A Pestilência

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A Pestilência

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Sex 11 Jan 2013 - 21:42

O Ancião estava doente sem dúvidas, já fazia quase dois meses que ele não conseguia cumprir seus afazeres no conselho dos Anciões do Caern, ele já era velho, cerca de 89 anos de idade bem vividos por Gaia, mas ainda sim como a Litania manda - Não Serás Fardo para seu Povo – o velho Ancião estava sendo tirado do conselho, a euforia tomava conta do Caern com isso e vários Garou pensavam apenas na promoção que viria. O velho estava no quarto na sua forma glabro velha e enrugada deitado na grande cama de casual. Tobias, o Theurge está com ele. O Theurge Fostern tentava trata da doença, o corpo do velho Garou estava cheio de chagas, constantes vômitos e fluxo de sangue vinham juntos. Além do mais o Garou já tão velho parecia ter envelhecido quase 15 anos durante esse tempo. O Theurge continua parado em frente a cama olhando o Ancião, ele diz então com uma voz leve para mim.

Tobias – Ana, ele não está melhorando, na verdade segue o caminho contrario. Não sei o que é isso...

Ana – Uma maldição talvez? Hurano?

Tobias – Pode ser uma maldição, mas não é Hurano com toda certeza.

Ana – Nenhum Dom funciona? Nem ficar na forma glabro ajuda?

Tobias – Nada funciona, nada.


Sinto medo, o cheiro do Ancião era horrível. Só podia ser uma maldição lançada contra o Ancião.


Julios - A Seita dos Andarilhos do Asfalto não vai nós ajudar, dizem que estamos todos infectados e podemos espalhar isso mais ainda.

Perdemos quase sete Garou é só resta eu, Marcus, Frank e Julia. Os Parentes estão bem, seja o que for não afeta eles e nem os humanos normais, isso é totalmente anormal. Ana morreu há quase sete horas atrás cheia de chagas pelo corpo e aparentando ter envelhecido quase vinte anos.

Julios – O Peregrino Silencioso foi para outras seitas pedir ajuda, nossos aliados espíritos também. Temos que tomar cuidado senão os piores dentre nosso povo podem simplesmente querer tomar nosso Caern.

Olho em volta e vejo que estou falando sozinho. Delirando de febre. Nem mesmo na forma Crinos me sinto melhor. Procuro pelo Caern pelos outros sobreviventes. Julia "Sorriso do Lobo" e Frank "Patas Barulhentas" estão próximos da área de convivência do Caern, estão mortos, os dois estão em suas formas naturais abraçados uns aos outros. Próximo da barraca onde as pontes da lua são abertas eu encontro Marcus "Uivo do Fenris", ele está em Crinos e parece furioso. A doença nele está lenta, mas deixa sinais. Em cima do olho esquerdo dele existe uma grande ferida sangrando, e várias partes do pelo cinza está caindo.

Marcus - Não irei deixar você, e nem ninguém passar aqui, o Fenris me deu esse dever final.

Sinto um sobressalto, há dias desejo fugir pela ponte da lua, para buscar ajuda. Sim, buscar ajuda para todos, mas não esperava que o Fenris iria meter na cabeça essa ideia de não deixar ninguém sair. Sou um Philodox e não sou bom lutador, então vou embora sem falar nada. Logo estou no Santuário perto do pier, o mar está cinzento. Vários pedaços de madeira trazidos pelo mar esculpidos em homenagem ao Totem do Caern fazem um som junto com as conchas. Fico parado admirando tudo sem dar conta que o tubarão sentiu minha fraqueza. O Totem do Caern. A sombra dele aparece no chão, nadando no ar. Quando vejo é tarde demais e sei o que ele vai fazer.

The Grand Wizard [Passo]
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Re: A Pestilência

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Sab 12 Jan 2013 - 20:53

Nolan McFion, a Sorte-Irlandesa

Trilha Sonora (McFion):

As folhas estão caindo por todos os lados e Nolan sente o cheiro que vem delas. Estão mortas, são folhas perdidas do outono. A neve quando cai, não permanece por muito tempo. O chão está coberto com neve já derretendo e folhas mortas. Ainda existe pessoas andando pela calçada. Um casal passa cantando juntinhos uns com os outros, a mulher tem cabelo castanho escuro e uma face corado, o homem tem uma grande barba negra para esquentar o rosto.
Seis dias antes Nolan sentira o cheiro da chuva, e foi chuva que surgiu nas ruas de Vancouver em vez de neve. O clima do lugar é estranho, até mesmo comparado com o clima da Irlanda. Duas crianças passam correndo ofegantes com alguma brincadeira, mas assim que enxergar a falta de um olho em Nolan, elas correm para o lado contrario com medo. O clima está úmido e frio, e isso incomoda a mutilação imposto pelos Dançarinos da Espiral Negra, mas por agora ficar fervendo de ódio do lado de fora não é nada bom, o melhor é tentar encontrar alguma alegria pelo lado de dentro, e é isso que ele faz ao entrar no pub Ilha Esmeralda. O lugar está quente e cheio. Muita gente procurando esquecer o frio em busca de companheiros de bebida. Fergus McCarthy que é o dono do lugar e um Parente importante está ocupado com a freguesia. Bonnie está no andar de cima como ele bem sabe, mas Brian está sentado em uma mesa afastada do calor e da alegria.
Bonnie esta gripada. Brian está apenas afligido pela curiosidade, desde que Nolan voltou de uma missão envolvendo uma vila, o Parente não para de tentar conseguir com ele noticias sobre eventos sobrenaturais ou tirar curiosidade sobre a cultura Garou. De vez em quando ele liga perguntando se algum assassinato qualquer tem participação dos inimigos dos Garou ou se o recente ataque contra gado foi feito por Lobisomens. Agora ele estava curioso com noticias de Parentes que estavam perdendo contanto com os Garou mais próximos. Geralmente era o contrario. Os Garou davam por falta dos Parentes. O caso é intrigante, ainda mais levando em conta que o próprio Nolan não conseguia entrar em contato com alguns Garou que ele conhecia.
Brian sorri e oferece um banco para Nolan, ele tem uma garrafa de whisky White Horse quase que cheia e dois copos, um vazio para Nolan, e outro com um bocado de whisky sem gelo para o próprio Brian.


Brian - Primo, é tão bom te ver! Sente-se, por favor. Vamos conversar e beber, existe coisa melhor do que essa?



Jack Blackwolf, a Sombra do Ódio

Nem passado e nem futuro importar muito para Sombra do Ódio enquanto ele olha para o mar. Todo o horror sobre sua matilha é esquecida olhando para o frio mar na costa de Lions Bay. Ele tivera dois pesadelos essa noite até onde se lembra, o primeiro ele vai em busca de informações com um respeitável ancião de sua tribo, ao chegar no lugar o ancião informa que só irá passar conhecimento e informações para ele em troca de conhecimentos e informações que Sombra do Ódio possa oferecer. O ancião sorria de maneira velha e sábia na forma Glabro. Ele então informa para o ancião o que sabe. "Sei que o senhor das sanguessugas está vivo e senta-se em um trono de lodo e sangue". "Descobri que Gaia está viva, mas moribunda e em vias de morrer". Então apenas quando é tarde demais, ele sente que é um tolo e diz com uma voz totalmente diferente da voz que ele mostra para os outros. É uma voz baixa, infantil e iludida. "Sei agora como derrotar a Wyrm, sei o que tenho que fazer".
Enquanto terminar de revelar seu grande secreto, o ancião muda diante de seus olhos com uma rapidez de um relâmpago, será que ele sempre foi assim?
O ancião é uma criatura maior do que o próprio Sombra do Ódio, maior em altura do que qualquer Crinos. O Ancião não está sentado respeitosamente em uma cadeira, mas na verdade está em uma cama gigantesca e imunda. O lugar cheira a doença e podridão. A coisa tem mais de sete metros, é magra e esquelética. A pele é de um cinza-esverdeado como se tivesse apodrecido em uma poça de água que nunca é iluminada. A coisa sorri como uma caveira e ri de modo estranho, fica fazendo sons parecidos com de uma gralha e repete "Bah, heh. Você tem conhecimentos? Heh, chamo isso de palpites infantis. Heh. Bah, vou cumprir o acordo". Philodox sente-se tolo e honrado e observa o monstro deitado na cama, a criatura com o aspecto de um humano gigantesco e morto, ele ergue a cabeça e olha para o Garou, o rosto é apenas uma podre pele fina em cima de ossos e dentes, novamente o monstro faz barulhos de gralha e diz com uma voz velha e feia. "Primeiro quero falar que sei quem matou sua matilha, foi você mesmo, sim, heh! O grande idiota e agressivo Sombra do Ódio" logo em seguida em espaço de tempo para ele racionar o ser fala mais "Heh, sei muito bem sobre essa cachorra chamada Gaia, a puta está moribunda e a caminho da morte. Está morrendo por culpa de Mulos como você. Malditos Mulos, você não deveriam nascer, está na Litania, heh, você foi mais um prego enfiado nas tetas de Gaia". Então o Philodox lembra por um momento o que ele é e ataca o monstro deitado na cama, mas mesmo ele com seus mais de dois metros e vinte de altura parece pequeno, frágil e imponente perante ao doente mostro. Ele primeiro tenta imobilizar os braços da criatura e esmagar a enorme e grotesca cabeça, mas sem nenhum sucesso. Independe da aparência doentia da coisa, ela é muito mais forte que Sombra do Ódio. O grande Senhor das Sombras bate inutilmente seus punhos na cabeça da criatura sem efeito, o monstro o envolve com graças enormes e repulsivos em um abraço e o puxa para cama, o Garou apenas sente um desespero profundo e a falta de esperanças e se deixa ser pego sem resistência...
Logo está em outro lugar, é quase como se seu corpo tivesse sido abandonado ali com o mostro e agora seu espírito vaga por aí, solto e sem propósito. Ele se vê em uma casa suburbana à noite. Parece que é noite de Halloween e vários enfeites estão espalhados pela casa e o jardim. Um casal cuida dos últimos preparativos, existe algo estranho neles, a mulher loura com rabo de cavalo parece sombria e cruel, o homem de simples cabelo negro parece duro e desligado. Sem saber como, ele apenas vê o teto em um quarto infantil sendo quebrado, o casal se vira e vê alguma coisa segurando uma cadeira pequena para crianças novas, amarrada na cadeira está um pequeno corpo usando uma máscara repulsiva de um Crinos sem pelos sorrindo. Parece um Crinos doente que foi maquiado como um dos chamados palhaços que alguns dos humanos temem. O casal em desespero dá as costas e começam a sussurrar segredos tentando consolar um ao outro com mentiras. Quando eles olham novamente para a cadeira, ela está vazia. Depois disso é surpresa e medo, o casal procura a criatura amarrada na cadeira, o que devia ser o filho deles. O homem vê ela se escondendo nos brinquedos. Tudo então fica muito rápido, e Sombra do Ódio apenas vê flashes rápidos. Uma luta, alguém atropelando uma criança, a mulher loura cortando a garganta de outra mulher, uma criança vestida de palhaço vendo os pais lutando contra uma retorcida copia sua.
Então ele acorda sem saber o que pensar, foi um sono pesado e mesmo com todos os pesadelos recentes ele ainda desejava continuar dormindo e descobrir mais com o sono. Mas se obrigou a levantar, o corpo estava pesado e a mente curiosa e cheia de sombras. O mar parecia que iria acalmar tudo isso, então ele foi andando até lá. Por recomendação dos Anciões do Caern do Urso Pardo, ele foi mandado para Lions Bay bem ao norte da cidade de Vancouver. Ainda sim essa pequena vila faz parte do Grande Distrito Regional de Vancouver. Mais de 1.500 pessoas vivem no lugar, e até onde ele sabe, duas dela são Garou. Agora com ele são três, um Senhor das Sombras e dois Hakken desgarrados e estranhos. Até agora ele conhece cinco Parentes, e vem ficando na casa de um de sua tribo, é uma mulher decidida e solitária de trinta anos, o nome dela é Alice Lewrence e trabalha como uma pequena dona de filial da Starbucks ali em Lions Bay, ela também tem muitos investimentos nos mercados de ações e vive favoravelmente próxima do mar. Ela costuma lançar olhares duros para ele, mas fora isso parece ser uma mulher admirável que não abusa em excesso dele., ela sabe que ele não é humano e é um Garou, mas ainda sim não tem muito conhecimento sobre isso e prefere não fazer perguntas.
Não cabe a ele discutir com os anciões, mas ele não entende por qual motivo pode ser útil ali. Quase sempre ele limpa calhas, faz manutenção na casa e leva o labrador negro de Alice para passear. A vista do mar na varanda é bonita, o mar ali é de um azul claro e profundo mesmo com o frio, mas não neva, no dia anterior caiu uma tímida e leve neve. Alice está fora, mas deixou o cachorro chamado Cruise. É um bom cão, apesar de ter um grande medo do Garou.




Alex Dracaris, o Lobo de Sangue

Na tv um filme sobre guerra e batalhas atrai o Crias de Fenris em seu momento de descanso, um filme de samurais recente. É um momento solitário em sua casa na orla da floresta. Uma leve neve caí lá fora e poucas coisas circulam lá fora, seja pessoas à pé ou em seus veículos, ou os animais na floresta. Ver o filme para ele não é a mesma coisa que um humano poderia experimentar. Nada de bebidas ou um lanche, o filme e as técnicas que os humanos usam nesses filmes é interessante. Ele pensa de maneira distraída na ultima missão que participou, o capital o tratou com frieza e superioridade o tempo todo e no fim quando eles terminaram de capturar os contrabandistas de armas orientais, o homem veio até ele e falou de modo duro.

Capitão - Você parece uma porcaria de demônio. As ordens eram claras, nada de morte desnecessárias. Eu desprezo esses desgraçados, são selvagens sujos, mas você também é um idiota sujo.

Os contrabandistas vieram em um barco diretamente da China e desembarcaram em segredo ao norte de Parksvillie entrando sem problemas nas águas Canadenses. Quase quinze homens estavam no barco, e seis carregavam armas de fogo preparados para atirar, mas assim que os dois esquadrões da CSOCOM caíram sobre eles os homens largaram as armas. Eles de jeito nenhum esperavam uma ação militar, esperavam no máximo cinco ou seis policias sem grande preparo. Ainda sim, com tudo sobre controle, Alex deu um tiro em um homem o atirando para fora do barco e derrubando outro. No final os dois homens se afogaram. O restante foi levado presos, para todos os efeitos o capitão fez todos entenderem que os homens não sabiam nadarem e caíram sem querer do barco. Sem investigação tudo iria ficar assim na papelada e Alex se safou de problemas sérios, talvez essa consciência fez ele evitar matar o capitão.
Mas isso são águas passadas, os homens estão lá no fundo das águas escuras e ninguém vai achar sua cápsula de rifle no peito de um dos homens. Seu tio tinha alguma amizade com o outro capitão e por agora seu comportamento novamente iria passar sem problemas. O Canadá não é um país militarizado como os EUA, mas nos últimos tempos viu que um exercito especial e eficiente é preciso. Os novos e poucos seguros tempos. CSOCOM é jovem, mas promissor. E os serviços de Alex são necessários por enquanto.
Então o telefone toca e no filme não existe cenas de luta agora, apenas conversa. Então sem nada melhor para fazer ele atende. Do outro lado da linha uma voz baixa e doente fala com dificuldade.


??? - Alex, o Cria? Sou um conhecido Leonard, moro em North Vancouver. Sou um Theurge dos Roedores de Ossos... espere, não desligue. Por favor... - Do outro lado da linha o homem tosse de maneira seca, a voz do homem é triste e parece desesperado. - Não desligue, por favor...


Última edição por Passolargo em Sex 25 Jan 2013 - 20:00, editado 1 vez(es)





Frases de Ronny
- Você não deve esperar de mim nada além de escárnio, lisonja e mentiras. E jamais dê as costas para mim, filho da puta!
- Eu sou tolo por dizer que você é um idiota de primeira e apontar seus erros? Não há tolice maior do que ficar contra mim, é justamente isso que você fez, tolo.
- Inimigos suficientemente perfurados, mordidos, partidos ou explodidos, ou seu dinheiro de volta.
- Eu perguntei se eles queriam resolver tudo de um modo fácil. Fácil para mim.
- "Totalmente" é o meu modo favorito de FUDER as coisas!


Narração
- Minha Fala -
Pensamento
[Sobre a Rolagens de dados e detalhes do Sistema]

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Re: A Pestilência

Mensagem  McFion em Dom 13 Jan 2013 - 5:31

Nolan entra no Ilha Esmeralda esperando encontrar o conforto que o álcool trás e o calor dos Parentes e Garou que frequentam o lugar...
Logo vê seu primo Brian, que está se interessando cada vez mais nos assuntos dos Garou. Alguns achariam isso ruim, mas Nolan acha que os Parentes tem que participar mais da guerra...

Brian escreveu:- Primo, é tão bom te ver! Sente-se, por favor. Vamos conversar e beber, existe coisa melhor do que essa?

Sorte-Irlandesa "-Claro que há. Mas no momento eu não posso ter o calor de uma mulher, então podemos beber sim. Mas se vamos fazer isso, vamos beber algo mais descente... - Nolan dá um sorriso para o primo enquanto fala. Ele adorava deixar o primo levemente constrangido. Ele faz sinal para Fergus e pede uma garrafa de Highland Park, serve o primo e depois a ele.

Sorte-Irlandesa "-Experimente esse e me conte o que tem acontecido por ai...


Ação/Narração ... Fala "-..." Pensamento [...] OFF ...

Ficha do Garou Nolan McFion, a Sorte-Irlandesa
Ficha da Parente Bonnie McFion

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Re: A Pestilência

Mensagem  Sombra do Ódio em Dom 13 Jan 2013 - 8:02

Observo o mar enquanto evito pensar no doloroso passado e no sombrio futuro. O mar hoje é claro, mas estamos no inverno e sei bem que a água está fria.

O mar é cheio de mentiras. Muitos tolos tomariam águas claras como águas quentes, já um mar escuro é um mar frio. Idiotas.

Não vejo uma bela diferença como tantos outros veriam. Para mim o mundo é cinza, branco e negro. A águas ali parecem de um cinza claro em vez de serem de um cinza escuro quase negro. No Caern do Urso Pardo eu ainda era assombrado pelos pesadelos. E como não? Essas sombras nunca somem. Ainda sim, lá eu obtinha algum conformo graças aos poderes do lugar. Aqui só posso olhar para o mar e ignorar por alguns momentos meus terrores noturnos. Um dos pesadelos poderia ser relacionado ao sentimento profundo que tenho em relação a minha tribo. Um ancião enganador e corrupto usa-me e depois sou devorado pela besta da Wyrm que fingia ser alguém digno de respeito e lealdade. Nas sombras da noite... vejo-me quase como uma criança tola e fraca. Assim sou comparado ao ancião em seu leito. Digo algumas coisas para ele, e ele troço comigo antes do fim.
Prefiro não recordar corretamente como foi o pesadelo. Mas não deixo de pensar no que foi dito e na transformação do ancião. Em um momento ele era um velho sábio, em outro era um monstro gigantesco.


A Wyrm? Ele era a Wyrm? Uma coisa antiga e gigantes. E eu era algo jovem e ínfimo.

Balanço meu corpo com uma sensação de asco. Caso a coisa no sonho era alguma manifestação da Wyrm, eu fui abraçado por ela. Sinto uma grande repulsa dentro de mim, tenho vontade de ir até o banheiro e vomitar. Sinto a Fúria dentro de mim, ela promete resolver todos os problemas, mas sei que a Fúria é uma ferramente que a Wyrm usa. Faço cara como se tivesse provado uma fruta amarga e ácido e cuspo no chão, depois disso volto a olhar para o mar tentando esquecer do abraço que recebi nos meu pesadelo.
Mas não havia sido apenas esse, não é? Sei que sonhei com mais coisas. Escutei isso em algum programa que dá na tv dos humanos. Apenas recordamos os últimos sonhos e pesadelos antes de acordamos, sonhamos talvez milhares de outros e esses se apagam em nossa mente só restando os mais recentes. Isso é inquietante. Caso seja verdade, isso é uma promessa de mil horrores por sono.
Querendo ou não, lembro que após o abraço meu espirito abandou o corpo abraçado pela Wyrm. E fui de encontro a mais insanidade tocada pela Wyrm. O último pesadelo faz eu pensar em situações fora de controle e imprevisíveis.


Tal como a vila.

A Vila de Wood. Antes de ser mandando para essa casa próxima da praia em uma pequena e mais simpática vila, estive em uma missão pelo Caern do Urso Pardo. Eu tinha que cumprir meu dever. E fui fazer isso com outros. Muitos desses que foram comigo sumiram e morreram. O lugar era um pesadelo. Um rasgo na realidade e no tecido da Weaver. Talvez, fora até mesmo um rasgo na carne de Gaia. Um lugar em que a insanidade e caos tomaram conta e a Wyrm usava seus imprevisíveis peões e respirava promessas baixas para cada um de nós.

Não devo procurar significado nesses perturbadores sonhos. Isso é coisa para os Theurge fazerem, e os que fazem geralmente ficam loucos. O terror insano é causado pelos malditos da Wyrm. Já escutei isso em algum lugar. Não devo deixar essas coisas consumirem minha mente.

Meu corpo não está nas melhores condições. Um sono sem repulso é algo inútil, e odeio inutilidade. Lions Bay é um lugar bonito e relaxante, isso é óbvio, ainda sim não deixo de pensar nos motivos que levaram aos anciões da Seita a mandarem eu até ali. O lugar parece não ter necessidade de mim. Existe apenas dois Garou no lugar, e são ambos da estranha tribo oriental de Garou. Eles não fazem parte da Nação Garou e geralmente não travam conversas com nós, os Garou leias a Gaia. Existe alguns parentes que eu tive contato anterior, em especial a dona da casa em questão. Alice, um parente de minha tribo que só tem cabeça para os negócios.
Mas fui mandado para lá, e irei respeitar essa ordem. Se por algum motivo eu tenha que esperar algo acontecer, irei esperar ajudando Alice nas pequenas coisas da casa como um pagamento pela hospedagem.
Penso que talvez deve andar próximo do mar junto com o cão negro de Alice. Parece que o nome da raça do animal é Labrador e muito dos humanos os prezam. O animal tem um natural medo por mim. Ele é um cão, eu no mínimo sou um lobo gigante. Assim que acho o animal eu ofereço alguma coisa para ele comer e logo em seguida o prendo com a coleira e o levo para fora para um curto passeio. Isso deve fazer algum pequeno bem para o pobre animal, e também com sorte irá ajudar minha mente, nem que seja outra ajuda pequena.


Os Garras Vermelhas poderiam uivar mil coisas sobre essa situação. Foda-se, não irei gastar meus pensamentos imaginado os sábios pensamentos filosóficos deles sobre cães, domesticação e como os humanos impõem sua vontade sobre tudo. Digam o que quiserem, mas nós, os Impuros, somos o doentio ponto de equilibro entre os homens e os lobos.


Narração
Pensamentos
(Ativação de Dons ou rolagens de dados)


"Muda tua mente ou eu a mudarei para ti." - Sombra do Ódio, Senhor das Sombras Philodox e Impuro.

Ficha do Sombra do Ódio - Senhor das Sombras, Philodox, Impuro e Cliath.
Ficha de Orlando Wayne - Fomor e parente dos Andarilhos do Asfalto.

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Re: A Pestilência

Mensagem  R. Henrique em Seg 14 Jan 2013 - 0:20

... As cenas de lutam passam na televisão, mesmo sabendo que não são de verdade, as técnicas existem de fato! Procuro observar atentamente os movimentos. Não sinto fome no momento, a floresta está tranquila, os lobos devem estar descansando.
O telefone toca...

[Saco... Ao menos as lutas acabaram... São tenho saco pra essas conversinhas]

O Telefone continua a tocar... Atendo, afinal nada demais pra fazer...
A voz do outro lado da linha alem de bem baixa, soa doente...

??? - Alex, o Cria? Sou um conhecido Leonard, moro em North Vancouver. Sou um Theurge dos Roedores de Ossos... espere, não desligue. Por favor... - Do outro lado da linha o homem tosse de maneira seca, a voz do homem é triste e parece desesperado. - Não desligue, por favor...

[Ao ouvir a menção de me chamar de Cria, penso em desligar afinal não quero ficar dando informações assim... Mas ele menciona Leonard... Talvez valha a pena ouvir um pouco...]

O Homem tosse de forma doentia e parece suplicar por atenção...

[Um Theurge tossindo tão ruim assim ?]

Falo de forma ríspida:

"Sim, Sou Alex, o Lobo de Sangue... Quem é vc ? O que quer comigo ?"


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FALA
PENSAMENTO
AÇÃO

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Re: A Pestilência

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Seg 21 Jan 2013 - 11:51

Neal Schmitt, o Domador de Aranhas

Trilha sonora para Neal:

Neal está sentado em frente a uma forte luz, é não é à toa pois há seis monitores de computador ligados a sua volta. Sua função ali na NeoTec Security é outra. Mas existe vezes que ele acaba sendo chamado pela Weaver e sua melodia de luzes e sons. Uma batalha é travada entre e supostamente um hacker francês que por algum motivo secreto, desejou penetrar os arquivos da empresa. O sapo francês modifica um programa em resposta a modificação feita por Neal, logo em seguida é o contrario. O francês vai e modifica a senha dos cartões de segurança e depois tenta minar o comando de Neal, mas o outro não tem como vencer. Neal ataca diretamente o computador do outro. A maravilha da velocidade da internet leva um presente para quase o outro lado do mundo. Depois tranquilamente ele desfaz tudo que o outro fez. Até onde sabe, o outro agora está encarando a tela negra do computador e xingando, talvez ele esteja socando alguma coisa e xingando na suposta língua do romance.
Ele olha às horas. São 10:54 da manhã. O dia está frio lá fora. Normalmente o ar-condicionado ficaria ligado resfriando dentro do prédio, mas hoje não existe necessidade de mais frio. É inverno em Vancouver. O estranho inverno da cidade não se parece com o americano, ainda mais o "inverno" californiano. Pouco depois da curta batalha cibernética, o celular de Neal toca. O nome e o número mostrados são de Eric Brown, um conhecido e amigo de Neal. Algum instinto no Garou diz para ele não atender, o dia não está legal para entrar em problemas, e se Eric está ligando a essas horas, provavelmente vai falar de algum problema como da outra vez que ele pediu para Neal seguir e conseguir o máximo possível de um homem procurado por sonegação de impostos e também por um caso ou outro de agressão à mulheres. No fim ao não achar quase nada no meio digital, mas ficar correndo atrás do tal homem, o que foi descoberto não devia ser revelado. Era um fomor estranho e frio, apesar disso era muito desligado sobre a sociedade humana. Não era um Maldito dentro do corpo do homem, mas algum tipo primitivo de espírito da Weaver. Neal achou melhor não contar isso nem para outros Garou. Imagina o que aconteceria caso um Urrah soltasse uma informação dessas? Além do mais, o Véu tem que ser preservado.




Espírito-da-Fúria

Waban dessa vez é chamado quase como um humano. Um humano dos tempos antigos em que os Wendigos sentem tanta falta. Ele é convocado como um shaman. Outros de sua tribo precisam de um shaman para afastar os espíritos ruins junto com a doença e o cheiro da morte e sujeira. O destino dele é um Caern pequeno de sua tribo que adoram o alce como totem. O lugar nos mapas humanos fica dentro de uma reserva quase como é feito com os lobos nos dias de hoje. Ele escutou uma vez outro Garou de sua tribo, mas um Hominídeo velho e Philodox falar que eles vivem em áreas específicas de terra, chamadas de reservas, demarcadas para o uso e benefício dos indígenas. Mas até ele sabe muito bem que os outros humanos não gostam de ficar trancados em terras e limitados como os lobos em suas supostas reservas para viverem bem.
O caminho até o lugar não é muito fácil para um lobo. Fica em Vancouver Island próxima do Cowichan River. Nenhum Parente humano veio ajudar ele. Depois de muito tempo, Waban vai ter que agir como um humano para chegar no lugar e conseguir ajudar os Puros. Ele sabe que deve cumprir esse dever sozinho, mas deseja por um momento ter um matilha para o ajudar. Um hominídeo poderia fazer tudo isso ficar mais claro e simples. Um Parente que veio até ele a dois dias atrás, era um jovem impaciente. Ele veio e conversou com Waban de jeito estranho e depois foi embora sem ajudar, seguindo para cidade grande e deixando para trás seu povo. O pouco de útil que foi dito é que os Garou na reservam estão adoentados ou estão começando a ficar doentes. Alguns dos Parentes tentam ajudar como podem, mas pouco podem no final de contas e alguns estão preferindo irem embora deixando para trás os doentes. É dito que são espíritos ruins que causam essa doença. Para chegar nessa reserva chamada Malahat 11 da Malahat First Nation, Waban tem que arrumar um jeito de percorrer sobre as águas salgadas e chegar na ilha. O Parente falou que ele deve seguir para o sul até um lugar chamado BC Ferries Tsawwassen Ferry Terminal e pegar uma coisa chamada balsa que os humanos usam para levarem seus veículos terrestres para as ilhas.
Existe em Waban uma parte exploradora, mas ainda sim é estranho de uma hora para outra ser forçado a seguir esse tipo de caminho.

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Re: A Pestilência

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Seg 21 Jan 2013 - 12:13

Nolan McFion

Brian ri com a resposta de Nolan. Mas o primo deixa seu sorriso morrer ao terminar de escutar Nolan, ele vira um pouco mais da garrafa no copo e dá um longo gole como desafio. Uma funcionaria de cabelo castanho e bem magra vem atender os dois, ela vai e volta rapidamente trazendo a garrafa pedida por Nolan. Brian deixa Nolan o servir e depois fala de maneira divertida, mas séria.

Brian - Já que é assim, você paga essa outra garrafa, e eu pago essa que pedi. Que tal?

Brian dá um gole ligeiro e coloca o copo na mesa é dá com os ombros.

Brian - Estou me matando por uma boa fotografia, cada dia que passa penso que tomei o rumo errado. Os dias são outros agora... - Ele deixa escapar um arroto e fica vermelho de constrangimento. - Quando ao resto, à familia vai indo bem. Alice anda cheia de si, sabe como é? Bem, eu ando correndo atrás de coisas novas e empolgantes e imaginei que você poderia proporcionar isso para seu pobre priminho.

Nolan nota que Brian parece um pouco deprimido e cansado. Ele tenta disfarçar isso, mas ainda sim não tem jeito de não notar. Especialmente no jeito que ele fala. Ainda sim, o primo está jogando muito carisma para cima de Nolan e buscando os tipos errados de informação. Os olhos de Brian estão um pouco vermelho e existe um apelo ali. Ele vai e vira outro copo. Parece que está bebendo muito e sem dar algum tempo entre um copo e outro.



Alex Dracaris

O homem do outro lado da linha dá outra tossida e fala dessa vez um pouco mais baixo e sem esperança notando o comportamento do outro na linha.

Roedor de Ossos - Sou chamado entre os meus de Roe-Espinhas, sou um Cliath dos Roedores de Osso. Hominídeo. Sou um antigo conhecido e parceiro de Leonard. Já sei seu número faz tempo, foi ele quem me passou. Queremos sua ajuda como Ahroun e soldado. Eu e outros precisamos de um cara durão como você, e o Leo falou que você poderia ajudar nisso. Ele talvez se junta a nós depois de fazermos o serviço. - O Roedor de Ossos começa a soar mais persuasivo e interessante. - Alguns dizem coisas ruins sobre você, essa é uma boa oportunid... - Mais tosse do outro lado da linha. É inverno, e os Roedores de Ossos são fracos, especialmente seus hominídeos, Alex não estranha isso. - Porra. Essa é uma boa oportunidade para ficar bem com o pessoal. Vamos caçar uns sanguessugas nos esgotos, coisa de gente corajosa, sabe? Vamos nós divertir um pouco e conseguir umas informações legais e valiosas.

The Grand Wizard [Passo]
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Re: A Pestilência

Mensagem  DarkWerewolf em Seg 21 Jan 2013 - 18:22

Caminhar pelas terras ermas do Canadá sempre foi algo que alegrava o coração de Waban. Fazia parte de sua identidade como lobo. Mas também era sua cultura, como Wendigo. Ali... longe das cicatrizes humanas, que sua tribo alegava ser uma das muitas chagas trazidas pelos Estrangeiros da Wyrm... Apesar disso, Waban nunca entendeu exatamente o significado disso, apenas aceitando seu papel de purificar as regiões ermas da mácula da Wyrm.
Então, em um dia qualquer, pois os dias não nunca soavam diferente para Waban, um pequeno caern, onde o espírito do Alce é venerado, necessitava de ajuda. Segundo dito por um Meia Lua descendente dos símios, algo acontecera e necessitavam de um xamã que pudesse afastar os maus espíritos. O local estava dentro do que os "urrah" chamam de "reservas". Waban sempre odiou esse nome desde que o ouviu pela primeira vez. Era um limite estabelecido para caça... para vida em si. Os Wendigo, mesmo hominideos, estavam tão encurralados por elas quantos os lobos.
Os nomes dos lugares, todavia, não fazem sentido para a mente do lupino. Ele gostava de explorar... mas não com os titulos dados pelos os humanos as coisas. Ele aprendera que os humanos dão nomes para todas as coisas, porque foi algo que a Weaver os ensinara... ele ficou perdido com isso nos primeiros dias após a convocação, e mais ainda quando o Parente que, supostamente deveria ajudá-lo, se demonstrou impaciente... Waban já teve problemas com Garou hominideos, e Parentes humanos nunca eram um boa opção para se comunicar com ele.


"Alguém impaciente e inútil... por que sempre estes tipos de macaco são os que encontro?"

Porém, o Parente falara algo que mudou, pelo menos um pouco, a opinião de Waban sobre o mesmo. Algo terrível estava acontecendo por lá. Uma doença maligna, talvez causada por espíritos vis... a tribo age como pode, mas ainda assim, a situação não melhorou.

"Haveriam Luas Crescentes por lá? Talvez eles tenham falhado... ou então, eles também estejam..."

Uma vez ouvida a informação, Waban apenas assentiu ao Parente... mas depois, ele balançou a cabeça em agonia, enquanto suas orelhas formigavam de apreensão... era algo terrível, e o temor, algo que Waban conhecida e não gostava nem um pouco, estava se aponderando dele. Antes de ir, Waban pede roupas para poder usar a forma hominidea, e assim se misturar com os humanos... após isso, ele as dedicaria com o seu Ritual de Dedicação de Talismã, e, seguindo as instruções do Parente, ele seguira para o sul, usando a velocidade de sua forma natural, mesmo assim demorou um bom tempo para chegar. Com um pouco de trabalho, ele tentaria mudar para sua forma hominidea, só assim para entender os caminhos dos humanos, como o mapa fornecido pelo Parente. Depois, ele pecorre o caminho até BC Ferries Tsawwassen Ferry Terminal... onde deve pegar o estranho transporte dos macacos sobre as águas chamado "balsa". Voltando para sua forma natural, Waban balança sua cauda, empolgado pelo estranho objeto... Ao chegar lá, calmamente, em algum lugar discreto, ele tenta mais uma vez mudar para hominideo e vestindo apenas algumas roupas simples tribais que ele conseguira no passado, ou as roupas mais casuais (se o Parente tiver fornecido, caso contrário, é as tribais mesmo) torcendo que nenhum humano o atrapalhasse enquanto se dirigia para apanhar a balsa.


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Re: A Pestilência

Mensagem  The Grand Wizard [Passo] em Ter 22 Jan 2013 - 20:11

Sombra do Ódio

O caminho entre as casas caras que existem ali é limpo e seguro. Nem todas as casas são verdadeiras ostentações de luxo. Mas ainda sim o lugar é caro e até a casa mais simples custa um bom dinheiro. O grande cachorro tenta seguir o mais longe possível de Sombra do Ódio quase se enforcando na coleira.



Por sorte, não existe ninguém caminhando pela rua salpicada com uma leve neve. Eles vão seguindo para mais próximo da praia de cascalhos e pedregulhos. Mas existe uma outra área publica para o uso publico em vez de uso particular. Muitas das casas próximas do mar tem incluindo em sua propriedade parte da praia e do mar. O clima afastou todos dali, apenas no verão aquele pedaço de praia chega a ser agradável. O cão parece justamente o sentir o contrario, ele puxa desesperado Sombra do Ódio até a areia, mas não tem nem de perto força o suficiente para isso. Ainda sim o Impuro deixa o cachorro ir brincando.



Cheio de pedaços de madeira trazidos pela maré, a praia está inóspita. O lugar é frio, escuro e cheio de coisas estranhas na areia escura. O cão continua puxando desesperado e logo Sombra do Ódio consegue ver o que o cão já tinha cheirado fazia tempo. Lá existe um enorme tubarão morto e já podre a quase três metros da água da atual maré. O corpo está inchado por causa dos gases, o frio espanta um pouco os mosquitos, mas ainda sim existe uma boa quantidade por ali.




O cão tenta desesperadamente alcançar a carcaça. Parece que o corpo está ali faz tempo, e caso os humanos tivesse visto, eles já teriam ligado para os órgãos competentes para o corpo ser retirado. Ou estaria em volta brincando e tirando fotos.



Maxwell

A clientela anda cheia nesses dias frios. Todos que tem carro esperam que eles estejam funcionando perfeitamente para não terem que ficar presos no frio. O serviço é tanto, que Max não tem como dar conta sem ajuda de novos empregados. Ou ganha dinheiro gastando uma grana com ajudantes, ou perde grana tentando fazer o serviço sozinho e deixando muitos clientes furiosos esbravejando e indo embora com os carros e motos para outras oficinas.
Diante dele está dois cuidadosos e especiais candidatos para as vagas. Os dois são Parentes tal como ele. Um é uma garota de 17 anos, magrela e muleca com cabelo despenteado e castanho, mas que esconde um pouco isso usando sempre um boné diferente, hoje usa um de algum boné de propaganda de uma rede de tv à cabo. Ela tem algo que outros rapazes podem sentir atraente. O outro é um oriental de altura mediana, cabelo bem curto e negro, e um olhar esperto e comprometido. Tem 23 anos de idade.
É a muleca que fala primeiro. O nome dela é Claire Simpson.


Claire - Então, diga ferrugem. Quando você vai pagar e como é todo o seu esquema. Sou magra demais para aguentar esse frio sem um bom alimento.

O oriental é chamado Harry Maeng, ele escuta atentamente deixando a outra fazer as perguntas mais delicadas.

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Re: A Pestilência

Mensagem  William Longstride em Ter 22 Jan 2013 - 22:50

Max percebe que realmente o inverno é uma época boa para se consertar carros no Canada, o fluxo de serviço aumenta de forma absurda e Max se vê soterrado de serviço, felizmente nenhum garou precisou de sua ajuda nos últimos dias, o que o deixou focar na oficina. Max precisava de ajudantes, e achou por bem procurar na sua nova "Família" após falar com um parente aqui outro ali ele encontrou dois bons candidatos. Claire e Harry, um é totalmente diferente do outro, a muleca Claire ja sai logo disparando uma pergunta.

- Então, diga ferrugem. Quando você vai pagar e como é todo o seu esquema. Sou magra demais para aguentar esse frio sem um bom alimento.

Max observa o jeito espontâneo dela e em contraparte o jeito mais reservado de Harry, então Max responde sorrindo para a jovem:

-- Ora ora Claire, direto ao assunto é? Ok. Bom o pagamento aqui vai ser por semana, e o "esquema" é que eu preciso de ajudantes para organizar isso aqui, guardar peças, limpar a oficina, anotar o que entra e sai de veículos, quais peças é preciso comprar e é claro me ajudar em alguns consertos mais pesados. Quanto a se alimentar Claire, vocês dois são bem vindos para comer na minha casa. Algo a mais Claire? Harry?

Max fala de forma agradável e sincera.


  " NEVER RETREAT, NEVER SURRENDER! THE WYRM HAS NOTHING TO FEAR IN THIS WORLD EXCEPT FOR US - TRUE, IT DOES FEAR US AND WILL FEAR US UNTIL WE TEAR UP IT'S HEART!!!
 "  



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Re: A Pestilência

Mensagem  McFion em Ter 22 Jan 2013 - 23:54

Sorte-Irlandesa "-Está tentando se enfiar nos assuntos dos Garou, é? Saiba que elas não são boas para estampar a primeira página do jornal... Mas caso você queira saber de algo, verei o que consigo para você, mas não garanto nada...


Ação/Narração ... Fala "-..." Pensamento [...] OFF ...

Ficha do Garou Nolan McFion, a Sorte-Irlandesa
Ficha da Parente Bonnie McFion

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Neal

Mensagem  Tony.Zefs em Qua 23 Jan 2013 - 2:12

A luz é forte nos monitores a minha frente, vejo os códigos passando na tela. Uma guerra é travada por mim contra um hacker qualquer da França. Normalmente não sou necessário para resolver problemas como esse, porem esse hacker tinha ido longe demais.
Durante um tempo, ficamos em uma batalha apenas refazendo as ações um do outro. Mas lógico, ele não seria capaz de me superar. Envio o vírus diretamente para o computador dele.
”Vamos ver como vc lida com aranhas no seu sistema...”
Em quetão de segundos o Hacker está desconectado na rede.
”Amador... Pode xingar a vontade nessa língua de Mon an Amour... Mas pra vc, o jogo acabou...”
Limpo toda a sujeita de dados que ele fez e reforço as seguranças pelas portas que ele acessou. Olho para o relógio e vejo que ainda é um pouco cedo... Levanto e vou a janela, a cidade se estende diante dos meus olhos, o céu está fechado, o tempo está frio em Vancouver.
”Esse inverno é frio... não só em temperatura quanto em sensação... Diferente dos meus outros invernos na California...
Enquanto admiro a cidade da janela, ouço o telefone tocar, pego o celular e olho o visor. Eric Brown!
”Droga... A essa hora, deve ser um problema grande... da ultima vez, descobri um espirito da Weaver antigo em um homem... Até mesmo Ariadne ficou reflexiva quando questionada sobre esse espírito... Não pude revelar a descoberta, sendo um Andarilho e um Urrah de primeira... Iriam me liquidar...”
Mesmo sabendo que vai ser algum problema atendo, afinal ele já resolveu muitos dos meus.
”Eric Brown! Como andam as coisas ? A que devo a honra dessa ligação ?


Narração
Minha Fala
Pensamento


                                                                                                         

Neal Schmitt -  Domador de Aranhas - Andarilho do Asfalto - Hominideo - Ragabash

Presa de Sangue - Garra Vermelha - Lupino - Arhoun

Oliver Queen - Parente Fianna - Socio da Alpha Moon

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