertence a uma mulher, a qual deve ser russa e lidar com negócios, no sentido mais atual do termo, aqui em Vancouver. O segundo é de um empresa, e isso é tudo.- Analisei minhas próprias palavras, vendo o quão confuso aquilo soaria para qualquer um ouvir. Fiz uma expressão meio desconcertada e disse sem muita esperança: -Sei que é pouco, mas qualquer coisa que tenha a me dizer sobre um dos dois nomes me será útil. De alguma forma tenho negócios a tratar com a mulher que não conheço envolvendo a empresa da qual nunca ouvi falar em pouco tempo... Aqui mesmo, por sinal.- Fergus era confiável, até onde eu sabia, e não imaginava que aquele tipo de coisa poderia acabar sendo nociva para mim de alguma forma por falar a respeito. Ouvi minha barriga roncar enquanto esperava uma resposta, tentei não demonstrar a fome gritante que sentia, ainda que meu organismo a denunciasse.


Última edição por Midnight em Dom 31 Maio 2015 - 18:57, editado 1 vez(es)
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Dom 31 Maio 2015 - 10:15

Fergus solta uma longa baforada do seu charuto enquanto acompanha as palavras do rapaz... Olha Fergus e vê no mesmo apenas um parente era realmente dificil... A sabedoria que o mesmo tinha, era digna de muito Garous antigos... Fergus se levanta indo para o balcão... Parecia refletir sobre as palavras do jovem... Parecia arrumar alguma coisa ali atras....

Não me recordo de nenhum Presa de Prata com esse nome... Conheço alguns, mas o nome dessa não me recorda de ninguem... Talvez ela seja de outro local e apenas esteja por aqui por hora...

Ele retorna a mesa, com uma tabua com um pão e algumas fatias de queijo e carne cortadas, deixando a frente do jovem garou...

Agora a empresa... Existe uma grande empresa de Transporte que se chama Bombardier... Será que seria ela ?

Fergus se levanta e fala: Bom... Eu vou precisar resolver umas coisas... Vou deixar avisado que essa mulher vai vir, e não se preocupe, o local está bem protegido tanto pelos espíritos quanto pelos meus filhos, mas qualquer coisa, mandem me chamar... E se precisar de mais alguma coisa para comer e beber, pode pedir a Freddy


Logo Fergus se retira, deixando o Garou comer em paz até a hora em que a mulher misteriosa irá chegar... E alguma perguntas fervilham na mente de Yuri... A mulher não era um Garou, ou apenas um Garou visitando ? E a empresa seria essa ? Se fosse, o que exatamente esperam que Yuri faça ?


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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Dom 31 Maio 2015 - 18:53

Ouço com atenção as palavras de Fergus. Por menos esclarecedoras que elas fossem, tive a confirmações de algumas das hipóteses que havia formulado. Saber que ela era russa, no entanto, não ajudava mais do que o mínimo possível. Ela poderia ter vindo direto da Rússia para Vancouver, como eu, ou talvez já residir no pais, e simplesmente estar de passagem pela cidade. Nada era certo, e a visão da comida trazida por Fergus espanta qualquer pensamento complexo que eu pudesse ter. Não fiz cerimônia antes de direcionar minhas mãos a tábua, me controlando somente ao ponto de agradecer antes de enfiar o primeiro pedaço de queijo na boca. Não dei tempo para degustação nas primeiras mordidas, mas logo passei a saborear a comida: -Eu mataria uma gangue de vampiros sozinho por essa tábua!- Sorrio levando as pontas dos dedos a boca após ter terminado o desjejum.

A ânsia por confirmação de Fergus me soou quase cômica. Eu havia lhe feito a pergunta e ele esperava que eu desse uma resposta a sua própria questão? Imaginei que se tratava de uma espécie de pergunta retórica, ou talvez apenas uma tentativa de me instigar a botar a cabeça para funcionar, então me limitei a agradecer após ele esclarecer suas providências para o encontro ser tranquilo:
-Uma vez mais lhe agradeço pela hospitalidade, bem como as informações. Não se preocupe, não planejo dar mais trabalho do que seja necessário- Pensei em levantar-me para apertar-lhe as mãos, mas imaginei que os resquícios de gordura que estavam nas minhas próprias não fariam do gesto muito apropriado. Deixei que ele partisse sem mais palavras, apenas um aceno positivo com a cabeça.



Fui até o banheiro para lavar as mãos enquanto repetia o nome da empresa mentalmente. Quando me contentei com o fato de que não sabia do que se tratava, peguei o celular, tendo o cuidado de ver quanto tempo ainda levaria para a mulher estar ali, e procurei pela internet por informações da tal Bombardier. O ramo em que atuava, seus principais acionistas, o presidente, o faturamento anual estimado.... Qualquer coisa que pudesse me situar onde eu estava me metendo. Comecei a me lembrar de meu pai, eu saberia o que fazer em uma hora dessas se fosse ele. E teria tentado matar meu próprio filho, ainda que com uma perícia bem menor. Tentei afastar o pensamento da cabeça, ainda que em vão. Quanto antes aquilo acabasse, seria melhor.
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Seg 1 Jun 2015 - 12:48

Yuri deixa de lado toda a classse dos Presas de Prata e se coloca a saciar a sua fome... Logo após ter algo a digerir alem da bebida alcoolica, retorna a tentar investigar mais sobre aquela empresa mencionada por Fergus... De posse de seu celular e se utlizando a Wifi de Fergus, rapidamente localiza a empresa mencionada. Faltavam ainda uns 30 min até a chegada da mulher, dando tempo para Yuri fazer a sua pesquisa com um pouco de calma.

Bombardier

Mesmo com pouca experiencia em computadores, Yuri consegue encontrar algumas informações, visto que a empresa estampava em primeira mão as informações de valores de ação e de resultados financeiros. Logo começa a buscar informações sobre o corpo diretor da empresa... E uma lampejo de felicidade brota pelos labios de Yuri... Lá estava o nome e a imagem daquela que havia lhe ligado.

MUDANÇA:
"Substitua a imagem da Martha Finn Brooks pela de Alyusha."

Alyusha:

http://www.bombardier.com/en/about-us/board-of-directors.html?f-committee=finance-and-risk-management-committee

Agora Yuri conseguia fazer uma imagem da pessoa e sabia o cargo que a mesma ocupava na empresa. Realmente como Fergus falou, a empresa era grande, movimentando grandes quantias de dinheiro, pois o seu rendimento de lucro estava na casa do Milhares de Dolares, tendo ações que subiam com segurança e o melhor, atuava em um setor que crescia a cada minuto, pelas imagens, Yuri pode ver que a empresa investia bastante em tecnologia e sofisticação para os seus produtos.

Assim que termina de olhar as coisas, Yuri ouve o som de um carro parando do lado de fora próximo a calçada, e uma porta se abrindo rapidamente e o som de uma segunda porta sendo aberta e logo depois batida. O coração de Yuri parece sair pelo peito com a ansiedade de ver a pessoa em carne e osso e logo a porta é aberta e surpreso, vc percebe que Alyusha é uma mulher Alta... E vindo de vc, isso é o que realmente impressiona, pois de cara vc sabe que é menor que ela.

Ela passa os olhos pelo local, como se avaliando o mesmo, e seu olhar encontra o seu e ela sorri ao te ver ao fundo do salão e anda em passos largos em sua direção. Ao chegar a sua frente, ela lhe estende a mão.... Vc repara que a mesma usa um anel contendo o brasão da família e sente o perfume característico de antes.

Alyusha Chichilova... Prazer conhece-lo pessoalmente

Vc repara que a mesma usa trajes sociais bem cortados, impecáveis para se falar a verdade, e ela traz uma pasta da cor do brasão a mão.

Ela aguarda que lhe seja feita a cerimonia e cordialidade de um cavalheiro.


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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Seg 1 Jun 2015 - 14:39

O espanto inicial era inevitável. Conforme eu lia os dados da empresa, me questionava o que diabos eu teria a ver com aquilo tudo. Uma empresa com faturamento astronômico, empregadora de um quadro colossal de funcionários com investimentos sólidos e diversificados. Eu não entendia muito sobre economia, mas não era necessário conhecimento muito profundo sobre o assunto para saber que se tratava de uma grande empresa. O que eu teria a ver com aquilo, era incerto. Eu não podia afirmar que era algo impensável, ainda assim, minha família ainda era detentora de muito dinheiro, ainda que eu não tivesse mais acesso a ele.



Alyusha me fazia sentir-me como um anão de circo, algo como "baixinho e entrocado". Não conseguia me lembrar da última vez que havia visto uma mulher que fosse mais alta do que eu, era uma sensação um tanto desconfortante. Acho que meu ego vinha crescendo mais do que eu podia imaginar ultimamente. Estava tranquilo em recebê-la sabendo melhor de quem se tratava, uma figura pública, afinal. Integrante da diretoria de uma das maiores empresas do mundo. Repeti seu título mentalmente por mais de uma vez e me perguntei novamente o que diabos havia trazido ela diretamente a mim daquela forma. Esperei-a próximo a mesa a qual estava, apertei-lhe a mão com a firmeza necessária para deixar claro que o volume sob minha camiseta era composto por não muito além de músculos, mas tentando ser o mais delicado possível por trata-se de uma dama. Ativei o Dom Persuasão e então falei com a voz tranquila, ainda que firme:
-Yuri Brachiev. O prazer é meu, senhorita Chichilova.-

Permaneci alguns longos segundos encarando a mulher após o aperto de mãos, ela parecia esperar algo, imaginei o que deveria dizer, e então a ficha caiu, me deixando reagir com certo embaraço enquanto puxava a cadeira para que se sentasse: -Ah, por favor, sente-se.- Certifiquei-me de acomodá-la enquanto chamava o rapaz que Fergus havia deixado para nos atender com um gesto discreto usando uma das mãos. Sentei-me a frente da mulher, as roupas nos distinguindo claramente como integrantes de dois mundos criticamente opostos. Encarei a mulher diretamente nos olhos e então disse: -Talvez eu tenha parecido um tanto apressado ao telefone. Se você teve essa impressão, estava certa.- Não havia motivos para meias verdades nem rodeios, procurei ser direto e continuei: -A Bombardier é uma empresa grande, mas é claro que você, como integrante do alto-conselho administrativo da mesma, sabe disso muito bem. A questão é: onde eu me encaixo nessa história? Não entenda mal a ausência de formalidades por minha parte, só não quero tomar mais do seu precioso tempo do que é estritamente necessário.- As últimas palavras saíram de minha boca levando o peso da resposta que eu não havia tido tempo de dar anteriormente, mas tudo o que tinha dito possuía um contexto sincero e grave.
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Ter 2 Jun 2015 - 9:17

Alyusha de senta ao ter a cadeira puxada... Ela coloca a pasta em outra cadeira e sorri ao ouvir as suas palavras... Era evidente que vc estava alem de nervoso, extremamente curioso sobre o motivo do encontro...

Ela pede ao rapaz uma taça de vinho e abre a pasta, ainda sem responder as suas perguntas... Logo ela retira um envelope, uma classificador e um pequeno tablet...

Bom... Vejo que a curiosidade está saindo do seu corpo.... Vou tentar te explicar um pouco o que está acontecendo...

Logo ela aciona o tablet e abre uma aplicação de apresentação e o deixa virado para que vc possa ir acompanhando...

Eu já vi que vc fez o dever de casa... Mas vou elucidar alguns pontos...

Logo ela aperta o play e começa a passar as imagens.

Eu sou uma parente da nossa Tribo... Sou encarregada de cuidar de alguns aspectos da Empresa Bombardier... Possuímos grande parte das ações da mesma... Ela é uma empresa de alto nivel em transporte de passageiros e cargas... Se chegou a observar o nosso crescimento de ações, pode notar que tivemos uma queda esses ultimos meses... Se fosse uma queda devido flutuação financeira do mercado, não nos preocupariamos, mas esse não é o caso... Tivemos diversos carregamentos saqueados, com isso, nosso crescimento vem diminuindo e a credibilidade das nossas entregas diminuem....

Ela lhe mostra diversos caminhos e até mesmo galpões saqueados.... Vc pode ver que as pessoas que invadiram não foram nem discretas e aparentemente para vc, parece que os itens que estavam nos locais, não foram roubados, e sim quebrados...

Isso vem acontecendo por toda a Vancouver.... Normalmente, iriamos acionar a policia e a força Civil para tratar disso, mas esse sistema de transporte é utilizado para a nossa tribo tambem, suspeitamos que os vândalos, estão buscando algo, pois ao conferirmos o local, o conteudo apenas está quebrado, mas não foi roubado nada... Como tinhamos a informação que vc estava em Vancouver, pensando que se vc resolvesse isso para nós, poderiamos... Deixa eu ver... Agradecer vc e considerar novamente o nosso apoio a vc... Então ? Deseja ser visto novamente com bons olhos diante dos ançiões ?

Enquanto ela aguarda vc falar, ela pega o classificador e lhe entrega:

Aqui estão os locais que sofreram os ataques e os locais que temos em Vancouver, e as nossas rotas...

Depois ela pega o envelope e lhe entrega... Dentro vc sente que tem um Cd e alguns papeis...

Aqui está filmagens das câmeras de segurança do local e algumas informações que conseguimos...

Após essa enxurrada de informação ela sorri e pergunta, olhando para o relógio...

Então... Aceita ? E Vamos comer... Tenho um dia cheio hoje..

Ela chama o rapaz e escolhe um prato do cardápio e uma pede novamente o vinho...


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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Ter 2 Jun 2015 - 15:29

Dei um sorriso breve quando ela fala sobre meu "dever de casa", somente para não parecer mal educado. Afinal tratava-se de uma Parente dos Presas de Prata. Ela devia se sentir realmente importante do alto de seu alto, a última vez que um Parente havia se dirigido com confiança semelhança a mim havia sido... A lembrança me deu um calafrio. Uma Dançarina da Espiral Negra disfarçada. Era óbvio que agora as coisas estavam mais esclarecidas, o terreno fazia dessa possibilidade no mínimo improvável, mas eu não estava disposto a me jogar aos braços da sorte uma vez mais. Ativei sem alarde o Dom Sentir a Wyrm, e mais uma vez o pensamento de que eu vinha me tornando paranoico me veio a mente. Não importava, era melhor me prevenir antes de qualquer coisa do que ter experiências desagradáveis futuramente.

Caso me certificasse de que a mulher estava "limpa", daria total atenção a toda sua explicação, tentando assimilar da melhor maneira possível toda aquela avalanche de informação. Me mantive em silêncio durante todo o tempo em que ela falava, até o ponto onde a mesma assume uma posição presunçosa. Ouvi-la falar sobre como eu andava sendo visto diante dos Anciões mexeu comigo e eu rebati imediatamente:
-Não se esqueça que de onde eu vim cresci cercado por muito dinheiro também, Alyusha. Sua moeda nada vale aqui, à mesa com um Ahroun, tampouco os bons augúrios dos velhos que me mandaram para longe de casa. Não luto pelo favor dos Anciões, nem mesmo daqueles os quais valeriam a pena, luto por Gaia. Guarde isso tão bem quanto o valor da sua vida, pois podem ser sinônimos em um dia ruim.- Falei em tom de aviso. Eu podia não me considerar alguém orgulhoso, mas eu não deixava de ser um Presas de Prata. Tudo o que havia dito era verdade, ainda que eu não quisesse, de fato, ter conflitos com quem quer que fosse dentro da Nação, principalmente com minha própria Tribo. No final das contas, parecia uma questão de unir o útil ao agradável.

Ainda que eu houvesse me esforçado para deixar o clima mais pesado, deixei que a mulher prosseguisse com as instruções até finalmente pedir algo para comer. Aproveitei a vinda do rapaz para pedir algo também, seria um prato qualquer, mas fazendo o adendo de que queria o dobro da porção de carne, pedindo apenas água para beber. Tendo feito isso, voltei a me dirigir a mulher enquanto folheava uma vez mais as fotos que a mesma havia me dado:
-Eu ajudarei, sem querer absolutamente nada em troca. Não precisa tentar me seduzir com seu dinheiro, mamãe tinha muito a me oferecer de mesada em casa, não estou muito inclinado a ficar enfornado para assumir essas coisas.- Disse em tom de desprezo.Era claro que eu estava disposto a encarar aquele tipo de situação, caso tivesse certeza que fosse realmente necessário, e o mais importante, que eu era a pessoa certa para tal coisa, o que era ainda menos imaginável se tratando da minha visão de todo esse mundo. De qualquer forma, após dar meu parecer a respeito do pedido, falei explanando algumas de minhas conclusões prévias: -O grupo não parece se preocupar em ser discreto, isso pode significar desorganização ou temeridade gerada por grande força militar. Na dúvida, é melhor assumir a pior das hipóteses. Diante disso, os ataques não devem estar sendo executados diretamente por seus idealizadores.- Deixei as fotos sobre a mesa e retomei o olhar para Alyusha: -Não sou muito bom com esse tipo de coisa, mas temos algumas evidências com as quais trabalhar. Precisarei analisar melhor o conteúdo do CD, tentar traçar um padrão entre os ataques, analisar mais profundamente as possíveis motivações e os mandantes dos ataques...- Suspirei, arrumei o cabelo para trás, deixando meu rosto mais visível, sentindo a dor de cabeça adiantadamente: -Vamos comer, tenho trabalho a fazer. É necessário rastrear a presa para chegar até ela, e só então a diversão vem como recompensa.- Me aliviei com a ideia de ter algo mais do que um veículo inanimado para dar para os arruaceiros brigarem. Eu tinha mais de três metros de músculos e garras prontas para jogar ao chão as entranhas dos idiotas. Planejava almoçar e me despedir o quanto antes para ir assistir as informações contidas no CD.
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Sex 5 Jun 2015 - 10:09

Com a insegurança afiada... Yuri ativa o dom de sentir as emanações da Wyrm... E para a sua surpresa... O único que exalava Wyrm era você... Ela não exalava Wyrm... Era estranho realmente ter um Parente lhe peitando dessa forma, mas o Sangue Presa de Prata corre nas duas veias...

Ela houve vc falando do dinheiro da Tribo e sorri...

Vc acha que td se resume em dinheiro na tribo ? Poder é o que move... Dinheiro é apenas uma das ferramentas do poder... Estou lhe oferecendo a chance da tribo voltar a cuidar de vc... E não ache que é enviando mesada... Mas todos temos problemas, mas cedo ou mais tarde... E ter alguém a quem recorrer... Ajuda... Mas, ótimo que bom que ira ajudar...

Assim que o rapaz se aproxima, ela pede um prato de salada com uma pequena porção de carne e olha curiosa o pedido do jovem Garou... Ela concorda com as suas palavras quando vc explica sobre os ataques e lhe informa sobre os outros possíveis ataques.

Nós alteramos as rotas durante 3 dias, acredito que tenha alguem passando informações de dentro, por isso eu mesma alterei as rotas e deixei em um dos veículos uma encomenda sem remetente e com um destino para a Russia... Talvez isso atraia a atenção deles... A encomenda seria vc...

Ela sorri ao falar que vc seria a encomenda.... Logo a comida chega e vcs ficam livres... Ao terminarem de comer, ela deixa com vc um notebook.

Vc vai precisar para ver o CD, está protegido, caso acontecesse algo... Use a conta de convidado...

Assim que ela lhe entrega o notebook, ela pega o telefone e liga para uma pessoa e fala para vir busca-la... Ela aguarda mais alguns minutos e logo um carro chega e a mesma se despede de vc, saindo pela porta. Então vc fica sozinho com muita coisa para trabalhar e o rapaz acaba de retornar com uma carteira de couro nas mãos... Ao que parece... A conta!


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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Sex 5 Jun 2015 - 16:18

Entre o bate rebate de interesses, acusações e cortesias, a conversa avança. Eu estava começando a me habituar com aquele tipo de contato, conclui isso após conter um rosnado quando Alyusha fez suas breves insinuações sobre proteção vinda da Tribo. Após ela falar sobre a possibilidade de me usar como isca, devolvi seu sorriso sem o mínimo pesar. Talvez muita gente pudesse olhar torto para aquilo, mas eu havia nascido para ser jogado em coisas assim, não me envergonhava de meu papel, eu fazia o que havia de ser feito, e ponto. No final das contas, aquilo seria ser uma prévia do embate real que imaginava ter pela frente. Consenti com a ideia através de um gesto positivo usando a cabeça enquanto falava: -Sem sombra de dúvida eu gostaria de assumir esse papel.-

Peguei o notebook em mãos com certa naturalidade. Não era nenhum hacker ou qualquer coisa parecida, mas eu saberia ligar a máquina e fazer o CD ser reproduzido, era tudo o que eu precisava no momento. Quando Alyusha demonstrou que iria se retirar, levantei para me despedir, apertando sua mão enquanto olhava diretamente em seus olhos:
-Logo nos veremos novamente.- Era óbvio que aquilo era verdade, mas meu olhar transpareceu a gana por domar aquela mulher de queixo empinado. Após ela ter saído, dei uma olhada ao redor, o rapaz que havia nos servido se aproximava e eu dei os poucos trocados que tinha nos bolsos como gorjeta para o mesmo, ainda assim, pretendia passar mais algum tempo ali, era um lugar seguro para começar a investigação.



Procurei me sentar em um dos cantos do lugar, de modo que ninguém pudesse ver o que se passava na tela do notebook. Liguei o computador e coloquei o CD dentro do mesmo, assistindo seu conteúdo enquanto tentava captar o maior número de informações possíveis
[1 Ponto de Força de Vontade caso algum teste seja necessário]. Procuraria identificar se haviam zonas de maior incidências para os ataques, se acontecimentos similares haviam ocorrido em proporções parecidas em outras épocas recentes, e usaria da internet para procurar alguma subsidiária da PENTEX que pudesse obter lucros com os prejuízos causados a Bombardier.
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Seg 8 Jun 2015 - 15:39

Ao se despedir de Alyusha, e prometer um novo encontro, vc percebe que a mesma fica um pouco ruborizada ao se ver diante do seu olhar penetrante... Um pequeno sorriso brota nos labios dela, que trata de se retirar do local.

Vc se senta com o notebook e coloca o CD, o que se passa a seguir são varias imagens de câmeras de segurança. As imagens então na ordem dos ataques e inicialmente foram atacados os carros e depois os galpões. Com seu conhecimento de batalha, vc percebe que o grupo age em coordenação e muito rapidamente... Os ataques são muito rápidos, dando tempo de sobra para que ele possam fugir... Todos os envolvidos usam capuzes pretos e chegam em umas vans pretas sem placas... O armamento utilizado era de grosso calibre, e um pouco frustrado vc não nota nenhum utilizar algo próximo a sobrenatural.

Vc nota que em todos os ataques, um dos homens chega em uma moto, e se mantem apenas observando com uma arma em punho... E vc percebe que ele usa um Capuz Vermelho... Ele não dispara um único tiro e nem se pronuncia durante os ataques... Em algumas filmagens, vc consegue ver que ele segue em sentido oposto aos das Vans, mesmo não estando sendo perseguidos por policiais...

Os ataques ocorreram em dias e horários aleatórios... Mais condizentes com o horário das entregas... Deixando mais forte a chance de que pode se tratar de alguém infiltrado passando as informações...

Yuri tinha poucas peças para trabalhar, mas a presença do homem de capuz vermelho era a mais intrigante...

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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Seg 8 Jun 2015 - 19:12

A reação de Alyusha ao meu olhar não me passa despercebida, mas mantive o foco no que precisava fazer naquele momento. Enquanto assistia as imagens disponibilizadas pela mulher, analisava com a maior meticulosidade possível para mim as cenas e, principalmente, os protagonistas dos crimes. Procuraria me atentar as reações dos empregados que eram atacados, buscando por alguma facilitação da ação dos marginais. Ao mesmo tempo, fazia minhas anotações mentais: "Armamento de grosso calibre... Não é em todo lugar que se consegue isso." Tentaria pegar os melhores trechos possíveis das imagens para identificar quais eram as armas utilizadas. Ainda que eu não tivesse muito conhecimento acerca desse tipo de coisa, esperava que, com o auxílio da internet, pudesse fazer um trabalho razoável para conseguir informações como o nome e os países de fabricação dos modelos empregados nos ataques.

A possibilidade dos marginais serem meros humanos parecia consideravelmente aceitável. Eles demonstravam ter algum treinamento, isso podia significar alguma filiação a um grupo maior. Tomaria nota dos modelos das vans usados, caso eles seguissem um padrão, procuraria na internet as concessionárias que vendiam o tal modelo na cidade. Por último, mas não menos importante, o figurão da moto parecia ser uma peça de papel singular para ao grupo, automaticamente tornando-se um elemento essencial na investigação. Infelizmente, no entanto, eu não tinha nenhuma peça fixa para seguir no momento. Após ver e rever por inúmeras vezes o material cedido pela Parente, mandei-lhe uma mensagem de texto pelo celular:

Alyusha, analisei as imagens que cedeu e tenho alguns pontos pelos quais começar, contudo, precisarei de auxílio com algumas coisas. Elaborei uma pequena lista:
1- Dinheiro: É possível que eu vá precisar fazer alguns subornos para conseguir que uma pessoa ou outra fale o que não quer. A quantia fica por seu bom senso, sabendo da finalidade que a verba terá.
2- Transporte: Será necessário autonomia em se tratando da minha locomoção para averiguar as suspeitas que tenho. Qualquer coisa com o tanque cheio serve.
3- Contato Sujo: Esse vai ser meio complicado, mas se tiver alguém que lide com o lado escuro da cidade ao seu alcance, gostaria de falar um pouco com ele. Quem sabe um velho amigo da máfia russa? Eu não sei, qualquer um que conheça o que acontece na banda podre da cidade vai ser útil.
4- Dossiê: Isso vai ser um trabalho pesado, e provavelmente longo, mas providencial. Preciso que identifique todos os funcionários da empresa (sem exceções, dos zeladores aos executivos) com acesso a todos os horários e as rotas seguidas pelos veículos atacados. Tendo esses dados, quero que exclua da lista todos aqueles que estavam -comprovadamente, de alguma forma- em serviço enquanto as ações ocorriam. Quero os nomes, e todos os dados possíveis, dos que sobrarem após esse filtro.
São pedidos amplos e difíceis de serem conseguidos, mas saberei recompensá-la por cada um dos que puder atender. Ainda assim, farei o possível para me virar na ausência da provisão de qualquer um -ou mesmo de todos- mas tempo, nesse caso, significa, literalmente, dinheiro.
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Sab 13 Jun 2015 - 14:09

Vc percebe que os empregados até que tentam conter o assalto, e em alguns casos um ou outro foi morto ou tomou algum tiro feio... Mas diante da superioridade dos atacantes, quase todos se rendem assim que percebem que suas resistências seriam inúteis... As armas utilizadas no ataque eram de grande parte fuzis, porém vc via pistolas presas a sua cintura, não podendo identificar perfeitamente os modelos. A pistona na mão do homem a moto, vc percebe que é uma Magnum, ela é vermelha, parece ser bem personalizada, com isso vc nota que a moto tb apresenta algumas inscrições na lateral, podendo ver uma caveira vermelha e como que riscada em cima as iniciais RH.

Vc escreve a sua lista e envia para Alyusha, dentre 10 minutos, ela lhe responde que um empregado dela iram lhe entregar uma maleta, contendo o dinheiro e indicações de como obter o resto das coisas.

Ela pede que fique hospedado na mesma pousada de antes. Sobre o Dossiê ela informa que ele já estava sendo montado, porém o número de funcionários da empresa é enorme, pois a pessoa com acesso às informações poderia ser de outra unidade que não Vancouver, mas que assim que encontrarem algo relevante, ela irá lhe passar a informação.

Sem muitas alternativas e dependendo da chegada do funcionário de Alyusha para lhe fornecer algumas coisas Yuri, retorna a pousada.


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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Seg 15 Jun 2015 - 17:04

A revisão dos fatos me leva a algo, e após a resposta de Alyusha, a personalização da moto se mostra minha única ocupação temporária. Suspirei após ver concluir que não me sobravam muitas alternativas além de seguir as instruções da mulher, coloquei o notebook para hibernar, fechando-o logo em seguida. Me despedi do rapaz que havia me atendido, e faria o mesmo caso esbarrasse com Fergus no caminho em direção a saída do pub. Nada havia sido como eu tinha imaginado, mas eu me sentia estranhamente confortável com tudo aquilo, e no caminho até o hotel mantive meu pensamento focado, pensando no que poderia fazer para prosseguir com a investigação enquanto tinha de esperar os complementos os quais tinha solicitado.



Pedi novamente as chaves do quarto o qual havia ficado na noite anterior com um ar meio aéreo, me concentrar muito em uma coisa já era trabalho psicológico o suficiente. Após estar no quarto uma vez mais, procuraria congelar a imagem que tinha me permitido ver a grafitagem feita na moto, tiraria print da tela e levaria a mesma para o Paint, recortando o logo junto com as iniciais. Usaria a imagem extraída para fazer uma pesquisa pelos sites de busca por imagens iguais ou similares, tentando achar algum significado ou associação para aquilo. Nada ao meu redor parecia importar muito, apenas a obstinação, o foco, o alvo, a presa... Eu iria por fim naquela bagunça.
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Qua 17 Jun 2015 - 7:57

Vc chega ao hotel e a moça na entrada lhe entrega a chave com um sorriso...

Boa estadia... Qualquer coisa, é só nos informar...

Vc desarruma as suas coisas novamente no quarto, ficando um pouco mais a vontade. Vc tenta localizar na internet a imagem que visualizou na moto, mas sem muito sucesso... O seu baixo conhecimento por sites de busca limitava a sua busca apenas por coisa obvias... Se fosse um simbolo de gangue, não estaria assim estampado no google... Vc leva um tempo nessa frustação, quando ouve baterem a porta. Prontamente vc se levanta e a atende.

Parado a frente do seu quarto um homem de aproximadamente uns 30 anos, segurava uma mala prateada e confirmando o seu nome a entrega e logo se retira. Ao abrir a mala, vc percebe que tem uma boa quantia em dinheiro (5.000$), uma pistola Magnun prateada com dois pentes extras, uma ficha policial de um homem de rua (anotado a mão estava um endereço), uma chave de carro com um bilhete escrito a mão (Não amasse), e uma caixa azul bem trabalhada, dentro vc vê uma unica chave e um outro bilhete (Ao final da missão).

Yuri percebe que aparentemente Alyusha havia lhe dado tudo o que ele pedira... Não que vc precisasse de armas, mas o fato de não ter visto os criminosos usando nada sobrenatural significa que Yuri teria que se contentar em manter as aparências...

Ao descer Yuri é informado pela garota que dois homens haviam vindo falar com ele, se estava tudo bem ? Por ser uma pousada de Garous e Fergus trabalhar primariamente com parentes, eles não se preocupavam tanto com a segurança de seus hospedes, visto que eles podiam muito bem se resolver sozinhos, por tanto que não quebrassem a mobilia...

Um carro ainda está parado a frente da pousada, e ao acionar a chave o alarme apita destravando o carro.... Yuri agora estava livre para investigar o que quisesse... Porem no dia seguinte, ele teria ainda o compromisso de servir de alvo dentro de uma encomendas da empresa.


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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Qua 17 Jun 2015 - 12:36

-Merda!- Dei um soco contra a parede extravasando a frustração após concluir que não iria muito longe com a pesquisa na internet pelo símbolo que tinha visto. Felizmente, não tive muito tempo para acumular a raiva pelo fracasso, minha encomenda chega e eu me apresso em pegá-la. Não me preocupei com formalidades com o entregador, falei apenas o indispensável para pegar a maleta e rapidamente, após sua partida, comecei a analisar seu conteúdo. Conferi o dinheiro superficialmente, dei uma olhada mais atenciosa aos bilhetes e por fim um olhar desesperançoso para a arma: "Só pode ser brincadeira..." Pensei pegando a pistola em uma das mãos. Apontei a Magnum para a parede sem muito jeito, não fazia ideia de com usar aquilo, ao menos adequadamente, mas parecia um mal necessário. Retirei todas as coisas da maleta e as substituí pelo notebook, saindo do quarto após colocar a pistola na cintura e seus pentes próximos a mesma.



Tranquilizei a recepcionista acerca dos homens que tinham ido a minha procura, afirmando serem pessoas confiáveis. Logo em seguida, fui até o carro, entrando em seu interior olhei-o com certo receio, cocei a cabeça:
"Definitivamente esse é um dia atípico. Mas vamos lá..." Liguei o carro e comecei a dirigir em direção ao endereço do contado sujo que Alyusha havia fornecido, me perguntando de quem se trataria a figura.
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Qui 25 Jun 2015 - 17:38

Ainda tendo o seu dia atipico... Yuri dirige pelas ruas de Vancouver até o endereço listado, o bairro era bem afastado dos grandes casarões.... Logo Yuri acha o galpão informado na ficha....

Ao descer do carro e entrar no Galpão Yuri vê 5 pessoas ao fundo conversando... 1 dos homens estava sentado atras de uma mesinha... Logo todos param de conversar ao ver vc entrando... Ele se separam um pouco ainda mantendo os olhos em você... O que está sentado a mesa pergunta em voz alta...

Olá Amigo!! Está perdido ? Podemos ajudar em algo ?

Vc vê que os 4 caras ficam afastados, apenas observando vc chegar....


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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Dom 28 Jun 2015 - 23:52

Estava quase grato por ter chegado inteiro ao galpão após o passeio de carro, no entanto tal sentimento foi rapidamente aplacado pelo que o dia ainda deveria me reservar atrás do volante. Certifiquei-me de levar comigo a maleta que se encontrava com o notebook quando desci do veículo, andando com passos largos e confiantes em direção ao interior do local, com olhar atento aos arredores para ter uma melhor noção de em que buraco eu estava me metendo. Não que tivesse desconfiança quanto a confiabilidade da informação de Alyusha, mas não me parecia o tipo de lugar apropriado par ao funcionamento de uma creche ou qualquer coisa inofensiva, era como estar entrando em um ninho de cobras. Ser um lobisomem é o que  costuma fazer, até mesmo dessas situações, simples andanças rotineiras, mas era melhor ficar alerta, por via das dúvidas, o Apocalipse estava sobre nós, não eram bons tempos para relaxar.



Continuei caminhando em frente, seguindo na direção do homem atrás da mesa. Meu olhar se fixava no dele, mantinha uma expressão vazia, ainda que séria, e dei alguns passos mesmo depois de tê-lo ouvido me "recepcionar". Falei diretamente assim que parei:
-Estou procurando Rufus. Sei que todos aqui são bastante atarefados, e eu também, então irei direto ao ponto.- Olhei para todos, esperando consentimento no semblante de todos e continuei: -Preciso de algumas informações. Talvez o nome "Alyusha" possa encurtar nossa conversa, mas, se for necessário, podemos negociar adequadamente. O que vai ser?- Tomei o olhar de maneira amistosa para o homem sentado atrás da mesa, eu realmente não queria perder muito tempo ali.
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Qua 1 Jul 2015 - 14:00

Os homens observam o homem entrar... Quando o Garou fala que quer falar com Rufus, o homem a mesa se levanta, falando para se aproximar... Mas ao ouvir o nome de Alyusha, vc percebe que ele congela um pouco os movimentos...

Logo ele se vira para os outros e fala de forma ríspida...

Fechem tudo e nos deixem a sós...

Logo os homens saem pelas portas do galpão e fecham as portas... No silencio Rufus lhe indica uma das cadeiras e se senta...

Bom... Amigo de Alyusha... Em que Rufus pode lhe ser útil...


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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Qui 2 Jul 2015 - 23:30

"Nada mau..." Pensei ao ver a reação do cara. Cruzei os braços enquanto observava os demais homens tomarem as providências as quais Rufus havia solicitado para nos conferir algum privacidade durante a conversa, aproveitei para me familiarizar um pouco mais com o interior do galpão nesse meio tempo, e finalmente após o último som da dispersão dos homens de Rufus desaparecer, voltei a caminhar em sua direção.

Não achava estranho o modo solícito como o homem agia, até mesmo cheguei a deixar um sorriso escapar ao tentar imaginar o motivo do nome de Alyusha evocar tanta autoridade. Não parecia uma Parente qualquer, afinal. Deixei meus pensamentos desnecessários de lado após um acento ser oferecido à mim, negando a oferta calmamente:
-Obrigado, mas estou bem em pé. Vamos aos negócios.- Coloquei a maleta sobre a mesa e puxei o notebook de seu interior após abrir a mesma. Deixei a tela do aparelho virada na direção de Rufus enquanto ligava-o e começava a explicar a situação: -Antes de mais nada, isso tudo é sigiloso. Somos adultos, sabemos o que isso significa. Sabendo desse fato...- Mostrei a ele imagens das vans usadas nos transportes dos marginais, das armas usadas e até mesmo dos próprios homens, além do sujeito em cima da moto, tendo o cuidado de evidenciar o símbolo que estava em seu veículo. Enquanto mostrava todo o material falava: -Há um grupo de marginais causando problemas para as pessoas erradas. Quero informações sobre eles. Não sei se pode identificar um padrão pelos carros que usam, ou pelo armamento ou mesmo pela forma como agem, mas qualquer pista em torno deles será útil. E por último temos esse cara...- Falei me referindo ao sujeito que acompanhava os assaltos sobre a motocicleta -Sabe de algo sobre ele?- Encarei Rufus diretamente nos olhos e disse de maneira branda, mas clara: -Eu vim de longe para visitá-lo, amigo... Faça valer o tempo.- Eu estava expondo bastante informação ali, mas me sentia estranhamente seguro com aquilo tudo, até confortável, eu diria. As coisas andavam mudando bastante ultimamente para mim. Como sempre.
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Sex 3 Jul 2015 - 18:51

O homem simplesmente ignora o fato de vc preferir ficar de pé... Ele acende um cigarro enquanto ouve vc falar... Não parecia muito preocupado... Vc entraga as coisas e ele começa a olhar de forma casual, como se visse fotos de roubos todos os dias...

Essa é uma cidade problematica... Gangues circulam todos os dias...

Ele vai passando as fotos nas mãos... Até chegar na imagem do homem... Ele fica alguns segundos olhando a foto... Como se a avaliasse bastante...

Amigo... Vc tem um problema... Esse é Red Hood...

Ele abre uma gaveta procurando em alguns papeis.... As coisas pareciam bem bagunçadas... Até que ele puxa uma lista e lhe entrega... Ali constava uns 10 nomes... Vc logo reconhece nomes Garou...

Esse cara chegou a pouco tempo... Mas ele logou assumiu um lugar de destaque nas ruas... Não se fala muito sobre ele, ninguém nunca viu o rosto dele... Alguns já tentaram derruba-lo, mas terminaram nessa lista... A comunidade Garou não quer fazer nada contra ele, a maioria dos nomes são de Roedores e andarilhos, ninguem importante para se preocuparem... Ninguém sabe o que ele quer... Se vai para cima dele... Tome cuidado, mas se conhece Alyusha, não interessa o que eu fale sobre cuidado... Ele sempre assina os mortos dele, com o capuz e as letras gravadas a fogo no peito das suas vitimas...

Ele se recosta olhando as imagens, mas lhe deixa livre para ou ir embora ou continuar ali conversando... Caberia ao jovem Sangue de Dragão julgar as palavras do homem...


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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Sab 4 Jul 2015 - 1:00

"Red Hood, hein?! Que original." Pensei ao ouvir o codinome do esquisitão. Estava atento a tudo o que Rufus falava, e depositava credibilidade em suas palavras, ele me pareceu convincente quanto ao que falava sobre o esquisitão, apesar da parte do "problemão" não ter me soado como preocupante. Não dava para dizer que ele deveria ser somente mais um no bando, seu posicionamento era quase austero em relação as ações, se eu tivesse de arriscar, diria que era como um botão de emergência para caso algo saísse do planejado. Parecia adequado, e a forma como Rufus se refere ao figurão torna essa possibilidade ainda mais aceita por mim.

Arqueei uma das sobrancelhas enquanto olhava Rufus mexer em suas coisas, sem saber ao certo o que poderia esperar com aquele gesto, e fiquei um tanto surpreso com o resultado de sua busca. Já tinha vislumbres de que eu teria um problema para resolver pela frente, mas uma lista de dez Garou assassinados, todos pelo mesmo homem, era algo alarmante. Passei o olhar sobre os nomes dos Garou mortos:
-Tanta gente... Esse cara realmente precisa ser parado.- Tomei o olhar para Rufus e completei: -Me parece uma hora apropriada para terem chamado a cavalaria.- Coloquei a lista sobre a mesa e continuei: -Vivemos tempos difíceis, cada um de nossos guerreiros que cai é uma perda dura. Por mais inábil ou desconhecido que possa ser, todo Garou tem o Lobo dentro de si, isso, por si só, já faz de quem quer que seja um assassino em potencial.- Fechei o notebook, recolhendo-o novamente para dentro da maleta e perguntei antes de me retirar: -Se tantos Garou já morreram tentando pegá-lo, não deve ser difícil encontrá-lo... Sabe me dizer onde posso procurar pela cabeça do desgraçado?- Caso a obtivesse alguma resposta para a pergunta, seguiria a pista cedida por Rufus, do contrário me retiraria do galpão para em seguida entrar em contato com Alyusha e questioná-la sobre o dossiê que havia pedido.
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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Tony.Zefs em Qua 8 Jul 2015 - 7:45

Assim que vc lhe fala sobre chamar a cavalaria, Rufus sorri um pouco e fala:

Eu fiz essa lista e entreguei a alguns Garous que conheço... tirando os roedores e alguns andarilhos, todos olharam a lista e deram risada... Nem todos os garous se importam com a plebe...

Ele anota um endereço e lhe entrega:

Tenho fontes seguras de que esse cara opera desse prédio... Sei que vc é mais do que capaz de fatiar eles... Mas o maior problema é que ele anda sempre com bandidos e dificultaria vc assumir a sua forma guerreira... Mas vc deve pensar em um jeito... Ou vou ter que fazer uma nova lista...

Com a informação dada por Rufus, vc segue em direção ao local e para a frente.... O bairro era bem afastado e bem deserto... A frente do prédio indicado vc vê alguns caras sentados fumando...


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Re: Ilha Esmeralda - Pub Irlandês

Mensagem  Midnight em Qui 9 Jul 2015 - 20:38

[color=darkred]As palavras de Rufus poderiam parecer banais, mas faziam sentido. Quando se é um Presas de Prata, a história é algo intrínseco a nossa existência, nossa identidade Tribal é remontada com nosso passado, ainda que seja de conhecimento comum na Nação o hábito da Tribo de supervalorizar seus feitos e tentar esconder suas vergonhas. De qualquer forma, tivemos sim muitas glórias no passado, e boa parte delas se deveram a liderança. Um povo sem um rei, de fato, não é nada, mas o que seria de um rei sem seu povo? É difícil alegar com certeza, mas, sem sombra de dúvidas, rei não.

Dei um sorriso após ouvir as últimas palavras, tentando deixar o clima mais leve para mim mesmo, enquanto recolhia o papel contendo o endereço. Ficar estressado, com o que quer que fosse, não é uma boa prática para um Ahroun. Falei em tom despreocupado:[//color] -Sua confiança me inspira, caro Rufus.- Dei às costas a ele, caminhando em direção a saída do lugar, e disse enquanto me retirava: -Anote ai: Yuri Brachiev, Sangue do Dragão. Ahroun dos Presas de Prata, batizado pelos Siberakh. Logo poderá por a vingança por essa lista ao meu nome.-



Dirigi com tranquilidade -até mesmo por minha inaptidão, que não me deixava sequer pensar em acelerar muito- até o ponto o qual Rufus havia marcado. Minha conclusão ao identificar o que me parecia um grupo de defesa primário confirmou o que Rufus havia adiantado: eu teria de dar um jeito de passar pelos peões antes de chegar a quem realmente me interessava. Permaneci calmo, aquilo não me representaria um problema, eu contornaria aquilo sem problemas.

Continuei dirigindo o carro por mais alguns quarteirões depois do prédio alvo, estacionei o carro em um local apropriado, esperei que a área ao meu redor ficasse sem ninguém por perto e então encarei meu reflexo em um dos espelhos retrovisores do carro para tentar atravessar a película
[1 Ponto de Força de Vontade]. Caso conseguisse ir para a Penumbra sem empecilhos, ativaria o Dom Olhos dos Mundos [1 Ponto de Gnose] para conseguir me locomover pelo prédio sem ser atrapalhado pelos homens em seu exterior. Seguindo a possibilidade de ter êxito em minha invasão, usaria meus Dons Senso de Batalha e Sentir a Wyrm e Senso de Batalha, para mapear o local e tentar encontrar meu alvo.
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