A Cruzada dos Miseráveis

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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Veu Cinza em Seg 9 Mar 2015 - 13:03

Greep se mistura a multidao local e usa o don Esconder o Lobo (Nível Um) para nao dar pistas de quem e de fato e se tiverm-no percebido ficarao confusos oq ue de certo modo ignoraro por um tempo.
Mantendo toda descricao possivel Greep observa o senhor das sombras e quem o acopmnha e continua fazendo seus afazeres e retorna ao lugar onde estava observando mais e mais imaginando uma forama de falar copm eles saber mais , entretanto cautela traz um bom jantar e ele apenas espera fingindo ignora-los, a nao ser que o abordem-no e ate entao fingira nao saber do que se trata, e quando for forcado a se identificar dira perdao e que minha origem remonta vergonha a meu pai John Olhar-Revelador morto em combate defendendo um Presas de Prata, minha mae uma camponesa com um futuro promissor no convento fora obrigada a servi-lo certa noite e engravidara, e para que a esposa dele nao me matasse ele me mandar parea a roda de adocao, fugi do orfanato e fui acolhido por uma comitiva de cozinheiros itinerantes mas que nao sabiam de minha real natureza, eu sou be tudo isso em sonho por um corvo chamadfo Januq que serviu a Barriga-Azeda um theurge da matilha de meu tetra-avo que como ultimo pedido me contou isso em qu posso ser util, bom acho que esta historia esta bom para comecar vamos ver como eles metratarao quando souberem quem de fato sou, kkkkkkkkkkkkkkkk, bom depois me disvencilho destes dois idiotas e vou embora


Greep continua seus afazeres normalmente ja tendo bolado um plano seguira em frente
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Daniel Ramone em Ter 10 Mar 2015 - 8:52

Os motivos daquele homem e seu jeito pareciam nobres, mas não dava para confiar plenamente, então era melhor manter a mão sobre a bainha da espada enquanto ele falava. Logo foi a minha vez de ser ouvida por Luar-sobre-a-Terra.

- O que estou levando para lá é apenas meu corpo e minha força, pois meu coração e minha alma sempre permanecerão aqui, entre minhas irmãs. Voltarei assim que puder. - Prometi emocionada.

Devolvi a ela o abraço na mesma medida, e a ouvi quando ela falou com o tal Jon.

"Será que é boa ideia entregar-me às custódias daquele homem? E se ele estivesse mentindo?" Pensei, olhando para ele.

Eu estava prestes a protestar, quando uma das irmãs veio a mim, trazendo minha espada.

- Droga! Era a casa de minha mãe. - Lamentei sem vergonha das lágrimas em meus olhos. - Mas obrigada mesmo assim, irmã.

Recolho minhas coisas e me volto a Luar-sobre-a-Terra mais uma vez.

- Senhora, gostaria de lhe pedir um favor. Esta espada dada a mim por meu pai, ela não é dedicada. Será que poderia dedicá-la para mim? - Pedi com humildade.



- Vincenzo

- Gaspard

- Miranda

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Fala
Off
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Lua em Sab 14 Mar 2015 - 19:47

Rodrigo seguiu Svetlan até a tenda-bordel. Apesar da educação cristã , no tempo em que se dedicou a percorrer cidades Rodrigo conheceu vários lugares como aquele. Toda cidade tinha o seu e eram todos parecidos.

Uma coisa que nunca faltava em bordéis era um moleque ajudando, "e aí está o da tenda", pensou Rodrigo ao ver Greepfen. Usava farrapos e exalava um forte odor animal… mas tinha uma rara dignidade, avaliou Rodrigo.

Svetlan perguntou se Rodrigo desejava fazer contato com o garou e ele assentiu.

- Sim, apresente-nos.


Última edição por Lua em Sex 27 Mar 2015 - 13:51, editado 1 vez(es)
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Veu Cinza em Seg 16 Mar 2015 - 18:17

Greep observa de longe como se ignorasse os dois e repensa o que dira se interrogado for que e filho de uma loba que foi atacada por um pevertido que se dizia folho do trovao saira rapidamente dali
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Qua 18 Mar 2015 - 14:00

Miranda & Jon

Tendo recebido as bençãos das Fúrias Negras, Miranda partiu do caern de Blackwoods com Jon e Malala.

A viagem através dos reinos europeu em direção ao Oriente Médio em perseguição aos exércitos cruzados que partiam foi feita com cautela e urgência. Malala falava pouco, mas vez por outro contava alguma história ou piada das estradas, mostrando-se confiante no caminho traçado e não hesitando diante de nenhum obstáculo, imprimindo aos outros um ritmo forte de marcha.

Miranda não era uma viajante experimentada, e os anos de contemplação espiritual no caern das Fúrias não a prepararam para esse tipo de jornada. Mesmo esforçando-se para acompanhar o ritmo de Malala, ela cansava-se facilmente, ficando molhada de suor e ofegante em questão de horas.

Jon, por outro lado, era familiarizado com as estradas e reconhecia muitos dos caminhos escolhidos no início da jornada. Mas as viagens do presa de prata eram de natureza exploratória e nômade, sem a urgência de chegar a um destino determinado como a peregrina silenciosa o obrigava a fazer agora. Algumas vezes na estrada ele se sentia desorientado, seguindo as indicações de direção da mulher oriental sem compreender imediatamente a razão para tais. O cansaço também o tomava, mas ele conseguia disfarçá-lo melhro que a fúria negra.

As caçadas em busca de comida eram breves e não traziam presas muito saborosas, apenas suficientes para mantê-los andando em direção ao seu destino. As pausas para dormir e descansar eram feitas em intervalos irregulares, sempre num lugar abrigado de olhares curiosos. A peregrina cumprimentava todos os viajantes da estrada, ams não trocava mais que algumas palavras com a maioria deles. A pressa em chegar ao ponto de destino era patente em cada gesto e ação dela.

Depois de algumas semanas de andanças, eles viram na linha do horizonte um grande acampamento estendendo-se até os pés de um castelo, e Malala sorriu satisfeita. Apressando o passo, eles logo avistaram as bandeiras com as cruzes cristãs dos tais cruzados.
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Qua 18 Mar 2015 - 14:05

Rodrigo e Greepfen

Os dois cavalheiros, Rodrigo e Svetlan, andaram imponentemente até a tenda-bordel, ignorando o sorriso das cortesãs e encaminhando-se diretamente para Greepfen. O mais velho deles, aquele que tinha a insígnia dos Senhroes das Sombras, adiantou-se e falou:

- Então, meu jovem, está encarregado de pajear prostitutas? Mas esse disfarce não me engana, sei que seu objetivo é outro. Podemos ajudá-lo nisso, em certo sentido nossos objetivos são coincidentes. Eu sou sir Svetlan e este é sir Rodrigo. Podemos falar em particular?
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Veu Cinza em Qui 19 Mar 2015 - 10:37

Greep observa Rodrigo, falar com imponencia e atitude e pensa, tolo que gosta de dar ordens, ele acena com a cabeca e o guia ate uma clareira, sem antes avisar que um nobre quer ter com ele, e sai em seguida...
Chegando ate o lugar , onde nao o podem ouvi-los com facilidade, Greep comeca a falar baixo, cabisbaixo, um pouco timido, quase que tivesse implorando por sua vidasem gesticular muito estendendo as maos como se esntregasse aum castigo iminente e comeca a principio sem usar dons, a nao ser ocultar a sua besta, ja que nao consegue ociultar seu odor almiscarado de anaima, o que pra ele e bom quando em territorio de lupinos:


Milord, por favor, vejo que pela forma a qual me abordou es o justo o bem dentre os carniceiros, me perdoe nao tive culpa, minha mae era uma lupina, que foi morta apos eus ter nascido, e meu pai era um nascido de homem, que pegou minha mae na forma dos filhos do macaco, e a possuiu eu nasci ela morreu, um viajante me entregou pra igreja, anos mais tarde descobri, um irmao gemeo, e o segui, ele era filhos de um nobre, um herdeiro do trovao, ele nao me reconheceu, descobri que eu nao nasci sozinho, e que meu irmao foi dado pra uma familia rica, e que depois nosso pai o achara, mas eu tinha ido para outro convento e fugi de la pois um padre tentou me violentar, tenho medo de descobrirem e me matarem por isso, ou de pensarem que quero usurpar o trono de meu pai, meu irmao morreu enquanto brincava no patio do castelo, por dancarinos, eu os persegui, mas nao consegui encontra-los, eram muitos, espadas vozes ritos, sangues eu , eu, sou  pecaminoso, , eu, eu precipicio, morte, ma-te-me,me na-o-c-o-n-si-go, ahhhhhhhhhhhhhhh

Greep, se nalanca no chao como um desmaio apos cambaleara um pouco e cai respirando devagar tentando se levantar, se escorando em alguma arvore ou arbusto e caindo de vez no chao cabeca para tras, ora para frente como se fosse tomado por um extase forte, e depois age como se nao o conhece levanta ainda meio zonzo e tenta sair e voltar a tenda

De fato a historia nao e real, mas Greep a misturou com a sua propria , e um misto fantasioso como se fosse algo algo que ele desejasse cheio de avnturas e acoes e um final honroso e feliz o qual ele sabe que nunca tera
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Lua em Sex 27 Mar 2015 - 15:04

Rodrigo acompanhou Svetlan e o desconhecido até a clareira.

Então, antes mesmo de se apresentar, o garou desconhecido se lançou a uma súplica submissa, seguida de uma história mirabolante sobre seu passado e, finalmente, agindo como alguém que saiu de um transe.

Rodrigo assistiu a tudo em silêncio, analisando o garou e pensando:

"Pelos trajes esse sujeito é um roedor de ossos. Isso seria muito útil se vamos lidar com uma cruzada composta por miseráveis. Mas não gosto da atitude dele. O que significará essa cena toda?

É muito espetáculo para ser simplesmente a reação de um roedor de ossos frente a tribos superiores.

Talvez ele seja apenas um galliard histriônico e descontrolado; ou com um antepassado louco. Não gosto de nenhuma das hipóteses. Ninguém de bom senso quer lutar ao lado de um garou instável.

Mas também pode tratar-se de um ragabash fazendo uma ceninha bem calculada para nos enganar de alguma maneira. Com que intenção?
Nao creio em nada nessa história que contou. E mesmo que fosse verdade não justificaria tanta histeria. Eu também nasci de uma união amaldiçoada e não saio contando minha história por aí, entre lamúrias.

Melhor ficar de olhos muito atentos neste indivíduo, caso Svetlan decida que pode nos ser útil."


Embora sua mente trabalhasse a todo vapor, Rodrigo permaneceu calado, com uma atitude impassível. Apenas um olhar cúmplice para Svetlan quebrou sua frieza, externando a desconfiança que sentia e uma ponta de desprezo pelo roedor de ossos.
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Sab 28 Mar 2015 - 10:59

Miranda & Jon

Seguindo a orientação de Malala, Jon e Miranda a acompanharam numa distância segura do acampamento, margeando-o pelo bosque ao redor.

Eles chegaram a uma clareira na parte posterior do acampamento, de onde ouviram sons de conversa em voz baixa, mas um pouco incoerente. Assim que viram a origem dos sons, encontraram dois soldados e um mendigo. Os dois soldados estavam trajados de maneira esmerada, denotando uma provável origem nobre. O mendigo parecia de terras distantes e era quem falava de modo exagerado.


Miranda, Jon, Rodrigo & Greepfen

Ao fim da explanação de Greepfen, Rodrigo ficou perplexo, mas Svetlan apenas riu de modo discreto. Depois de um momento, ele se dignou a falar:

- Vamos, meu rapaz, pare com os chistes! sei que pelo menos parte do que disse é mentira, e mais, sei que é um garou interessado em nosso movimento de guerra. Então, a menos que queira ser executado como espião, é melhor começar a falar francamente com seus superiores.

Nesse instante, Malala saiu de trás das árvores e se pôs à vista dos três conferencistas.

- Com licença, meu senhor! Eu sou Malala Ahmadinejad para os humanos, Bakia Zaki, a Joia Brilhante dos Peregrinos Silenciosos, adren theurge do meu povo, a seu dispôr, milorde. Eu viajo com Jon White, Garra-da-Justiça, phillodox humano dos presas-de-prata de posto cliath, e Miranda Blackraven, Bruxa-da-Floresta, theurge humana das Fúrias Negras de posto cliath. Viemos para cá à procura de Corvo Negro, um renomado ahroun Fenrir de posto adren.

A interrupção pareceu agradar a Svetlan, que exclamou:

- Eis os garous que esperávamos! Este é Rodrigo Lobo, Língua-de-Açoite, ragabash cliath dos Senhores das Sombras, e eu sou Svetlan Kharamazov, Antevê-o-Movimento, phillodox athro dos Senhores das Sombras. este roedor de Ossos ainda não teve a etiqueta de apresentar-se, mas talvez na presença de mulheres de nossa raça ele tenha a consideração de fazê-lo.

Todos os olhares se voltaram então para Greepfen.
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Veu Cinza em Dom 29 Mar 2015 - 8:45

Greep sorri meio timido e cabisbaixo e com parcimonia e calma fala aos demais tendo ficado um, pouco em distancia dos senhores das sombras ele fala sem nenhuma eloquencia, de forma bem simples e direta:

Sou Greep feen, Sorte-ao-Lado, Galliard, acolhido pelos Roedores de Ossos, miladies e, milords, ao dispor da justica e da paz entre os povos
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Klauss Krugger em Ter 31 Mar 2015 - 15:15

*Durante a viagem Jon ajuda as duas mulheres como lhe foi pedido pela anciã das fúrias negras, porém sem pretenção de acompanhar a peregrina silenciosa na viagem, sempre ele pedindo para fazer interva-los , fazia questão de mostrar como ele sendo o vulneralvel no trio e não das mulheres, devido aos acontecidos com sua mãe respeitava as mulheres como iguais por isso não tinha motivos para esconder o cansaço da viagem, sempre que podia ajudava-as com seus conhecimentos, caçando produzindo abrigos para passarem a noite , acendendo fogo quando necessário, no percurso pergunta a ambas se precisam que algo seja dedicado, pois ja havia percebido que elas assim como ele não possuiam muitas posses.*

*Chegando ao acampamento observa a tudo atentamente, apesar de origem humilde Jon ainda era movido por algumas histórias das guerras contadas por Vougan no pouco tempo em que esteve junto com o atrho, portanto a curiosidade estava cada vez mais latente nele e apesar de não ser um guerreiro tinha a curiosidade de saber a verdadeira motivação por trás de cada um desses homens e mulheres e por que estavam deixando seus lares em nome de uma fé que até onde ele sabia não lhes valia de nada. Quando se aproximam dos demais permanecesse em silêncio e deixa que Malala fizesse as apresentações.*

Alexyus escreveu:- Com licença, meu senhor! Eu sou Malala Ahmadinejad para os humanos, Bakia Zaki, a Joia Brilhante dos Peregrinos Silenciosos, adren theurge do meu povo, a seu dispôr, milorde. Eu viajo com Jon White, Garra-da-Justiça, phillodox humano dos presas-de-prata de posto cliath, e Miranda Blackraven, Bruxa-da-Floresta, theurge humana das Fúrias Negras de posto cliath. Viemos para cá à procura de Corvo Negro, um renomado ahroun Fenrir de posto adren.

Alexyus escreveu:- Eis os garous que esperávamos! Este é Rodrigo Lobo, Língua-de-Açoite, ragabash cliath dos Senhores das Sombras, e eu sou Svetlan Kharamazov, Antevê-o-Movimento, phillodox athro dos Senhores das Sombras. este roedor de Ossos ainda não teve a etiqueta de apresentar-se, mas talvez na presença de mulheres de nossa raça ele tenha a consideração de fazê-lo.

Véu Cinza escreveu:Sou Greep feen, Sorte-ao-Lado, Galliard, acolhido pelos Roedores de Ossos, miladies e, milords, ao dispor da justica e da paz entre os povos

*Ignorando totalmente a apresentação do roedor de osso, Jon olha diretamente para o athro.*

Jon -- Sou Jon, Garras-da- Justiça, cliath dos Presas de Prata... Perdão milorde, mais disse que eramos esperados por qual motivo?

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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Daniel Ramone em Qua 1 Abr 2015 - 10:57

Off: Alexyus, em meu último post, minha personagem havia pedido pra que a Anciã dedicasse sua espada, isso foi feito?


Minha viagem ao lado de Jon e Malala foi algo comum. Não banquei a antipática, mas como uma Theurge, eu também não sai falando pelos cotovelos. Confiei a Peregrina a liderança na viagem, afinal aquela era a especialidade de sua tribo esquisita. Quando Jon sugeria parar para descansos, isso me aborrecia um pouco, pois eu queria chegar logo ao nosso destino, mas também não foi por isso que eu me indispus com o grupo. Procurei sempre ajudar da melhor forma possível. Porém, logo vi que descanso era necessário quando descobri que minhas pernas não foram feitas para peregrinar pelo mundo.

Por fim, chegamos a um grande acampamento feito as portas de um castelo, algo que julguei meio estranho.

"Quem seriam os nobres que moravam ali?" pensei enquanto me aproximava junto a Malala e Jon.

Ao contrário do que eu pensava, não entramos diretamente no acampamento, passamos por um bosque nos arredores e chegamos até uma clareira na parte de trás do agrupamento humano. Lá, nós encontramos um trio de pessoas bem diferentes, soldados e um mendigo. Malala foi a primeira a se apresentar.

"Ela tinha mesmo que revelar meu baixo posto assim tão descaradamente?" Pensei um pouco incomodada.

Quando ela revelou a procura por meu pai fiquei um pouco mais interessada na conversa, e mal prestei a atenção no restante das apresentações. Espero a conversa entre Jon e o homem terminarem para me pronunciar.

- Então, onde está Corvo-Negro? - Perguntei.



- Vincenzo

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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Lua em Seg 6 Abr 2015 - 15:56

Rodrigo correu os olhos por aquela troupe um tanto quanto maltrapilha e rude, detendo o olhar  uns segundos a mais do que o necessário em Bakia Zaki. Era bela. Parecia saída daqueles contos ouvidos dos árabes que, sem que ele suspeitasse, seriam reunidos séculos mais tarde n'As Mil Uma Noites.

Sem ter ainda o que opinar, Rodrigo ficou em silêncio, esperando que Svetlan respondesse às perguntas dos recém-chegados.


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Sab 11 Abr 2015 - 12:55

Apesar da apresentação de Greepfen ter sido quase ignorada pelos recém-chegados, Svetlan sorriu satisfeito com ela, ao mesmo tempo em que ouvia os outros. Com MIranda e Jon indagando ao mesmo tempo, Svetlan se propôs a responder aos dois numa só fala.

- Na verdade, Corvo Negro foi um dos que, juntamente comigo, arquitetaram o estratagema que trouxe-vos aqui. Vós não sois os únicos, é claro. Mobilizamos garous de toda a Europa para agir rapidamente nessa época de urgência. Não sei qual a vossa experiência em guerras, mas nosso caro Rodrigo aqui poderá lhes dizer que houve precipitações nas ações sem preparativos desta empreitada. O que nem ele talvez saiba é que por toda a Europa do Leste, multidões de fanáticos pobres e famintos marcham rumo ao Oriente, esperando que qualquer cidade em seu caminho lhes dê as provisões que não possuem. Quando as cidades se recusam, ocorre um banho de sangue, saques, estupros, todo tipo de ação deplorável que atrai os Malditos da Wyrm em grandes enxames. Nós, garous, percebemos que nossas bases e poder na rota dessa cruzada estão seriamente ameaçadas. Assim como eu, Corvo Negro anteviu a necessidade de evacuarmos nossos caerns e retirarmos todos os nossos recursos de importância antes da chegada desses humanos fanáticos. É por isso que eu já vos esperava. Corvo Negro, sendo um garou de mais ação e menos planejamento, partiu para a Anatólia para preparar um ponto de encontro para os resgatadores.

Svetlan fez uma pausa e voltou a falar, de modo mais objetivo:

- Agora, se desejareis tomar parte nessa nobre e arriscada missão, posso vos esclarecer os diversos detalhes envolvidos. O que dizeis?

OFF: Sim, a espada de Miranda foi dedicada pela anciã.


Última edição por Alexyus em Qua 29 Abr 2015 - 15:56, editado 1 vez(es)
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Veu Cinza em Sab 11 Abr 2015 - 16:17

Greep se mantem em ultimo no bando que se junta e entao responde primeiro :

-Eu procuro por uma amiga de minha tribo chamada Red Trap, se eu a encontrar por la entao para la irei, sou conhecido por nao passar apuros nas estradas, sempre encontro o abrigo certao na rota exata, com as situacoes apropriadas, ficarei feliz podendo ser util milords e miladies
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Klauss Krugger em Dom 19 Abr 2015 - 23:10

ação
verdade de Gaia semprw que alguém falar algo

*Jon permanece em silencio,pois segundo o pedido da anciã ele devia ajudar as duas, com isso não tinha muitas opções de pendia inteiramente das escolhas da fúria negra e da peregrina silenciosa, com isso mantevesse calado, apenas se manifestando se alguém mentisse.*


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Lua em Qui 23 Abr 2015 - 14:48

Rodrigo continuou em silêncio, atento às palavras dos demais.


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Sex 24 Abr 2015 - 19:20

Svetlan fitou um por um dos garous, avaliando a força da decisão de cada um. Quando ficou claro que os cinco estavam dispostos a aceitar o risco da jornada, ele passou a falar mais baixo, olhando de modo conspirador para os arredores para se assegurar de que estavam sozinhos.

- Corvo Negro partiu atrás de um fetiche lendário chamado Halliny, o elo entre o Ocidente e o Oriente. Os galliards contam histórias de que esse fetiche poderia purificar qualquer espírito Maldito à vista, restaurando-os à harmonia de Gaia. Se conseguissemos encontrar e utilizar esse fetiche nas zonas umbrais por onde essas cruzada estão passando, poderíamos garantir que os Malditos não se proliferariam e talvez, apenas talvez, os nobres ideias propalados por esses cristãos pudessem se tornar em algo bom e construtivo.

O Senhor das Sombras parou por um momento longo demais, como se revelar a parte prática da tarefa fosse o que lhe dava mais satisfação. Malala já ia cobrá-lo para continuar quando ele retomou a palavra, cortando qualquer intervenção dela:

- A última vez que foi visto, Halliny estava na posse de um Filho de Gaia chamado Paz Sublime. Esse garou tinha planos não revelados de levar esse fetiche e usá-lo mais ou menos como nós pretendemos, mas não sei de todos os detalhes que ele planejou, nem nunca o vi em pessoa. As notícias dão conta de que ele rumou para Bizâncio, a capital do Império Bizantino e último bastião ocidental antes das terras do Oriente. Como toda grande cidade, o local jaz coalhado de vampiros sanguessugas, portanto não abemos do paradeiro de Paz Sublime nem de Halliny. Como vêem é uma tarefa de investigação e resgate. Achais que podeis seguir os passos de Corvo Negro e encontrar Halliny antes que os cruzados cheguem a Bizâncio?
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Lua em Sab 25 Abr 2015 - 10:15

- Nao me surpreenderia nada que os sanguijuelas, digo, sanguessugas, estivessem por trás do próprio conflito. En Espanha há os que pensam assim, que estao se aproveitando de interesses - ia dizer legítimos, mas lembrou-se que havia uma peregrina silenciosa presente e substituiu a palavra - religiosos e políticos, como a Reconquista, para infiltrar-se e manipular os exércitos em seu próprio interesse.

"Por minha parte, sim, posso assumir a tarefa.

Pode dar-nos una descrição do fetiche?"


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Dom 26 Abr 2015 - 13:20

Scetlan estalou a língua, insatisfeito:

- Como nunca o vi pessoalmente, minhas descrições são imprecisas. As histórias contam que seria um objeto de madeira escura em forma de cruz sobreposta por uma lua e estrela. Não confieis nesses relatos, pois podem ser falsos, ou o fetiche pode ter sido disfarçado ou ter alterado sua aparência. Investigai o paradeiro de seu último possuidor, Paz Sublime, e então tereís uma pista fresca para seguir.

Malala continuava silenciosa, apenas escutando, enquanto os outros perguntavam. Ela parecia pronta para partir a qualquer momento, como qualquer peregrino silencioso sempre parecia.
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Daniel Ramone em Qui 30 Abr 2015 - 10:23

Ouço a história de Svletan em silêncio, tentando retirar dela as informações necessárias. Deixo que os outros falem a vontade antes de mim, não é da minha natureza ficar debatendo e formando planos, eu ajo apenas quando vejo que é necessário agir.

"Meu pai está mesmo por trás disso?" pensei.

Por fim, levantei a mão, pedindo a palavra:

- Eu sei que os amantes de humanos aqui provavelmente vão ficar furiosos comigo, mas sinceramente eu não ligo. Sim, eu estou disposta a ir até essa tal Bizâncio, e o fato de ela estar dominada por vampiros não me assusta em nada. Mas acho que uma forma mais eficaz de parar ou ao menos refrear um pouco o avanço destes homens é cortando a cabeça de seus líderes. Estamos falando de um grupo de pessoas desesperadas pela forma que a vida se apresentou a eles, duvido que existam muitos sábios e estrategistas entre elas. Talvez um grande susto possa ser uma ótima maneira de fazê-los recuar e parar com essa bagunça. Depois podemos cuidar dos Malditos. - Sugeri.


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Lua em Qui 30 Abr 2015 - 11:34

Rodrigo caiu na gargalhada.

Depois pousou seus olhos negros nos de Miranda  e disse:

- Creio que isso é comigo… Bem, sempre que alguém declara que nao se importa, é porque se importa. Fico muito honrado que tenha prestado atençao em mim, senhorita. Sim, em certo sentido me atraem as realizaçoes humanas. Amante nao, nao diria. Mas, se nao fosse porque me impede a lei de Gaia, pois sou garou, e porque me impede a lei de Deus, pois sou casado, nao me importaria entregar meu amor a usted... senhorita.

Depois acrescentou com sarcasmo:

- E pela selvageria que expressa, minha nobre dama, creio que nao me arrependeria.

"Diante  das mortes que assombram meus pesadelos,  até que as garras de uma garou nao me parecem ruins. Vejamos que tao brava é a fúria negra". - pensou


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Daniel Ramone em Qua 6 Maio 2015 - 11:12

Eu pensava apenas em contribuir para aquela missão porque foi algo que meu pai havia começado e estava envolvido. Mas quando sugeri algo que eu julgava coerente, querendo apenas contribuir com os planos, fui zombada pelo Senhor das Sombras.

"Homens..." penso com desprezo.

Em resposta a sua gargalhada e ao seu cortejo barato, juntei um pouco de saliva em minha boca e cuspi bem no meio de sua cara, limpando os lábios com a manga da blusa em seguida.

- Mande lembranças a sua esposa por mim. - Disse a ele.

E assim volto minha atenção ao líder da demanda, esperando dele alguma opinião sobre o que eu havia sugerido.


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Lua em Qua 6 Maio 2015 - 11:49

Rodrigo nao tentou esquivar-se.
Quando a saliva atingiu-lhe na testa, somente apertou os olhos, sorrindo e aceitou-a.
Em seguida passou o dedo pelo cuspe como se fosse a cobertura de um bolo e lambeu-o, ainda com aquela cara de fdp que já levou muitos ragabash precocemente  para a cova.
Mas depois disso parou e deixou Mirando em paz.  Já havia testado seu limite e era hora de voltar à seriedade.


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Qua 6 Maio 2015 - 12:30

Svetlan tentou apaziguar os ânimos:

- Meus caros, isso é desnecessário. Vamos tentar cooperar, concordam? Sobre a sua pergunta, Fúria Negra, isso já foi tentado, mas tarde demais. Apesar das motivações egoístas de alguns de seus idealizadores, esse movimento cruzado está saturado de pessoas com forte fé verdadeira e sincera, de tal modo que são capazes de encarar um garou de modo quase equânime. Sendo em número muito maior do que somos, os humanos nos superam em combate coletivo. Eis porquê havemos de ser mais astutos que eles.

Malala falou, surpreendendo todos ao lembrar que ela era capaz de falar também:

- Se conseguirmos reaver esse fetiche e utilizá-lo corretamente, podemos encerrar os combates entre os humanos e levá-los a coexistirem pacificamente a despeito de suas fés dissonantes.

Svetlan aquiesceu, mas com cara cética:

- Sem dúvida, esse seria o melhor dos cenários. No pior deles, poderíamos salvar uma importante relíquia garou enquanto os humanos se matam em sua guerra insana e lidaríamos com os sobreviventes após a matança, garantindo que seu mal não se espalhasse. De qualquer modo, precisamos daquele fetiche. Talvez Corvo Negro esteja perto de encontrá-lo, mas é melhor enviar vocês para auxiliá-lo. Creio que a Peregrina Silenciosa sabe o caminho.

Bakia Zaki acenou afirmativamente, encarando os garous mais jovens.
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