Miranda Blackraven - Bruxa-da-Floresta - Theurge das Fúrias Negras

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Miranda Blackraven - Bruxa-da-Floresta - Theurge das Fúrias Negras

Mensagem  Daniel Ramone em Ter 13 Jan 2015 - 21:57

Nome do Personagem: Miranda Blackraven
Nome Garou: Bruxa-da-Floresta
Nome do jogador: Daniel Ramone

Raça: Hominídea
Augúrio e Aspécto: Theurge – Lua Cheia
Tribo: Fúrias Negras

Natureza: Solitária
Comportamento: Rebelde
Conceito: Bruxa

Características:

Idade: 17
Nacionalidade: inglesa
Cabelos: Ruivos
Raça: Caucasiana
Olhos: Lápis-lazúli
Sexo: Feminino

.......................Altura:........................................... Peso:
Hominídeo:.......1,70m........................................... 55 kg
Glabro:.............1,85m.......................................... . 100 kg
Crinos:.............2,55 m........................................... 340kg
Hispo:.............. 1,60 m............................................... 340 kg
Lupus:.............0,75m............................................. 35kg

Atributos - Físicos  (3)

Força: 2
Destreza: 3
Vigor: 1

Atributos – Sociais (7)

Carisma: 4 (Cativante)
Manipulação: 3
Aparência: 3

Atributos – Mentais (5)

Percepção: 3
Inteligência: 2
Raciocínio: 3


Habilidades – Talentos (13)

Prontidão: 3
Esportes:
Briga:
Esquiva: 2
Empatia: 3
Interpretação:
Intimidação:
Instinto Primitivo: 3
Crime:
Lábia: 2

Habilidades – Perícias (5)  

Empatia c/ Animais:
Arqueirismo:
Artesanato:
Protocolo:
Liderança:
Armas Brancas: 3
Atuação:
Cavalgar:
Furtividade: 1
Sobrevivência: 1

Habilidades – Conhecimentos (9)

Acadêmicos:
Enigmas: 2
Investigação:
Direito:
Linguística:  
Medicina: 1
Ocultismo: 3
Política:
Rituais: 3
Ciência:

Antecedentes:

Aliado 3: (1PB)

Corvo-Negro: Philodox Adren da Cria de Fenris, e pai presente de Miranda. É um Garou Hominídeo de 40 anos, pele branca e cabelos grisalhos. Sua personalidade é o que se espera de um Cria, rude e durão, mas com Miranda é um pai cuidadoso, e mesmo tentando não mimá-la muito, acaba sempre cativado pelo jeito da menina.

Ritos: 3 (3PBs)


Dons:

Tribo: Sentir a Wyrm
Augúrio: Comunicação com Espíritos
Raça: Persuasão

Rituais: Pedra Caçadora, Ritual de Compromisso, Ritual da Dedicação ao Talismã.

Fúria: 4 (2 PBs)
Gnose: 5 (8 PBs)  
Força de Vontade: 5 (1 PBs)

Posto 1:

Renome:
- Glória Permanente:
- Honra Permanente:
- Sabedoria Permanente: 3

Renome:
- Glória Temporário:
- Honra Temporário: 1
- Sabedoria Temporário:


Vantagem de Tribo: Força das Mulheres

Fraqueza Tribal: Raiva


Qualidades / Defeitos

Equipamentos e Bens possuídos: Vestido e capuz dedicados. Cabana na floresta. Espada dada por seu pai.

Prelúdio/História:

As batalhas entre o Reino e a Germânia estavam se tornando cada vez mais comuns, e entre as fileiras humanas, Presas de Prata e os filhos de Fenrir se escondiam debaixo de armaduras em uma secreta disputa por território junto a seus Parentes.
         Foi em uma destas violentas batalhas que meu pai chegou à floresta de Blackwood. Irmãos e espíritos o conheciam como Corvo-Negro, juiz dos Fenrir e temível alfa de uma matilha de guerreiros. Pelas histórias que minha mãe contou, precisou de um batalhão inteiro para rivalizar com ele e seus companheiros, e mesmo assim não conseguiram matá-lo, apenas feriram-no o bastante para que ele viesse à floresta em busca de refúgio. Minha mãe me contou que ele mal pisou aqui e já pensava em ir no dia seguinte caçar os covardes que dizimaram sua matilha.
         Minha mãe, uma parente das Fúrias Negras, o encontrou e sabe-se lá o por quê o socorreu. Bem, o resto da história é bem presumível. Um homem e uma mulher sozinhos em uma cabana no meio da floresta durante o inverno não passariam semanas apenas jogando conversa fora. Nove meses depois eu nasci da união entre os dois, e fui muito bem cuidada pela minha mãe e pelas outras Fúrias, apesar de meu sangue multitribal. Antes mesmo de minha primeira transformação ficou perceptível meu contato com o mundo espiritual e que eu era a mais “esquentadinha” das crianças que viviam nos arredores do caern.
         Eu costumava ver meu pai uma vez ao mês, quando as caçadas e pilhagens ocorriam próximas ao Reino, mas quando Mãe Gaia chamou por mim, ele começou a aparecer com mais frequência, reclamando para si os direitos de minha custódia. As Fúrias não aceitaram, e logo ficaram preocupadas com uma possível batalha contra os Fenrir. No entanto ele é durão apenas por fora, e sua rigidez não passa de uma casca protegendo um amante protetor e um pai amoroso. Minha mãe o demoveu da ideia, e ao ver que nasci sobre a lua crescente, ele se convenceu de que não seria boa ideia atirar-me entre os ferozes filhotes de sua tribo.
         Decidida a minha permanência entre as Fúrias Negras, concluí bem meu ritual de passagem após um jogo de charadas com espíritos aliados do caern e assegurei meu lugar entre as damas da seita. Com elas aprendi tanta coisa: Dons, rituais, habilidades de sobrevivência... Mas meu pai sempre fez questão de que eu aprendesse a me defender sozinha, e quando lembrei a ele que eu não era uma guerreira, ele insistiu que na sua tribo de bárbaros até os Theurges levantam espadas e se juntam às fileiras com os Ahroun. Graças a ele tive de aprender a manusear armas e compreender melhor a minha natureza primitiva, e confesso que em uma ocasião ou duas essas habilidades me foram muito úteis.
         Infelizmente minha mãe morreu no ano passado, e nem eu ou meu pai fomos os mesmos depois que aquela febre duradoura a levou. Agora eu vivo sozinha na cabana que um dia foi dela, e além de seu lar, herdei também a fama de bruxa que a cidade lhe impôs devido ao isolamento. Meu pai continua aparecendo mensalmente, sou a última coisa que faz aquele velho Adren lembrar que ainda possui um coração. Quando ele chega, eu lhe faço um bom chá para aquecer a garganta enquanto conta suas histórias ou divaga o quanto sou parecida com minha mãe.
          A vida nos arredores do caern de Blackwood é pacífica, mas vez ou outra um corrompido dança entre nossas árvores, e eu tenho de me unir à Mestra de Rituais da seita para limpar a mácula que eles deixam e apaziguar os espíritos. Só que a visita destas criaturas está começando a ficar cada vez mais frequente, e diferente das outras Fúrias eu não quero apenas ficar na floresta e fazer o dever de casa, quero sair por aí e caçar estas criaturas, cortar o mal pela raiz se for possível.


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Re: Miranda Blackraven - Bruxa-da-Floresta - Theurge das Fúrias Negras

Mensagem  Alexyus em Qua 14 Jan 2015 - 10:25

Ficha aprovada, Daniel. Bom jogo!
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Re: Miranda Blackraven - Bruxa-da-Floresta - Theurge das Fúrias Negras

Mensagem  Alexyus em Qui 30 Abr 2015 - 17:56

Gastos do 1° ciclo/2015 computados
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Re: Miranda Blackraven - Bruxa-da-Floresta - Theurge das Fúrias Negras

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