Ásia Central

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Re: Ásia Central

Mensagem  Veu Cinza em Qui 27 Nov 2014 - 7:49

Lua escreveu: Quando Joe deu sua resposta aos presas, Oleg nao entendeu nada e fechou a cara. Afanasiy gargalhou e disse que era digna dos mais brilhantes ragabashs.Por algum motivo Joe nao se sente muito bem com o comentario do Peregrino que mais parece um Fianna, e fala com um pequeno sorriso de caanto de labio para o mesmo:

-Meu bom companheiro de jornada, os filhos da lua risonha tem um proposito diferente , dos da lua matreira, assim como os filhos da lua oculta, tome cuidado para nao se confundir, o que no momento em questao pode gerar um mal estar, eu apenas respondi o que me fora indagado, so isso sem mais intencoes

Lua escreveu:No outro dia de manha, chamou-o: “Joe, há alguém que quero que você conheça”. Levou o garoto até a toca de Grimfang, apresentando-o como um dos theurges mais sábios da Rússia.  Era um homem de feiçoes asiáticas, muito velho, de bengala, que por sua sabedoria ainda mantinha o posto de Vigia. Recebeu-os calorosamente, com um grande sorriso. Chamava Anton de malchik (menino) e lembrava-se de quando era um filhote. Perguntou-lhe:

- Diga-me, malchik, é verdade o que andam falando do seu irmao?

- Nao… meu pai tem inimigos, sao intrigas… - Anton fez um esforço, mas Joe e Grimfang notaram que escondia algo. Anton era o tipo de pessoa que nao mente e, portanto, nao sabe mentir.

Assim que se deparou com o velho sabio Joe fitou-o em profundo silencio respeitosamente curvando sua cabeca, emocionando-se quase ao ponto de chorar e com a voz um pouco embargada, pronunciou baixinho:

-Namaste o nobre mestre, meus antepassados o reverenciam dentro de mim e quase nao podem conter suas emocoes, sao como as espumas de um a revolto que suavizam-se ao encontro do ar e do ceu muito obrigado

Lua escreveu:Ao saber que Joe consertava coisas, Grimfang disse:

- Ahhh, entao você vai me ajudar!. Ainda tenho umas pedras de sal, vamos fazer amuletos. Eu sei que vocês portadores nao gostam muito dessas coisas, mas em uma missao tao dura, vai ajudá-los.



Joe fala suavemente para o mestre escolhendo bem suas palavras, embora fale com naturalidade, pois nao tem intencao de bajula-lo:




-por  favor mestre, senhor devo dizer, nao se trata de nao gostar, nos nos colocamos no lugar deles, e nao conseguiríamos ficar muito tempo aprisionados em um lugar, au acho, mas no final esta,os prontos a fazer qualquer sacrificio, pois os mesmos estao ai e para serem feitos


Lua escreveu:Joe agradeceu ao sábio e levou para Anton os amuletos. Teve algumas horas livres até que o uivo de Oleg avisou que iam partir. Foi reunir-se com os  garous, mas no caminho viu algo errado: Leyda atacava Vicenzo! O braço dela era mais grosso que a coxa de dele mas nao foi isso que preocupou Joe, e sim que o totem do caern era o Abutre, que nao aceita brigas entre garous. Seria um insulto, tinha que agir.

Mais uma vez Joe agradece ao velho sabio e se retira com os amuletos para entyregar a Anton , entrega-o e se retira antes perguntando se ele deseja mais aulguma coisa, e desloca-se para qualquer parte do Caern quando presencia tamanho insulto ao totem do Caern, corre em direcao olhando para ver se encontra um Philodox ou alguem que possa chamar um pois no tacante as leis nao era o seu ponto forte, e ele se lembra de Alain e o grita
-Alain, Alain, onde voce esta?

Devido a corrida Joe estaria ofegante, mas como e bem vigoroso, isso parece nao o afetar ,muito ele corre concentrando-se nas sua borboletas criando o maximo possivel para acalmar os dois e distrai-los caso decidam ataca-lo ele vai criando e criando para que elas envolavam a todos os envolvidos na briga e salta para o meio dos dois empurrando-os e por mais estrando que possa parecer ele pronuncia-se como uma brisa:  

História mundial é composto principalmente de histórias repletas de hostilidade, vingança e ódio. Os rios de sangue derramado pelo homem em sua tentativa de tomar tudo para si mesmo e trazer todo mundo sob o polegar dele ainda precisam secar... De facto, quando olhamos para o passado, pode parecer como se a raça humana não possuiu nem um pingo de compaixão, tão cruel foram nossas ações.
Devemos aprender as lições da história, mas não devemos viver lá. A fusão da ciência e da espiritualidade nos ajudará a sair pelos corredores escuros do passado e para a luz da paz, harmonia e unidade.
Senhores por que brigam, ?
enquanto o fazem desrespeitam o totem deste lugar, caso nao sabiam que o poderoso abutre nao deseja violencia entre garous, por favor guardem sua furia para a wirm, despejem-na sobre os dancarinos da espiral negra
Nos somo um grupo que deve ser uma unidade, deixem diferencas de lado, nao importa o sexo e qual a tribo ou augurio sob o qual nasceram e sim o que fazem com ele, nao acham que o sangue de outrora ja foi o suficiente, se desrespeitam a casa q ual abrigam nao merecem pisar nela e isso que a wirm quer espreitando seus coracoes em cada detalhe sussurrando invejas e preconceitos, por favor temos um caern a salvar pensem nos que estao a nossa espera eu não desanimo por sua incapacidade de dissipar as trevas do mundo. Acendo minha pequena lâmpada e do um passo adiante. A gora chega e parem de envergonhar seus ancestrais


Joe da um brado, um urro pra  encerrar esta disputa idiota entre os dois caso as borboletas nao funcionem e diz nao ouviram Anton falar que e para partir ou se acovardaram e estao usando isso como desculpa, vamos  nosso inimigos estao ansiosos para sentir a marca de Luna em nossa existencia

OFF Joe usara repetidamente as borboletas de papel don de nivel 1 umas tres vezes para inundar o espaco com elas, e estara carisma ou manipulacao e labia, ou ate mesmo intimidacao se for o caso
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Re: Ásia Central

Mensagem  Alexyus em Sex 28 Nov 2014 - 19:55

Alaín chegou a tempo de ouvir o discurso de Joe, aproximando-se enquanto este prosseguia em seu raciocínio. O discurso transcedental dele estava correto, mas Triunfo de Gaia era mais prático e objetivo, além de um juiz mais frio e rigoroso. Enquanto Joe falava, Alaín invocou o Dom Domínio Eminente, preparando-se para julgar aquela disputa antes que ela se tornasse um combate de fato.

Colocando-se ao lado de Joe, bem perto dos dois brigões, ele invocou também sua Persuasão ao dar o aviso:

- Foco-sobre-a-Crise fala com sabedoria e acerto. Estamos nos preparando para lutar uma guerra, portanto não é hora de desafiar ninguém. Sua contenda é um insulto ao solo desse caern que nos acolheu, um desrespeito ao território do próximo. E para combater a Wyrm, precisaremos de nossas forças combinadas, portanto nenhum garou ferido ou morto será de ajuda. Quantos outros mandamentos da Litania vocês ainda pretendem arriscar antes de acabar com essa estupídez?

Alaín ergueu a cabeça com a autoridade, não de seu posto ou sua tribo, mas da lei mais antiga e sagrada da Nação Garou. Queria demonstrar que desafiá-la não era uma opção.
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Re: Ásia Central

Mensagem  Lua em Sab 29 Nov 2014 - 22:05

- Mas onde estao os cliaths? – perguntou Oleg irritado – já avisei que vamos partir.

Estavam reunidos na saída sul do caern. Afanasiy disse ao líder:

- Desculpe a franqueza, Antocha, mas você acostumou mal os cliaths. Essa molecada, se você trata como igual, abusa.

- Eu acho que eles estao longe de serem uma “molecada”.
– respondeu Anton - Lorcan, por favor, verifique se há algum problema.

***

Rolagem:
Lua rolou 7d10 para Leyda ataque e obteve 4 10 6 6 2 7 7
O Jogador obteve 5 sucesso(s) e 0 anulado(s) >>> Resultado: 5 sucesso(s)
Rolagens de Especialização: 1 [Dificuldade: 6]

Lua rolou 8d10 para Vicenzo bloqueio e obteve 5 1 6 2 7 3 1 5
O Jogador obteve 2 sucesso(s) e 2 anulado(s) >>> Resultado: Falha
Rolagens de Especialização: 0 [Dificuldade: 6]

rolou 10d10 para Leyda dano e obteve 8 9 4 5 2 4 9 1 5 1
O Jogador obteve 3 sucesso(s) e 2 anulado(s) - Resultado: 1 sucesso(s) [Dificuldade: 6] – Vigor (3) de Vicenzo: 0 dano.

Leyda atacou Vicenzo em hominideo; apesar de bruta, nao queria usar garras e dentes em um companheiro.  O galliard era bom de briga mas ela também era. Acabou dando sorte e encaixando um bom soco, que Vicenzo nao pôde bloquear. Doeu um pouco mas nao chegou a feri-lo e Leyda viu com desgosto que ele seguia inabalável.
Joe veio correndo, sem demonstrar cansaço. Concentrava-se em formar um enxame de borboletas de papel para separar o senhor das sombras e a fúria negra.
Alaín viu o que acontecia e correu ele também em direçao à briga.

Rolagem:
Lua rolou 5d10 para Vicenzo dom Encontrar a Criança Interior e obteve 7 1 6 3 1
O Jogador obteve 2 sucesso(s) e 2 anulado(s) - Resultado: Falha [Dificuldade: 5]

Lua rolou 4d10 para Joe dom borboletas de papel e obteve 9 1 5 5
O Jogador obteve 1 sucesso(s) e 1 anulado(s) >>> Resultado: Falha
Rolagens de Especialização: 0 [Dificuldade: 6]

A pesar dos esforços de Joe, poucas borboletas se formaram e acabaram se dispersando antes de chegar ao alvo.

Vicenzo tentou conter Leyda com o dom “Encontrar a criança interior” mas ela nao se deixou influenciar e preparava-se para atacá-lo novamente quando Joe saltou e se interpôs entre os dois, urrando.

A presença física de Joe e suas palavras momentaneamente detiveram Leyda, mas ele ainda nao era hábil o suficiente para conter uma cabeça-dura como ela por muito tempo. *

Rolagem:
Lua rolou 5d10 para Alaín dom Domínio Eminente e obteve 7 10 10 5 5
O Jogador obteve 3 sucesso(s) e 0 anulado(s) - Resultado: 3 sucesso(s) [Dificuldade: 7]

Alaín interveio nesse momento. Sua presença inspirava  segurança, autoridade e nobreza e impressionou a todos. Leyda se deteve, prestando atençao ao que ele dizia.

Rolagem:
Lua rolou 6d10 para Alain dom Persuasao e obteve 6 3 2 7 7 6
O Jogador obteve 4 sucesso(s) e 0 anulado(s) >>> Resultado: 4 sucesso(s)
Rolagens de Especialização: 0 [Dificuldade: 6]


Alexyus escreveu:- Foco-sobre-a-Crise fala com sabedoria e acerto. Estamos nos preparando para lutar uma guerra, portanto não é hora de desafiar ninguém. Sua contenda é um insulto ao solo desse caern que nos acolheu, um desrespeito ao território do próximo. E para combater a Wyrm, precisaremos de nossas forças combinadas, portanto nenhum garou ferido ou morto será de ajuda. Quantos outros mandamentos da Litania vocês ainda pretendem arriscar antes de acabar com essa estupidez?

Suas palavras causaram um forte impacto em Leyda, que balbuciou: “você tem razão, eu nao devia me preocupar com favoritismos nessa hora, há inocentes para salvar, e talvez tenha exagerado na desconfiança… Desculpe-me, Vicenzo”. E estendeu uma mao grande e calejada para o senhor das sombras.

Nesse momento todos perceberam que Lorcan havia chegado em algum momento da disputa e os observava com um sorriso.

- É nessas horas que eu tenho orgulho de ser filodox! – disse – Parabéns, Alain. Vi como os três se uniram para resolver a questao sem pancadaria. Anton tem razao, temos ótimos cliaths. Pena que o mesmo nao se aplique aos fostern. Mas agora vamos que os chefes já estao reclamando.

***
Partiram.

O objetivo imediato era uma cabana na montanha, onde uma matilha da seita havia deixado comida e equipamentos, liberando-os para fazer o primeiro trecho do caminho em lupus.

Avançaram muito no primeiro dia, fazendo pequenas pausas para descansar, mas nao para caçar. Tinham um pouco de fome e cansaço, mas o prazer de correr na forma lupina era maior. No entanto, aos poucos tudo foi mudando. O céu ficou mais cinza e o frio insuportável, mesmo para um garou. Aqueles que tinham dons contra intempéries ativaram-nos. ** O caminho ficou mais árido, as moitas secas e cobertas pela neve se enroscavam em suas pelagens. Algo estava errado, a natureza toda parecia hostil.

No segundo dia a fome e o cansaço já eram grandes. Os líderes estavam inquietos, entreolhavam-se e farejavam o ar. Quando se aproximaram de um rio, Oleg se deteve e voltou a hominídeo. Todos o seguiram. Entao os presas discutiram algo entre si, em russo, e Oleg falou:

- Acampamos aqui. Preciso de garous para construir abrigos, caçar e ficar de sentinela à noite. Mais de um para cada tarefa. Escolham o que fazem melhor, porque nao podemos perder tempo. Digam-me, quem quer fazer o que?


off:
* Joe nao tem pontos em lábia, liderança ou intimidação que possam dar força ao discurso. Assumi que funcionou por um tempo.
** npcs
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Re: Ásia Central

Mensagem  Alexyus em Dom 30 Nov 2014 - 16:54

Alaín ficou satisfeito em ver que Leyda recobrou a razão e ofereceu as pazes a Vicenzo. O motivo não importava, não era hora para nada que pudesse dividir o grupo. Ele acenou com a cabeça para Lorcan, demonstrando que era hora de se reunir aos outros, mas manteve olhos vigilantes em cima dos dois briguentos até que todos estivessem juntos.

***

A jornada em lupus pelas paragens até a montanha foi agradável no início, apesar do frio aumentando. Alaín não passava tanto tempo na forma lupus quanto gostaria, e uma longa corrida assim era ótima para afinar sua sintonia com seu lado mais selvagem e natural.

A mudança no cenário natural não passou despercebia a Triunfo de Gaia. Era estranho, mas com certeza tinha algo a ver com a corrupção do caern. A fome e o frio se tornaram problemas secundários diante do incômodo que aquela atmosfera desnatural causava no grupo de garous.

- Acampamos aqui. Preciso de garous para construir abrigos, caçar e ficar de sentinela à noite. Mais de um para cada tarefa. Escolham o que fazem melhor, porque nao podemos perder tempo. Digam-me, quem quer fazer o que?

Sabedor de suas limitações em território selvagem e não tendo nenhuma experiência em montar guarda, Alaín voluntariou-se para o que parecia mais apropriado para ele:

- Eu posso construir os abrigos.
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Re: Ásia Central

Mensagem  Daniel Ramone em Seg 1 Dez 2014 - 8:01

"Era o que me faltava Philodox Presa de Prata e um Palhaço da Luz interior sem nenhum discernimento da situação. Se os Garou da Seita acharem mesmo que estou de acordo com essa briga não vai ser bom para mim." Pensei.

Leyda conseguiu me acertar seu golpe, mas suas mãos delicadas de mulher não eram capazes de me ferir. Sob a ordem do Presa de Prata ela enfim cedeu, desculpando-se com todos e me oferecendo a mão. Não tinha nenhuma intenção de apertá-la, mas para manter a boa política.

- Tudo bem. - Disse eu com um falso sorriso, apertando sua mão calejada enfim.

Lorcan chegou no instante seguinte, parabenizando Alain e colocando Leyda em seu devido lugar. Logo ele anuncia que devemos partir, e sem dizer qualquer palavra, eu os sigo. A viagem foi longa, na forma Lupina percorremos mais terreno do que eu esperava, porem, havia chegado o momento de descansar as patas e pensar no caminho restante.

- Eu posso caçar. - Disse, e caso ninguém faça qualquer objeção corro para executar esta tarefa.


- Vincenzo

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Re: Ásia Central

Mensagem  Veu Cinza em Qua 3 Dez 2014 - 18:28

Joe olha para os dois babacas com cara de pena, pois sao tao previsiveis uma Furia feminista e um Senhor cinico, mas ele nao pretende se prender a estereotipos, e apenas pensa en quanto se retira e da uns tapinhas no ombro de Alain dizendo em voz alta

-Obrigado por trazer luz a coracoes envoltos com furia

Ele se retira do local pensando sobre o que aconteceria se Alain nao chegasse a tempo de impedir estes tolos de se engalfinharem teria de partir para uma acao nada educada por  Ganesh Triunfo-de-Gaia apareceu e resolveu facilmente a situacao pelo menos por um tempo pois algo o diz que isso ainda nao se resolveu, .
Joe avanca para onde estao os que construirao barracas e se manifesta para tal, antes para em um canto e retira de seu corpo sua mochila sua ferramentas para conserto e pega um canivete suico ja meio velho dado por seu falecido avo, e o usa para afiar estacas de madeira para fincar na terra e coisas do tipo, apos poe na bolsa e  a dedica a seu corpo novamente, so usando-a denovo para comer e lavar na agua do rio e guardar de novo
 


- Eu posso construir abrigos a armadilhas se forem construir eu ajudo

Apos Joe terminar o abrigo Joe comeca a fazer certas engenhocas usando cipos e tudo o que encontrar no local indo a um ponto um pouco afastado e
usando um pau afiado ou optando por usar uma pedra pesada.
Escolhe a localização,procura uma árvore forte e grande que tenha alguns galhos pendurados sobre uma passarela ou qualquer área que ele deseja proteger. Para isso e procura por alguns alguns paus, arruma dois pedaços de paus, com cerca de 30 cm de comprimento. Finca-os no chão, com uma distância de 1 metro e perpendicular ao solo.
ele os amarra e em seguida, pega um pedaço de corda fina e amarra-os a cerca de 10 cm de altura a partir do chão, com cada um dos cipos amarrados ao final do paus fincados no chão.
da armadilha, logo apos amarra mais um cipo em um pau afiado na ponta não afiada,  jogue o pau no ramo de árvore pendurado e amarre a outra ponta do cipo no pau afiado ao redor do cipo amarrado aos paus fincados no terreno.

Agora que Joe tem uma armadilha,ele avisa sobre o perimetro .
A forma como a armadilha funciona é: quando um homem ou animal passar pelo cipo amarrado ao solo, o cipo vai soltar o pau afiado ou pedra na direção de sua vítima desconhecida. Para garantir que sua vítima não detecte o  cipo no chão, Joe tenta cobri-lo com galhos


equipámento de Joe:
Equipamento (Carregado)
Todos os equipamentos estão dentro de uma mochila grande que já foi dedicada ritualmente, com livros sobre shiatsu, agricultura natural, bloco de notas, canetas, lapis e borrachas, pequena garrafa plastica, um pote para guardar um pouco de comida, espelho quebrado, roupas reservas e calçados simples, comprados com dificuldade ou recebidos como presente, lençol...
Telefone celular ganho de presente de clientes, note book oriundo de pagamento por serviços prestados, e em outra bolsa: pequenas ferramentas para  jardinagem  e consertos em geral. Quando vai para a Umbra ele costuma deixar a mochila dedicada em seu corpo para evitar atrair mais ainda a atençao dos espiritos alem da que ele ja atrai.

Off Joe usa o don bencao das artes dos macacos se perceber que esta demorando ou ficando mais dificil pra terminar tudo.
Seus equipamentos estao descritos na sua ficha
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Re: Ásia Central

Mensagem  Lua em Sex 5 Dez 2014 - 16:43

- Vicenzo! Vicenzo! – Afanasaiy chamou o galliard, que já saía  – Espere, caçamos em grupo.

O grupo de caça era Afanasiy, Vicenzo, Ahmed e Lisa. Anton, Alaín, Joe e Leyda construiríam os abrigos. Oleg e Lorcan fariam a guarda.

Antes de sair, Afanasiy provocou sua matilha:

- Como sempre o caipira siberiano vai caçar e os dois filhinhos de papai só no bem-bom. – o ragabash pôs a mão nos ombros de Vicenzo e Lisa - Vamos meninos, vamos fazer o serviço dos bravos enquanto as garotas arrumam a casa!

- Ei! Saiba que eu caço muito bem! – protestou Anton rindo. Leyda ficou vermelha de raiva, mas engoliu em seco para nao piorar sua situação com os líderes.

VICENZO:
Passaram a lupus e se embrenharam no bosque. Lá também o clima era hostil. O bosque era escuro. Os galhos pesados de neve dos pinheiros pareciam braços ameaçadores, as árvores secas tinham um aspecto triste.
A caçada não era fácil. Estavam a -14 graus: os animais estavam entocados, abrigando-se do clima ou hibernando e não aparecia nenhuma presa.
Depois de uma hora, encontraram um uapiti (tipo de cervo). Era um macho de uns trezentos quilos, com uma assutadora galhada.  Os lobos fizeram com que saísse do bosque em direção a neve, onde ele começou a correr menos rápido.
Lisa se aproximou tentando mordê-lo, mas o uapiti lançou-a longe com sua galhada e voltou a correr. Ahmed e Vicenzo, saíram em seu encalço. Afanasiy vinha um pouco atrás, seguido de Lisa. A matilha cercava o animal, procurando mordê-lhe na barriga.

Caçada:
Lua rolou 7d10 para matilha (caça) e obteve 1 9 5 7 10 9 7
O Jogador obteve 3 sucesso(s) e 1 anulado(s) >>> Resultado: 2 sucesso(s) [Dificuldade: 8]

Finalmente Vicenzo e Ahmed o derrubaram. O resto do grupo chegou rapidamente e terminou de matar o animal.
Estavam felizes, uivavam e ainda sentiam nas bocas o gosto metálico e pegajoso do sangue, quando se aproximou outra matilha de lobos com um aspecto muito estranho. Farejavam o odor da caça abatida e rosnavam para os garous. Mesmo em lupus era estranho atacar lobos e os garous hesitaram um momento.
Entao o lobo maior saltou sobre Afanasiy. Um lobo negro, com aspecto de cão sarnento atacou Ahmed, que se movia estranhamente, como se estivesse grudando na pele nojenta do animal. O mais assustador, porém, ocorreu com Lisa: um lobo cinza esticou suas enormes mandíbulas e tragou-a inteira de uma vez. Enquanto Vicenzo olhava estarrecido ela mover as patas traseiras, que ficaram para fora, e emitir ganidos sufocados de dentro do monstro, o lobo menor lançou sobre ele um jato de vômito asqueroso. Vicenzo tinha muita vontade de vomitar também, mas precisava resistir se quisesse salvar seus amigos.


Alaín e Joe:
-Nao liguem, ele sempre faz essas brincadeiras mas é boa gente. - disse Anton.

Então viram Joe correr para cá e para lá, buscando construir um abrigo de forma eficiente. Mas não era fácil. Joe descobriu que a floresta russa no inverno era bem diferente da indiana. Não havia cipós e as estacas tinham que atravessar uma grossa camada de neve para, em seguida, escorregar ao tentar  penetrar no solo congelado.
Ia usar o dom, mas Anton o interrompeu:


- Joe, espere, vou ensinar a vocês como fazemos abrigos aqui na Rússia.

Explicou como fazer um abrigo de troncos. Foram para o bosque tentar buscar a madeira. Uma coisa chamou a atenção de Joe: havia muitas bétulas e salgueiros, ideais para o Ritual de Purificação.
Leyda era muito forte e tinha o dom Poder de Atlas (5d10, 7 7 3 7 4, 3 sucessos, dif: 6). Abraçava os troncos de árvore e os arrancava arrancava com raiz e tudo, Joe habilmente fazia talhos nos troncos de modo que se encaixassem. Alaín e Anton armavam a estrutura, intercalando os troncos.


rolagem:
Lua rolou 22d10 para grupo todo (abrigos )e obteve 5 6 4 3 8 10 3 1 5 2 5 8 9 5 9 6 10 3 7 6 1 10
O Jogador obteve 10 sucesso(s) e 1 anulado(s) >>> Resultado: 9 sucesso(s).

Ao fim de pouco tempo tinham dois abrigos, pequenos e baixos, mas muito bons. Era possível dormir tranquilamente ali dentro.
Em seguida Joe tentou fazer  sua armadilha com paus, pedras e o pedaço de corda.


rolagem:
Lua rolou 5d10 para Joe dom e obteve 9 3 10 4 3
O Jogador obteve 2 sucesso(s) e 0 anulado(s) - Resultado: 2 sucesso(s) [Dificuldade: 7]

Também ficou boa!
Tudo terminado, Anton sentou em uma grande pedra, a beira do remanso do rio congelado e chamou-os:


- Lorcan me contou sobre a briga. Leyda atacou Vicenzo por desconfiar de sua tribo e ciúme e ele apenas se defendeu, mas parece que ninguém acreditou que ele só estava sendo agredido, nem mesmo o filodox. Não quero esse tipo de discórdia ou desconfiança aqui. Não podemos nos dar ao luxo. Como eu disse a Vicenzo, estamos arriscando o pescoço juntos e se não confiarmos uns nos outros seria melhor nem ter começado.  Então vou considerar qualquer preconceito tribal como uma ofensa pessoal, ok?

Anton falava e os garotos tinham a impressão que o gelo atras dele tremia.

- Agora, quanto ao favoritismo, Leyda…

Então, de repente o gelo se quebrou e uma criatura esverdeada e escamosa, com cabelos e barbas brancos e mãos com membranas agarrou o líder pelas costas e puxou-o para o rio gelado. Pelo buraco no gelo quebrado viam Anton que, em crinos, lutava com o estranho ser, que parecia estar tentando afogá-lo.
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Re: Ásia Central

Mensagem  Daniel Ramone em Sab 6 Dez 2014 - 6:50

Ao ser chamado, olhei para trás e esperei por Afanasy. Ahmed e Lisa também nos acompanharam. Com três Garou ao meu lado era impossível que a caçada não fosse farta. Aguardei até que as provocações entre matilha terminassem e parti junto a eles em minha forma Lupina. Não demoramos a encontrar nossa presa, um cervo robusto que tinha outro nome para meus companheiros. Nossa estratégia foi fazê-lo sair do bosque e ir para a neve fofa, onde sua velocidade seria reduzida. Lisa tentou um ataque precipitado, mas foi repelida pela galhada do animal.

"Ele é forte. Temos de morde-lhe as patas antes." Pensei enquanto corria.

Finalmente Ahmed e eu conseguimos derrubá-lo, e o alimento do grupo estava garantido, porém, logo atraímos má companhia. No início achei que eram apenas lobos que não sabiam com quem disputavam a caçada, mas seus respectivos ataques logo entregaram sua origem para mim.

"Dançarinos!" Pensei.

Fui atingido por um asqueroso jato de vômito de uma das criaturas, mas não havia tempo para lamentar, Julia estava prestes a morrer.

off ação: Gasto dois pontos de Fúria. Em minha ação normal passo para a forma Hispo (qualidade Metamorfo), nas duas posteriores, ataco com mordidas em sua barriga o lobo cinzento que está engolindo Lisa . (em uma parte que eu saiba que Lisa não esteja)


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Re: Ásia Central

Mensagem  Veu Cinza em Dom 7 Dez 2014 - 9:57

Apos termirnar sua tarefa Joe senta em um canto para descansar um pouco, na verdade ele tenta adentar a umbra local para fazer uma social com os espiritos dali, pois para ele sempre e bom tentar aprender alguma coisa


Última edição por Veu Cinza em Qua 10 Dez 2014 - 18:37, editado 1 vez(es)
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Re: Ásia Central

Mensagem  Alexyus em Seg 8 Dez 2014 - 16:04

Alaín apreciou o trabalho em equipe como uma maneira de afinar a sintonia entre os garous do grupo.

Mas bem quando as rivalidades internas iam ser resolvidas pelo líder, um ataque repentino saiu do lago congelado.

"Que diabos de criatura é essa?- pensou Alaín, mudando para a forma crinos. Como estavam em terreno ermo em pleno clima frio, não havia o medo de rasgar o Véu com algum observador incauto.

Não havia muito o que fazer, a não ser esperar que Anton conseguisse se soltar antes de ser afogado. Mas talvez não houvesse tempo de ele retornar à superfície mesmo depois de livrar-se.

Com o intuito de prover-lhe mais rotas de fuga, Alaín pegou a primeira pedra de bom tamanho que encontrou e começou a batê-la contra várias partes do gelo próximo da margem, tentando abrir buracos adicionais para facilitar o acesso de Anton.
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Re: Ásia Central

Mensagem  Lua em Ter 9 Dez 2014 - 15:51

Alaín e Joe:
A estratégia de Alaín era inteligente. O líder era um guerreiro experiente e com certeza daria conta da criatura,  mas sem oxigênio, garou nenhum consegue viver.

Em crinos, Alaín começou a golpear o gelo próximo às margens. Forte e incansável, não teve muito trabalho em abrir vários buracos de bom tamanho, por onde Anton podia emergir para respirar.

Leyda imitou-o. Usando um pedaço de tronco como tacape, começou a abrir buracos. Caminhando sobre o remanso congelado, invocou o dom sentir o fluxo para localizar Anton debaixo da cobertura de gelo, mas fracassou. Então começou a fazer muitos buracos em pontos aleatórios do remanso, de modo que o líder pudesse encontrar uma saída.

Não demorou muito para que o trabalho de Leyda e Alaín desse resultado. A cabeça de um crinos, alvo como um urso polar, emergiu por uma das aberturas.  Anton parecia extenuado, pôs os braços na borda do gelo, respirou avidamente e, então impulsionou o corpo para fora da água gelada. Tinha em várias partes do corpo ferimentos do tamanho de uma mordida humana, mas profundos, aparentando terem sido feitos com dentes pontudos e afiados. A água que recobria seu corpo em pouco tempo se transformou em flocos de gelo.

Voltou a hominídeo. Olhou para tras, viu o monte de buracos no gelo e disse:

- Obrigado, garotos. Puxa, estive perto de me afogar! – ficou em silencio um pouco e num tom mais sério disse. – A coisa está mais complicada do que parecia. O que vocês viram era um Vodianoi. Um espírito das águas russo. Normalmente eles não estao ativos no inverno e antigamente nem eram tocados pela Wyrm. Mas esse estava acordado, tocado e com muita raiva!  E ainda estamos longe do caern corrompido…

A seguir juntaram um pouco de lenha e puseram dentro do abrigo para ir secando.

Mais tarde chegaram Oleg e Lorcan com notícias parecidas. Haviam ido para a umbra pensando na calma de outrora, mas o que tinham encontrado eram espíritos agitados e agressivos, e sinais de corrupção.

Anton, Oleg, Leyda e Lorcan se acomodaram nos abrigos e dormiram.

Alaín e Joe ficaram acordados e Anton pediu que ficassem de sentinela. Fazia muito frio, os dois garotos estavam sentados próximos e nada parecia mudar na paisagem. Joe acabou ficando com sono e cabeceava. Apagou por uns instantes, Acordou rapidamente, mas viu que Alaín já não estava ao seu lado...


Vicenzo:
Vicenzo viu-se coberto pelo vômito asqueroso da criatura e não pôde conter suas próprias arcadas. Pedaços de carne, pêlos, ossos de animais mal-digeridos e uma gosma com um horrível cheiro ácido cobriam parte de seu corpo. Passou uns dez minutos vomitando antes de conseguir realizar qualquer ação.

Então passou a hispo. Saltou sobre o lobo que engolia Lisa e mordeu sua barriga, evitando as áreas onde sentia que estava a garota.

Rolagem:
Lua rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 5 para mordida que resultou 6, 4, 6, 10, 1, 5, 4, 7 - Total: 4 Sucessos

Lua rolou 11 dados de 10 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 8, 2, 7, 10, 9, 1, 9, 9, 9, 10, 2 - Total: 7 Sucessos

Lua rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para absorver dano que resultou 4, 10, 5, 7 - Total: 2 Sucessos

Dano 5 níveis (“espancado”)

O lobo cai ao solo, em péssimas condiçoes. Vicenzo feriu-o na barriga, mas Lisa ainda estava aprisionada nas entranhas do monstro, que procurava defender-se. A garota era vigorosa, mas já tinha segurado o fôlego ao máximo e agora começava a se asfixiar. (1 dano letal)

Vicenzo morde outra vez a barriga do monstro.  

Rolagem:
Lua rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 5 para mordida que resultou 4, 2, 10, 2, 3, 4, 10, 8 - Total: 3 Sucessos

Lua rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 2, 4, 2, 4, 2, 8, 5, 8, 2, 4 - Total: 2 Sucessos

Lua rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para absorver dano que resultou 6, 1, 1, 10 - Total: 0 Sucessos

O rasgo na barriga do lobo foi aumentado. Ele sangrava muito e estava caído, à beira da morte. Um pouco de ar chegava a Lisa, que começou a desvencilhar-se do animal, o qual se remexia em agonia a cada movimento dela.

Vicenzo ia ajudar Lisa quando o lobo que havia vomitado nele atacou-o pelas costas, tentando morder a vértebra abaixo de sua nuca.

Enquanto isso, Ahmed tinha passado a crinos com enorme facilidade. Conforme seu corpo aumentava de tamanho, a pele do animal que estava grudada a ele se rasgava. Ouviam-se ganidos lancinantes e o sangue jorrava. Com fortes movimentos de corpo o ahroun rasgou o que sobrava da pele que o unia ao lobo e partiu para o ataque. O lobo tentara desesperadamente mordê-lo durante todo o tempo em que ele ficou atado ao animal, mas sem grande êxito. Ahmed conseguiu reverter o golpe e matar o lobo e ia ajudar Vicenzo quando viu que o que acontecia com Afanasiy era pior.

O ragabash estava em hispo, mas o grande lobo que o atacou, embora menor em tamanho, se mostrava incrivelmente mais forte. O ataque havia sido muito violento e Ahmed e Vicenzo, lutando com suas próprias ameaças, nao viram que Afanasiy tinha caído, cerrado os olhos e já começava a desfalecer e regressar a hominídeo quando uma chispa de fúria brilhou em seus olhos. O ódio atávico que queima em todo lobisomem havia sido suficiente para salvar sua vida e colocá-lo de novo em pé sobre as quatro patas, na forma hispo. Mas agora uma fúria insana o dominava.  Ele estava atacando o lobo que quase o matara, mas o ódio que o animava não se contentaria só com isso… porque Afanasiy estava tendo um frenesi.
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Re: Ásia Central

Mensagem  Daniel Ramone em Ter 9 Dez 2014 - 22:31

O vômito da criatura me enojava bastante, mas não podia deixar de ajudar a garota.

"Isso deve me trazer maior prestígio..." Pensei.

Meus ataques foram mais eficientes do que eu esperava, e sem dificuldade consegui abater um dos inimigos, livrando Lisa de uma morte prematura a indigna. No entanto o inimigo que deixei para trás aproveitava minha distração para avançar sob minhas costas, e quando já esperava pela dor, Ahmed salta em sua forma Crinos e entra num violento combate com a criatura.

"Ao menos eles têm algum pingo de honra." Pensei.

Ao longe nós assistíamos a outra batalha, de Afanasiy contra seu adversário. Ele se saia mal, longo seria derrotado e morto, mas a dadiva de Luna o salvou, e repleto de fúria ele fazia a criatura pagar por qualquer pecado cometido. Porém havia algo de muito errado com ele, deixou sua fúria ir longe demais e agora estava em Frenesi.

- Creio que ninguém aqui quer ferir nosso amigo, estão se afastem para dificultar a decisão dele de quem atacar. Vou tentar atraí-lo para mim e vocês dois tentem pegá-lo de surpresa ou segurá-lo.

Eu não podia fazer muita coisa para ajudar Afanasiy, então, como um bom Galliard entoei em um uivo uma canção calma e melancólica que ouvi em minha antiga Seita para tentar acalmá-lo e aplacar sua fúria.

Canção:
Controle seu coração, ou será tarde demais para lamentar.
Controle seu coração, ou com o sangue de sua matilha vai se banhar.

Evite o beijo do Verme, e controle seu coração.
Controle seu coração, Lua Nova, não torne nossa luta em vão.


- Vincenzo

- Gaspard

- Miranda

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Re: Ásia Central

Mensagem  Veu Cinza em Dom 14 Dez 2014 - 10:23

Joe ja ´pensava e pegar algumas ervas para poder guardar e poder no futuro realizar um ritual de dicação, mas o sono era mais forte, entao em um piscar aparentemente bde olhos ele vacilou e Alain nao estara mais ali, ele olha para um lado sem se levantar, busca por pegadas proximas, caso nao encontre acordara Leyda, e avisara que Alain sumiu, e ira dentro de um perimetro pequeno fareja-lo, e depois em um perimetro medio, caso nao de em nada alertara a todos que algo aconteceu, antes ele tem uma ideia

Alain, Alain pra onde voce foi, deve ter ido urinar, ja sei voui te farejar Joe muda para a forma lupina e comeca a farejar func! func! func! func!Alain, Alainenquanto isso ele uiva baixinho para nao alertar os outrosDroga Alain se tu fui mijar e nao me avisou que merda!
Antes de alarmar a todos Joe decide procura algum espirito que por ventura pudesse estar ali materialzado independente do motivo para poder pedir ajuda
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Re: Ásia Central

Mensagem  Lua em Sex 9 Jan 2015 - 5:52

Vincenzo:
Em uma fração de segundo Ahmed viu que Vincenzo não se defenderia do lobo que o atacava pelas costas e, quase como um reflexo, saltou sobre o animal. Em crinos e atacando de surpresa, não teve muita dificuldades em abater este lobo também.

O frenesi de Afanasiy deu-lhe o impulso necessário para despedazar o oponente. Então virou-se para Vincenzo, Ahmed e Lisa, que estava um pouco atrás, em lupus. Vinha ensanguenteado, cheio de feridas e tinha olhos arregalados e cheios de ira.


Ramone (Vincenzo) escreveu:- Creio que ninguém aqui quer ferir nosso amigo, estão se afastem para dificultar a decisão dele de quem atacar. Vou tentar atraí-lo para mim e vocês dois tentem pegá-lo de surpresa ou segurá-lo.

Mas Afanasiy já tinha escolhido seu alvo. Atacou Ahmed rosnando:

- Impuro!

Ahmed esquivou-se com a graça e agilidade dos peregrinos. Enquanto confundia Afanasiy com seus movimentos, Vincenzo entoou sua cançao.

Rolagem:
Lua rolou 6 dados de 10 lados (carisma + expressao) com dificuldade 4 (fúria) para cançao que resultou 3, 8, 7, 9, 4, 5 - Total: 5 Sucessos

Vincenzo cantou como um anjo. Afanasiy deteve o ataque, primeiro intrigado, depois maravilhado como a voz do galliard. A arte subjulgou a fera e o garou em frenesi voltou à forma original, desmaiando, exausto.

Ahmed e Lisa felicitaram Vincenzo, impressionados. Seu prestigio aumentava.

Quando Afanasiy despertou, rumaram para o acampamento.

Ahmed, depois do que disse Afanasiy, nem se deu ao trabalho de mudar de forma, seguia em crinos. No lado direito de seu corpo viam-se as horríveis cicatrizes e duas saliências cobertas por minúsculos dedos brotavam próximo à axila e ao quadril. Levava o cervo nas costas e andava em silêncio.

Afanasiy também estava humilhado. A certa altura emparelhou com Vincenzo e altivo, sem deixar de andar ou fitar o caminho, disse em voz baixa: “obrigado, amigo”.  Era o máximo que ele conseguia, entendeu Vicenzo. Tinha ganhado mais um presa de prata.

Todos:
No acampamento, Joe e Alain faziam sentinela enquanto os outros dormiam.  Escurecia e o frio aumentava. Encolhidos, os dois vigiavam o nada. Joe cabeceava de sono.

Abriu os olhos e Alain não estava mais lá.  Levantou-se e procurou pegadas, mas as únicas que viu eram as de Oleg e Lorcan, indo e vindo do bosque, e uma confusao de marcas de pés na direçao do remanso.

Foi acordar Leyda, que roncava mais que os três garous no abrigo ao lado juntos. Em lupus, os dois começaram a farejar em busca de Alaín. Joe uivou baixinho, mas ninguém respondeu.

Entao procurou um espírito materializado.

Nao demorou muito e viu sob uma árvore a figura de uma jovem linda. Os cabelos ruivos, de tao longos percorriam a neve e entravam no rio. Tinha olhos verde-água e a roupa branca, rasgada e molhada, revelava um corpo perfeito.

Ela começou a cantar lindamente. De algum lugar surgiram outras vozes iguais, que formaram um coro.

Joe ficou imóvel, fascinado.

***

Perto dali, o grupo de Vincenzo também ouviu a cançao.

- Cantam lindo como você, Vincenzo… mas prefiro a voz delas! – riu Afanasiy, recuperando o bom humor e dando um tapão nas costas do galliard.

- Perto… vem do rio. – rosnou Ahmed.

- Do que vocês estão falando? – perguntou Lisa. Mas foi ignorada, os homens já iam em direção às vozes femininas.

- Humm… quentes… - sorriu Ahmed.

- Ainda bem que a maldita fúria negra não está aqui. – replicou Afanasiy.

- Sereias russas…

- PQP! – Afanasiy bateu na testa – Sao rusalki! Espíritos de jovens afogadas, que atraem homens para a morte.

- Meu tipo de garota! – riu o peregrino silencioso.

- São da Wyrm, sugam toda sua energia vital. - acrescentou Afanasiy – Nada mal…

A conversa foi ficando mais picante e Lisa, com medo, se aproximou de Vicenzo. Mas ele também estava atraído. Canção das Trevas, dominado por um cantar, caminhava em direção às vozes; as entranhas recordando-lhe o quanto era bom estar com uma mulher.

Chegaram no rio.

La estavam Joe e Leyda, em lupus, e as sete rusalki, lindas como só as russas conseguem ser.

Na margem, a rusalka ruiva chamava Joe.  Sobre o gelo, três rusalki cantavam e outras três se contorciam como serpentes sobre um vulto: era Alaín.


Teste de Força de Vontade:


Lua rolou para Afanasiy 5 dados de 10 lados com dificuldade 8 para resistir ao encanto (fv, dif. gnose espírito) que resultou 2, 4, 7, 3, 5 - Total: 0 Sucessos

Lua rolou para Ahmed 6 dados de 10 lados com dificuldade 7 para resistir ao encanto (fv, dif. gnose espírito) que resultou 3, 4, 4, 5, 3, 6 - Total: 0 Sucessos

Lua rolou para Alain 3 dados de 10 lados com dificuldade 8 para resistir ao encanto (fv, dif. gnose espírito) que resultou 5, 6, 4 - Total: 0 Sucessos

Lua rolou para Joe 8 dados de 10 lados com dificuldade 6 para resistir ao encanto (fv, dif. gnose espírito) que resultou 2, 2, 7, 3, 5, 9, 9, 2 - Total: 3 Sucessos

Lua rolou para Vincenzo 4 dados de 10 lados com dificuldade 8 para resistir ao encanto (fv, dif. gnose espírito) que resultou 4, 7, 6, 4 - Total: 0 Sucessos

Mesmo sabendo do destino que os esperava, Afanasiy e Ahmed se entregaram como cordeiros aos encantos das jovens.

Alain não conseguia escapar. Uma meia hora antes, ele havia sido atraído até ali pelo mesmo canto e, apesar de racionalizar e tentar resistir, acabara cedendo às rusalki. Sabia que estavam drenando sua vida e talvez sua alma, mas não podia fugir das beldades. Já sentia a influência da Wyrm. Seus beijos davam a sensação de afogar-se mas ele, estranhamente, começava a querer afundar no rio, sonhando em reinar entre elas.

Vincenzo aprendia mais de seu dom estando do outro lado. O poder da música o enebriava e ele se lançou sem resevas aos braços das belas cantoras. A mais linda abraçou-o e ele sucumbiou aos apelos da audição e do tato.

Joe conseguiu resistir melhor. Era um portador da luz interior, desconfiava dos prazeres mundanos. Ademais estava em lupino, o que ajudava a resistir às fêmeas humanas. Indiferente às rusalki, viu seus companheiros caírem.

Ao seu lado estavam Leyda e Lisa, imunes por serem mulheres. Leyda, no entanto, hesitava. Regressara a hominídeo e empunhava a labris, mas resistia a usá-la contra figuras femininas que, aparentemente, só estavam cantando. Lisa não era tao ingênua, mas temia agir sozinha.

Joe estava em problemas. Tinha que mobilizar as duas garous para a luta e enfrentar um grupo grande de espíritos poderosos - ou pensar em uma outra saída - se quisesse ajudar seus amigos.

Vincenzo e Alaín lutavam consigo mesmos. Antes de poder reagir, tinham que reunir a força de vontade necessária para superar as tentacoes da carne e o chamado da Wyrm.


Off: esta açao NAO será resolvida com dados, soltem a imaginaçao e caprichem na interpretaçao pois ela definirá se eles conseguem escapar/libertar os amigos das rusalki ou terao de fazer outro teste de força de vontade. Perguntas ou questionamentos no off. ☺

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Re: Ásia Central

Mensagem  Alexyus em Sex 9 Jan 2015 - 13:58

Afogando!

Alaín estava se afogando a cada beijo daqueles espíritos, pois ele sabia que eram espíritos. Sabia que aquelas donzelas lindas eram espíritos desde que ascenderam do lago durante a vigília dele. Mas o canto delas fazia imperar o silêncio a todos os outros sons, e só as vozes delas dominavam os sentidos do presa de prata.

"Quem são elas?...São tão lindas...Elas querem me afogar...Mas eu me afogaria feliz ao lado delas...Eu poderia reinar no mundo dos espíritos com elas...NÃO! Eu sou um Presa de Prata, rei dos garous e guardião dos segredos de Gaia! Eu dei minha palavra de que encontraria os Parentes perdidos e traria a vingança do Lorde Falcão sobre os Espirais Negras...e vou cumprir minha palavra! Pela minha honra, por aqueles que precisam, por Gaia! Eu não vou me entregar!"  

Mesmo enfeitiçado sob os poderes daquelas assombrações do gelo, Alaín passou a lutar com todas as forças para resistir, tentando se debater e afastá-las. Invocaria sua Fúria e reuniria sua Força de Vontade para combater a influência mortal delas.
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Re: Ásia Central

Mensagem  Daniel Ramone em Sab 10 Jan 2015 - 6:32

Consegui aplacar a fúria de Afanasy, era bom poder resolver as coisas sem abrir feridas ou derramar sangue.

"Foi por puco." Pensei aliviado.

Fui felicitado pelos outros dois, o que era bom para o meu prestígio, mas tratei de lhes dizer que aquilo não fora nada, e dar o assunto por encerrado, já que minha ascensão se dava as custas da vergonha de Afanasy. Logo o próprio se aproxima para agradecer à sua maneira, e deixando claro que não queria prolongar aquele assunto, apenas assenti positivamente para ele.

-------------------------------------

Em nosso retorno ao acampamento, ouvimos uma das canções mais belas que já chegaram aos meus ouvidos. A voz era feminina e melodiosa, e imediatamente tocaram nossos corações tolos, movidos pelo prazer. Meus dois companheiros já haviam sido mesmerizados. Lisa buscou em mim alguma segurança, mas eu mesmo me encontrava bastante encantado. Caminhei em direção às vozes, logo atrás de Ahmed e Afanasy.

"São diabolicamente belas, não consigo resistir em ir até elas!" Penso, preso àquele encanto.

Fui até elas, estranhamente feliz por ter sido acolhido pela mais bela, mesmo sabendo que eram criaturas da Wyrm. Sabia que precisava me livrar dela, mas não conseguia. Tinha em mente um plano arriscado, mas que no momento era a única coisa que me ocorria.

"Vamos ver se você canta tão bem debaixo d'água." Desafiei.

Então mergulhei fundo nas águas, aproveitando que todas estavam sobre a superfície, lá era difícil entoar sons com a garganta, e quando entoados eles saem difusos demais.

"Espero que isso prejudique seu efeito." Torço mentalmente.


- Vincenzo

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Re: Ásia Central

Mensagem  Veu Cinza em Dom 11 Jan 2015 - 15:43

Joe olha para todos enfeitiçados indo para a morte e diz em tom serio para Lyda e Lisa,:
-Uivem comigo vamos eles nao tem muito tempo se nao fizerem isso vao arder em um inferno tao profundo que a wirm parecera doce de crianca
 Joe lança uma sequencia de uivos incitando Leya e Ltsa para que o acompanhem ele late, late e depois solta um uivo baixo de pouca elevacao apenas desconcerta-las
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Re: Ásia Central

Mensagem  Lua em Seg 12 Jan 2015 - 11:05

Alaín, Joe e Vincenzo:
Tudo aconteceu rápido e quase simultaneamente.

Alain invocou sua origem presa de prata e seus deveres de garou para nao entregar-se à ansiada morte pelas rusalki. Funcionou. Um ânimo novo infundiu-se em sua mente e ele começou a reagir àquela dominaçao maldita.

Joe, Lisa e Leyda começaram a uivar. Os uivos dissonantes e os rosnados distraíram as rusalkas, interferindo em seu canto.

Isso ajudou a Afanasiy e Ahmed a libertarem-se.

Anton, Oleg e Lorcan, que haviam escutado a cançao e depois os uivos, acudiram ao local, chegando justamente quando Vincenzo atirava-se à água, através de um buraco no gelo.

O mergulho de Vincenzo teve um efeito inexperado. Foi como jogar sangue a piranhas, as rusalki enlouqueceram de júbilo.

Aquela que o encantava imediatamente mergulhou atrás dele, iniciando uma espécie de caçada subaquatica.

Rolagem Rusalka/Vincenzo:
Narrador rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 4 (alvo na água e com dificuldades de movimento) para engalfinhar que resultou 5, 1, 3, 4, 8, 5, 9, 9 - Total: 5 Sucessos

Vincenzo mal sabia nadar * e o espírito rapidamente conseguiu alcançá-lo, engalfinhando-se a ele. Era como lutar com uma anaconda. A rusalka agarrou-o firmemente com os braços,  enquanto, batendo pés, começou a dirigir-se ao fundo do rio. A água gelada entorpecia o corpo de Vincenzo, e as roupas de inverno molhadas limitavam seus movimentos; o ar nos pulmoes nao duraria muito, sentiu.

O fluxo do rio e rusalka afastavam-no cada vez mais dos companheiros e, quando ele podia olhar para cima, tudo o que via era a luz do fim do dia filtrando-se através de uma grossa camada de gelo. Vincenzo pensou que havia chegado sua hora.

Rapidamente Anton mergulhou atrás deles, passando a crinos. Ahmed, uma vez liberto e ainda em crinos, saltou com incrível agilidade para longe da rusalka e, pouco depois de Anton, também mergulhou através do buraco no gelo. Era mais rápido na água e rapidamente ultrapassou o presa de prata.


As outras rusalkas viviam uma espécie de frenesi. Pensando que a companheira já havia garantido sua presa, lançaram-se sobre os garous restantes com avidez.

Rolagem Rusalka/Alain:
Lua rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 6 para espírito engalfinhar que resultou 9, 2, 9, 5, 6, 1, 2, 5 - Total: 2 Sucessos

A beldade que antes afogava Alain atirou-se de novo sobre ele, engalfinhando-o com pouca força, no entanto.

Afanasiy nao teve a mesma sorte. Uma rusalka agarrou-o tao forte que se ouviu o estalo de suas costelas. O sangue brotou de sua boca e nariz e ele nao conseguiu mais respirar.

Rolagem - Rusalka/Joe:
Lua rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 6 para espírito engalfinhar que resultou 7, 4, 2, 2, 3, 7, 10, 7 - Total: 4 Sucessos

Joe também estava em apuros. Enquanto ele uivava diante da ruiva, outra rusalka agarrou-o pelas costas e, sob o olhar furioso da primeira, carregou-o consigo como um grande cachorro, dirigindo-se ao rio. Joe agitava as patas no ar e rosnava.

Aproveitando sua distraçao, Lisa atacou a ruiva pelo flanco. A rusalka quase consegue esquivar-se, mas acabou machucada.


Lorcan e Oleg foram atacados pela rusalki restantes, que tentaram agarrá-los. Mas tanto o fianna quanto o presa de prata conseguiram reverter o ataque e dominá-las.

* Vincenzo tem Esportes = 0


Yuri:
Caern Lua Crescente, uma semana atrás.

Yuri foi avisado de que Grimfang queria falar com ele.

Mais essa agora. Acabava de voltar de uma conversa com Andrei Bolkowski que, definitivamente, não terminara bem. O poderoso filodox sempre respondia com evasivas às suas perguntas e Yuri, irritado, cometeu o erro de questioná-lo. Acabou ouvindo um enérgico sermão sobre como ele, Yuri Dmítrievich, era um rebelde sem paciência e irresponsável com o destino de sua linhagem. A ênfase no patronímico era a maneira de Bolkowski lembrá-lo de seu passado obscuro, Yuri sabia.

Seu humor estava péssimo.

Chegou à toca do lupino. Outros dois cliaths estavam ali.

- Tenho um trabalho para vocês. Passará por aqui um grupo de guerreiros em missão. Para eles viajarem mais rápido, vocês vão ajudá-los adiantando-se e deixando provisoes na cabana próxima à montanha. - disse Grimfang - Três dias para ir, outros dois para voltar. Yuri permanece lá vigiando as coisas. Entendido?

“Outro castigo” foi o que veio à mente de Yuri. "Vigiar coisas, algo que até um parente bem armado pode fazer". Mas por que isso vindo de Grimfang? De todos, o theurge lupino sempre fora o mais compreensivo, ajudando-o sempre que possível e sem reprimendas. Não conseguia entender.

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Re: Ásia Central

Mensagem  Alexyus em Seg 12 Jan 2015 - 15:55

Alaín percebeu o encanto quebrando-se, mas isso significou um confronto feroz com as donzelas molhadas e geladas do inferno.

Perto dele, Afanasiy mostrou o que o esperava se fosse pego por aquelas sereia do gelo. Alaín não sabia se o companheiro conseguiria escapar daquela e nem como, mas pareceu claro que não ser agarrado era uma ideia melhor.

"Na água, elas levam vantagem! Mas se vou morrer, eu escolho o campo de batalha, não essas aberrações!"

Em vez de tentar lutar contra a sereia para medir forças, Alaín concentrou-se rapidamente em percorrer atalhos até a Umbra. Não sabia como era a Umbra naquela região, mas se elas estavam manifestadas no plano físico, teriam que segui-lo e percorrer atalhos pro si mesmas.

A ideia de Alaín era escapar com um drible para a Umbra e depois atacar a partir de lá com ataques de guerrilha, batendo e correndo sem perder a vantagem da iniciativa.
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Re: Ásia Central

Mensagem  Midnight em Seg 12 Jan 2015 - 16:15

Eu não esperava que minha vida, quando reintegrada ao mundo que havia nascido, mesmo que desfigurado, fosse fácil, mas tinha esperanças de que poderia resolver as dificuldades com os punhos. Infelizmente, para mim, Gaia parecia caprichar meticulosamente  no castigo que se seguia desde minha partida da antiga Seita que integrava.

Discursos como os de Andrei tornavam-se cada vez mais frequentes, e não era difícil entender o por quê. Nos primeiros dias após meu regresso fui tão bem recepcionado quanto se era de esperar por minha linhagem, mas a medida em que, segundo os Anciões da Tribo, eu mostrava desrespeito com meu sangue, o tratamento externo para com ele ganhava o mesmo rumo. Eu não estava habituado com isso, de forma alguma. Enquanto me formara o Garou que hoje sou, fui acostumado a viver sob olhares desaprovadores e rígidos, sempre cobrando por feitos mais grandiosos para me provarem digno, seja lá do que fosse. Mas agora era como se algum bisavô meu houvesse feito todo o trabalho, e eu simplesmente precisasse me deleitar com os louros de glórias passadas. Isso me revolta, e não vejo como tantos se satisfazem em encorporar essa postura dentre os Presas de Prata.

Realmente me recuso a acreditar que esse seja meu papel para com Gaia. Me recuso a acreditar que esse seja o papel de nossa Tribo. E eu poderia sofrer quantas represálias aqueles velhos julgassem necessárias, mas não abdicaria do meu devido lugar no campo de batalha: sendo o primeiro a entrar e o último a sair, de pé, pois morrer seria falhar com Gaia. Não existe glória na morte, e isso eu levaria para toda a minha vida.



Ouvia atentamente as intrusões de Grimfang, desapontando-me a cada sentença encerrada por ele. Meu intuito de protestar era eminente, e eu teria feito isso com a garra habitual com qualquer outro, mas não com ele. O lupino era um dos poucos que pareciam dispostos a mover um dedo por minha causa rebelde -ao menos eu gostava de ver assim- e eu no mínimo respeitaria a autoridade dele na frente daqueles filhotes. Daqueles outros filhotes. Agora eu era, uma vez mais, um Cliath. Mas não importava, meu posto jamais diria o quão forte minhas presas podiam ser cravadas nas entranhas de um maldito.

Um longo silêncio se prolongou após o pedido de confirmação de Grimfang, eu me perdia em meio a meus pensamentos: "Por Gaia! Até mesmo você agora? Mas por quê? Desde quando olha para mim com esses olhos?" Olhava para os outros dois que estavam no local e voltava a emergir na tentativa de compreender o que ocorria: "Acho que não posso considerar a ocasião parcialmente. Ele não me dera motivo, até agora, para reclamar da forma como me trata. Talvez seja uma tarefa inglória, ou talvez ele tenha algo em mente. Não posso ser arrogante ao ponto de não dar à ele o benefício da dúvida... Não quero acreditar que toda nossa Tribo tenha caído na apatia."

Concordei, finalmente, com o que havia sido designado, mas não sem antes fazer um pedido: -Irei me dedicar à tarefa bem como pediu. Ficarei feliz em dar auxílio à nossos irmãos em sua missão- O fato de ser um péssimo mentiroso não ajudou muito, meu semblante de descontentamento deve ter ficado mais evidente do que o que eu gostaria - mas poderia ao menos nos instruir sobre o que se trata a jornada do grupo em questão?- Minhas palavras eram brandas e respeitosas. Aquilo contrastava com o modo o qual estava habituado a falar, talvez ele percebesse minhas intenções ainda melhor com esse fato. Praguejei mentalmente por um instante.



-OFF:
Spoiler:
Se possível, gostaria que me norteasse geograficamente, esclarecendo também o horário aproximado no momento da cena para poder citar no meu próximo post questões como as vestimentas usadas e etc.
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Re: Ásia Central

Mensagem  Daniel Ramone em Ter 13 Jan 2015 - 6:23

A primeira adversidade fora resolvida: Livrei-me da influência daquela cretina. No entanto agora eu tinha mais um obstáculo pela frente, lutar contra ela dentro d'água. Por mais alarmante que seja a situação, o desespero nunca me caiu bem, e ao invés de ser assolado pelo medo, o que me vêm de imediato são soluções. Então, quando a mulher me agarra, sorrio cinicamente para para ela.

"Você é tão bonitinha, mas nunca daria certo entre nós." Penso irônico.

Off: Gasto 1 ponto de Fúria para ter duas ações. Em uma passo direto para a forma Crinos com minha qualidade Metamorfo. Na outra, se a criatura não me soltar após a transformação, eu a ataco com uma mordida no pescoço, aproveitando a proximidade, mas caso ela me solte, uso sobre ela o dom Sugestão do Invisível, ordenando que me leve de volta à superfície.


- Vincenzo

- Gaspard

- Miranda

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Re: Ásia Central

Mensagem  Lua em Qui 15 Jan 2015 - 10:52

Alaín:
Alaín sentia os braços da rusalka cingindo seu corpo sem muita força, ela estava distraída com os uivos e rosnados de Joe. Aproveitando-se do momento, Alaín buscou sua conexão com o mundo espiritual para atravessar a película.

Rolagem:
Narrador rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 5 para percorrer atalho que resultou 8, 8 - Total: 2 Sucessos

Funcionou. A rusalka até se deu conta, mas ele já estava do outro lado.

Era noite na umbra. A lua brilhava, imensa, e sua luz azulada se refletia no gelo que se acumulava sobre pinheiros e bétulas. Era como se árvores estivessem recobertas por contas de vidro e a visão daqueles pontos brilhantes evocava o som de pequenos sinos. Sobre a neve, arbustos baixos, retorcidos e negros amontoavam-se em vários pontos. O luar iluminava a borda do bosque mas, conforme o olhar se aprofundava em seu interior aparentemente infinito, perdia-se em uma escuridao angustiante. Fazia ainda mais frio ali e Alaín sentiu como se a medula congelasse dentro de seus ossos.  Começou a tremer. Ao mesmo tempo um forte sentimento de tristeza e perda tomou conta de seu coração.

Entao ele a viu. Havia passado também.

A rusalka estava imóvel como uma estátua. Descalça, com as roupas congeladas e rasgadas, parecia mais infeliz que ameaçadora. Na fração de segundos em que os olhos de Alaín se cruzaram com os dela, ele pôde sentir que a tristeza que sentia emanava da rusalka, que perdera sua vida ainda jovem e agora tinha que extraí-la de outros seres. Se no mundo da matéria ela atraía pela sensualidade, na umbra sua tristeza roubava as energias de qualquer um.

Cantava a música mais melancólica que ele já ouvira. Alaín começou a sentir seus efeitos, mas agora já não era inocente.  A vontade de entregar-se à morte retornava, mas a lembrança de seus deveres e a imagem de Afanasiy esmagado ajudavam-no a resistir.

Olhou ao redor: se queria um ataque de guerrilha tinha que agir rápido ou corria o risco de ser novamente dominado*.


* dependendo da estratégia usada por Alaín, haverá um teste de força de vontade no próximo turno.

Vincenzo:
Vincenzo demonstrou calma e sangue frio. A raiva que sentia por estar sendo dominado foi mobilizada para a transformação.

Ele tinha grande domínio sobre o processo e a rusalka materializada, apesar de sua força, não era maior que uma mulher comum: seus braços não conseguiram reter o imenso crinos*, que soltou-se.

Imediatamente, o galliard usou o dom Sugestão do Invisível.

Rolagem:
Lua rolou para Vincenzo 7 dados de 10 lados com dificuldade 8 para dom Sugestão do Invisível e obteve: 10 2 7 7 8 3 5 
- Total: 2 Sucessos

Funcionou. A rusalka começou a levá-lo de volta à superfície, ainda que sem muita convicção no que estava fazendo. Apesar da inexplicável vontade de devolver sua presa ao ar, seu instinto mais básico ainda era afogá-lo.

A certa distância estavam Anton e Ahmed, nadando habilmente apesar da correnteza. O presa de prata percebeu o que estava acontecendo e fez um gesto para Ahmed. Os dois se afastaram para não assustar a rusalka. Quando Vincenzo e ela passaram,  começaram a segui-los a certa distância.


* assumi que a transformaçao foi para esta forma.

Yuri:

-Irei me dedicar à tarefa bem como pediu. Ficarei feliz em dar auxílio à nossos irmãos em sua missão. (..) Mas poderia ao menos nos instruir sobre o que se trata a jornada do grupo em questão?

Yuri pensou ver um leve sorriso no rosto redondo e enrugado de Grimfang, mas rapidamente sua expressão mudou.

- Vocês já têm toda a informação que necessitam, munchiki*. – disse o velho com brandura e firmeza – Agora vão.

Os dois outros cliaths, um galliard e um ragabash, saíram ocultando risinhos - o tipo de coisa que era cada vez mais intolerável para Yuri.

(o jogador está livre para reagir a isso como quiser, desde um silêncio superior até mostrar aos pirralhos o que é provocar um ahroun).

***

Mais tarde, Yuri estava na cabana de uso comum quando Grimfang se aproximou. Fazia muito frio. Aquele era um dos invernos mais duros nos Urais Centrais em séculos. O que costumam chamar de “inverno eterno”. Desde outubro o frio era forte e agora, em meados de novembro, a temperatura mantinha-se abaixo de -20 graus. Isso se devia às mudanças climáticas, mas também era uma das consequencias malignas da queda do caer vizinho, diziam.

Grimfang trazia um saquinho com folhas de chá. Pôs na chaleira do samovar e  preparou a infusão, que entregou à Yuri. O contato da caneca quente com suas mãos enregeladas lhe fez bem.

- Agora podemos falar da missão, munchik. Comecemos pelos guerreiros. – disse Grimfang

“Eles são Anton “Uivo do Vento” e Oleg “Brado dos Justos”, galliards e Afanasiy “Mil Vidas”, ragabash. Chegaram aqui logo após a primeira mudança.

De certa maneira você me faz recordá-los nessa época, garoto. Valentes, voluntariosos, brilhantes… e impacientes. – Grimfang soltou uma gostosa risada. – Era 1993, estávamos isolados do mundo e às voltas com a Baba Yaga. Temíamos pelos filhotes e decidimos mandá-los para a umbra, reviver uma batalha em seu rito de passagem. Como se decepcionaram!

Vocês jovens pensam que o mundo só estava esperando vocês nascerem para ser consertado, e eles não eram diferentes. Achavam que, ainda cheirando a talco, iam ser eles a derrotar a Baba Yaga! Mas não podíamos nos arriscar. Os tempos eram demasiado duros e eles vinham de grandes linhagens. Anton dos Volkov, família de inestimáveis parentes, como a sua, Yuri, mas que passou quase um século sem gerar garous até que ele nasceu. Praticamente o mesmo com os ucranianos Misyats, de Oleg.  E Afanasiy… bem, o pequeno havia nascido entre plebeus ignorantes e quase o perdemos. Mais um dos problemas causados por jovenzinhos descuidados de suas linhagens… entende?”

Grimfang riu. Fazia essas advertências de um modo simpático.

“Mas estou divagando!

Anton, Oleg e Afanasiy cresceram e se tornaram grandes garous. Anton foi lutar contra a Pentex, chegando à América do Sul. Oleg e Afanasiy permaneceram em Lua Crescente até dez anos atrás, quando descobriram o centro de um possível caern, no salão principal de uma caverna esplêndida.

Nós os ajudamos a abri-lo e o caern se tornou nosso amigo e vassalo. Oleg e Afanasiy formaram uma vila de parentes; “Fogo-e-gelo”, um promissor filodox, assumiu a liderança. Tudo ia bem, até que um grupo de Dançarinos da Espiral Negra invadiu o caern, tomou a caverna e destruíu a aldeia de parentes. Mataram quase todos os parentes, com exceção de um grupo, quase só de mulheres, que levaram para a recém-formada colméia.

Três meses depois os ajudamos em uma ofensiva. Todos nossos garous morreram. Oleg e Afanasiy saíram com vida mas muito feridos. Nao podíamos mandar mais guerreiros sem comprometer a segurança de Lua Crescente.

Seis meses depois todos já davam os parentes como mortos quando uns pastores encontraram pedidos de ajuda amarrados às suas cabras. Diziam “estamos vivos”. Os meninos** ficaram desesperados por um novo ataque, sobretudo Oleg, cuja amante e mãe de seu filho, Marina Búrkina, estava entre as raptadas.

Piotr Volk negou mais guerreiros. Parece cruel, mas você deve entender, filho, que primeiro vem a segurança de Lua Crescente. Nao podemos arriscar nosso caern para resgatar parentes. Eu concordo com Piotr Volk e, se ele dissesse o contrário, eu mesmo recusaria tal empreitada.

Mas os três nunca foram de se entregar. Procuraram outros garous, de diferentes tribos, e formaram um comando para invadir o caern caído e resgatar os parentes.

Falei com Piotr Volk e vamos ajudá-los com equipamentos e provisoes. Isso é o que vocês deixarão na cabana. Você ficará vigiando, munchik. Terá muito tempo para pensar… - acrescentou de maneira enigmática. Seres estranhos andam por aí e não podemos arriscar a perder a carga. Afinal, são para guerreiros valentes a ponto do autossacrifício por seus parentes.
Eles necessitam de toda a ajuda possível. - Grimfang pôs seus olhos oblíquos e amarelados nos olhos de Yuri e permaneceu assim vários segundos.

Depois disse:

- Peço a Gaia pelos meninos, munchik. É uma missão para loucos, todos dizem. Mas eu acredito que é uma missão para verdadeiros heróis.


* pequenos
** Grimfang é velho e chama todos de menino. Os npcs estao na faixa dos trinta.
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Re: Ásia Central

Mensagem  Daniel Ramone em Qui 15 Jan 2015 - 11:46

Havia dado certo, a criatura me levava de volta à superfície como eu havia ordenado. Ao chegar ao topo, logo sai da água para a terra firme. Então observei rapidamente o panorama. Alaín havia cruzado a película, Ramandra e as mulheres uivavam na tentativa de atrapalhar o canto das Rusalkas, mas não parecia dar muito certo.

"Só porque não escolheram o uivo certo" Penso.

Aproveitando a forma Crinos, apontei o focinho para o céu e entoei bem alto um uivo de guerra combinado ao dom Chamado da Wyld, na tentativa de calar as criaturas e incitar meus companheiros.

- Os espíritos me batizaram de Canção-das-Trevas por um só motivo: Porque no momento mais escuro é a minha voz que vocês ouvirão! Lutem irmãos, os amados Parentes da Lua Crescente dependem de nós. Se é para estes espíritos fracos que vocês pretendem cair, então caiam e saiam do caminho daqueles fortes de coração. Mas se vocês querem mesmo honrar suas tribos e ancestrais, então lutem com tudo. Por Gaia!  - Uivei, partindo para cima da Rusalka para atacá-la com as garras.

off: Gasto 1 ponto de Força de Vontade para obter um sucesso extra nas rolagens para o dom.


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Re: Ásia Central

Mensagem  Midnight em Qui 15 Jan 2015 - 19:42

Tentava me manter tranquilo em relação a Grimfang, havia me disposto a ser colaborativo com seu pedido, por mais frustrante que ele me pudesse soar, agora o mínimo que tinha à fazer era arcar com este com todo o afinco necessário. Mas os outros dois ali presentes protagonizavam uma história completamente diferente. Por mais que há algum tempo provocações como aquelas fossem triviais para mim, agora o quadro era outro. Não era como se eu precisasse provar minha ferocidade para merecer um lugar ao Sol, era simplesmente questão política, fofoquinhas, ao meu ver. Eu poderia ter avançado sobre eles para resolvermos isso ao bom modo Ahroun, mas preferi antes tentar ganhar o jogo no campo deles. Mantive uma expressão tranquila e uma postura despreocupada, falando com desdém notório à ambos, em um tom baixo: -Gostaria de lembrá-los que os Anciões me olham torto por minha sede em banhar-me com sangue, e não por passar o dia deitado em frente a televisão sendo servido por criados.- Encarava duramente ambos antes de encerrar: -Mostrar os dentes à um lobo é um convite à um desafio. Algum interessado?- Não pretendia lutar, por isso mesmo a postura calma, mas caso um dos dois, ou mesmo ambos, se prontificassem em atender ao convite, não recuaria. Caso o assunto fosse encerrado por ali, seguiria em frente.



Tirava as luvas de couro que calçava e guardava as mesmas nos bolsos da folgada calça ao estilo militar russo, o grande casaco branco que vestia estava agora entreaberto pelo zipe frontal, deixando claro a grossa camisa negra de mangas cumpridas que vestia por baixo do mesmo. Olhava para os resquícios de neve sobre minha bota quando recebi a caneca de Grimfag. Antes que pudesse reorganizar meus pensamentos do vazio o qual estes se encontravam o velho toma a iniciativa. Aquilo me deixa aliviado. Ouço com paciência.

Por mais de uma vez franzi o cenho durante as comparações de Grimfag, odiava aquilo, e sabia que ele tinha conhecimento de tal fato. Mas não retruquei ou sequer resmunguei, eu havia pedido por respostas, e ele as estava dando, por quê interrompê-lo? A essa altura mesmo o breve conflito que ele havia causado com os outros dois inicialmente não me importava mais. E meu olhos brilharam com as últimas frases do lupino.

Passei alguns segundos encarando-o francamente. Tentava moldar o quadro que ele me passará, ter certeza de que havia entendido adequadamente, e reagir de forma apropriada era quase tão importante quanto. Finalmente disse com determinação: -Gaia seja louvada por sua sabedoria, Grimfang. Eu sabia que você podia ver, que você podia sentir! Sou grato pela sua confiança em partilhar comigo tal história, e também lhe agradeceria se me desse sua bênção para retomar o que é da Mãe por direito.- Meus punhos se cerravam, minha garganta apertava. Eu estaria me saindo tão mal? Ainda corria o risco de perder aquela chance? Antes que meus pensamentos me tirassem o foco terminei: -Uma missão de heróis, você diz. Então, deixe-me partir. Deixe-me sair da sombra que meu nome derruba sobre mim. Deixe-me escrever minha história nessa terra, com sangue maldito!- Talvez minha euforia fizesse ele lembrar dos que havia perdido nas investidas temerárias que citara. Eu me perguntava desde quanto ficara tão inseguro com as palavras que dizia. E me preparava para a possibilidade de ser repreendido mais uma vez pela Tribo por partir em uma missão na qual não tive autorização.
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Re: Ásia Central

Mensagem  Alexyus em Dom 18 Jan 2015 - 5:58

A ideia de Alaín deu certo, e ele ficou momentaneamente satisfeito com isso.

Mas a paisagem umbral era fria e melancólica. O bucolismo da cena era amplificado por um sentimento impregnado na área, algo que Alaín deveria saber identificar, pois parecia familiar, mas ele ainda não conseguia fazê-lo.

Então, a russalka o alcançou. Na Umbra, revelando sua forma verdadeira, ela inspirou pena a Triunfo de Gaia. O aspecto triste e solitário dela era algo lamentável. E então o phillodox lembrou-se: assombrações! Humanos mortos que pereceram consumidos pelo arrependimento e por isso não conseguiam achar seu lugar na Umbra Negra, virando assombrações enlouquecidas e vagando entre os mundos. Os theurges presas de prata tinham falado brevemente a ele sobre esses espíritos sem descanso.

Apesar de toda a pena que ela inspirava, Alaín lembrou-se do conselho dado pelos theurges: destrua essas aberrações espirituais quando as encontrar. Ele se determinou a fazê-lo. Iria resistir àquela vontade de morrer e ao frio cortante com o fogo de sua fúria.

Avançou contra a russalka, usando suas garras para rasgar a forma espiritual dela com a velocidade do pensamento.

OFF: Usando 1 ponto de Fúria para dois ataques com garras.
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