Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

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Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Seg 6 Ago 2012 - 23:04

Prólogo - Ele. O detetive.

Estava um frio tremendo perto do cais, tinha uma ou outra prostituta rondando por ali, mas hoje não era seu dever cuidar daquilo, ele tinha ido ali investigar aquele maldito traficante, há quase três anos estava investigando o bastardo, mas sempre os figurões fudiam com tudo. Ou DNA era inconclusivo, as digitais não batiam, ele tinha álibi pois foi visto em uma galeria de arte, ou alguma merda qualquer. Isso quando não queriam ser mais diretos e simplesmente sumiam com as pistas ou simplesmente diziam na cara dura que ele podia ser solto, pouco importava se o desgraçado vendia drogas há quase dez anos, o bandidão sumiam com os competidores menores e subornava tudo e todos, inclusive na policia.
O detetive continuou andando em meio a neblina, a noite estava sem estrelas, e ele sabia que o desgraçado hoje estava sem proteção. Custou muitos favores para ele conseguir essas informações, o filho da puta estaria sozinho no cais cheirando sem parar, alguns cheiravam a própria mercadoria, mesmo os que diziam que nunca iam fazer isso. Ele ia entrar e meter um tiro na cabeça do desgraçado e ir embora. Esperar pelo sistema nunca ia dar certo, ele ia dar um fim naquele lixo. O detetive na verdade desejava espancar até a morte o traficante, mas ele era detetive há dezenove anos, ele queria acabar com o bandido, sair limpo e continuar trabalhando por mais alguns anos cuidando da população de Vancouver. Ele era um bom tira. O enorme galpão no cais estava mal iluminado assim como o cais em si, aquela era a parte velha do cais, não tinha câmeras de vigilância. Ele já tinha feito duas batidas naquele galpão. Eles podiam ter esfregada as drogas na cara do chefe de policia. Ainda sim o traficante foi solto, na segunda vez ele ao menos teve a descendência de esconder as drogas.
O detetive começa à andar mais devagar, ele tenta manter o silencio. Ele coloca uma mascara no rosto, hoje em dia aquilo servia mais para evitar fios de cabelo caindo na cena do crime do que simplesmente esconder o rosto. Ele tinha a maldita chave para entrar ali, quando se é um bom detetive acaba sendo um bom bandido, era irônico mas era a verdade. Ele vai até a terceira porta do galpão e a abre com o máximo de cuidado, ele usava luvas nas mãos e quase todo seu corpo estava deformado com a enorme quantidade de roupas que estava usando para disfarçar seu real volume e altura. Ele entra no galpão, era uma coisa velha e pouco cuidada mas tinha um tipo de beleza própria, ao menos assim o detetive pensava. Ele saca sua 9mm. A luz está quase toda apagada, só uma ou outra lâmpada estavam acessas, eram fracas e produziam uma luz decadente. Existiam várias mesas longas para mercadorias, no caso era muita cocaína, crack e heroína. Existia uma pequena sala em um andar superior onde o gerente do galpão geralmente ficava fazendo contas ou outras porcarias, mas ele sabia que o traficante não ia ficar ali, ele preferia ficar no meio do sujo.
Sentado em uma cadeira estranhamente deslocada em meio a todo aquele mobiliário estava um homem negro em uma cadeira de magno e veludo vermelho. Era Murtine Úrbi, um maldito nome de merda para um homem de merda. Ele parecia estar esperando o detetive. Em uma mão ele segura uma uzi e na outra o que parecia ser um pedaço de pano qualquer. O homem parece ver em meio a toda aquela escuridão com naturalidade. Ele sorri para o detetive e faz sinal para ele abaixar a pistola. O detetive poderia dar um bom tiro no desgraçado, mas aquela uzi poderia dar trinta tiros nele. Alguém vazara a informação. Alguém traíra ele. Será que tinha sido alguém que ele confiava e pensava compartilhar o mesmo senso de justiça?


Murtine Úrbi - Veja, se não é o exemplar detetive. Roland Quaid, não estou certo? Perdão, não recordo-me facilmente de pequenas coisas. Apenas guardo os grandes e importantes momentos ou pessoas. Pensa que é o primeiro iludido que tenta ferrar-me em quase 193 anos? Meu amigo, eu vendia ópio para senhores ingleses de grande fortuna há muito tempo atrás.

O detetive escuta atentamente, mas sem levar muito em consideração qualquer besteira, os ouvidos de um detetive como ele escutava o que poderia ser importante e descartava qualquer merda. O desgraçado deve ter cheirado ou injetado alguma coisa enquanto esperava ele.

Murtine Úrbi - Mastigando essa língua de boi? Não quer conversar comigo? Seu inimigo negro, seu deus da morte?

O detetive continuou parado, ele nem mesmo tinha abaixado a arma, e o traficante nem dera atenção aquilo. Se tivesse sido ele pedindo para um marginal abaixar a arma e ele negasse o mundo estaria com um marginal há menos. O traficante então cheira profundamente o pano que estava segurando na mão. O detetive pensa que ele estava cheirando alguma droga derramada no pano. O desgraçado sorri e cheira mais uma vez o pano, então fala para o detetive com a voz mais doce e pegajosa possível.

Murtine Úrbi - Que delicia, melhor do que qualquer barato que tenho aqui. E olha que tenho muita coisa fina. Existe cheiro melhor do que da calcinha de uma mulher encharcada de medo?

Então o detetive compreendeu tarde demais. O traficante se levantou da cadeira e tinha os olhos profundamente fixos nos próprios olhos do detetive. Ele sente-se imobilizado por completo, caso contrario ia ter metido alguns tiros no desgraçado. O traficante chega até o detetive e enfia a calcinha na cara dele. O policial recupera seu controle por um momento e dá dois tiros no torço do homem. Ainda sim o traficante continua em pé, ele encara o detetive que se sente imobilizado novamente. O traficante coloca a uzi no chão sempre mantendo seus olhos fixos no detetive. Então tira a 9mm da mão do policial. Ele segura a parte de trás da cabeça do policial e enfia mais uma vez a calcinha no rosto do detetive. Dessa vez, ele usa a outra mão para força o homem a continuar olhando para seus olhos amarelos e com a outra enfia a calcinha na cara do homem. Mais uma vez ele diz de maneira nojenta com aquela voz pegajosa.

Murtine Úrbi - Sente o cheiro da sua esposa? Está bem fresco, meus homens pegaram isso dela há cerca de quarenta minutos. Quer ver o que fiz com o corpo dela? Certamente que sim. Venha comigo meu companheiro, irei mostrar várias coisas para você. Falta quase seis horas até o nascer de Rá. Mas você quer ver sua esposa certamente antes de morrer.

O traficante caminha de mãos dadas com o detetive. Os dois estavam com um olhar fixo um no outro, e andaram em meio aquelas mesas cheias de drogas como dois amantes. O detetive não consegue nem chorar. Apenas pensava em sua mulher e como a justiça falhava.


Última edição por Sombra em Dom 9 Dez 2012 - 12:21, editado 2 vez(es)


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Seg 6 Ago 2012 - 23:34

Quest

Rapaz - Duvido que ela consiga fazer isso.

Todos estavam debaixo de uma ponte, o mais velho tinha vinte seis anos de idade, o resto tinha entre quatorze a vinte anos. Um latão de lixo estava acesso fornecendo luz e calor e quase todos estavam em volta bebendo alguma coisa. Eram nove debaixo da ponte naquela hora. Era quase uma hora da madrugada em Vancouver numa noite de quarta-feira fria e cheia de névoa. Quase todos que estavam ali não tinham pais, inclusive Ronny e Alba. O rapaz que havia falado tinha quatorze anos e gostava de fingir que sabia beber muito, já estava quase tombando de bêbado depois de beber um pequeno gole de vinho quente vagabundo e uma latinha de cerveja. Ele fala novamente para Ronny.

Rapaz - Duvido que sua namoradinha gostosa consegue. Aposto vinte que ela não consegue fazer esse tal truque de corda bamba.

Alba vem para perto de Ronny é dá um beijo na bochecha do seu amante. Então olha para o rapaz com um olhar divertido e dá um gole longo em sua garrafa de vinho. Quase todos que estava ali estavam olhando para o casal para ver o que eles iam responder. Todos ali eram considerados marginais sendo ou não, e que povo era o mais marginalizados do que os ciganos? Nenhum dos outros poderiam se gabar disso. Só pelo fato dos dois serem ciganos e terem vivido quase toda a vida deles em um circo já dava muito respeito em meio aqueles garotos sem pais e "espíritos livres", sem empregos e estudos. Ou simplesmente sem interesse de viverem sobre os padrões da Weaver. Talvez fosse melhor viver assim do que na teia da Aranha. Naquele lugar existia vários lugares ponde alguém poderia se machucar feio tentando bancar o atleta. Pedaços de arame de ferro solto, cabos e cordas ligados ou rompidos, lugares onde subir e tentar truques, e outras porcarias onde alguém tolo ou profissional poderia tentar fazer uma coisa ou outra.


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Ter 7 Ago 2012 - 20:05

Ronny estava essa noite debaixo de uma ponte com Alba e um grupo de vagabundos e desabrigados. Ele e Alba já estavam acostumados a tudo aquilo. Viviam mudando de cidade em cidade nunca ficando sobre um teto sólido nos tempos antes da primeira mudança. Agora todos mortos menos ele e Alba. Tudo que salvaram eram as lembranças, algumas roupas e a moto dela. Talvez um desejo de vingança por parte de Ronny, e o laço do casamento entre os dois. Ronny vivia com Alba, era casado com ela e protegia ela. Mas realmente não sentia que amava ela profundamente. Mas ela parecia amar ele, e isso bastava.

Eles vieram até o lugar com a moto dela, muitas vezes ele dirigia, mas ela era melhor naquilo. Ele sinceramente preferia andar à pé. Por causa do clima ele estava vestido de maneira mais aquecida possível com suas poucas roupas e carregando sua velha mochila de viagem nas costas, quase todo seu mundo estava dentro daquela coisa velha. Usava seu casaco estilo militar e por baixo uma camisa de algodão de manga comprida branca, sua calça esportiva e sua bota mais simples, marrom claro. As peças de roupa incluindo a mochila eram dedicadas. Se acontecer alguma merda ele poderia virar crinus sem perder nada.

Ele conhecia pouco ou nada daquela turma, era assim nesses grupos, alguns sumiam, outros se mudavam, alguns simplesmente tinham arrumado um lugar pior ou melhor para ficar. O bom era ficar em um número maior, por Gaia, até aqueles garous ali sabiam que coisas podiam acontecer com eles. Sumirem misteriosamente, serem levados para o esgoto. Alguém pegar eles com o objetivo de arrancar seus órgãos, para as garotas sempre existiam outro órgão que interessava o mercado e os homens.

Ronny não era tão iludido, e tinha mais experiência do que aqueles garotos. Afinal sua familia antes de se juntar ao circo aplicava golpes, geralmente pequenos e inofensivos. Ou faziam pequenos bicos, mas era raro encontrar aqueles que aceitavam trabalho justo e pagamento justo quando se tratava de gente marginalizada com eles, espíritos livres, então era melhor dar golpes e roubar. Ele acha um garoto, o que parecia estar mais bêbado, mais eufórico e com mais grana. Ronny chega com um sorriso e pega uma latinha de cerveja de outra garota, ele poderia escorregar para dentro da calça da menina sem problemas, a não ser Alba. Ele não ia gastar sua própria bebida naquele truque. Ele vai até o garoto e dá para ele a latinha de cerveja que estava com a menina. Então fala com o rapaz, Ronny usa seu jeito de pobre coitado mas ainda sim carismático, isso fazia alguns querem consolar ele, e as meninas a beijarem ele e sentirem pena da vida dele.


Ronny - Veja cara. Olha aqueles cabos ali? Me lembra meus tempos de circo. Eram bons tempos, pricipalmente para a Alba. Ela sabia fazer toda sorte de truques. Inclusive da corda bamba. Uma pena que ela não pode mais fazer isso, ela adorava. E eu gostava de ver ela fazendo aquilo. Era uma coisa muito legal...

Rapaz - Duvido que ela consiga fazer isso.

Otário, caiu certinho. Ou ele sentia pena da historia dos nossos tempos de circo ou simplesmente agia desse jeito, como um porra só querendo ver o truque e duvidando que alguém como nós consiga alguma coisa.

Ronny - Pena que duvida, gostaria de mostrar que ela sabe fazer isso, ou ao menos um dia soube... Se quiser apostar algum dinh...

Rapaz - Duvido que sua namoradinha gostosa consegue. Aposto vinte que ela não consegue fazer esse tal truque de corda bamba.

Ronny faz uma cara triste para o garoto mas está rindo por dentro. Alba aparece, o importante nesses truques era sempre seguir um roteiro. ele falava a coisa certa, depois aparecia o parceiro de golpe para por em prática o restante. Eles aplicavam o golpe e depois davam no pé. Improvisação nesses casos poderia dar em algum erro que custava dinheiro. Ela vem como que por acaso fingindo não ter ouvido nada e nem saber que ele estava colocando ela em perigo. Nada dava mais confiança aos tolos do que mostrar desconfiança quando se tratava dos mais próximos. Eles se sentiam bem, pensavam que eles eram os espertos e especiais. Alba beija ele na bochecha, o combinado era apenas para ela chegar perguntando sobre o que estávamos conversando, não beijar ele assim, poderia estragar o golpe, alguém mais esperto ia desconfiar do golpe, alguém bem mais esperto e frio. Um pivete bêbado não era desse tipo, na verdade aquilo poderia ajudar mais ainda no golpe. Ele sentiria inveja pelo fato de Ronny ter uma garota, e gostaria de ver ela machucada. Se Alba não fizesse o truque ele ganhava 20 dólares canadenses e o prazer de ver uma garota sair machucada e um filho da puta como Ronny ficando mal aos olhos dos outros e da própria namorada. Ele ia aceitar, talvez até aumentasse a aposta. Todos olham para Ronny e Alba esperando uma resposta. Ronny então fala para todos de maneira ranzinza para Alba e em tom de voz normal.

Ronny - Querida, desculpe mas apostei que você consegue fazer um truque da corda bamba. Apostei vinte, se não quiser fazer é só falar.

Depois fala mais próximo do ouvido dela em um quase sussurro, era um truque, ele ia falar o suficiente alto e claro para quase todos que estavam mais perto ouvirem. Ele fala de forma aflita e com um expressão preocupada.

Ronny - Temos oitenta e três, não? Não acho que você consiga, faz anos que você não faz isso, vamos perder muito dinheiro. Talvez simplesmente podemos recusar, mas vão nós tratar como covardes e...

Ele esperava ter enganado até aí o suficiente para os mais tolos interromperem e fazer Alba fazer o truque, e aumentando a aposta. Com sorte vários deles juntam dinheiro o suficiente para apostarem no total oitenta dólares na aposta com a esperança se conseguir dinheiro fácil.





Frases de Ronny
- Você não deve esperar de mim nada além de escárnio, lisonja e mentiras. E jamais dê as costas para mim, filho da puta!
- Eu sou tolo por dizer que você é um idiota de primeira e apontar seus erros? Não há tolice maior do que ficar contra mim, é justamente isso que você fez, tolo.
- Inimigos suficientemente perfurados, mordidos, partidos ou explodidos, ou seu dinheiro de volta.
- Eu perguntei se eles queriam resolver tudo de um modo fácil. Fácil para mim.
- "Totalmente" é o meu modo favorito de FUDER as coisas!


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Ter 7 Ago 2012 - 23:49

Ronny tinha como sua grande força seu carisma e manipulação. Ele poderia ganhar amizades assim como usar os outros a sua volta sem grandes dificuldades. Ele era quase um rei dos exilados, as garotas desejavam ao menos uma conversa com ele e alguns dos garotos sentiam inveja, mas ainda sim não sentiam ativamente que ele era uma ameaça. Nem todas as garotas realmente pensavam nele com tanta consideração. Uma delas ao escutar os sussurros de Ronny para Alba grita com uma voz de gralha.

Garota - Veja esse covarde. Tem a boca muito grande mas está amarelando agora.

Ela ri junto com alguns, quase todos caíram no truque de Ronny, os únicos que não enguliram a farsa eram aqueles que estavam distraídos ou longe de mais para escutar seus sussurros. O rapaz que tinha feito a aposta inicial está sorrindo e fala para todos os outros.

Rapaz - Pessoal, vamos juntar uma grana. Você apostou, e está apostado, agora só se pode aumentar a aposta. Nada de fugir, vamos apostar oitenta que ela não consegue andar em cima daquele fio ali.

Ele aponta, os que não estavam prestando a atenção escutam das bocas dos outros sobre a aposta e que Ronny e Alba tinham oitenta dólares. Logo todo o grupo junto reunir a mesma quantia e aposta contra os dois, o garou e a parente. O truque já tinha surtido efeito, depois que todos viram para o cabo que o rapaz tinha apontado tudo estava definido. Era uma longa corda usada antigamente para amarrar navios ao cais e portos. Eram longas e bem grossas e estavam agora amarradas levando de uma coluna a outra. Devia estar à oito metros de altura e tinha doze metros de comprimento. Para subir até o topo da coluna já ia ser difícil, existia um pouco de corda solta do excesso. Ela estava pendurada na coluna de concreto mais distante do grupo. Aquela era a melhor ponte para ficarem de vadiagem, quase não era usada pelos meios convencionais, mas era bastante usada por todo tipo de gente do tipo, mendigos, praticantes de Parkour e toda sorte de pessoas esquisitas. Alguém deve ter achado divertido quebrar muitas coisas ali em baixo assim como criar diversas coisas toscas para brincarem, inclusive essa invenção para alguém praticar slackline. Com toda certeza além de idiotas eram doidos, ao menos no circo a corda era do tipo certo e existia sempre uma rede de proteção em baixo. Alba responde de maneira decidida para todos.

Alba - Vou fazer. Passem o dinheiro então para o Ronny.

Os que não tinha contribuindo com o dinheiro aprovam as palavras de Alba, os que tinham contribuído parecem não gostar disso, principalmente da sugestão do dinheiro ficar com Ronny. A garota que tinha ofendido Ronny diz para todos com aquela voz de gralha.

Garota - O dinheiro fica comigo.

Aquilo parece deixar todos os outros nervosos, ela estava se metendo em tudo, mas não tinha apostado nem um centavo. O rapaz que tinha iniciado a aposta parece estar impaciente, ele está nitidamente muito bebado. Ele ri de maneira fraca e fala já como alguém claramente embriagado.

Rapaz - Vamu logu com isso... estou com sono.


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Qua 8 Ago 2012 - 3:36

[Ativo o Dom Persuasão.]

Ronny ignora o xingamento da garota, se ele fosse um idiota Ahroun e estivesse uma Lua Cheia... Mas não era nenhum dos casos, ele era um ragabash, com mais Fúria do que o normal, mas ainda sim era um ragabash. Por isso Ronny prefere fingir indiferença às gracinhas daquela gralha. Então quem realmente interessa fala.

Rapaz - Pessoal, vamos juntar uma grana. Você apostou, e está apostado, agora só se pode aumentar a aposta. Nada de fugir, vamos apostar oitenta que ela não consegue andar em cima daquele fio ali.

Ronny nota os que estavam por fora escutando sobre tudo que estava acontecendo, era aqueles que ele tinha medo de descobrirem alguma coisa. Mas ao ver onde Alba teria que fazer o truque da corda bamba, todos, até mesmo Ronny tiverem pensamentos intensos. Eles estava fingindo precupação e receio durante a interpretação por causa do dinheiro, mas agora vendo bem onde ela teria que andar as coisas ficam mais complicadas, aquela seria uma coisa perigosa para um humano, ela não tinha os poderes de cura de um garou, e ele não sabia usar dons de cura.

Agora vou arregar? Vou amarela? Merda, cara! Isso pode dar merda e a culpa vai ser só minha, tudo por 8 dólares. Poderíamos fazer truques em semafaros, roubar ou...

Alba - Vou fazer. Passem o dinheiro então para o Ronny.

Alba corta os pensamentos de Ronny, ele queria falar com ela de maneira sincera agora, mas antes disso começa uma pequena confusão entre aqueles que estavam debaixo da ponte. Alguns gostam da determinação de Alba, outros só se importavam sobre ela ter falado para todos entregarem o dinheiro para ele. Será que ele estava em qual grupo? Ele mesmo se perguntou.

Garota - O dinheiro fica comigo.

A confusão aumenta mais, aquela gralha estava querendo atrapalhar todos, inclusive eles, isso era imperdoável. E o apostador original reclama da demora, ele sozinho era vinte dólares. Ronny toma a decisão e diz usando de todo seu talento social.

Ronny - Gralha, por favor! CALE ESSA BOCA. Não deu dinheiro para a aposta, só enche o saco, por favor vai piar em outro lugar. Alba vai andar na corda bamba para todos vocês! Duvidam? Apostem mais dinheiro. Vamos ver se vocês tem coragem, ela tem. Vai andar sobre quase dez metros de altura, e alguns de vocês não tem coragem de apostar um centavo?

Ronny espera que aquilo dê fim as discussões e ao mesmo tempo tenha influenciado a todos que não doaram nada para a aposta apostarem mais dinheiro, ele queria que eles sentissem vergonha de não terem coragem para apostar algum dinheiro enquanto uma menina tinha coragem de andar naquilo. Depois independente do resultado Ronny procura ir até Alba e sussurrar dessa vez apenas para ela escutar.

Ronny - Pensando melhor estou com medo por você e por mim, se você cair vai ser feio e não tenho como te curar. Tem certeza que quer fazer isso? Podemos conseguir de outro jeito, faz muito tempo que você não faz o truque.

Foi um longo sussurro, mas na verdade ele gostaria de ter falado mais.





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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Qua 8 Ago 2012 - 20:50

Em meio as agitações Ronny procura decidir o que fazer, mas decide de cara como tratar com a garota que estava opinando em tudo.

Ronny - Gralha, por favor! CALE ESSA BOCA. Não deu dinheiro para a aposta, só enche o saco, por favor vai piar em outro lugar. Alba vai andar na corda bamba para todos vocês! Duvidam? Apostem mais dinheiro. Vamos ver se vocês tem coragem, ela tem. Vai andar sobre quase dez metros de altura, e alguns de vocês não tem coragem de apostar um centavo?

Já usando de seus dons sobrenaturais Ronny consegue convencer quase todos a entrarem na aposta, a garota que ele chamou de gralha se afastou chocada com a resposta que recebeu. Todos começam a amontoar um nos outros tentando entregar o dinheiro a Ronny para verem então o tal truque, eles poderiam duvidar que ela conseguisse realizar o truque, mas graças as palavras de Ronny eles acreditam agora que ela vai fazer o truque e eles vão ver, mas o sucesso não estava incluído. Após todos entregarem cerca de noventa dólares para Ronny eles seguem para mais perto de onde seria realizado o slackline. Ronny procura sussurrar dessa vez apenas para Alba.

Ronny - Pensando melhor estou com medo por você e por mim, se você cair vai ser feio e não tenho como te curar. Tem certeza que quer fazer isso? Podemos conseguir de outro jeito, faz muito tempo que você não faz o truque.

Talvez ele tenha piorado tudo, ela estava confiante, e ele viera falar isso para ela, e para piorar, o dom que ele tinha usado para influenciar a todos tinha efeito nela inclusive. Ela olha para ele com um pouco de medo, todo o sorriso some do rosto dela. Então ela diz com pouca confiança.

Alba - Você realmente dúvida de mim? Eu sempre confio em você. Ao menos me ajude dessa vez, fique debaixo da corda preparado para me pegar. caso algo dê errado.

Ela poderia ter beijado ele, mas depois dessas palavras ela apenas coloca sua mão esquerda no lado esquerdo do rosto de Ronny e começa a escalar a corda, ela sobe bem e quase todo o grupo estava aplaudindo ela por isso, mas subir na corda com as mãos e os pés sendo usados para dar apoio na coluna não era algo realmente difícil, o perigo estava justamente em realizar a corda bamba. Ela sobe até o topo e antes de ficar em pé ela aproveita e tira seus tênis, ela atira para baixo com cuidado, alguns dos presentes ficaram na dúvida se deviam aproveitar ou não para roubas o par de tênis de Alba, mas Ronny estava por perto. Ela em seguida começa a ficar em pé, usando só meias ela começa a testar a corda com os pés. Era uma cena graciosa de se ver. Ela usando uma calça folgada e um casaco velho e em baixo uma camiseta branca simples. Ela recua e tira o casaco também e atira para Ronny guardar, alguns dos garotos começam a assoviar pensando que ela ia tirar mais alguma coisa. Ela então fica apenas com aquela camiseta branca mostrando seus ombros brancos e braços para todos, uma calça folgada e leve e meias, e a noite estava fria. Assim que confere se Ronny está tomando conta lá de baixo ela começa a dar seus primeiros passos pela corda com os dois braços estendidos para dar equilíbrio, ela anda com os pés pisando bem no meio da corda, os passos dela lembrava a Ronny o de alguns garous que pisavam de maneira silenciosa e segura. Ela nem parecia humana fazendo aquilo, ela já andou cerca de três metros, agora a corda está começando a ceder ao peso dela, a corda abaixa um pouco onde ela está, mas não do mesmo jeito que as cordas especiais usadas em circos faziam, ela procura atravessar de maneira rápida, fica no máximo cinco segundos parada no mesmo lugar, mas ainda sim parecia muito tempo. Todos observam quando ela já está na metade de travessia, todos olhavam para cima de maneira atônita.


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Qui 9 Ago 2012 - 19:52

Funciona e todos entregam o dinheiro da aposta para Ronny, suficiente para passar alguns dias sobre um teto e comer alguma coisa melhor sem depender de favores e caridade.

Ronny percebe que seu sussurro poderia ter tirado a confiança dela.


Burro, ela também será afetada pelos meus dons. Não posso esquecer disso.

Alba - Você realmente dúvida de mim? Eu sempre confio em você. Ao menos me ajude dessa vez, fique debaixo da corda preparado para me pegar. caso algo dê errado.

Ela então coloca a mão em seu rosto e começa a escalar. Enquanto ela escala Ronny procura a distração de todos para mudar para forma glabro, ele deixa suas roupas crescerem e procura andar de maneira curvada tentando fingir que não cresceu do nada mais de dez centímetros. Então ele fica atento, qualquer ajuda que ela precisasse ele estaria lá para ajudar vigiando cada ação dela. Ela tira algumas peças de roupa e jogam para ele guardar, Ronny pega e enfia na sua mochila. Ela então fica lá apenas com uma camiseta, calças e meia, parecia linda. Era linda. Ela então começa a andar com cuidado, ela usa seus braços para ter equilíbrio. Ronny fica embaixo dela o tempo todo com os braços abertos pronto pata tentar pegar ela quase ela caia.

[Uso um ponto de Fúria para aumentar minha Destreza por uma cena. Fica a cargo seu se recupero no próximo post, se isso se enquadra em uma situação tensa.]





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- Inimigos suficientemente perfurados, mordidos, partidos ou explodidos, ou seu dinheiro de volta.
- Eu perguntei se eles queriam resolver tudo de um modo fácil. Fácil para mim.
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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Sex 10 Ago 2012 - 5:33

Ronny tenta virar glabro sem ninguém notar, é dá certo, ao menos por enquanto, ele anda de maneira curvada e tenta disfarçar sua altura modificada, por sorte sua forma glabro nunca é feia e peluda como no caso de tantos outros garous. Ele procura seguir Alba enquanto ela realizada a caminhada na corda bamba. Até agora sem problemas, ela está quase no final. Todos só tem olhos para ela. Então começa a ventar. Já era uma noite fria, agora parecia que ia chover. Eles estão bem protegidos do vento, mas ainda sim é o bastante para a corda começar a balançar. Alba procura manter o equilíbrio mas é tarde demais, faltava apenas um metro e meio para ela terminar de cruzar, todos fazem algum barulho, seja de surpresa, angustia ou até mesmo prazer, ela caí para a direita, ela faz isso de propósito para Ronny poder ter mais chances de pegar ela. Ele usando de suas habilidades superiores as humanas nessa forma e consegue pegar ela, mas ainda sim o impacto é forte, ela se machuca, a cabeça dela bate no ombro direito de Ronny, ele sente dor mas não está ferido, mas ela poderia ter se machucado mais gravemente. Alguns chegam mais perto, alguns olham de longe, mas ela olha para o rosto de Ronny e coloca novamente uma das mãos no rosto dele. Ela então diz meia tonta.

Alba - Meu herói!

Então ao verem que ela está aparentemente bem todos começam a reclamar, alguns querem seu dinheiro de volta, outros tenta dizer que ela foi demais. O rapaz que tinha começado a aposta chega bebado e com um bafo horrível e diz.

Rapaz - Ganhei minha aposta, ela não consegui.

Alba ia falar alguma coisa, mas pensa melhor não falar. Mas o mais velho de todos, com mais de vinte anos fala.

Velho do grupo - A aposta pelo que ouvi era que vocês duvidavam que ela teria coragem de fazer, ela fez. O dinheiro é deles.

O rapaz bêbado parece demorar a entender, mas aceita. A chuva começa a cair forte, alguns que tinham carros ou outros meios de transporte começam a ir embora, alguns pegam carona, Ronny e Alba tinham ido com a moto que pertencia a familia dela, a moto estava estacionada debaixo da ponte protegida da chuva.


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Sex 10 Ago 2012 - 19:23

Começa a ventar, aquilo era ruim de várias maneiras, mas Ronny continua concentrado pensando apenas em segurar ela caso ela caia. Mas ela cai, procuro pegar ela na queda e consigo, mas parece que a pegada foi meio desajeitada e ela bate a cabeça no ombro. Doí, mas não fere um glabro. Ela agradece e coloca novamente uma de suas frias mãos no rosto de Ronny.

Alba - Meu herói!

Riu com aquilo, um herói em primeiro lugar nem ia deixar ela fazer aquela merda.

Ronny - Só faltava essa idéia de merda minha fazer você rachar essa cabeça. Do jeito que as coisas são...

Então o pivete bêbado fala todo cheio de si.

Rapaz - Ganhei minha aposta, ela não consegui.

Ronny já estava preparado para responder para o pivete como realmente tinha sido a aposta, mas o "rapaz" mais velho do grupo responde por ele.

Velho do grupo - A aposta pelo que ouvi era que vocês duvidavam que ela teria coragem de fazer, ela fez. O dinheiro é deles.

O rapaz não tinha condições de fazer nada bêbado daquele jeito, então estava acabado, a grana era deles. Ronny coloca Alba com cuidado no chão. Ele tenta usar de sua manipulação para fingir que não cresceu em nada, único que ele se aproxima é do cara mais velho que defendeu eles, Ronny entrega de maneira discreta em agradecimento dez dólares para ele.

Eu mesmo poderia lidar com aquilo, mas não vou ser um babaca que não leva em conta um pouco de ajuda nesse mundo de porra. Uma grana para o cara, aproveite.

Então ele diz para Alba em um tom de amargura.

Ronny - Porcaria de chuva, vamos para onde agora? Não quero ficar nem mais um minuto debaixo dessa ponte.

Então ele completa com um tom de voz mais doce e até um pouco cafajeste.

Ronny - Que tal irmos para um lugar tranquilo, temos dinheiro o bastante para ficar em um lugar bacana só nós dois.

Ele dá um pequeno sorriso, ela merecia ficar no comando por essa noite depois de se arriscar desse jeito. Ele ajuda ela se vestir, assim que ela toma a decisão eles correm de mão dadas até a moto, ele ia dirigir e levar ela onde ela quisesse.





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- Eu sou tolo por dizer que você é um idiota de primeira e apontar seus erros? Não há tolice maior do que ficar contra mim, é justamente isso que você fez, tolo.
- Inimigos suficientemente perfurados, mordidos, partidos ou explodidos, ou seu dinheiro de volta.
- Eu perguntei se eles queriam resolver tudo de um modo fácil. Fácil para mim.
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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Sex 10 Ago 2012 - 22:12

Ronny dá um pouco do dinheiro ganho para o homem mais velho que ajudou, ainda sim ele e Alba continua com cerca de 163 dólares canadenses. Agora tinham que decidir onde passar o resto da noite. O flerte de Ronny é desnecessário, Alba sorri com a idéia. Eles vão em direção à moto, mas durante todo o caminho Ronny sente como se tivesse alguma coisa soprando atrás de sua cabeça. Então quando finalmente estão perto da moto ele escuta claramente um sussurro, mas Alba parece escutar também.

? - Garoto e garota.

Então os dois veem uma figura intangível e translúcida aparentando ser um homem de um metro e oitenta, ele estava flutuando no ar, e a chuva passava por ele e o ar ficou mais frio perto dele. Parece estar vestindo um sobretudo completo. Seu rosto parece comum, o rosto de um homem de quarenta anos ou um pouco mais. Ele fala com uma voz seca, porém clara para o garou e a parente.

? - Sei o que você é, e não sou seu inimigo. Sou... era um detetive da policia de Vancouver.

Seja o que for não tinha talento, e nem queria manipular Ronny, mas parecia ter um pouco de carisma, um tipo de carisma encontrado em pais velhos e com uma vida difícil. A forma começa a tomar uma aparência mais real, até aparentar ser sólido em vez de translúcido, mas parecia ser pálido e frio, e um pouco da aparência mudou também, aparentava ser um pouco mais novo, bonito e forte. Tinha um olhar afiado e um rosto duro. Ele diz então novamente, dessa vez apenas Ronny escuta, e a voz era mais alta e forte, mas Alba continua vendo aquela coisa que agora não flutuava mais no ar, e a chuva agora batia no corpo da criatura em vez de simplesmente passar como se nem existisse e a boca se mexia sem nada sair.

? - Garoto, acredite em mim, não sou uma ameaça para você, e nem quero briga com você. Sei o que você é, é um lobisomem, há dez anos atrás eu ia rir disso, mas o tempo muda tudo. Você é um lobisomem, e eu sou um fantasma...


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Sab 11 Ago 2012 - 2:56

Eles estavam indo até a moto quando Ronny sente alguma coisa atrás de sua cabeça, ele joga uma mão para trás como se tentando espantar algum inseto. Mas quando já estava preparados para ir embora uma voz para com os dois.

? - Garoto e garota.

Ainda na forma glabro, Ronny vira para trás e vê alguma coisa estranha. Aquele tipo de merda rolava na Penumbra, mas não ali, e parecia que Alba também estava vendo. Ronny procura se colocar a frente dela para protege-la de qualquer coisa que aquela figura fantasmagórica tentasse fazer. Então a coisa fala novamente, sua forma parece ser de um homem saido de um filme ou livro de mistérios policiais.

? - Sei o que você é, e não sou seu inimigo. Sou... era um detetive da policia de Vancouver.

Ronny finalmente fala. Ele mantém sua voz segura e procurar colocar um pouco de raiva nela.

Ronny - Quem diabos é você, e o que quer?

A coisa começa a ficar mais real, os pés alcançam o chão, ele deixa de parecer uma ilusão ou fantasma,e também parece sólido, mas ainda era frio. Mas Ronny nota com interesse maior que a aparência do homem tinha melhorado, parecia até mesmo algum tipo de herói de um mundo sombrio, em vez de um simples detetive. Ela fala novamente, agora de maneira alta e forte.

? - Garoto, acredite em mim, não sou uma ameaça para você, e nem quero briga com você. Sei o que você é, é um lobisomem, há dez anos atrás eu ia rir disso, mas o tempo muda tudo. Você é um lobisomem, e eu sou um fantasma...

Assombração? Diabos, já escutei sobre esses tipos. Mas cada um dizia alguma coisa, os Garous não lidam com eles, e grande parte julgam que eles são da Wyrm por serem mortos. Mas minha Tribo lida com eles, escutei isso no Caern no Colorado. Um Peregrino me contou que conhecia um há dois anos e agradecia como podia por ele ter ajudado a vingar sua morte...

Ronny toma um momento olhando para a coisa, então fala para ele ainda sim usando o mesmo tom de voz.

Ronny - Sim, com minha maldita sorte eu vou atrair a morte quando queria vida. E o que um fantasma pode querer com um garoto além de uma cueca molhada? Desculpe amigo, mas já vi coisas piores do que uma alma humana atormentada. Talvez não te importa, mas somos jovens, queremos aproveitar nossa grana e estamos na porra de uma chuva. Diga o que quer.

Enquanto isso Ronny procura se lembrar mais qualquer coisa sobre fantasmas que ele aprendeu com os garous.





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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Sab 11 Ago 2012 - 21:40

O ser não mostra nenhuma reação em meio a aparente raiva de Ronny, ele simplesmente continua parado sem dar atenção para a chuva, na verdade parecia estar em um sonho. Enquanto isso Alba está tremendo e olhando estranha para Ronny, ela não escuta nada que o fantasma está falando, apenas as duas primeiras frases ela tinha escutado. Ronny apenas aprendeu que alguns humanos depois que morreram continuavam presos, alguns não asseitavam a morte, por causa disso permaneciam no mundo, mas ainda sim existiam aqueles que tiravam as suas próprias vidas e continuavam em tormento. Alguns fedia a Wyrm, mas nem todos, ainda sim os garous não gostam de seres mortos. Mas os Peregrinos querendo ou não tinha que lidar com esses fantasmas, geralmente eles pediam favores para tentarem descansar em paz. Outros queriam vingança. A criatura fala novamente, apenas para Ronny.

Fantasma - Garoto... essa é a vida. Sempre acontece coisas que não gostamos, o que importa é como lidamos com elas Quero ajuda para livrar esse mundo de um monstro, um ser maligno que me matou assim como a minha esposa. Um dos chamados vampiros. Um velho, se eu acreditar no que ele falou uma vez ele teria hoje duzentos e três anos. Amanha faz exatamente dez anos de minha morte. E agora tenho força o suficiente para poder me vingar. Mas ainda sim preciso de ajuda. Sei que é algo muito pesado para um garoto, mesmo um lobisomem, mas ainda sim quero sua ajuda ou dos seus. Você receberá minha gratidão eterna.

O ser dá uma pausa e diz novamente agora de maneira mais triste.

Fantasma - Era um detetive, com quase vinte anos de carreira. Minha existência se resumia em pregar a justiça e fazer o bem. Isso também me mantem existindo após minha morte, assim como a vingança. Talvez sabendo como morri você possa sentir que essa causa é justa e correta. Me diga, ao menos vai ouvir o que tenho para dizer? Se quiser podemos conversar em outro lugar e sem sua companheira, às vezes esquecemos como uma chuva fria pode ser bom e ao mesmo tempo ruim para os vivos.


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Sab 11 Ago 2012 - 21:50

Ronny se sente mais puto com aquela assombração infernal.

Tá morto velhinho? Eu estou vivo. Devia te mandar pastar pela raiz.

Mas em vez disso ele pergunta como se estivesse perguntando alguma coisa chata para um professor.

Ronny - Me diga então, como você morreu.

Não que eu vá acreditar em você.

Ele completa de maneira rápida.

Ronny - É rápido, minha parceira está com frio, medo e vai tomar chuva ainda e está vendo a porra do seu namorado falando sozinho. Não quero você nos seguindo por aí, quero primeiro ver se posso te ajudar.


Última edição por Passolargo em Qui 27 Set 2012 - 0:01, editado 1 vez(es)





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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Sab 11 Ago 2012 - 21:58

A assombração parece entender que era melhor ser assim. Ele fala então de maneira seca e dura. Como morreu, como foi seus últimos momentos.

Historia:
Estava um frio tremendo perto do cais, tinha uma ou outra prostituta rondando por ali, mas hoje não era seu dever cuidar daquilo, ele tinha ido ali investigar aquele maldito traficante, há quase três anos estava investigando o bastardo, mas sempre os figurões fudiam com tudo. Ou DNA era inconclusivo, as digitais não batiam, ele tinha álibi pois foi visto em uma galeria de arte, ou alguma merda qualquer. Isso quando não queriam ser mais diretos e simplesmente sumiam com as pistas ou simplesmente diziam na cara dura que ele podia ser solto, pouco importava se o desgraçado vendia drogas há quase dez anos, o bandidão sumiam com os competidores menores e subornava tudo e todos, inclusive na policia.
O detetive continuou andando em meio a neblina, a noite estava sem estrelas, e ele sabia que o desgraçado hoje estava sem proteção. Custou muitos favores para ele conseguir essas informações, o filho da puta estaria sozinho no cais cheirando sem parar, alguns cheiravam a própria mercadoria, mesmo os que diziam que nunca iam fazer isso. Ele ia entrar e meter um tiro na cabeça do desgraçado e ir embora. Esperar pelo sistema nunca ia dar certo, ele ia dar um fim naquele lixo. O detetive na verdade desejava espancar até a morte o traficante, mas ele era detetive há dezenove anos, ele queria acabar com o bandido, sair limpo e continuar trabalhando por mais alguns anos cuidando da população de Vancouver. Ele era um bom tira. O enorme galpão no cais estava mal iluminado assim como o cais em si, aquela era a parte velha do cais, não tinha câmeras de vigilância. Ele já tinha feito duas batidas naquele galpão. Eles podiam ter esfregada as drogas na cara do chefe de policia. Ainda sim o traficante foi solto, na segunda vez ele ao menos teve a descendência de esconder as drogas.
O detetive começa à andar mais devagar, ele tenta manter o silencio. Ele coloca uma mascara no rosto, hoje em dia aquilo servia mais para evitar fios de cabelo caindo na cena do crime do que simplesmente esconder o rosto. Ele tinha a maldita chave para entrar ali, quando se é um bom detetive acaba sendo um bom bandido, era irônico mas era a verdade. Ele vai até a terceira porta do galpão e a abre com o máximo de cuidado, ele usava luvas nas mãos e quase todo seu corpo estava deformado com a enorme quantidade de roupas que estava usando para disfarçar seu real volume e altura. Ele entra no galpão, era uma coisa velha e pouco cuidada mas tinha um tipo de beleza própria, ao menos assim o detetive pensava. Ele saca sua 9mm. A luz está quase toda apagada, só uma ou outra lâmpada estavam acessas, eram fracas e produziam uma luz decadente. Existiam várias mesas longas para mercadorias, no caso era muita cocaína, crack e heroína. Existia uma pequena sala em um andar superior onde o gerente do galpão geralmente ficava fazendo contas ou outras porcarias, mas ele sabia que o traficante não ia ficar ali, ele preferia ficar no meio do sujo.
Sentado em uma cadeira estranhamente deslocada em meio a todo aquele mobiliário estava um homem negro em uma cadeira de magno e veludo vermelho. Era Murtine Úrbi, um maldito nome de merda para um homem de merda. Ele parecia estar esperando o detetive. Em uma mão ele segura uma uzi e na outra o que parecia ser um pedaço de pano qualquer. O homem parece ver em meio a toda aquela escuridão com naturalidade. Ele sorri para o detetive e faz sinal para ele abaixar a pistola. O detetive poderia dar um bom tiro no desgraçado, mas aquela uzi poderia dar trinta tiros nele. Alguém vazara a informação. Alguém traíra ele. Será que tinha sido alguém que ele confiava e pensava compartilhar o mesmo senso de justiça?

Murtine Úrbi - Veja, se não é o exemplar detetive. Roland Quaid, não estou certo? Perdão, não recordo-me facilmente de pequenas coisas. Apenas guardo os grandes e importantes momentos ou pessoas. Pensa que é o primeiro iludido que tenta ferrar-me em quase 193 anos? Meu amigo, eu vendia ópio para senhores ingleses de grande fortuna há muito tempo atrás.

O detetive escuta atentamente, mas sem levar muito em consideração qualquer besteira, os ouvidos de um detetive como ele escutava o que poderia ser importante e descartava qualquer merda. O desgraçado deve ter cheirado ou injetado alguma coisa enquanto esperava ele.

Murtine Úrbi - Mastigando essa língua de boi? Não quer conversar comigo? Seu inimigo negro, seu deus da morte?

O detetive continuou parado, ele nem mesmo tinha abaixado a arma, e o traficante nem dera atenção aquilo. Se tivesse sido ele pedindo para um marginal abaixar a arma e ele negasse o mundo estaria com um marginal há menos. O traficante então cheira profundamente o pano que estava segurando na mão. O detetive pensa que ele estava cheirando alguma droga derramada no pano. O desgraçado sorri e cheira mais uma vez o pano, então fala para o detetive com a voz mais doce e pegajosa possível.

Murtine Úrbi - Que delicia, melhor do que qualquer barato que tenho aqui. E olha que tenho muita coisa fina. Existe cheiro melhor do que da calcinha de uma mulher encharcada de medo?

Então o detetive compreendeu tarde demais. O traficante se levantou da cadeira e tinha os olhos profundamente fixos nos próprios olhos do detetive. Ele sente-se imobilizado por completo, caso contrario ia ter metido alguns tiros no desgraçado. O traficante chega até o detetive e enfia a calcinha na cara dele. O policial recupera seu controle por um momento e dá dois tiros no torço do homem. Ainda sim o traficante continua em pé, ele encara o detetive que se sente imobilizado novamente. O traficante coloca a uzi no chão sempre mantendo seus olhos fixos no detetive. Então tira a 9mm da mão do policial. Ele segura a parte de trás da cabeça do policial e enfia mais uma vez a calcinha no rosto do detetive. Dessa vez, ele usa a outra mão para força o homem a continuar olhando para seus olhos amarelos e com a outra enfia a calcinha na cara do homem. Mais uma vez ele diz de maneira nojenta com aquela voz pegajosa.

Murtine Úrbi - Sente o cheiro da sua esposa? Está bem fresco, meus homens pegaram isso dela há cerca de quarenta minutos. Quer ver o que fiz com o corpo dela? Certamente que sim. Venha comigo meu companheiro, irei mostrar várias coisas para você. Falta quase seis horas até o nascer de Rá. Mas você quer ver sua esposa certamente antes de morrer.

O traficante caminha de mãos dadas com o detetive. Os dois estavam com um olhar fixo um no outro, e andaram em meio aquelas mesas cheias de drogas como dois amantes. O detetive não consegue nem chorar. Apenas pensava em sua mulher e como a justiça falhava.

Ele conta de maneira fria, seca e amarga, mas Ronny ainda sim sente um pouco de carisma no homem, e torceu para ele. Ele sabe que é verdade a historia.


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Sab 11 Ago 2012 - 22:23

Escuto tudo com atenção, parecia que isso era uma cena de um livro de fantasia urbana. Sinto pena e simpatia pelo detetive. Mas não sou um porra iludido. Afinal sou um garou que já tinha passado por muita merda, não ia simplesmente enfrentar um sanguessuga de duzentos anos por causa de um fantasminha, ainda mais de graça, penso por um momento e respondo.

Ronny - Ok, cara. Ajudo você, mas vou cobrar mais do que simplesmente suas ajudas futuras caso eu precise, claro que também vou te ajudar futuramente, podemos ser aliados, o máximo que um garou e um morto podem ser. Vou querer alguma coisa especial para mim, não sou muito bom em combate e faz tempo que desejo colocar as mãos em um fetiche. É um tipo de objeto com um espírito preso, não um tipo de espírito como você...

Estou sendo muito ousado, mas que se foda.

Ronny - Podemos firmar um Chiminage, nós fazemos isso com espíritos. Eu te ajudo, mas você fica me devendo, no caso aceito um desses fetiches como parte do pagamento.

Procuro manter um rosto sério e natural. Mas estou me divertindo por dentro.

Estou cobrando caro por um serviço que alguns Garou fariam de graça, gosto de matar vampiros, não existe seres da Wyrm que eu mais gosto de matar, mas posso ganhar com esse serviço, ainda mais negociando com um morto.


Última edição por Passolargo em Qui 27 Set 2012 - 0:28, editado 1 vez(es)





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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Sab 11 Ago 2012 - 22:49

A aparição não parece estar muito contente com o garou, mas ainda sim é resoluto e continua na presença dele. Ele escuta o que o garou tem a dizer, depois disso responde de maneira calorosa e determinada.

Fantasma - Se esse é o preço de uma vingança eu o pago. Um vingança que demorou dez anos vale um preço desses. Você quer em troca um Artefato? Eu mesmo tenho um, mas parece que é de um tipo diferente desse que você deseja, garoto. Feito. Já senti uma vez uma coisa estranha em relação a um objeto, no Departamento de Policia de Vancouver onde passo quase todo o meu tempo no mundo dos vivos, era uma machadinha que foi pega quando um cara meio maluco foi preso há quase vinte anos atrás. Só parecia ser um machado de mão estranho enquanto eu estava vivo, mas depois de morto notei que aquela coisa era diferente, ela está na sala de evidencias antigas no departamento, talvez nunca notem seu sumiço, ela apenas estava na casa do maluco, ele nunca a usou para matar alguém até onde sabemos. Eu irei te ajudar a colocar as mãos nessa coisa, seja realmente um fetiche ou não, mas depois disso o acordo está feito e você irá conseguir minha vingança, seja com suas próprias mãos ou contanto com a ajuda de outros da sua raça

O morto estende sua mão esquerda para o garou em um gesto de acordo e selamento de contrato. Alba olha perplexa para Ronny e então diz para ele com um sussurro, o ar da boca dela esquenta as orelhas do garou em meio aquela chuva fria. O fantasma olhada atentamente para isso e parece sentir um pouco de inveja daquilo.

Alba - Ronny, o que diabos é isso? Vocês fizeram que tipo de acordo, não é melhor você simplesmente destruir essa coisa? Mortos são sujos, lembre dos nossos dias de circo quando nós ensinaram isso.


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Dom 12 Ago 2012 - 14:42

Departamento de Policia de Vancouver? Por Gaia, essa coisa se for um fetiche tenho que resgatar, só espero que não seja um Fetiche Maldito.

Ronny passa mais algum tempo pensando e digerindo tudo aquilo, ele mesmo gostava de matar sanguessugas, mas um com duzentos anos era diferente, ele era um cliath...

Não precisa ser com minhas mãos, ele está me usando mais como contato pelo que parece, ele me dá o fetiche e depois disso procuro alguma seita ou matilha que esteja interessada nisso.

O morto estende suas mãos para firmar um acordo como se estivessem em uma sala de reuniões de negócios quando na verdade estava quase debaixo de um ponte em um porra de chuva fria, e para completar um era um fantasma e o outro um lobisomem...

Alba instantaneamente tenta impedir aquilo chocada, ela aprendia desde cedo como Rom que os mortos eram imundos e traziam má sorte quanto todas, infelizmente para ela um Peregrino Silencioso sempre lidava com essas coisas.


Ronny - Você não escutou a historia dele e como foi morto, em troca de ajuda ele vai me ajudar a pegar um fetiche em um departamento de policia. Vou aceitar isso Alba.

Ronny não queria apertar as mãos do morto, mas faz isso como um gesto de confiança. Mas caso note algum perigo ou mentira em tudo aquilo Ronny recua a mão.

Ronny - Me passe o endereço do lugar, vou ir dormir primeiro em algum lugar e depois ir lá, não tem problema eu cuidar disso às 14:00 da tarde, ou tem? E estou falando do Departamento, não da toca do vampiro.





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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Seg 13 Ago 2012 - 0:26

O Peregrino Silencioso não sente qualquer mentira ou interesse oculto além da vingança. Ronny responde a Alba mas ela continua chateada e fazendo uma cara feia enquanto ele firma um acordo como o fantasma. Depois disso Ronny pergunta onde era a Delegacia. A aparição responde com uma voz objetiva.

Fantasma - Departamento de Policia de Vancouver, Distrito 3 de Collingwood. Lado leste da cidade. Conhece? Basta ir até lá para me encontrar. Se quer motivos para entrar basta dizer... que é um filho bastado meu se quiser. Amanhã vão tem uma pequena homenagem por causa dos meus dez anos de morte. Apesar de alguém ter traido sinto que alguns sentem minha falta, isso me dá forças. A propósito, meu nome é Roland Quaid. Uma porra de sobrenome estranho, mas é esse.

Roland fica esperando qualquer outra coisa extra que Ronny pudesse dizer, depois ele desaparece devagar perdendo cor e consistência física. Alba apenas fica esperando Ronny subir na moto, os dois estão encharcados e com frio, e ela parecia estar de muito mal humor agora. Apenas fala para ele com um pouco de raiva.

Alba - Vamos logo para algum lugar. Estou com frio, molhada e com fome e acabo de ver meu marido fazendo tratos com um morto imundo. E o dinheiro está ficando molhado.


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Seg 13 Ago 2012 - 10:47

Filho bastardo dele, por que não?

Ronny - Certo. Mas não existe algum meio mais simples e discreto de entrar, não quero ser fichado...

Depois da conversa ter fim o fantasma desaparece pouco a pouco. Alba não estava muito feliz, Ronny já pensava muito bem que aquilo tudo poderia custar uma noite no "sofá". Que merda, um fetiche era bom, mas ele teria que resolver aquela merda com o vampiro, não era um simples fetiche de graça.

Isso se for realmente um fetiche. Com minha maravilhosa sorte só faltar ser alguma coisa qualquer um apenas um amuleto.

Ele sobe na moto, agora teria que decidir se ia gastar dinheiro ficando em um motel ou não. O dinheiro ia ser usado para eles terem conforto e diversão, mas pelo jeito de Alba acho que só íamos ter conforto, melhor arrumar outro lugar para ir. Um Caern ou Seita era o lógico, mas tinha sempre o risco de algum outro garou saber o que tinha acontecido, no mínimo ele seria repreendido por lidar com um morto, poderia perder o fetiche que nem conquistara entre outras merdas. Mas ainda sim era melhor ficar em um lugar desses. Procuro ir para algum Caern ou Seita próximos que podem aceitar os dois por uma noite como aquela. Talvez já conseguisse ajuda para matar o vampiro nesse mesmo Caern. Mas não ia para o do Urso Pardo que ele já conhecia, era longe e um lugar secreto comparando até os outros Caerns.





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- Você não deve esperar de mim nada além de escárnio, lisonja e mentiras. E jamais dê as costas para mim, filho da puta!
- Eu sou tolo por dizer que você é um idiota de primeira e apontar seus erros? Não há tolice maior do que ficar contra mim, é justamente isso que você fez, tolo.
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- Eu perguntei se eles queriam resolver tudo de um modo fácil. Fácil para mim.
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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Seg 13 Ago 2012 - 11:28

Alba estava de fato de mau humor, ela tentava segurar o minimo possível em Ronny para não ficar suja com o morto. Ele apenas conhecia dois lugares para garous, o Caern do Urso Pardo que ficava fora de Vancouver e o Pub Ilha Esmeralda, infelizmente o ultimo não era um caern e por isso ele não poderia fazer certas coisas como recuperar Gnose ou tentar aprender alguma coisa com os espíritos. Mas ainda sim teria um quarto para os dois com uma cama não muito ruim e um pouco de bebida para afastar o frio. A chuva parecia que ia durar toda o restante da noite e o clima estava frio e suas roupas encharcadas. O transito era pouco, os mais espertos estavam fora da chuva. O Pub ficava há quase doze minutos a partir da ponte. Não demoraria chegar até lá caso fosse esse o desejo de Ronny.


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Seg 13 Ago 2012 - 11:51

Se lembrando do Pub, Ronny prefere ir até lá, talvez era o melhor a fazer, e evitar garous até ver se esse fetiche era verdadeiro ou não, depois disso ele poderia pedir ajuda de um seita para executar o vampiro e seus subordinados.

Rumo com a moto até o Pub, fora isso só restava torcer para Alba não estar mais chateada e existir vagas para os dois passarem a noite. Rony segue dirigindo em uma velocidade segura para evitar qualquer acidente, mas ainda sim desejava chegar rápido, ele podia estar na forma glabro assim tendo mais resistência a chuva e o frio, mas Alba tinha todos os motivos do mundo para estar congelando. Digo para ela com um pouco de afeto e compreensão.


Ronny - Desculpe por tudo isso. É assim que os garous vivem, não é fácil até nos momentos mais fáceis como esse. Só quero levar você para um lutar bom para passar a noite, vamos para a Ilha Esmeralda, é um Pub onde o dono é um parente. Aguenta firme.





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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Seg 13 Ago 2012 - 12:25

Alba não responde nada, poderia ser simplesmente para evitar engolir um mosca no ar ou por não querer conversar com Ronny. Ela na verdade estava em um profundo dilema interno, deveria ficar nervosa ou não? Desencorajar aquilo ou encorajar seu marido? O princialmente, devia contar aos outros garous sobre essa historia de aparição, fetiche, vingança e vampiro? Ela apenas segura com mais força seu marido, ela sempre pensava em Ronny como seu marido, nunca era amante, namorado, ou parceiro, para ela, ele era seu marido. Se ele pensava assim ou não ela tinha suas dúvidas, isso foi antes dele virar um garou, ela poderia ter sido um desses garous também, mas a sorte não favoreceu. Ou na verdade foi o contrario, parando para pensar tudo aquilo parecia mais uma maldição do que bença. Eles chegam até o Pub, tinha um letreiro de madeira escrito Ilha Esmeralda em tinta verde nos sucos entalhados na madeira, apenas uma fraca luz verde de lampadas ajudavam a dar um brilha a placa, o lugar parecia não estar cheio, um chuva daquelas não era convidativa. Assim que eles param Alba desce rapidamente da moto e entra no lugar deixando Ronny cuidar da moto, ela estava tremendo de frio, ele aguentava bem, mas também estava com frio. Frio, e molhado até a alma. Existia apenas vagas publicas para ele estacionar a moto, ela com toda certeza ia ficar também molhada até seu espirito mecânico, o risco era causar danos ao antigo acento da moto, e sempre existe chances de roubos acontecerem. Uma vez que ele entre no tal Pub é tomado pela sensação forte de frio se chocando com o quente, o lugar estava esfumaçado e tinha mais pessoas do que aparentava inicialmente pela falta de carros parados lá fora, tinha quatro pessoas sentadas no balcão e bebendo, Alba estava sentada em uma mesa mais para o fundo do Pub, parado próxima estava um velho que era o dono do lugar, Fergus McCarthy. Ele olha para Ronny e faz sinal com a mão para o garou se aproximar dos dois.


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Seg 13 Ago 2012 - 12:57

Alba continuava silenciosa, não tinha como ele saber o que ela estava pensando. Só podia torcer para aquele fantasma não ser máculado pela Wyrm, ele não tinha como sentir essas coisas, mas com sua boa sorte com toda certeza ele ia descobrir isso perto de um Cria de Fenris ou um Garra Vermelha. Ele poderia rir com aquilo, mas só pioraria, Alba poderia pensar que ele estava louco de vez. Ela sabia que existia muitos garous que eram loucos de verdade.

Eles chegam até o Pub, o letreiro era um pouco mais tradicional, nada de puro neón brilhando mais do que Luna. Não existia outros carros ou motos parados por ali, Alba corre direto para o bar.


Ainda bem que está chovendo, isso pode servir de desculpas para ela fugir assim de mim.

Paro a moto bem próximo da porta do bar, desligo e pego nossas coisas e a chave e também corro para dentro do bar, assumo para todos os casos minha forma natural antes de entrar, apenas deixo minhas roupas voltarem para os seus tamanhos originais. Ele entra e sente o choque de calor e fumaça na cara imediatamente depois do sair do frio e molhado. Existia poucas pessoas, ele apenas tem interesse no dono e em Alba, e os dois estavam próximos. Fergus olha sem sorrir para Ronny, aquilo poderia ser ruim, ela contou sobre isso para o parente Fianna, e o parente poderia contar para os Fianna, todos são um bando de fofoqueiros que pensam que são os melhores contadores de historias do mundo, os Peregrinos diferente deles era mais silenciosos, e muito mais humildes...

Apenas me aproximo dos dois sem mostrar expressão nenhuma que poderia estar nervoso com Alba. Os Fiannas já veem a Coruja como algo relacionado a má sorte, os fantasmas então nem se fala. Se ela tivesse contato ele estava fudido. Apenas comprimento o parente usando uma voz esperançosa.


Ronny - Olá meu bom velho, sou Ronny, lembra de mim não? Essa é Alba, somos casados, ela também é uma parente, entende?





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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  Sombra do Ódio em Seg 13 Ago 2012 - 13:46

Alba olha de maneira discreta para Ronny e depois fica olhando para a mesa. Fergus olha para o garou e dá um pequeno sorriso, depois diz com uma voz velha, porém ainda firme.

Fergus - Olá, rapaz! Seja bem vindo, sua garota me contou sobre essa historia de corda bamba. Coisa perigosa, sei que tem que ganhar dinheiro como der, mas existe outros meios. Se quiserem ela pode trabalhar aqui por meio período e conseguir um dinheiro honesto. Bem, pode ficar os dois com um dos quartos que temos no fundo, querem alguma coisa quente para beber?

Alba parece melhor, olha para Ronny sem mostrar nenhum rancor, ao menos para não deixar o outro parente desconfiado, então ela pede um copo de whiskey para aquecer e alguma coisa para comer se tiver, o dono do bar responde de maneira calorosa para ela.

Fergus - Não sei se você tem idade o suficiente para beber, por Deus, sei que não tem, mas ainda sim merece algo quente para beber e animar. Baahhh, devo ser um tolo velho, eu aqui pensando que a molecada hoje em dia não tem como arrumar bebida por contra própria. Dois copos de whiskey para você, um para a chuva e outro por ter feito esse truque, ambos por conta da casa, mas desculpe, não temos quase nada para comer, posso oferecer apenas um pouco de peixei frito.

Ele apenas espera o suficiente para saber se Ronny também desejava beber alguma coisa e então vai até o bar pegas as bebidas.


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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Ter 14 Ago 2012 - 3:01

Ronny escuta com um pequeno sorriso no canto da boca enquanto o velho fala.

Se ela tivesse contato a historia do fantasma eu ia ficar bem puto da vida com ela.

Assim que o Fergus termina de falar Ronny sorri, respondo em uma voz agradecida.

Ronny - Obrigado, velhinho. Apenas um pouco de vodka com limão. Preciso de vitaminas e de um bom calor.

Então o velho começa a falar novamente, só faltava contar como ele tinha chegado ao país e como a mãe dele fazia pão.

Ronny - Bom, apenas um peixe cai bem, mas bem quentinho. Depois disso vamos para esses quartos dos fundos, eu vou ter que sair às 14:00 mais o menos, ela poderia ficar aqui?

Depois ele deixa os dois sozinhos, Ronny olha de maneira profunda nos olhos de Alba, ele sempre olhava as pessoas nos olhos, ainda mais quando conhecia bem elas. Então fala baixo para ela.

Ronny - Ainda bem que não contou nada para ele, meu docinho molhadinho. Não quer conversar comigo? Até parece que viu uma fantasma.

Dou um belo sorriso para ela, depois continuo falando.

Ronny - Preciso dizer o qual preocupado fiquei ao ver você naquela corda bamba? Estava tão linda andando naquilo, estou doido para pegar você lá no quartinho dos fundos.

Riu de maneira gostosa depois de falar isso, na verdade só estava sondando o humor dela, e também queria deixar parecer que não tinha acontecido nada mais anormal. O importante era aquele parente não saber de nada que não devia saber. Os Fiannas adoram fofoca, e adoram machados também.





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Re: Ronny "Passolargo" - Espadas Fantasmas (Concluído)

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