A Queda de Babel

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A Queda de Babel

Mensagem  Daniel Ramone em Seg 28 Jul 2014 - 9:58

A Queda de Babel


Vancouver, uma das cidades mais modernas do mundo, agora tornava-se palco de uma maravilha que revolucionaria a ciência atual: O Centro de Pesquisas Babel. Assim como na bíblia, era uma torre colossal que almejava chegar até o céu - E chegava. Babel tem pelo menos 20km de altura, constituída de centenas de andares onde pesquisas em vários campos da ciência são executadas por profissionais capacitados, tudo isso custeado pelo excêntrico milionário Edgar Nimrod.
         Mas enquanto os canadenses vêem Babel a fonte que pode movimentar a economia do país e uma esperança para melhores tratamentos de dontes terminais, os Garou que matêm um pequeno Caern na cidade olham para a torre de uma maneira diferente, desesperançosa.


- Essa subsidiária da Pentex vem crescendo a cada dia mais . - Disse Emma Guerreira-dos-Becos, observando a gigantesca construção com seu binóculo de visão noturna.

-    Eu sei. E do jeito que vai não demora para a coisa começar a feder para nós. - Respondeu Furta-dados-na-Rede, o líder ancião daquele Caern.

- Ouvi boatos de que eles têm um convênio escuso com o Governador. Que estão raptando moradores de rua para serem as cobaias, enquanto nosso mandatário alavanca sua campanha dizendo que eliminou a pobreza extrema na cidade. - Emma comentou.

- E eu não duvido que seja verdade. - Furta-dados-da-Rede comentou com amargura.

- O que faremos agora, senhor? - Emma perguntou.

- Nós vamos destruir Babel. - O ancião respondeu convicto.

- Fácil falar. - Emma mostrou-se incrédula.

- Em toda a minha trajetória fiz amizades entre muitas seitas da região e além. Já pedi a ajuda deles para esta missão. Reze para que eles dêem tanto valor a uma amizade quanto eu. - Disse ele, retirando-se do terraço do prédio onde estavam.  
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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Daniel Ramone em Seg 28 Jul 2014 - 10:00

Klauss:
Noite de "arranca-rabo" na sua seita. Coisas assim era frequentes entre os Crias, mas desta vez você era um dos envolvidos. Um novato merdinha que mal fazia bem seu trabalho como vigia ousou questionar o nome do seu avô, e um Ragabash que ouviu isso deu logo um jeito de fazer essa notícia chegar aos seus ouvidos. É claro que isso te irritou muito, mas o que te convenceu a chamar o safado pra resolver o assunto foram os olhares que todos estavam dirigindo à você. Ninguém abriu a boca sobre o assunto, mas você sabia que todos esperavam que você limpasse o nome do velho Martelo-da-Justiça. E foi o que você fez. Os Crias formaram a rodinha. Uma fogueira alta ardia próxima, afastando as sombras da noite para que todos pudessem assistir àquele combate.
         Vocês passam para suas formas de batalha e se engalfinham. O garoto eram bom, poderia ter um futuro na tribo, mas cometeu o erro de entrar no seu caminho. O martelo de seu avô pedia sangue, mas você foi honrado e lutou apenas com suas garras contra um adversário que também estava de mãos limpas. Só precisou de uma mordida e duas patadas para mostrar ao canalha e a toda seita que o sangue de Martelo-da-Justiça corria em suas veias. O moleque também te atingiu, mas foi apenas um arranhão na costela que não daria nem para uma cicatriz. Agora seu adversário estava lá, caído de joelhos com um olho a menos e os pêlos tingidos de vermelho. Só Gaia sabe como ele ainda estava vivo, mas se ele continuaria assim ou não dependeria de você. O mesmo Ragabash que lhe contou da difamação lhe trouxe o martelo de seu avô e o depositou em suas mãos. Da multidão você ouvia pedidos para finalizar aquele filho da puta...

off: Se você finalizar o adversário ou não fica por sua conta e descrição.

Uma hora após a batalha os crias ainda cantavam seu nome. Você estava sentado próximo à fogueira com o martelo de seu avô na mão, agarrando-se as melhores lembranças que tinha dele. De repente Garras-de-Sangue surge de surpresa e pousa a mão sobre seu ombro.

- Foi uma bela luta, Klauss, os rapazes já estavam sentindo falta de vê-lo em ação. Bem, eu tenho uma mensagem para você. - Diz ele, sentando-se ao seu lado. - Um velho amigo de seu avô esteve por aqui hoje cedo perguntando por ele. Disse que precisava de Martelo-da-Justiça para derrubar uma subsidiária da Pentex em Vancouver. Eu disse para ele que o velho estava morto, mas que falaria com o neto dele se gostaria de honrar a amizade de seu avô. E ele pediu para lhe entregar isso. - Diz o líder da seita, entregando uma fotografia velha a você.

A foto representava seu avô mais novo do que você lembrava, ao lado de um negro de uniforme camuflado. Os dois pareciam bem próximos. Atrás da fotografia está um endereço de um apartamento em Vancouver.


Nick:
Você havia decidido passar  aquele fim de semana na seita de alguns Andarilhos do Asfalto, ao lado de seus "irmãos" Mathiew e Rourke. O líder ancião do lugar era um bon vivant, e pelo menos uma vez ao mês uma festança ocorria naquela mansão só para aliviar a tensão entre os  membros do caern que ficava no jardim. Não era uma festa de gala como a suntuosidade do lugar exigia, era uma verdadeira festança com música alta e muita bebida, que ganhou ares de evento graças à presença de Garous e Parentes de ontras seitas.
         De repente o ambiente começou a te sufocar, a musica parecia alta demais e o calor das pessoas fazia você suar nas roupas. Então você decidiu ir até a sacada tomar um ar, ver a noite. Lua Cheia. Você podia sentir a fúria fervendo dentro de você, implorando por um pouco de ação. Se relaxasse por um minuto a metamorfose aconteceria automaticamente. Era uma sensação prazerosa e quase sensual sentir aquilo.
         E por falar em sensual, lá estava Kayla Moore, uma parente daquela seita. Caminhava sozinha pelo jardim, quando de repente um garou daquele caern surgiu e a agarrou pelo braço. Aconteceu a velha cena de filmes de romance: Ele deu encima dela, ela respondeu rispidamente, e ele a esbofeteou. Você não era nenhuma espécie de herói, mas viu que se não fizesse nada o cara iria estuprá-la.
         Você saltou da sacada ao jardim sem que  aqueles cinco metros de altura lhe afetassem. Posou maciamente sobre a grama e abordou o infeliz colocando a mão em seu ombro.

- Tira a mão de mim, babaca! - O Garou bradou de costas, sem nem ver quem era.

Pelo tamanho e os músculos devia ser um Ahroun também, mas assim que se voltou para você, a fisionomia dele mudou, e você podia jurar que ouviu ele ganir.

- Fo... Foi mal, cara. Eu não tive a intenção, eu só... - Ele gaguejava.

Sim, era um Lua Cheia dos Andarilhos do Asfalto, que perto de um Lua Cheia da Cria de Fenris sabia que não passava de um simples bebê cheirando a leite.

off: Se você perdoar o cara ou não, fica por sua conta e descrição.

Kayla Moore se levanta, se enrosca em seu corpo. Você sabia que ela não passava de uma vadia que gostava de dar para os Garous mais fodões que encontrasse. Não era muito bonita, mas a bebida que você consumiu mudava sua percepção das coisas. Você a levou para um dos vários quartos da mansão, fez com ela o que um homem tinha que fazer, e no fim ela dormia exausta enquanto você olhava nu pela janela com disposição para correr uma maratona. A lua cheia era mesmo coisa de louco, durante o sexo você marcou o corpo da safada e havia um pouco de sangue nos lençois, mas lá estava ela dormindo com um sorriso satisfeito no rosto.
         De repente seu celular toca no bolso de trás da calça que largou sobre o chão. Você hesita em atender, mas o silêncio do quarto fez o barulho parecer infernal.

- Moleque safado. - Diz seu mentor na outra linha, transbordando humor na voz. - Bem, não interessa. Tenho algo pra você. Um velho amigo meu decidiu me procurar para cobrar um favor que eu já nem lembrava de estar devendo. Disse que era coisa para Garous de Fostern para cima, mas como você se amarra num desafio e eu não estou muito afim de me fuder, falei que mandaria meu aluno no meu lugar. O cara não gostou muito da idéia, mas quem liga. To te mandando o endereço dele por sms, não me desaponte. Adios.

Ele desliga o telefone sem que você tenha a chance de dizer qualquer palavra. Na tela agora está escrito "1 Nova mensagem."



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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Daniel Ramone em Ter 29 Jul 2014 - 2:07

Encanto-Feérico :
A sorte dos Fianna parecia estar sorrindo para você naquela noite. Foram três 21 seguidos naquela mesa clandestina de blac jack. A casa de chá vinha passando por um momento difícil, mas as fichas depositadas sobre o seu lado da mesa seriam suficiente para desafogar os impostos e ainda sobraria dinheiro para fazer um pé de meia visando a velhice de sua mãe.  Mas seus adversários no carteado não deixaram barato, esperaram você trocar as fichas e te encurralaram no beco ao lado daquela casa de apostas. Porém, eram apenas humanos, você nem precisou se transformar para dar conta deles, e terminou aquela briga estúpida com apenas um arranhão.
         Você volta para casa por volta das quatro horas da manhã, talvez cinco. Está um pouco embriagado, mas seus sentidos ainda estão atentos o suficiente pra te alertar que havia algo estranho no ar. A porta de entrada estava apenas encostada, o vento fazia com que ela balançasse no batente. Em qualquer outra situação você teria parado para pensar, feito planos, mas o medo de ter acontecido algo com a sua mãe logo vem para te assombrar. Então você entra na casa chutando a porta, e vê a sala toda revirada. Havia marcas de garras nas paredes e sangue escorrendo pelo chão, mas felizmente o sangue era negro e viscoso, não era o de sua mãe. Era o de uma criatura que agonizava sobre o tapete. Ao olhar para ele você vê o que um dia teria sido um humano, mas muito modificado por mutações genéticas que lhe conferia uma pele enrugada e de tom esverdeado. Sua mãe talvez tenha lhe falado de criaturas assim uma vez, era de Fomori que ela os chamava.
         Como era de se esperar, você interroga a criatura. No começo aquele ser bancou o durão, mas você soube apertar ele do jeito certo, e no fim ele cantou feito um passarinho. Os amiguinhos dele invadiram a casa e levaram ela para aquele centro de pesquisas que toda hora passava na TV. Ficava em Vancouver, você lembrava. A criatura revelou também que queriam ela pra chantagiar um Garou daquela cidade que estava trasendo problemas para os administradores daquele centro de pesquisas, parece que os dois foram muito amigos no passado, talvez mais.
         Enfim a criatura morre aos seus pés diante da perda de sangue. Você não tinha mais tempo a perder, sua mãe precisava ser resgatada antes que fosse tarde. Então você se prepara para sair, e enquanto arruma suas coisas o telefone toca. Sem clima você o deixa tocar, e a chamada cai na secretária eletrônica.

- Merlinda, você está aí? Assim que ouvir essa mensagem, fuja o mais depressa possível. Descobriram a nossa ligação. Eles estão indo aí para pegar o seu filho. Venha para Vancouver, só comigo vocês estarão seguros.


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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Edson F. em Ter 29 Jul 2014 - 9:45

O silêncio é de ouro.

Nick pensa enquanto se afasta do barulho. Mas ao olhar para Luna no céu, também pensa que o siêncio não é tão bom assim. Já faz algum tempo que não se diverte, e diversão do ponto de vista de um Fenris. Até que vê uma cena que não o agrada muito, aquilo deixa Nick nervoso, ele avança para saber  que realmente está acontecendo.

Fo... Foi mal, cara. Eu não tive a intenção, eu só...

Nick sente vontade de estrassalhar o cara, mas isso seria violar o seu Código, aquele cara não vale a pena, ao seus olhos ele parece só uma criança. Assim como num filme de ficção, o mocinho acaba levando a bela donzela, que não chega e ser das mais belas, como prêmio. Logo depois de usar como pode seu prêmio Nick vai mais um vez ver como está Luna, e continua tão bela quanto antes, ele sente uma energia, um vontade de entrar em algo mais quente. Poucos segundos depois seu pedido é aceito. Seu celular toca.

Moleque safado. - Diz seu mentor na outra linha, transbordando humor na voz. - Bem, não interessa. Tenho algo pra você. Um velho amigo meu decidiu me procurar para cobrar um favor que eu já nem lembrava de estar devendo. Disse que era coisa para Garous de Fostern para cima, mas como você se amarra num desafio e eu não estou muito afim de me fuder, falei que mandaria meu aluno no meu lugar. O cara não gostou muito da idéia, mas quem liga. To te mandando o endereço dele por sms, não me desaponte. Adios.

Seu pedido foi realmente atendido, agora terá algo com que gastar toda a sua energia acumulada. Na tela do seu celular, já consta uma nova mensagem, ele checa a mensagem, depois olha para a mulher deitada na cama, dormindo satisfeita, como se o mundo fosse um lugar perfeito. Ele decide terminar a noite e no dia seguinte, assim que o sol nascer, seguirá para o endereço indicado. Ao deitar-se na cama novamente ele pensa o quão bom é ter uma companhia. E dorme, satisfeito consigo mesmo e com tudo o que aconteceu essa noite, lembrando que no dia seguinte terá desafios.

No Mercy!




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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Klauss Krugger em Qua 30 Jul 2014 - 7:04

Ramone escreveu:Noite de "arranca-rabo" na sua seita. Coisas assim era frequentes entre os Crias, mas desta vez você era um dos envolvidos. Um novato merdinha que mal fazia bem seu trabalho como vigia ousou questionar o nome do seu avô, e um Ragabash que ouviu isso deu logo um jeito de fazer essa notícia chegar aos seus ouvidos. É claro que isso te irritou muito, mas o que te convenceu a chamar o safado pra resolver o assunto foram os olhares que todos estavam dirigindo à você. Ninguém abriu a boca sobre o assunto, mas você sabia que todos esperavam que você limpasse o nome do velho Martelo-da-Justiça. E foi o que você fez. Os Crias formaram a rodinha. Uma fogueira alta ardia próxima, afastando as sombras da noite para que todos pudessem assistir àquele combate.
         Vocês passam para suas formas de batalha e se engalfinham. O garoto eram bom, poderia ter um futuro na tribo, mas cometeu o erro de entrar no seu caminho. O martelo de seu avô pedia sangue, mas você foi honrado e lutou apenas com suas garras contra um adversário que também estava de mãos limpas. Só precisou de uma mordida e duas patadas para mostrar ao canalha e a toda seita que o sangue de Martelo-da-Justiça corria em suas veias. O moleque também te atingiu, mas foi apenas um arranhão na costela que não daria nem para uma cicatriz. Agora seu adversário estava lá, caído de joelhos com um olho a menos e os pêlos tingidos de vermelho. Só Gaia sabe como ele ainda estava vivo, mas se ele continuaria assim ou não dependeria de você. O mesmo Ragabash que lhe contou da difamação lhe trouxe o martelo de seu avô e o depositou em suas mãos. Da multidão você ouvia pedidos para finalizar aquele filho da puta...

*Após pegar o martelo de batalha de seu avó das mãos do ragabash Klauss o encara por alguns segundos, abaixando sua cabeça para ficar  com o rosto bem proximo ao dele, em seguida o golpeia com o cabo do martelo no estomago e quando ele se abaixa com a dor o golpeia também com o cabo nas costas para derruba-lo enquanto brada aos olhos de todos.*

Klauss --  Quem você pensa que é... você não é digno de empunhar o Caça-Lança, nem sequer de carrega-lo... *Klauss espera por alguma reação negativa do ragabash contra ele, então prossegue.* ... Sei muito bem o que vocês esperam de mim... meu avó enfrentou nossos irmão de tribo na 2ª Grande Guerra e não recuperou um mais três dos martelos de jarl perdidos, e agora vocês esperam que eu derrame o sangue de um de nossos irmãos... principalmente um dos nossos irmão mais fracos... *Klauss caminha até o lado do filhote e o pega e joga sobre as costas e caminha entre os demais* Prefiero mil vezes estripar um Dançarino da Espiral Negra e negar a um dos nossos irmãos a oportunidade de aprender com seus erros e tornar-se mais forte... sei que para muito de vocês a misericordia é um sinal de franqueza, mas o próprio Fenrir nos diz que nos tornarmos cada vez mais fortes, e se eu matar esse filhote que oportunidade ele terá de crescer com seus erros... esse não o caminho do Crias de Fenris.

*Klauss sai do meio da multidão e carrega o filhote até a cabana dos theurge e no caminho fala ao filhote.*

Klauss --  Sua vida me pertence, agora era para você estar morto, mas estou lhe devolvendo sua vida, não a  desperdice com tolices...

*Entrega o filhote para os theurge.*

Klauss -- Espero que não seja muito tarde para ele, agradeço pelo que puderem fazer.

Ramone escreveu:Uma hora após a batalha os crias ainda cantavam seu nome. Você estava sentado próximo à fogueira com o martelo de seu avô na mão, agarrando-se as melhores lembranças que tinha dele. De repente Garras-de-Sangue surge de surpresa e pousa a mão sobre seu ombro.

- Foi uma bela luta, Klauss, os rapazes já estavam sentindo falta de vê-lo em ação. Bem, eu tenho uma mensagem para você. - Diz ele, sentando-se ao seu lado. - Um velho amigo de seu avô esteve por aqui hoje cedo perguntando por ele. Disse que precisava de Martelo-da-Justiça para derrubar uma subsidiária da Pentex em Vancouver. Eu disse para ele que o velho estava morto, mas que falaria com o neto dele se gostaria de honrar a amizade de seu avô. E ele pediu para lhe entregar isso. - Diz o líder da seita, entregando uma fotografia velha a você.

A foto representava seu avô mais novo do que você lembrava, ao lado de um negro de uniforme camuflado. Os dois pareciam bem próximos. Atrás da fotografia está um endereço de um apartamento em Vancouver.

*Enquanto Garras de Sangue falava Klauss lhe devolve o martelo de seu avó.*

Klauss --  No momento você é o lider do caern e isto até que alguém mais forte questione sua autoridade lhe pertence, *klauss da um leve sorriso*, cuide dele pois um dia voltarei para provar a todos que sou digno de empunha-lo... *após Garras acabar de falar.* Peço permissão para mais uma vez deixar o caern, pois tenho uma divida de honra de meu antepassado para saudar. E se a Pentex está envolvida vai ser divertido.

(Meu avó com um negro... bem tipico, não é a toa que a liderança lhe caia bem, pelo menos sei que estou no caminho certo... seguirei seus passos nos Presas de Garm e um dia honrarei seu nome recuperando seu posto de comando para nossa linhagem.)

* klauss arruma rapidamente suas coisas e as deixa todas prontas para a manhã do dia seguinte se dirigiar a rodovia e pegar uma carona para Vancouver mais uma vez.*


Última edição por Klauss Krugger em Qua 30 Jul 2014 - 7:09, editado 1 vez(es) (Razão : corrigindo formatação)


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Re: A Queda de Babel

Mensagem  viracopos em Qua 30 Jul 2014 - 16:42

Então você entra na casa chutando a porta, e vê a sala toda revirada. Havia marcas de garras nas paredes e sangue escorrendo pelo chão, mas felizmente o sangue era negro e viscoso, não era o de sua mãe. Era o de uma criatura que agonizava sobre o tapete. Ao olhar para ele você vê o que um dia teria sido um humano, mas muito modificado por mutações genéticas que lhe conferia uma pele enrugada e de tom esverdeado. Sua mãe talvez tenha lhe falado de criaturas assim uma vez, era de Fomori que ela os chamava Como era de se esperar, você interroga a criatura. No começo aquele ser bancou o durão, mas você soube apertar ele do jeito certo, e no fim ele cantou feito um passarinho. Os amiguinhos dele invadiram a casa e levaram ela para aquele centro de pesquisas que toda hora passava na TV. Ficava em Vancouver, você lembrava. A criatura revelou também que queriam ela pra chantagiar um Garou daquela cidade que estava trasendo problemas para os administradores daquele centro de pesquisas, parece que os dois foram muito amigos no passado, talvez mais.   Enfim a criatura morre aos seus pés diante da perda de sangue. escreveu:Ramone  


Tomado pela furia, pelo ódio e pelo desespero, pego o corpo do idiota e coloco em sacos preto de lixo, apos corta-lo embalo no insulfilme guardado na despensa, deixo o tapete da sala de molho no tanque da area, coloco minhas roupas na maquina na lavadora e secadora programando  tempo suficiente para lavar e secar bem.
Coloco um som do system of a down, pimeiro cd, pra ouvir em volume medio , pego uma caneca com uma pedra de gelo e ponho uma dose consideravel da bebida de minha mae  e quando me preparo para beber, droga, maldito tefefone, ah, fica tocando ai seu merdinha

. Você não tinha mais tempo a perder, sua mãe precisava ser resgatada antes que fosse tarde. Então você se prepara para sair, e enquanto arruma suas coisas o telefone toca. Sem clima você o deixa tocar, e a chamada cai na secretária eletrônica. - Merlinda, você está aí? Assim que ouvir essa mensagem, fuja o mais depressa possível. Descobriram a nossa ligação. Eles estão indo aí para pegar o seu filho. Venha para Vancouver, só comigo vocês estarão seguros. escreveu:ramone

- Oque? que merda é essa?

Tony fala consigo mesmo, desligando tudo e indo a secretaria eletronica e atendendo a ligacao falando quase que aos berros expressando temor em sua voz ao etrannho do outro lado da linha
Ei  porra aqui eo Tony quem ta falando eles ja a pegaram, voce ta aonde manda um  endereco ou seu numero ja vou pra ai no primeiro voo, ouviu?
Droga, responde


Tony finge que a ligacao esta ruim e desliga o telefone, espera um pouco  e apos toma um banho, poe  roupas dedicadas, telefone celular, note book, seus documentos poe em uma mochila dedicada, e apos dar uma limpeza basica e se desfazer do corpo enterrando-o no quintal da cabana de sua mae, volta para o seu ape para se limpar e comprar a passagem para Vancouver e ir embora, antes disso, procura em fotos de sua mae sobre alguem que apareca em varias fotos, para ter uma luz sobre o assunto, ele para um pouco e respira fundo

-É claro, como nao pensei nisso, telefonista esse numero apareceu gravado em meu telefone, antes de retornara a ligacao pode ver de onde ela foi feita, acho  que e de Vancouver, da pra saber onde e o endereco?

Tony liga para a telefonista e pede informacoes sobre o numero de quem ligou na busca de obter alguma coisa que o ajude



Tony tenta nao se esquecer de aproveitar para  comunicar ao Caern da cidade, embora nao seja muito de ir pra la , mas avisa do que se trata. pois toda ajuda e bem vinda



acao fala pensamento
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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Daniel Ramone em Qui 31 Jul 2014 - 11:00

Mitzuki:
Você não queria passar pela mesma tortuosa viagem que fez do Japão ao Canadá, mas só consegui um vôo de volta sem escalas para amanhã. Isso não era tão ruim, a cidade era linda, e você a colocou numa lista de possíveis lugares para se viver. Aproveitou o dia livre para ir ao shopping comprar algumas roupas e lembrancinhas para Midori. Havia tanto entretenimento por todos os cantos que você se distraiu, acabou voltando para casa muito tarde, cheia de sacolas da Victoria's Secret e da Gucci na mão. Entrou no saguão do apartamento em que se instalou, e ao chamar pelo elevador, todas as luzes do prédio se apagaram. Aquilo era estranho, pois nem o gerador reserva funcionou.

- Me desculpe pelo transtorno, senhorita Ookami, eu realmente não sei o que está acontecendo, mas logo daremos um jeito nisso. - Informou o zelador ao passar por você. - Maldita parte elétrica. - Ele resmungou enquanto desaparecia por um corredor.

Sem muitas opções você decidiu subir pelas escadas. Seu apartamento ficava no quinto andar, não seria problema para alguém como você subir alguns lances de escadas. O lugar era silencioso, iluminado apenas por uma lâmpada fluorescente. Para combater o silêncio você assoviou uma música de sua J-band favorita em Tokio, e foi na escadaria do quarto andar que começou a perceber que seus assovios já não eram o único som naquele lugar. Batuques de passos que subiam as escadarias logo abaixo de você começaram a soar. Curiosa, você parou para ver quem era, e viu uma mão esverdeada de aparência grotesca deslizar pelo o corrimão. A princípio você levou um susto, mas logo se controlou, pensando que talvez pudesse dar conta da situação. Ele já está no segundo andar. Então seu celular toca, lhe dando um baita susto naquele tenso momento. Era Ian. Você estava prestes a dizer a ele que agora não era o momento, quando ele diz de uma vez:

- Mizuki, confie em mim. Corra. Corra para o terraço agora mesmo!  

Ele parecia a par da situação em que você se encontrava. Você lhe perguntou o por que, mas a ligação caiu. Por um instante você hesitou, e nesse mesmo instante a criatura que subia pôs a cabeça no vão entre as escadas para olhar para o alto e observá-la. Era um dos seres mais horrendos com que você se deparou, e se você não pertencesse àquele mundo sobrenatural também, provavelmente teria enlouquecido só de olhar para ele. Finalmente você decidiu seguir o conselho de Ian e correr, pensou em se esconder em seu apartamento, mas a porta de acesso ao seu andar estava trancafiada por correntes pesadas. Você se perguntou o por que, mas aquele momento de demora quase lhe custou caro quando a criatura surgiu atrás de você e quase lhe agarrou. Era uma espécie de humanóide de pele esverdeada e cheira de rugas. Estava nu e seu corpo era totalmente desprovido de pelos. De sua boca escorria uma espécie de saliva que parecia tóxima ao borbulhar e expelir fumaça. Você novamente correu. Era mais rápida do que ele, mas para onde iria depois do terraço? Por fim chegou ao topo do prédio, onde se viu encurralada pela criatura que surgiu logo atrás de você. Você estava prestes a passar para Crinos e se arriscar num combate, quando um helicóptero surgiu ao lado do prédio. Ian estava lá, estendendo a mão para você.

- Mitzuki! Vem! - Ele gritou para que sua voz se elevasse acima do ensudercedor barulho das élices.


Klauss:
Os tolos rejeitaram suas palavras com algumas vaias. Os medíocres se contagiaram mais com sua força do que com sua sabedoria, e gritaram seu nome. Os espertos concordaram com tudo o que você disse e assentiram para você. Os Theurges aceitaram o garoto machucado, mas pareciam mais dispostos a castigá-lo ainda mais do que curá-lo. O Ragabash ao longe se mostrava intimidado por você, desviando o olhar todas as vezes em que você dirigia a ele.

- Vá, meu rapaz, considere isso como uns dias de folga. - Sorriu Garras de Sangue, dando tapinhas nas suas costas perto da região onde seu adversário lhe atingira.

off: Klauss, indica pra mim na sua próxima postagem o que você vai levar, o que é dedicado e o que não é.

Você ruma até a rodovia, fazendo sinal pelo caminho para alguns carros. Muitos passaram por você, talvez temendo dar carona a um estranho de seu porte, mas um caminhoneiro parou e disse que via vantagem em ter ao lado alguém do seu tamanho por conta dos muitos roubos que haviam por ali. O homem fazia o tipo lobo solitário, falava pouco enquanto ouvia uma fita do Johnny Cash. Ele te levou até os limites de Vancouver, e se despediu sem muito entusiasmo. Dentro da cidade, você pediu informações, pegou novas caronas, e finalmente chegou às portas do endereço atrás da foto que recebeu do aliado de seu avô quando era noite. Tratava-se de um antigo armazém, com estrutura de tijolos e um grande galpão aos fundos. Você bateu sobre a porta de ferro e tocou em vão uma campainha quebrada. A escotilha da porta se abril, revelando olhos femininos que não tinham nada de doce.

- Quem é você? - Ela pergunta.

Você se identifica, mostra a ela a foto de seu avô com o homem negro. A pesada porta se abre, e ali você vê uma jovem loira de cabelos curtos. No ombro dela havia uma tatuagem com o simbolo dos Andarilhos, e dava para supor que fosse uma Garou. Não parecia grande coisa em batalha, mas parecia saber se virar sozinha.

- Entra aí. - Ela disse.

Quando estava prestes a trancar o portão ela viu a aproximação de alguém. Você olhou e viu um cara de tamanho mediano, cabelos pretos e com aproximados 21 anos de idade se aproximar. Seus olhos se cruzaram por um instante, e você sentiu nele um misto de rivalidade e confiança que você só sentia ao olhar para um Cria valoroso como você.

- Amigo seu? - A mulher pergunta.


Última edição por Daniel Ramone em Qui 31 Jul 2014 - 11:02, editado 1 vez(es)


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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Daniel Ramone em Qui 31 Jul 2014 - 11:01

Nick:
Alguns Garou e parente estavam por perto quando você salvou a moça e poupou o pescoço do otário. Eles assentiram para você e ergueram as garrafas de cerveja em suas mãos para um brinde a sua atitude. Para eles era bom não ter um Cria maluco por perto. Por fim você levou Kayla para aquele ninho de amor ao qual nem sabia a quem pertencia. Dormiu com ela e recebeu a ligação de seu mentor no meio da madrugada. Ele lhe deixou a mensagem, e nela constava o endereço do homem que deveria encontrar. Ainda assim você decidiu passar a noite ali e partir pela manhã. Embora tenha deitado e recuperado suas forças, você não dormiu, pensando no que estava por vir, e de olhos bem abertos notou os primeiros raios de sol surgindo pela janela do quarto. Uma hora depois seus dois amigos bateram a porta de seu quarto, dizendo que estava na hora de darem o fora. Você se vestiu, deixou Kayla para trás dormindo feito uma pedra. Mathiew e Rourke comemoraram a noite que tiveram, parece que todos se deram bem. Ao saírem pela mansão vocês se depararam com o dono do lugar. O cara estava com uma aparência péssima devido à bebedeira, mas não parecia arrependido já que uma garota qualquer o "chupava" enquanto ele tomava um suco de laranja para curar a ressaca.

- Bela festa, Zack. - Mathiew elogiou enquanto saíam.

- Vai na paz, irmão. - Zack respondeu com a voz um pouco grogue.

Ao subirem no conversível que Rourke arranjou para trazê-los até aquele lugar, seus amigos surgeriram um novo destino, mas você disse a eles que teria de quebrar um galho para o seu mentor. Sabendo como Gigante-Fantasma era quando ficava zangado, eles não fizeram nenhuma objeção. Pelo contrário, pisaram fundo no acelerador e te deram uma carona até o lugar. No caminho pararam em lanchonetes para repor as energias, pegaram um bronze na beira da estrada enquanto o carro esfriava e foram conhecer alguns pontos turísticos. Chegaram ao lugar apenas quando era noite. Seus amigos se despediram e se colocaram a sua disposição caso pintasse algum problema. Você sai do carro e eles se vão, para onde só Deus sabe.

off: Na sua próxima postagem, informe o que você está carregando consigo, o que é dedicado e o que não é.

Você está agora diante de um velho armazém erguido em tijolos, com um grande galpão aos fundos. Se encaminhou até a entrada, e viu que na porta aberta lhe aguardavam duas pessoas. Uma loirinha gata com uma tatuagem dos Andarilhos do Asfalto no ombro e um grandalhão de cabelos loiros que você provavelmente encontraria em alguma assembléia de sua tribo.

- Quem é você? - A loira pergunta, não parecia o tipo de mulher com quem se brinca.


Encanto-Feérico:
Puto da vida, você enterra o infeliz de um modo que ninguém jamais acharia o corpo. Então volta pra casa e põe System pra tocar. Suite-Pee começar a rolar, e embora não fosse uma música muito aconselhável para se ouvir às 4 da manhã num bairro cheio de cristãos, a letra parecia adequada para o seu estado de espírito.

"Eu quero fuder do meu jeito o caminho para o jardim!!!
porque todos precisam de um filho de uma... PUTA!!!"

O telefone toca no fim da música, você pretendia ignorar, mas o conteúdo da mensagem chama a sua atenção. Você desliga o som, atende a chamada.

- Ah, garoto, é você. Escute com atenção. Eles sabem onde você mora, saia daí imediatamente e venha para Vancouver. Estaremos aguardando por você aqui. Ajudaremos sua mãe juntos. - Disse o homem atrás da linha.

Ele desliga o telefone, e você percebe que foi uma ligação oculta. Logo falar com a telefonista não deu em nada. Você se dirige ao Caern, assusta os membros com sua história e lhes pede ajuda. Mas os Anciões, com vergonha, lembram a Litânia para você: Não serás um fardo para teu povo. Sua mãe era uma Garou importante e querida por todos, mas seria extremamente insensato arriscar a vida de outros para salvar a vida de uma só irmã de idade elevada.


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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Edson F. em Qui 31 Jul 2014 - 12:33

Nick sai do quarto com seus dois aliados, Matthew e Rourke, no caminho encontram o dono da mansão, ainda parecia meio embriagado, a noite fora realmente boa para todos, não há muito o que falar, logo o cara esquecerá de tudo o que foi dito.

- Valeu Zack, até a próxima.

Nick pensa como será a dor de cabeça que o cara terá que enfrentar, por sorte ele tem um pouco de resistência a álcool. O três seguem até o carro que Rourke arrumou. Depois de idas e vindas, eles chegam ao local só a noite. Nick se vê em frente a um velho armazém, logo na porta vê uma loira um cara grandão.

- Quem é você?

Nick sabe que são Garous, pela tatuagem que a mulher possui no ombro, se não estiver enganado ela é uma Andarilha do Asfalto. Nick começa a se perguntar se está na tribo certa, ele não anda muito com malas, apenas a roupa do corpo, uma blusa de manga comprida, calça jeans, ambos dedicados, já passou pela experiência de ficar pelado após uma transformação, não é humilhante, mas é desconfortável, carteira com algum dinheiro, celular e só, mas seu principal item mesmo é seu martelo, também dedicado, é um fetiche poderoso, ele se encontra tatuado em suas costas.

- Sou Fenris O Caçador, foi indicado para uma missão por Gigante-Fantasma, um amigo precisava de sua ajuda e ele me enviou.

Nick tira o celular do bolso e mostra a mensagem de seu Mentor com o endereço.

- E você, posso saber seu nome?!




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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Klauss Krugger em Qui 31 Jul 2014 - 17:37

Ramone escreveu:- Vá, meu rapaz, considere isso como uns dias de folga. - Sorriu Garras de Sangue, dando tapinhas nas suas costas perto da região onde seu adversário lhe atingira.

*Klauss se levanta e sorri enquanto acena com a cabeça positivamente a seguir caminha calmamente em direção a antiga cabana de seu antepassado.*

(As vezes não entendo esse cara... ele sabe que almejo seu posto... sabe que o considero indigno de empunhar  Caça-Lança e mesmo assim ele ainda me trata bem e me ajuda .. )

*Klauss entra na antiga cabana de seu antepassado e pega seus poucos pertences, veste suas roupas dedicadas confere sua Klaive, a Presa de Fenrir, que o acompanha desde a morte de seu avó, pega algumas roupas extras e uma jaqueta de couro antiga no armário de roupas de seu avó e mais algumas roupas reservas e coloca em sua mochila e caminha para a saída do caern em direção a rodovia. Demorou um pouco, a ultima vez que precisou mochilar Fenris não o havia abençoado tanto, sabe que com seu atual físico isso se tornaria cada vez mais difícil, até um caminhoneiro parar, mesmo que precisasse ajudar a descarregar o caminhão ficou feliz com a carona. Apesar do motorista não falar muito, não que Klauss se importasse com isso pelo menos a música era de boa qualidade.*

Ramone escreveu: Quem é você? - Ela pergunta.

Você se identifica, mostra a ela a foto de seu avô com o homem negro. A pesada porta se abre, e ali você vê uma jovem loira de cabelos curtos. No ombro dela havia uma tatuagem com o simbolo dos Andarilhos, e dava para supor que fosse uma Garou. Não parecia grande coisa em batalha, mas parecia saber se virar sozinha.

- Entra aí. - Ela disse.

*Klauss entra e após se identifica  e mesmo antes de conseguir fazer qualquer pergunta chega mais um garou.*

Ramone escreveu:- Amigo seu? - A mulher pergunta.

*Klauss não fala nada mais nega com a cabeça.*

Edson F. escreveu:- Sou Fenris O Caçador, foi indicado para uma missão por Gigante-Fantasma, um amigo precisava de sua ajuda e ele me enviou.

(Mais um Fenris, é a coisa deve realmente ser grave,  pelo menos deveria ter se apresentado corretamente...)

Edson F. escreveu:Nick tira o celular do bolso e mostra a mensagem de seu Mentor com o endereço.

- E você, posso saber seu nome?!

*Klauss espera pela resposta da mulher em seguida estende sua mão direita para cumprimentar Fenris.*

Klauss -- Sou Klauss Krugger, chamado Justiça de Prata, nascido entre os homens, ahroun, cliath dos Crias de Fenris, alfa da matilha do Camaleão, pertencente ao campo Presas de Garm.


Última edição por Klauss Krugger em Sab 2 Ago 2014 - 8:07, editado 1 vez(es)


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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Lua em Sex 1 Ago 2014 - 10:32

Ramone escreveu:Você não queria passar pela mesma tortuosa viagem que fez do Japão ao Canadá, mas só consegui um vôo de volta sem escalas para amanhã. Isso não era tão ruim, a cidade era linda, e você a colocou numa lista de possíveis lugares para se viver. Aproveitou o dia livre para ir ao shopping comprar algumas roupas e lembrancinhas para Midori. Havia tanto entretenimento por todos os cantos que você se distraiu, acabou voltando para casa muito tarde, cheia de sacolas da Victoria's Secret e da Gucci na mão.

Mitzuki tinha um dia inteiro para aproveitar a cidade. Ela gostava de cidades grandes e estava muito animada com Vancouver. Definitivamente se um dia deixasse Tóquio podia mudar-se para ali. Era sua primeira viagem ao continente americano e ela queria aproveitar. Pensou na oferta de Ian de mostrar-lhe a cidade. Enumerou mentalmente as vantagens de conhecer um lugar através de um morador, mas, ahhh, que chatice. Seguramente no passeio estava subentendida uma "segunda parte". Pensou no tema. Na verdade já era hora de deixar os garotos se aproximarem e, bem, "resolver a questão". Mas ela queria conhecer a cidade, e só a idéia de outro ser humano  tagarelando a seu lado já lhe enchia de ódio. Comprou um guia turístico.

Foi a um shopping. Ali pediu a uma vendedora que lhe ajudasse com presentes para Midori e os filhos dela. Levou coisas de boa qualidade, impessoais e do tipo que agrada a todos. Não tinha muito interesse na prima, mas era bom manter o contato.  Depois tomou um lanche e se dedicou a olhar as pessoas passando. Contou quantos eram gordos, quantos eram loiros, quantos eram narigudos, quantos não pareciam ocidentais e assim por diante. Ficou muito tempo entretida nisso, contando e calculando porcentagens. Não que usasse os dados para alguma coisa. Ela não era o tipo genial, mas gostava de padroes, era divertido.

Para finalizar comprou roupas. Isso também a agradava. Talvez porque expressar-se através das roupas compensasse sua dificuldade com as emoçoes. Antes de viajar havia comprado uma blusa blanca com um laço preto, uma saia rodada cinza, meias brancas e sapatinhos que pareciam de boneca. Uma roupa que evocava o uniforme das colegiais. Ela sabia que isso atingia os homens velhos com a precisão de uma adaga.  E o senhor Noburo sempre dizia que ela tinha que aprender a seduzir, que, no caso dela, era parte do trabalho. Ela concordava.

Entrou na Victoria's Secret. Dessa vez decidiu deixar a lingerie de adolescente de lado e comprar coisas de adulta. Pediu para a vendedora mostrar-lhe o que as mulheres mais pediam quando queriam seduzir. Prestou atençao às suas sugestoes com a concentração e frieza de quem compra um armamento novo. Com aquele tipo de coisa, dizia o senhor Noburo, ela podia seduzir como uma louva-a-deus e depois arrancar os miolos do parceiro. Mmmm…. mas que tédio! Não podia pular direto para os miolos?


Entrou no saguão do apartamento em que se instalou, e ao chamar pelo elevador, todas as luzes do prédio se apagaram. Aquilo era estranho, pois nem o gerador reserva funcionou.

- Me desculpe pelo transtorno, senhorita Ookami, eu realmente não sei o que está acontecendo, mas logo daremos um jeito nisso. - Informou o zelador ao passar por você. - Maldita parte elétrica. - Ele resmungou enquanto desaparecia por um corredor.

Sem muitas opções você decidiu subir pelas escadas. Seu apartamento ficava no quinto andar, não seria problema para alguém como você subir alguns lances de escadas. O lugar era silencioso, iluminado apenas por uma lâmpada fluorescente. Para combater o silêncio você assoviou uma música de sua J-band favorita em Tokio, e foi na escadaria do quarto andar que começou a perceber que seus assovios já não eram o único som naquele lugar. Batuques de passos que subiam as escadarias logo abaixo de você começaram a soar. Curiosa, você parou para ver quem era, e viu uma mão esverdeada de aparência grotesca deslizar pelo o corrimão. A princípio você levou um susto, mas logo se controlou, pensando que talvez pudesse dar conta da situação. Ele já está no segundo andar. Então seu celular toca, lhe dando um baita susto naquele tenso momento. Era Ian. Você estava prestes a dizer a ele que agora não era o momento, quando ele diz de uma vez:

- Olá, Ian, escuta, agora eu … Mitzuki começou a responder. Sua cabeça no entanto estava na estranha criatura. Estava fascinada, queria seguí-la, destripá-la, entender melhor como estava formada.

- Mizuki, confie em mim. Corra. Corra para o terraço agora mesmo!  http://lobisomemoapocalipse.livreforum.com/post#

Ele parecia a par da situação em que você se encontrava. Você lhe perguntou o por que, mas a ligação caiu. Por um instante você hesitou, e nesse mesmo instante a criatura que subia pôs a cabeça no vão entre as escadas para olhar para o alto e observá-la. Era um dos seres mais horrendos com que você se deparou, e se você não pertencesse àquele mundo sobrenatural também, provavelmente teria enlouquecido só de olhar para ele. Finalmente você decidiu seguir o conselho de Ian e correr, pensou em se esconder em seu apartamento, mas a porta de acesso ao seu andar estava trancafiada por correntes pesadas. Você se perguntou o por que, mas aquele momento de demora quase lhe custou caro quando a criatura surgiu atrás de você e quase lhe agarrou. Era uma espécie de humanóide de pele esverdeada e cheira de rugas. Estava nu e seu corpo era totalmente desprovido de pelos. De sua boca escorria uma espécie de saliva que parecia tóxima ao borbulhar e expelir fumaça. Você novamente correu. Era mais rápida do que ele, mas para onde iria depois do terraço? Por fim chegou ao topo do prédio, onde se viu encurralada pela criatura que surgiu logo atrás de você. Você estava prestes a passar para Crinos e se arriscar num combate, quando um helicóptero surgiu ao lado do prédio. Ian estava lá, estendendo a mão para você.

- Mitzuki! Vem! - Ele gritou para que sua voz se elevasse acima do ensudercedor barulho das élices.

Com a ajuda de seus tênis aéreos, Mitzuki da um salto,  tentando alcançar a mão estendida de Ian.


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Re: A Queda de Babel

Mensagem  viracopos em Dom 3 Ago 2014 - 14:43

ramone escreveu:Você se dirige ao Caern, assusta os membros com sua história e lhes pede ajuda. Mas os Anciões, com vergonha, lembram a Litânia para você: Não serás um fardo para teu povo. Sua mãe era uma Garou importante e querida por todos, mas seria extremamente insensato arriscar a vida de outros para salvar a vida de uma só irmã de idade elevada


Como um bom Ragabash Tony os lembra um ponto da Litania para que eles nao se esquecam , ja que es esquceram dos seus  

Ora, ora senhores, ja que vós me lembrais prontamente um trecho da nossa linha de frente, que nos impede de cair em trevas em tempos tenebrosos servindo como uma bussola ou candeeiro , isso e muito reconfortante, obrigado por trazer paz e consolo ao meu coracao Fianna, mas se me permitem, acho que um trecho foi pulado, talvez devido ao alarde que fiz , entretanto nao tem uma passagem, nao sei, nao sou Philodox , e se tiver um que corrija se eu estiver divagando, hum,.. nao tem um trecho na Litania, nome bonito , né? Imponente que versa sobre, Combate a Wyrm Onde Ela Estiver e Sempre Que Proliferar, e tem tambem algo sobre Respeita o Território do Próximo, sabe como é ne apesar de eu estar ocupado em resolver certas questoes, nao seria de bom tom eu no calor da batalha, ah! que hilario um Ragabash como eu falandoi de batalha , kkkk pareco ate um Fenrir, e se eu desrespeitasse uma ou dez regras do territorio alheio, bom antes de punirem com certeza vao querer saber de onde eu venho, quem foi o irreseponsavel que me criou, quem a educou, de Caern somos, quem sao os lideres, ancioes, e eu como nao sou baú contarei tudinho, e depois deum rito de contricao basico em poucas horas estaremos assando um cervo e bebendo da melhor cerveja do Caern, agora quanto a voces, digo senhores, nao acham que pega mal, e quando roubarem a neta da ancia, ou a filha do alfa do Caern sera , ou quando sequestrarem um de voces, obrigado senhores, tchau!

- téigh go dtí cac, damnaigh d'aois, (vao a merda malditos velhos)

Caso nao sejas interrompido ou preso, Tony, vai pra casa revirar as coisas de sua mae sobretudo fotos na tentativa de obter alguma coisa, e durante a revista ele se lembra de um bau na cabana de sua mae o qual ele ainda nao abriu, enquanto esta em sua casa ele procura tambem por chaves que possam abir-lo e caso ele nao encontre nada produtivo ira pra cabana, e no mieo disso tudo ele tenta nao perder muito tempo poius na pode perder o voo pra Vancouver



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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Daniel Ramone em Seg 4 Ago 2014 - 22:26

Nick e Klauss:
A loira observa Nick, e ele pode notar um pouco de sinismo no olhar dela após sua resposta.

- E por que o próprio Gigante-Fantasma não veio? - Ela pergunta, verificando a mensagem sem dar muita importancia para o endereço no aparelho.

Ela aguarda por sua resposta. Klauss e se apresenta corretamente, e em seguida a mulher se apresenta aos dois:

- Ok. Esperávamos por Garou de posto mais elevado, mas se a lendas sobre os filhos de Fenris são verdadeiras, creio que não estamos mal. Eu sou Emma Guerreira-dos-Becos, ahroun dos Andarilhos do Asfalto. Venham comigo. - Ela pede educada, mas estritamente formal.

Emma guia vocês por um jogo de corredores que levam até o interior do galpão que vocês viram aos fundos do armazem. Lá vocês se deparam com um vasto espaço de formato quadrado. Algumas caixas de madeira, cujo conteúdo não é possível identificar, estão empilhadas, formando desde paredes até grandes colunas. Há um andar acima de vocês, constituído de apenas um simples escritório e corredores com corrimão de ferro, abrigando algumas pessoas que riem maliciosamente com a presença de vocês.

- Ei, Emma! É só isso que temos? Dois caras? - Um deles pergunta com zombaria.

Emma ignora a zombaria, levando vocês ao centro do galpão. Em seguida vocês ouvem a porta do escritório no segundo andar se abrir, e notam um homem negro e robusto se encaminhar para fora com uma pasta na mão. Ele passa por trás das pessoas acima de vocês e dá um tapa no pescoço daquele que fez a zombaria. Os outros riem enquanto o homem negro desce por uma escada de ferro ligada à parede.

- Olá, como vão? Eu sou Furta-dados-da-Rede, ancião Ragabash dos Andarilhos do Asfalto, líder ancião deste caern. - Ele se apresenta cordial. - Você deve ser Klauss, neto de Martelo-da-Justiça. Por Gaia, é como estar olhando para o próprio a quarenta anos atrás. - Ele diz, estendendo a mão para Klauss. - Você é... Você eu não conheço. - Diz ele, estendendo a mão para Nick mesmo assim.



Mitzuki:
Você dá uma última olhada para trás, vendo a criatura se aproximar com seus movimentos canhestro. Ian grita novamente, mas você já estava em movimento, correndo mais rápido e mais rápido na esperança de que o salto seja suficiente. E é. O helicóptero estava bem próximo ao prédio e seus tênis-fetiche não chegam a ser necessários. Ian demonstra agilidade e força ao segurá-la, trazendo você para o interior do veículo. Um pouco assustada, você se mantém calada por um instante, observando seu prédio pela janela da porta. Atrás dele, a alguns quilômetros de distância, você nota a sombra de uma torre gigantesca, cuja ponta se perde nas nuvens escuras. Você já ouviu falar sobre aquele lugar, havia propagandas sobre ele por todas as partes: Babel.

- Você está bem? Tenho más notícias. Babel está com seu pai, querem recrutá-lo para um trabalho. Acredito que ele esteja dificultando as coisas, por isso enviaram esse Fomori para pegá-la.


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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Daniel Ramone em Seg 4 Ago 2014 - 22:28

Encanto-Feérico:
Embora alguns tenham interpretado sua resposta como ofensiva, eles contém a hostilidade em respeito a sua mãe e ao momento pelo qual você está passando. O Guardião das Leis balança a cabeça negativamente, mas se abstem de qualquer comentário. Você enfim volta para a casa de Merlinda, vasculha tudo, mas nada encontra de relevante. Ao se cansar de procurar, você pega o dinheiro que ganhou no jogo e vai até o aeroporto mais próximo. Compra uma passagem só de ida num vôo sem escalas até Vancouver. Sua viagem é bem tranquila, você até pega no sono, mas acorda no instante seguinte pois os pesadelos só lhe trazem más profecias do quanto sua mãe podem estar sofrendo nas mãos dos captores. Você chega até Vancouver ao entardecer, mas se dá conta de que o cara do outro lado da linha não lhe deu nenhum endereço ou ponto de referência. Você estava transtornado demais para pedir, e agora lamenta este erro, quando um furgão todo preto surge do seu lado, andando lentamente. Ele abaixa o vidro preto, e de dentro surge a cabeça de um homem caucasiano usando boina do exército.

- Você é o filho da Merlinda? Se for, entra na droga do carro, e sem perguntas. - Ele diz. - Maldita enchaqueca.



Ryan:
- Você está pronto?- Olhos-da-Tempestade grita do andar debaixo.

Você desce, e vê que ela está particularmente bela naquela manhã, metida num vestido lilás com os cabelos soltos. Ela se aproxima e segura seu rosto com ambas as mãos e diz:

- Se quiser ficar, eu vou entender. Esta missão é coisa de gente grande, meu aliado da cidade não me deu muitas informações além disso.

Independente de sua resposta, Olhos-da-Tempestade caminha até a porta. Ao chegar, seu rosto muda de sereno para preocupado de repente. Caso você se aproxime, pode notar na escuridão daquela madruga cinco figuras se aproximando da propriedade com seus passos tortos. Olhos-da-Tempestade começa a rosnar para eles.


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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Lua em Ter 5 Ago 2014 - 15:09

Ramone escreveu:Você dá uma última olhada para trás, vendo a criatura se aproximar com seus movimentos canhestro. Ian grita novamente, mas você já estava em movimento, correndo mais rápido e mais rápido na esperança de que o salto seja suficiente. E é. O helicóptero estava bem próximo ao prédio e seus tênis-fetiche não chegam a ser necessários. Ian demonstra agilidade e força ao segurá-la, trazendo você para o interior do veículo. Um pouco assustada, você se mantém calada por um instante, observando seu prédio pela janela da porta. Atrás dele, a alguns quilômetros de distância, você nota a sombra de uma torre gigantesca, cuja ponta se perde nas nuvens escuras. Você já ouviu falar sobre aquele lugar, havia propagandas sobre ele por todas as partes: Babel.

- Você está bem? Tenho más notícias. Babel está com seu pai, querem recrutá-lo para um trabalho. Acredito que ele esteja dificultando as coisas, por isso enviaram esse Fomori para pegá-la.

Mitzuki olhava calada pela janela do helicóptero,  ainda recuperando o fôlego depois do salto. Por alguns momentos  perdeu-se em pensamentos. Era sua maneira de metabolizar a ameaça a seu pai: racionalizando, analisando, buscando dados.

Fomori… Entao a torre é mesmo coisa da Pentex… Que mais seria?  Tao grande e prometendo maravilhas  pelas maos da ciência? E meu pai foi capturado.  Minha mae estará desesperada. Que bom nao ter que lidar com minha mae desesperada. Meu pai é físico. Para que necessitariam de um grande físico? A lista de razoes é inesgotável…

Fez um esforço mental para lembrar das especialidades de seu pai no seu campo científico,  talvez trouxesse uma informaçao adicional.

Sabem que estou aqui apesar de sermos sermpre tao sigilosos. O velho é importante. Me seguiram. Nao, já sabiam que eu vinha.  O pacote… E por aí foi, como uma maquininha… Até que finalmente respondeu:.

- Estou bem, Ian, obrigada..

E de maneira incisiva:

- Agora me diga três coisas: quem é você, aonde estamos indo  e exatamente o que está acontecendo.
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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Zeta em Qua 6 Ago 2014 - 9:22

Eu acordo com a voz dela me chamando no andar de baixo, por um instante penso que ainda estou sonhando, mas conforme a realidade vem tomando conta de mim, percebo que estou quase atrasado para meu compromisso...

Há alguns dias fomos informados de estranhas ocorrências no Canadá. Querendo mostrar serviço (e também impressionar minha mentora), eu decido aceitar a tarefa.

- ESTOU QUASE PRONTO, SÓ UM SEGUNDO!!!

Eu jogo as cobertas para longe, me visto apressadamente e jogo os cabelos esculhambados para trás ainda enquanto desço da escada. Minha nossa, ela estava realmente linda neste dia. Aquele vestido... e os cabelos soltos... e aqueles olhos azuis me encarando.
Ela caminha até mim, e segura meu rosto. Por um segundo quase pensei que ela fosse me beijar, mas em vez disso apenas ficou me encarando com aquele olhar maternal de sempre.

- Se quiser ficar, eu vou entender. Esta missão é coisa de gente grande, meu aliado da cidade não me deu muitas informações além disso.

"Gente grande"?! Realmente, parece que ela me via apenas como um filho mesmo, mas isso apenas me dá ainda mais motivos para participar e mostrar meu valor.

- Não se preocupe comigo, eu sei me virar!

Olhos-da-Tempestade não parece me ouvir, em vez disso, sua atenção se volta para alguma coisa do lado de fora da casa, seu rosto demonstrando preocupação. Ela caminha até a porta e a abre, eu a sigo, para ver o que se trata. Ainda estava escuro lá fora, mas era possível ver cinco figuras cambaleantes vindo em nossa direção. Olhos-da-Tempestade solta um rosnado que deixa os pelos da minha nuca eriçados.

OFF: Se os cinco vultos representarem alguma ameaça (como por exemplo serem Fomoris) mudo para a forma de Galabro e fico na defensiva, esperando o comando dela.
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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Edson F. em Qua 6 Ago 2014 - 13:01

- E por que o próprio Gigante-Fantasma não veio? - Ela pergunta, verificando a mensagem sem dar muita importância para o endereço no aparelho.

- Não sei, ele é assim mesmo, se amarra em um desafio mas quando não está afim não está mesmo. Mas estou aqui e sei que dou conta.

Em seguida outro Garou se apresenta, parece ser um cara durão, claro que é, ele também é um Cria de Fenris.

- Ok. Esperávamos por Garou de posto mais elevado, mas se a lendas sobre os filhos de Fenris são verdadeiras, creio que não estamos mal. Eu sou Emma Guerreira-dos-Becos, ahroun dos Andarilhos do Asfalto. Venham comigo.

É só uma Andarilha do Asfalto e ainda assim quer exigir demais, será que ao menos são bons em batalhas? Gostaria de descobrir...

Nick prefere não falar nada em voz alta e fica sozinho com seus pensamentos. Ele segue Emma, passando por corredores até o interior do galpão, o lugar é bem amplo parece mais um depósito, com muitas caixas, não sabe se isso é hábito dos Andarilhos ou se realmente tem algo nas caixas, algumas pessoas que já estavam no interior do galpão soltam piadinhas. Nick os encara por alguns segundos.

- Ei, Emma! É só isso que temos? Dois caras? - Um deles pergunta com zombaria.

Mais Andarilhos? Poderia acabar com os dois sozinho.

Ao chegarem ao local se deparam com um homem grandalhão negro.

- Olá, como vão? Eu sou Furta-dados-da-Rede, ancião Ragabash dos Andarilhos do Asfalto, líder ancião deste caern. Você deve ser Klauss, neto de Martelo-da-Justiça. Por Gaia, é como estar olhando para o próprio a quarenta anos atrás. Você é... Você eu não conheço.

Nick aperta sua mão ao mesmo tempo que se apresenta.

- Sou o pupilo de Gigante Fantasma, ele me mandou em seu lugar, Fenris O Caçador, Ahroun dos Crias de Fenris.




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Re: A Queda de Babel

Mensagem  viracopos em Qui 7 Ago 2014 - 21:46

Tony realmente esta transtornado e so o fato de ouvir sua mae o faz entrar sem pensar e apos faze-lo observa melhor quem sao e comeca a tsunami de perguntas:
-Quem sao voces ?
-Como conhecem minha mae?
-Por que eles a pegaram?
-De onde a conhecem?
-Que tribo sao?

A medida que o jovem ragabash fala sua voz vai alterando revelando seu estado emocional ela vai alterado passando de uma possivel depressao para nervosismo indo para um choro acuado ate terminar com um comentario um tanto desconcertante, sem mencionar que durante suas perguntas seu vai ooscilando para glabro aos presentes que ele nao estanem ai pra coisas como veu
E entao senhores quem vamos matar primeiro, preciso de trepar com uma bela vadia ha ha ha ha ha ha !!!!!!



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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Klauss Krugger em Sex 8 Ago 2014 - 7:35

Ramone escreveu:Emma guia vocês por um jogo de corredores que levam até o interior do galpão que vocês viram aos fundos do armazem. Lá vocês se deparam com um vasto espaço de formato quadrado. Algumas caixas de madeira, cujo conteúdo não é possível identificar, estão empilhadas, formando desde paredes até grandes colunas. Há um andar acima de vocês, constituído de apenas um simples escritório e corredores com corrimão de ferro, abrigando algumas pessoas que riem maliciosamente com a presença de vocês.

- Ei, Emma! É só isso que temos? Dois caras? - Um deles pergunta com zombaria.

*Klauss fica por ultimo na fila enquanto caminham dentro do galpão e observa cautelosamente tudo ao redor, vendo entradas e saidas alternativas e observando as pessoas dentro do galpão, o que fazem e como se comportam com a chegada de 2 estranhos. E quando um deles faz um comentário zombeteiro se contém*

(Idiota, onde você vê dois caras eu vejo dois guerreiros Fenrir, já tive várias missões ao lado de vários irmãos de tribo e nunca me desapontei, creio que essa não vai ser a primeira vez).

*Os três continuam a caminhada até chegar ao escritório, onde encontra o homem negro da foto com seu avó.*

Ramone escreveu:- Olá, como vão? Eu sou Furta-dados-da-Rede, ancião Ragabash dos Andarilhos do Asfalto, líder ancião deste caern. - Ele se apresenta cordial. - Você deve ser Klauss, neto de Martelo-da-Justiça. Por Gaia, é como estar olhando para o próprio a quarenta anos atrás. - Ele diz, estendendo a mão para Klauss.

*Klauss estende a mão e cumprimenta com uma ameaça de sorriso nos lábios, enquanto da uma boa olhada dentro do escritório, em seguida se cala novamente esperando a conversade Furta-dados com Fenris acabar. *

Klauss -- Sou Klauss Krugger, chamado Justiça de Prata, nascido entre os homens, ahroun, cliath dos Crias de Fenris, alfa da matilha do Camaleão, pertencente ao campo Presas de Garm, espero estar a altura de suas expectativas.



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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Daniel Ramone em Sex 8 Ago 2014 - 12:01

Mitzuki :
Apesar de todos os apuros e da notícia horrível que recebeu você se manteve fria, era uma característica de sua cultura responder com sabedoria as armadilhas impostas pelo destino. Você pensa sobre seu pai, sua mãe, sobre a razão de isso estar acontecendo justo com você. Ao pensar nas especializações de seu pai, você se lembra de um velho amigo dele dizendo que ele era bom tanto no campo teórico quanto experimental. Expecializações assim são extremamente requisitadas para trabalhos com orgivas nucleares e bombas de potência em larga escala. Pensando nisso você começa a se questionar os motivos por ter sido escolhida para aquela missão, a questionar a índole de seu contratante. Ele pousa a mão dele sobre a sua quando você agradece, então você faz suas perguntas.

- Meu nome é Ian, e isso é mais do que posso revelar sobre mim. Neste momento estamos indo para um lugar onde você possa estar segura, com outros de sua espécie. O que está acontecendo eu não sei ao certo, mas tenha paciência, meu chefe lhe dará todas as respostas de que precisa, e tenho certeza de que ele fornecerá toda a ajuda possível para que você recupere seu pai. - Respondeu ele.

O helicóptero é rápido, rasga o céu noturno como uma libélula barulhenta. 5 minutos depois vocês parecem ter chegado ao destino que Ian lhe prometeu. O piloto pousa sobre uma área aberta nos fundos de um armazém. Alí um homem faz sinal com algumas lanternas para indicar o local de pouso. Enquanto as hélices param, vocês desembarcam, e Ian lhe guia até o interior do galpão do armazém, adentrando por uma grande porta por onde normalmente os caminhões de pequeno porte entram para carregar e descarregar. Ao entrarem, você nota um local delimitado por milhares de caixas de madeira. Entre elas você identifica quatro pessoas, dois grandalhões sarados e de olhar predatório. Um possuía cabelos pretos e olhos castanhos, vestia uma blusa de manga cumprida e uma calça jeans, possuía um bronzeado típico dos nativos da América do Sul. O outro tinha cabelos loiros e olhos azuis, parecia jovem, mas era muito alto. Os outros dois são um velho negro de porte físico avantajado e uma loira que poderia fazer o papel das valentonas da escolas em filmes americanos. Do alto daquele grande armazém você ouve assovios provocativos, e ao olhar você nota alguns jovens de todos os sexos olhando tanto para você quanto para aqueles dois jovens que você notou.

- Ah, Ian, você finalmente chegou, e vejo que trouxe a jovem filha de Ookami com você. - Disse o velho negro, aproximando-se de vocês. - Eu sou Forta-dados-da-Rede, ancião ragabash dos Andarilhos do Asfalto. Sinto pelo o que aconteceu a seu pai, mas posso lhe garantir que medidas já estão sendo tomadas para resolver essa situação. Espero que você possa fazer parte disto. - Diz ele, dirigindo-se a você agora.


Ryan:
O dia prometia ser muito bom quando você abriu seus olhos. Você sabia que era hora de embarcar numa missão com sua mentora, e só o fato de ela estar envolvida queria dizer que seria algo muito perigoso, mas você estava bem animado, queria impressioná-la. Ao se arrumar, você desce as escadas correndo e encontra Olhos-da-Tempestade lá embaixo. Ela compreensiva e direta com você ao lhe dar a escolha de ficar para o seu próprio bem. Você dá a resposta que qualquer adolescente sem muito discernimento de perigo daria e ela sorri tragicamente, mas acaba concordando com você. Pensativa ela caminhou até a porta, e levou um pequeno susto. A se juntar a ela você entendeu o porque. Figuras se aproximavam da casa. Você tinha dúvidas de que fossem inimigos, contudo o rosnado de sua mentora deixou isso bem claro. Enquanto você passava para sua forma Glabro, ela já saltava e mudava para Crinos, avançando sobre os seres medonhos que invadiam sua propriedade. De longe você nota que as criaturas são humanóides estranhos, de pele enrugada e esverdeada, comportam-se como bestas apesar de lembrarem homens.

off: Olhos-da-Tempestade age primeiro, você em segundo e as criaturas depois. descreva qual será sua ação.


Status - Forma Glabro:
- Força: 4
- Destreza: 2
- Vigor: 4

- Aparência: 2
- Manipulação: 2

FÚRIA: 6
GNOSE: 4
FORÇA DE VONTADE: 6

Escoriado
Machucado
Ferido
Ferido Gravemente
Aleijado
Incapacitado



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- Miranda

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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Daniel Ramone em Sex 8 Ago 2014 - 12:03

Nick e Klauss:
Nick esperava uma reação mais séria do velho negro ao contar sobre a atitude de seu mentor, mas Furta-dados-da-Rede reage com uma curta gargalhada.

- Aquele filho da mãe. - Ele diz nostalgico.

Ao analisar o galpão, Klauss nota que as únicas saídas são a mesma porta por onde entrou e um grande portão de ferro por onde pequenos caminhões deviam entrar para carregar e descarregar os caixotes que o cercavam. Você nota também que os membros daquela seita estão todos no corredor acima de sua cabeça, e que são em sua maioria tão jovens quanto você. O que fazem? Sobre algumas caixas próximas a você nota algumas cartas de baralho jogadas e uma caixinha com pedras de dominó. Um pouco distante você ouve uma tv ligada no talk show do David Letterman, entrevista com alguma atriz de voz irritante. Você percebe que o comportamento dos jovens é muito rude, típico de Garous novos, típico de choques culturais entre as tribos da nação.

off: Nick nota o mesmo, caso analise o local.

Vocês dois detestaram ouvir a gracinha daquele jovem, em suas mentes lhe fizeram juras de tortura e morte, mas acharam melhor deixar passar em prol de uma boa política com a seita que os estava recebendo. Vocês estavam no andar de baixo, e quando Klauss olha para o escritório que ficava lá encima, não vê nada de muito diferente do pouco ângulo que tinha, um armário de ferro e uma escrivaninha.

- Seja bem-vindo, Fenris-o-Caçador. De qualquer forma é um prazer conhecê-lo. - O velho diz a Nick. - E Klauss, tenho que ser sincero ao dizer que contava muito com seu avô, mas sou um entusiasta da nova geração, e tenho certeza de que se a maçã não caiu muito longe você será perfeitamente capaz de desempenhar o papel que esperamos de um bom Fenrir.

De repente o portão de ferro nos fundos do armazém se abre. Um jovem que não tinha nenhum traço Garou adentra o local com uma jovem oriental ao seu lado. Ela tinha 17 anos, vestinha uma blusa longa e calças jens. Era muito bonita aos olhos com seus cabelos negros e a pele pálida, mas a alma de vocês a reconhece de uma forma mais fraternal, como uma irmã. Furta-dados-da-Rede pede licença e se afasta até os dois.

off: ação livre para vocês interagirem entre vocês e Emma.


Encanto-Feérico:
Transtornado, você se vê incapaz de agir de forma fria e racional. Despeja sobre o homem mil perguntas mesmo após ele dizer para não fazê-lo. Você vê o rosto do motorista ficar vermelho de ódio.

- Garoto, eu sou só o motorista. Agora entra na porcaria do carro antes que o doce humor da sua espécie comece a nos complicar!



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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Lua em Sex 8 Ago 2014 - 15:40

Mitzuki havia retirado a mão de debaixo da de Ian com a agilidade de um gato queimado.

Foi uma reação instintiva, menos que isso,  foi um reflexo que o cérebro, no momento, nem chegou a captar.

Depois sentiu muita  raiva de si mesma. Lembrou-se da resolução que havia tomado no shopping e lamentou não tê-la deixado ali mesmo, quietinha, ainda  que sentisse como se a mão do rapaz pesasse um quilo.

Mas não importava, resignou-se. Havia coisas mais importantes em que concentrar-se.

Um pouco antes do gesto perturbador, ela havia recolhido uma migalha de informação da própria memória.

Havia se recordado de um amigo de seu pai elogiando-o em um jantar.  Dizia o homem  que, com seus conhecimentos teóricos e sua vocação para a aplicação prática,  o pai de Mitzuki poderia ter feito uma brilhante carreira no exército,  desenvolvendo armamentos nucleares. Lembrou que seu pai se posicionou imediatamente contra a idéia. Ele sempre havia sido muito crítico com cientistas que usavam seus conhecimentos para a guerra, mesmo quando eram seus ídolos profissionais.

Mitzuki comoveu-se um pouco.  Haveria de ser uma pressão tão grande como o rapto de sua unica filha para convencê-lo a ir contra seus ideias.  Lamentou nunca ter feito um esforço para aproximar-se dele. Como filha, portanto hierarquicamente inferior,  cabia a ela buscar um contato com o pai e não o contrário, teorizou.

Mas pensar dessa maneira era improdutivo. Agora tinha que imaginar como salvá-lo. Pôs suas engrenagens mentais para funcionar...


Se Ian disse "outros de sua espécie" é  porque ele não é garou! Mas, talvez, nem parente…

Mitzuki  assustou-se com o pensamento intempestivo, vindo do nada, quando se concentrava em outra coisa.

Olhou rapidamente para o rapaz, com o cantinho dos olhos puxados,  temendo que ele tivesse percebido alguma coisa. Parecia que não.

Voltou a concentrar-se no pai. Nao era só questão de salvá-lo, a coisa toda era uma nova missão que se apresentava. Por que aquelas pessoas  a ajudaram com o fomor? Seguramente não era apenas um oferecimento generoso. Em que estava se metendo?

Pensou nos seus companheiros garous no Japão. Era preciso avisar o senhor Noboru da mudança de planos. Pensou em como estariam os três sozinhos sem ela. Por um segundo imaginou o senhor Makoto provando a temperatura da água do banho do senhor Noburo e o circunspecto senhor Tatsuya preparando-lhe o chá. Não conseguiu evitar um sorriso. Era muito grata aos velhinhos, mas definitivamente já estava na hora de um vôo solo.

Antes que pudesse pensar em contactá-los, percebeu que o helicóptero chegara ao destino. Pousaram na parte de trás de um armazém. Em seguida desembarcaram e seguiram até o interior de um galpão. O local estava cheio de caixas e Mitzuki começou automaticamente a traçar rotas por onde uma pessoa pequena como ela poderia escapar, caso houvesse problemas.

Notou que ali se encontravam dois grandalhões sarados, um moreno e um loiro, com olhares predadores. Mirou-os furtivamente,  rastreando informações mas evitando um confronto visual. Pareciam tão alheios ao lugar quanto ela.  Havia ainda um velho grande e uma loira com cara de valentona. Mitzuki ouvi assovios provocativos, mas não se alterou.  Não era de sua natureza importar-se muito com a opinião das pessoas. Essa frieza às vezes trazia problemas, mas em ocasiões com aquela era uma qualidade muito útil, permitindo-lhe manter o sangue frio.


Ramone escreveu:- Ah, Ian, você finalmente chegou, e vejo que trouxe a jovem filha de Ookami com você. - Disse o velho negro, aproximando-se de vocês. - Eu sou Forta-dados-da-Rede, ancião ragabash dos Andarilhos do Asfalto. Sinto pelo o que aconteceu a seu pai, mas posso lhe garantir que medidas já estão sendo tomadas para resolver essa situação. Espero que você possa fazer parte disto. - Diz ele, dirigindo-se a você agora.

- Mitzuki Ookami, "Lobo ao Luar", também ragabash dos Andarilhos do Asfalto, senhor - respondeu formalmente. E inclinou a cabeça numa pequena reverência.

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Re: A Queda de Babel

Mensagem  viracopos em Dom 10 Ago 2014 - 14:51

Tony entra no carro e fica quieto pensando no que o hoem disse, sobre sua especie, e ele reflete no tipo de gente q ue siua mae andava se metendo, ela ficou sumida um bom tempo e agora que retornara ja sumira de novo e ele nao estava la para protege-la isso e de fato deprimente para ele  que passa toda a viagem quieto e pensando nisso e principalmente pensando nos metodos que estariam utilizando com ela



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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Zeta em Dom 10 Ago 2014 - 16:56

O rosnado de Olhos-da-Tempestade já havia me alertado, os cinco vultos caminhando em nossa direção tinham forma humanoide, mas havia algo de estranho neles. Além de caminharem de forma estranha, enquanto eles se aproximavam, era possível ver, mesmo na escuridão da noite que não eram humanos, possuindo uma pele enrugada e esverdeada.

Imediatamente mudo para a forma de galabro, quando percebo que minha mentora corria em direção a eles, já transformando-se em Crinos, com Seu vestido lilás transformando-se em farrapos.

Ao ver a cena, também corro em direção ás criaturas, transformando-me em Crinos durante o caminho e golpeando a criatura mais próxima com as garras.


OFF: Só para ter uma ideia, qual a distância aproximada que as criaturas estão entre si? E qual a velocidade do deslocamento delas?
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Re: A Queda de Babel

Mensagem  Edson F. em Seg 11 Ago 2014 - 8:25

Pelo visto não há problemas em Nick ter vindo no lugar de Gigante-Fantasma. Nick observa bem o lugar, as saídas, os caixotes, os Garous em volta. Essas gracinhas incomodam e tudo parece ir a favor do seu Código de Honra, pelo visto essas jovens Garous não demonstram tantas habilidades, típico de quem fala demais.

- Seja bem-vindo, Fenris-o-Caçador. De qualquer forma é um prazer conhecê-lo. - O velho diz a Nick. - E Klauss, tenho que ser sincero ao dizer que contava muito com seu avô, mas sou um entusiasta da nova geração, e tenho certeza de que se a maçã não caiu muito longe você será perfeitamente capaz de desempenhar o papel que esperamos de um bom Fenrir.

Depois a porta do armazém se abre e vem mais alguém, uma jovem de aparência nova, muito bonita. Sem perder mais tempo, Nick se vira para Emma e faz a pergunta óbvia:

- Então, qual a nossa missão aqui?

Antes de obter uma resposta Nick se vira para Klauss.

- Klauss não é isso? Desculpe meus modos, não ter me apresentado antes foi grosseria, mas creio que trabalharemos juntos nisso, então é um prazer.

Nick estende a mão para Klauss.




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Re: A Queda de Babel

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