A Cruzada dos Miseráveis

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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Klauss Krugger em Qua 6 Maio 2015 - 14:41

*Durante a discussão do senhor das sombras e da fúria negra Jon leva sua mão até o cabo da espada mas os de postos mais elevados resolvem apaziguar os animos. E após toda a conversa dos anciões fala calmamente enquanto sacode a cabeça negativamente nas duas primeiras palavras.*

Jon -- Fé verdadeira... é impressionante como os humanos conseguem acreditar em algo que eles nem sequer sabem que existe... nós ao contrario deles temos os espíritos de Gaia a nosso lado cada dia eles nos ensinam e nos mostrar o caminho correto todos os dias... sinceramente tenho pena deles... tem sua crença infundada num deus que nem sequer existe.... da uma pausa e antes que qualquer um resolva falar algo continua.)Bem acho que temos que parar com tantas negociações e escárnios sem sentido e colocar nosso foco em nosso verdadeiro objetivo. Encontrar Corvo Negro e esse fetiche e impedir que esses miseráveis matem mais inocentes


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"Leões e Tigres são fortes... mas lobos não trabalham em circo."

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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Sex 8 Maio 2015 - 21:42

Dimitri "Sorriso de Prata" Tvarivich

No caern do Abutre, Dmitri Tvarivich se dedicava às pesquisas umbrais, explorando os reinos limítrofes da penumbra. Égon, o Falcão, sobrevoava o cliath bem alto nos céus umbrais de azul-noturno, onde só a luz de Luna servia de guia ao jovem theurge.

Um dos reinos próximos era o Campo de Batalha. Ali, muitos garous da seita costumavam vir assistir as batalhas de toa a história para treinarem na arte da guerra. Até mesmo o combate lendário de Sophia Tvarivich e seu irmão contra o Zmei da Wyrm podia ser visto lá, uma experiência tentadora para Dmitri, se ele conseguisse achar a batalha correta.

Nos últimos tempos, a sombra de uma cruz aparecia no horizonte, prenunciando guerras futuras. Mas naquele dia, Dmitri notou que a cruz era grande e nítida, envolta em chamas brilhantes de um fogo cristalino. Por toda parte, corriam lobos assustados, caindo depois de alguns metros, vitimados por algo que Sorriso de Prata não conseguia ver. Exércitos obscuros marchavam abaixo da cruz, mas eles também não eram mais que sombras, vultos que ainda ganhariam forma no porvir.

A morte de tantos lobos era preocupante para qualquer garou, mas especialmente para os lupinos. Dmitri teve que sair do reino e voltar à penumbra para poder reequilibrar-se. foi quando Égon desceu do céu e pousou à sua frente.

- Sorriso de Prata! A luta pela sobrevivência também é uma guerra, e os animais também a travam. A batalha que viste ocorre agora no presente momento e se alastrará cada vez mais enquanto os humanos se digladiam. Se quiseres salvaguardar os lobos no caminho dos guerreiros humanos, eu o guiarei aonde sois necessário!


Presa de Sangue

O ahroun ainda procurava pelo Javali que, ele acreditava, o guiaria até o paradeiro de seu pai. Ao caminhar na floresta e explorá-la cada vez mais profundamente, Presa de Sangue achava um ou outro sinal do Javali nos dias de sorte, que aconteciam a intervalos irregulares.

Mas naquele dia ele percebeu um sinal que nada a tinha ver com o Erimanth. Com seu faro superaguçado, Presa de Sangue sentiu o cheiro primeiro: fumaça e ar quente. Ele sabia o que significava antes de ouvir os sons da debandada pela floresta: os animais corriam da fonte do fogo. Quando finalmente viu as chamas, soube que estava olhando para apenas uma parte do incêndio, que devia estender-se por muito mais espaço em todas as direções.

Foi quando ele viu lobos mortos. Entocados numa caverna, eles tinham sufocado com a fumaça antes que o fogo os alcançasse. Restava pouco dos cadáveres, e o pouco que restava logo seria consumido, sem que o garra vermelha pudesse fazer nada.

Mas a pergunta sobre a origem do fogo não tinha sido respondida. Era início da primavera, uma época em que os raios e relâmpagos que poderiam começar um incêndio não costumavam cair, dada a ausência de tempestades recentes. Ao circundar o fogo, Presa de Sangue notou a outra ponta do incêndio, uma área que ele sabia que ficava próxima das habitações dos humanos. Era difícil dizer se o fogo vinha daquela direção, mas também estava bordeando os territórios deles.

Talvez valesse a pena investigar mais.


Amora Deschamps - Brava Canção de Batalha

Morando em meio à floresta, Amora não tinha o hábito de receber visitantes.

Ela poderia ser hospitaleira com um viajante perdido, mas não se preocupava em interagir com as vilas próximas, levando uma vida bastante isolada. Por isso mesmo, não tinha como saber o que ocorria no mundo além das árvores que circundavam sua cabana.

Por isso foi com surpresa que ela percebeu certo dia uma grossa coluna de fumaça subindo acima da copa das árvores. A fumaça e o ar quente chegaram a ela depois, e Amora percebeu que o incêndio poderia estar mais próximo dela do que ela poderia esperar. Se o fogo atingisse as árvores próximas, seria questão de tempo até que sua cabana também fosse devorada pelas chamas.

A fenrir não tinha certeza, mas achava que aquele fogo tinha iniciado em alguma vila próxima. Talvez fosse uma batalha começando ou terminando.
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  kausBR em Sab 9 Maio 2015 - 12:36

Alexyus escreveu:Dimitri "Sorriso de Prata" Tvarivich

No caern do Abutre, Dmitri Tvarivich se dedicava às pesquisas umbrais, explorando os reinos limítrofes da penumbra. Égon, o Falcão, sobrevoava o cliath bem alto nos céus umbrais de azul-noturno, onde só a luz de Luna servia de guia ao jovem theurge.

Um dos reinos próximos era o Campo de Batalha. Ali, muitos garous da seita costumavam vir assistir as batalhas de toa a história para treinarem na arte da guerra. Até mesmo o combate lendário de Sophia Tvarivich e seu irmão contra o Zmei da Wyrm podia ser visto lá, uma experiência tentadora para Dmitri, se ele conseguisse achar a batalha correta.

Nos últimos tempos, a sombra de uma cruz aparecia no horizonte, prenunciando guerras futuras. Mas naquele dia, Dmitri notou que a cruz era grande e nítida, envolta em chamas brilhantes de um fogo cristalino. Por toda parte, corriam lobos assustados, caindo depois de alguns metros, vitimados por algo que Sorriso de Prata não conseguia ver. Exércitos obscuros marchavam abaixo da cruz, mas eles também não eram mais que sombras, vultos que ainda ganhariam forma no porvir.

A morte de tantos lobos era preocupante para qualquer garou, mas especialmente para os lupinos. Dmitri teve que sair do reino e voltar à penumbra para poder reequilibrar-se. foi quando Égon desceu do céu e pousou à sua frente.

- Sorriso de Prata! A luta pela sobrevivência também é uma guerra, e os animais também a travam. A batalha que viste ocorre agora no presente momento e se alastrará cada vez mais enquanto os humanos se digladiam. Se quiseres salvaguardar os lobos no caminho dos guerreiros humanos, eu o guiarei aonde sois necessário!

--Se sou necessário então devo ir. Só vou avisar o mestre de rituais de minha partida.

*Gaia me de forças. Essa será minha primeira missão como um Cliath, espero ter essa força*

Dimitri volta a forma de macaco, veste sua calça, sai de sua tenda, vai até o mestre de rituais e Diz:
--A um tempo estive tendo uma visão sobre uma cruz e lobos mortos, hoje ela foi mais clara e portanto devo partir para cumpri-la. Espero que possa me permitir segui-la senhor. E eu também não sei se encontrarei um homem, tem algo para manter essa segunda pele comigo?

Após ser liberado pelo mestre de rituais . Digo a Égon:
--Me guie irmão.


-A coragem alimenta as guerras, mas é o medo que as faz nascer..
--Somos todos campos de batalha, nos quais se digladiam deuses...
---Você não morre pela sua matilha. Você vive por ela! Levante-se! Se tem tempo para pensar em uma morte bela, porque não vive belamente até o fim?
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Natalie em Dom 10 Maio 2015 - 7:05

Amora ficou alerta imediatamente.

"Um incêndio! Quem foi o louco que pôs fogo na floresta? Preciso apagar isso agora mesmo!"

Enquanto pensava, a fenrir já agia, indo pegar um balde e correndo até o rio mais próximo para pegar água e lançar sobre as chamas que a rodeavam.

Se der pra segurar o balde na forma crinos, ela fará isso, aumentando sua velocidade, capacidade de carga e força para arremessar a água.


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Dom 10 Maio 2015 - 19:36

Miranda, Jon, Rodrigo e Greepfeen

Bakia Zaki tomou a palavra, demonstrando pressa:

- Se já discutimos tudo, vamos logo para a estrada. Viajaremos pela Umbra e coreremos para chegar antes dos miseráveis cruzados em Bizâncio. Aprontem suas coisas, partiremos em seguia.

Miranda e Jon eram recém-chegados e para eles a viagem era apenas uma continuação.

Greepfeen não tinha muitos pertences para reunir e a única coisa a fazer, e desejase, era despedir-se do serviço das meretrizes.

Rodrigo tinha muito que preparar e muitos a quem se explicar. Mas Svetlan veio em seu socorro.

- Não te preocupes, caro Lobo! Eu falarei ao lorde comndante por ti! Direi que partiste em missão de suma importância, fazendo reconhecimento das estradas. Encontra-te conosco em Bizâncio e garanto-te que não sofrerás repreensões.

Como a viagem era umbral, havia um limite para o que poderiam levar, e cada qual deveria decidir o que lhe era indispensável.

OFF::
Se quiserem levar algo específico, especifiquem.  Rolling Eyes

Menos de uma hora depois, eles se achavam reunidos ao redor de um poço a oeste do castelo, à meia distância das plantações, que nesse dia santo estavam desertas. Svetlan acenou em despedida solene ao grupo, e Bakia puxou a matilha improvisada rumo À água, rompendo a película e adentrando a penumbra.

A Penumbra da região era bem semelhante ao mundo físico, com um castelo erguendo-se no meio da charneca, rodeado a média distância por uma floresta vicejante cortada por poucas estradas. Os séculos passados tinham feito a aproximação entre a realidade física e a penumbral. Bakia apontou a estrada a leste e iniciou a jornada.

Miranda e Jon estavam quase habituados ao passo de Jóia Pura, mas Rodrigo teve dificuldades para acompanhar o grupo. Já Greepfeen via na estrada uma velha amiga e aprendia um novo caminho para leste, só que desta vez através da penumbra.

Mesmo pela Umbra, os garous tiveram a impressão de que viajaram por dias até seu destino. Dosando a marcha para não se esgotarem, os garous tinham a oportunidade de conversarem, mas a tendência silenciosa da líder desencorajava falatórios vãos. Mas em dado momento, até mesmo Malala dispôs-se a falar:

- Conhecem as lendas a respeito de Bizâncio? Muitos ainda a chama assim, embora a cidade tenha sido rebatizada de Constantinopla após a morte do imperador romano Constantino. Na mitologia grega, Bizas, filho Netuno e de Keroessa, ela sendo filha de Júpiter e Io, foi o fundador da cidade e seu primeiro rei, na época dos argonautas. O oráculo de Apolo na Pítia foi consultado por colonos da cidade de Mégara sobre onde deveriam fundar sua nova cidade. ele lhes disse para buscar um lar oposto ao país dos cegos. O enigma levou-os a Calcedônia e, tendo pesquisado os dois lados de um estreito, escolheram o pior, pois o local de Bizâncio tinha a terra mais fértil e melhores oportunidades de pesca.Segundo Heródoto, quem chamou os calcedônios de cegos foi Megabazo, pois eles tinham fundado sua cidade dezessete anos antes de Bizâncio, que era um local muito melhor para uma cidade. Certamente, essa é apenas a história que os humanos contam, mas eu não sei da verdade genuína sobre esse assunto. Bem, basta de histórias! Devemos voltar ao mundo físico agora e entrar na cidade de dia, junto com os viajantes e mercadores mortais. Tentem ser discretos, há muitos sanguessugas poderosos em Bizâncio.

Seguindo os passos da peregrina silenciosa, o grupo chegou a um ponto na curva da estrada. Era alvorada, o sol erguia-se glorioso nos céus, prometendo um dia de primavera quente e agradável. Bakia procurou algo escondido em algumas pedras ao lado da estrada e finalmente voltou aos garous trazendo alguns mantos e bolsas esfarrados.

- Pelo menos assim pareceremos viajantes de verdade. Disfarcem-se da melhor forma que puderem e vamos, ainda temos algumas horas de viagem.

Mesmo àquela distância, a cidade de Constantinopla já era visível no horizonte, com suas torres altas e ornamentadas com uma arquitetura singular. Sendo a capital do império bizantino, o afluxo de viajantes, entre imigrantes, mercenários e servos, era grande, mesmo tão cedo após a colheita. Eles logo estavam dividindo a estrada com carroças, caravanas, cavaleiros e andarilhos de todos os tipos.

A aparência exótica de Miranda e Malala atraía a atenção de quem conseguia olhá-las de perto, o que as forçava a se envolverem mais reconditamente em seus mantos. Jon estava causando alguns contratempos com os cavalos dos outros viajantes, que se assustavam com a natureza predatória tão evidente dele. Já Greepfeen repelia os outros viajantes por seu acentuado cheiro de animal, predominante mesmo entre tantos bichos de tração. Aos olhos dos viajantes, Rodrigo parecia ser o lorde da estranha expedição de viagem, e os outros se dirigiam a ele com mais respeito que aos demais.

As muralhas de Constantinopla, erguendo-se por dezenas de metros em direção ao céu, impressionaram os garous mesmo contra a vontade. Eles adentravam agora a maior metrópole do mundo conhecido e encaravam toda a ostentação que a humanidade abastada podia imaginar. Jon e Rodrigo, homens de nobre estirpe, sentiram-se exultantes por etarem num dos grandes centros do mundo, palco de grandes acontecimentos, eles assim o sentiam. Greepfeen só imaginou como os mendicantes daquela cidade deviam passar bem, com tantos homens ricos passando para lá e para cá o dia todo; até os mais pobres ali deviam comer bem. Miranda, mesmo desconfortável naquela cidade tão cheia e suja, foi forçada a reconhecer que não sabia como os garous poderiam atacar aquela muralha sem sofrer pesadas baixas que talvez inviabilizassem a vitória; os humanos tinham criado formas de fazer frente mesmo aos garous.

Spoiler:

Bakia falava com um e outro viajante, colhendo informações, mas nem sempre as repassava aos demais. Uma das coisas que ela negociou e adquiriu de um tapeceiro um mapa desenhado em tecido, uma obra de arte comprada por uma pechincha, foi repassada de mão em mão pelo grupo. Ela mostrava um mapa ilustrado de como era Constantinopla. Aparentemente, o artesão tinha feito diversas cópias para vender na cidade.

Spoiler:

Quando cruzaram os portões e entraram na cidade, Bakia chamou-os para saírem da rua principal. Eles se meteram em ruelas apertadas e menos movimentadas, embora ao calor do meio-dia ainda fossem bastante barulhentas. Malala apontou as roupas dos bizantinos, peças de qualidade superior cheias de bordados e estampas, a maioria com temas de cruzes de vários tipos.

Spoiler:

- Se formos assim para a parte alta da cidade, chamaremos atenção demais. Vamos nos hospedar na parte baixa enquanto trabalhamos.

Malala encontrou uma estalagem cuja placa pendurada acima da porta dizia Estalagem da Raposa escarlate, conforme Bakia Zaki traduziu para os que não entendiam a língua local. A taverna era um edíficio de dois andares feito de pedra na base e de madeira na parte superior, uma madeira escura com aparência envelhecida, mas aparentando relativa solidez. O interior era uma taverna escura e poeirenta, mas havia duas mocinhas andando para lá e para cá, servindo cerveja aos que comiam. Bakia pediu dois quartos, sendo um para ela e Miranda e outro para os três homens. Os quartos eram de qualidade semelhante à taverna, com camas de palha antiga e com janelas estreitas e compridas perto do teto.

Antes de entrar seu quarto, Malala disse:

- Vou meditar um pouco antes do anoitecer. Se quiserdes explorar a cidade e começardes a investigar, sejais discretos e estai aqui quando Luna surgir.
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Tony.Zefs em Dom 10 Maio 2015 - 20:56

Ainda buscava as pistas que Erimant deixava para mim para poder encontrar meu pai... Não descansaria até encontra-lo... Existiam dias de longas caminhadas onde não conseguia nada alem de duvidas, e outros, via que Erimant nunca me abandonaria...

Sentia o cheiro de fumaça e sentia o ar quente vir em minha direção...

Fogo...

Sigo na direção contraria aos animais e vejo que as chamas se alastravam rapidamente... Seguia margeando as chamas, para poder escapar delas... Logo os vi dentro da caverna... Meu irmãos... Lobos que não tiveram a sorte de escapar... foram mortos pela fumaça... Sabia que os seus corpos seriam consumidos pelas chamas...

Continuava a seguir em direção a poder ver a origem das chamas... Não haviam tidos clarões e explosões dos ceus... A primavera era a epoca em que Gaia florescia... Não deveriam haver chamas... Avisto a direção da possível origem das chamas... Eu havia passado longe do local antes, pois era uma aldeia de macacos...

Se essas criaturas imundas origiram essas chamas... Eu vou garantir que o mesmo medo que os animais sentem ao fugir das chamas, eles sintam ao fugir de mim...

Sigo na direção para poder me aproximar da vila... Precisava ver se algo ainda estava alimentando a origem das chamas...


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Veu Cinza em Dom 17 Maio 2015 - 15:59

Greep ja ia saindo de fininho daquele bando de loucos, loucos por ti encrenca e das grandes meu Deus que castigo e para piorar tinha um catolico cristao ou algo do tipo para era o inferno ele ainda se lembra bem o quanto sofreu no ordfanato mas agora sao outros tempos , ao menos le prefere acreditar nisso, por sorte a viz da razao interrompeu aquela balburfia ou era banurdina bom ao menos ele sabe que seja qual for a palavra certa ele nao estava gostando daquilo.


alexius escreveu:Greepfeen não tinha muitos pertences para reunir e a única coisa a fazer, e desejase, era despedir-se do serviço das meretrizes.

Como na vida a chave e ter gratidao dentre outras coisas Greep avisa suas patroas que saira para coprar especiarias a mando do patrao e que voltara bem breve com noticias e clientes e agradece pelo momento em que estiveram juntos. fala isso e sasi apresado se reunindo aos demais levando pedra de fogo, carne salgada, pao e o restante ja carrega consigo.


Malala escreveu:
- Conhecem as lendas a respeito de Bizâncio? Muitos ainda a chama assim, embora a cidade tenha sido rebatizada de Constantinopla após a morte do imperador romano Constantino. Na mitologia grega, Bizas, filho Netuno e de Keroessa, ela sendo filha de Júpiter e Io, foi o fundador da cidade e seu primeiro rei, na época dos argonautas. O oráculo de Apolo na Pítia foi consultado por colonos da cidade de Mégara sobre onde deveriam fundar sua nova cidade. ele lhes disse para buscar um lar oposto ao país dos cegos. O enigma levou-os a Calcedônia e, tendo pesquisado os dois lados de um estreito, escolheram o pior, pois o local de Bizâncio tinha a terra mais fértil e melhores oportunidades de pesca.Segundo Heródoto, quem chamou os calcedônios de cegos foi Megabazo, pois eles tinham fundado sua cidade dezessete anos antes de Bizâncio, que era um local muito melhor para uma cidade. Certamente, essa é apenas a história que os humanos contam, mas eu não sei da verdade genuína sobre esse assunto. Bem, basta de histórias! Devemos voltar ao mundo físico agora e entrar na cidade de dia, junto com os viajantes e mercadores mortais. Tentem ser discretos, há muitos sanguessugas poderosos em Bizâncio.

Greep ouve a historia de Malala e fala uma sobre um outro povo que tambem podem econtrar em Bizancio

Adoro historias Malala e esta e otima, agora deixai-me contar uma que ouvi de Canção-Ao-Por Do-Sol Um Galliard de minha tribo que palestrou sobre o povo mais errante que ja ouvimos falar , ele versou sobre os ciganos que comeca assim: Há muita controvérsia a respeito da verdadeira origem do povo cigano . Segundo uns seriam eles originários da Índia, outros atribuem sua origem ao Egito; ainda há aqueles que afirmam serem eles descendentes de Caim.
Na verdade torna-se bastante difícil estabelecer com certeza sua origem, pois trata-se de um povo que além de não possuir linguagem escrita, o que permitiria que ficasse gravada de alguma forma sua verdadeira história, mas também pela maneira como foram perseguidos através dos tempos , é fácil compreendermos que eles tenham procurado envolver-se em um clima de mistério, até por uma simples questão de sobrevivência. Levando-se em consideração também que suas atividades muitas vezes os levavam a trabalhar com magia, nada mais atrativo para despertar a imaginação do povo do que esta aura de mistério que os envolvia e ainda envolve até os dias de hoje: Há muita controvérsia a respeito da verdadeira origem do povo cigano . Segundo uns seriam eles originários da Índia, outros atribuem sua origem ao Egito; ainda há aqueles que afirmam serem eles descendentes de Caim.
(A cultura Cigana nos oferece belos exemplos, que infelizmente a nossa cultura dos não ciganos (GAJE , homem não cigano; GAJI, mulher não cigana) parece ter esquecido nos atropelos da vida moderna. Dentre eles destaca-se o respeito e amor aos mais velhos, o amor ao proximo e tudo mais tudo bem isso parece conto para filhos de Gaia mas, o amor salva hehehehehehe oh se salvakkakakakakak

Para eles o velho representa a fonte de sabedoria e experiência que deve ser ouvida e acatada. A criança representa a possibilidade de continuidade, a certeza da preservação de sua cultura. Certamente não encontraremos um velho cigano em um asilo, nem tão pouco uma criança cigana em um orfanato, sequer abandonada pelas ruas. Uma cigana nunca pratica voluntariamente o aborto. O casamento para o Cigano representa a garantia da preservação. Um casamento entre o povo cigano é sempre muito comemorado, pois representa uma oportunidade de reunião e de alegria; não devemos esquecer que o cigano é acima de tudo um povo alegre, que gosta de dançar, de festejar. Geralmente). atribuímos ao povo cigano o Dom de ler a sorte através das cartas (cartomancia) ou da leitura das mãos (quiromancia), mas eles são um povo com uma habilidade privilegiada para a música.
Com todo respeito aos Ahrouns e Fenrir de plantao mas a historia tem suas razoes e por falar neles e bem provavel que os encontremos por la e aos moentes e elees sabem bastante sobre a cidade e assim que chegar la e termos um plano eu os buscarei se os achar.


Alexyus escreveu:Já Greepfeen repelia os outros viajantes por seu acentuado cheiro de animal, predominante mesmo entre tantos bichos de tração. Aos olhos dos viajantes, Greepfeen só imaginou como os mendicantes daquela cidade deviam passar bem, com tantos homens ricos passando para lá e para cá o dia todo; até os mais pobres ali deviam comer bem.


Greep usa o don escon der o lobo para afastar um pouco da atencao negativa apesar de cheirar a lobo o que pode ser explicado por ele trabalhar cuidando de caes e facilmente aceito depois de usar o don sedutor da mil amantes o qual tambem usara para obter informacoes , dinheiro e outras vantagens de senhoras folgosas e carentes , afim de obter informacoes de outros garous e vampiros falara com animais especialistas em encontrar informacoes em troca de comida , os ratos uitlizando o don falar com animais para tal, e ficara feliz se encontara outros roedores de ossos
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Ter 19 Maio 2015 - 19:05

Dimitri, Amora, Presa de Sangue

O mestre de rituais da seita de Sorriso de Prata, um velho theurge de mais de cinquenta anos com longas barbas castanhas e um olhar permanentemente vago chamado Ouvidor de Estrelas, ouviu com atenção a explicação dele e assentiu pensativo antes de dizer:

- Eu farei o ritual de dedicação do talismã para você, filhote. Seja sábio ao caminhar entre os humanos e evite entrar nso jogos de palavras deles. Ouça os espíritos e eles o levarão ao destino que Gaia reservou a você.

Dimitri assistiu o velho theurge realizar o ritual que unia sua energia espiritual àqueles objetos que os humanos chamavam de roupas. Não durou mais que cinco minutos e parecia enganadoramente simples. Após a conclusão, Ouvidor de Estrelas desejou sorte ao cliath em sua demanda e o despediu.

Égon aguardava na Penumbra para acompnhar seu protegido ao seu destino. Eles percorreram áreas de floresta sob a luz de Luna, ouvindo os espíritos ressonando em sua sonolência enquanto os noturnos eram menos que vultos em meio à mata. Eles chegaram então à uma área onde todos os espíritos filhos da clareira estavam chorando, com os rostos sujos e as vestes enegrecidas pelas cinzas incandescentes. O fogo ardia apenas no mundo físico, mas seus efeitos devastadores afetavam a própria imagem espiritual da região.

Ao espiar através da Película, Dimitri viu uma humana de pêlos loiros e uma esvoaçante roupa vermelha correr carregando um recipiente de água, esforçando-se para debelar o fogo.

O riacho ficava próximo da cabana onde Amora morava. Assim, ela gastava menos de três minutos na ação de correr até ele, encher o balde, correr para o mais perto que conseguisse chegar do fogo sem se queimar e lançar a água sobre as maiores labaredas, antes de reiniciar o ciclo. Foram necessárias diversas viagens, indo e vindo pelo caminho tão familiar, até que o fogo enfraquecesse a um ponto em que a ameaça à residência da fenrir fosse mínima, senão inexistente.

Quando terminou a tarefa, Amora estava suada e exausta, ainda vigiando o fogo, sem saber qual teria sido sua origem.

A todo esse esforço, Presa-de-Sangue assistiu atento. Sua procura pelo ponto inicial das chamas o levara a bordear a linha de fogo até encontrar aquela habitante da floresta, lutando para se salvar. Ele reconhecia que ela era diferente dos demais humanos, corajosa a ponto de não fugir do incêndio devastador, mas lutando para preservar seu lar e a floresta à volta dele. Quando ela mudou de forma para ajudar em sua tarefa foi que ele percebeu que ela também era uma garou.

Enquanto a observava, Presa-de-Sangue sentiu estar sendo observado. Alguém estava espionando-o, mas ele não conseguia ver quem, nem de onde. Talvez a presença de seres sobrenaturais ali não fosse apenas dele e da garou hominídea.
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Ter 19 Maio 2015 - 20:03

Miranda, Jon, Rodrigo e Greepfeen

O único que se animou de explorar a cidade antes do anoitecer foi Greepfeen, que mais cedo na estrada tinha deixado todos impressionados e pensativos com sua história sobre os ciganos.

Usando seus dons e sua experiência, o roedor de ossos começou sua investigação. Naquela cidade, as damas andavam sempre cercadas de homens, um deles sendo geralmente o marido e os demais eram servos e soldados guarda-costas, o que impediu que Greepfeen se achegasse a qualquer delas. Mas os mendigos eram abundantes nas ruelas daquela enorme cidade, e qualquer gesto de simpatia acompanhado de alguma moeda ou comida, rendia uma conversa animada e cheia de curiosidades interessantes, que ajudavam o garou a perceber e se misturar com a cor local. Os vampiros não eram vistos à luz do dia, mas Greepfeen quase farejava a corrupção que eles espalhavam por todos os caminhos da cidade. Mas a barganha com os ratinhos que infestavam as áreas pobres de Constantinopla deram alguns resultados: reconhecendo-o pelo que ele era, os roedores o informaram de terem visto dois iguais a ele recentemente. Um deles era aparentemente inofensivo e andava pisando com suavidade; o outro era o oposto, um predador batendo os pés no chão a cada passo, intimidando todos e perguntando coisas que ninguém sabia. Os ratos não sabiam informar onde eles estavam, mas iam procurar saber.

Assim, Greepfeen voltou à estalagem ao cair da noite.

Bakia Zaki estava pronta para começar a investigação em grupo.

- Vamos misturar-nos aos viajantes e frequentadores de tavernas e estalagens, descobrir o que eles sabem e se viram algum sinal de Corvo Negrou ou do filho de Gaia. Seria bom falarmos com alguém da guarda da cidade também. E acho que há uma missa e uma distribuição de sopa numa igreja perto daqui. Quem quer ir pra onde?

A liderança da peregrina não era impositiva e deixava que cada um escolhesse a tarefa que (acreditava que) suas habilidades fossem melhor utilizadas.
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Veu Cinza em Ter 19 Maio 2015 - 23:39

Greep aproveita ao maximo a caminhada pela cidade evitando lugares suspeitos demais para um garou sozinho, ....apos ter obtido as informacoes volta as instalagens e alerta a Bakia o que ouviu dos ratos
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Lua em Qua 20 Maio 2015 - 11:53

Rodrigo alegrou-se quando Bakia Zaki disse que iam por o pé na estrada e ficou aliviado que Svetlan ajeitasse as coisas com o comandante.

Para a viagem umbral nao levou mais que uma peça de roupa (braies), sua besta e sua espada, de modo que os trajes dados por  Bakia vieram bem a calhar.

Rodrigo estava exultante. Se conhecer Córdoba havia sido incrível, a visita a Constantinopla - a “capital do mundo” na época -  nao era menos que um presente de Gaia. O tamanho e a exuberância da cidade só reforçaram sua convicçao de que quanto mais se ia em direçao ao oriente, mais maravilhas se encontravam e que os europeus nao passavam de uns bárbaros.

Quando Bakia mostrou-lhes o mapa, o olhar de Rodrigo rapidamente foi atraído pela edificaçao com uma grande cúpula na parte inferior. Seria aquela a famosa Hagia Sofia, a Igreja da Santa Sabedoria de Deus? Sentiu seu coraçao bater forte. Nao era difícil imaginar o que aquilo significava para ele, um erudito cristao, admirador das conquistas humanas. Prometeu-se que, se houvesse tempo e nao prejudicasse a missao, iria procurá-la. Imaginou-se contando a Sancha e, mais tarde, ao filho, sobre aquele lugar. Se vivesse o bastante, é obvio.

Caminhava junto a Bakia e os demais prestando atençao em tudo. Ali as roupas eram tao belas como as da España moura, observou. Mas se via com mais frequencia o rosto das mulheres, o que era bom.

Uma vez hospedados, Bakia avisou que ia meditar e deixou-os livres para explorar a cidade. Mas Rodrigo já se sentia dominado pelo sono que, no seu caso, estava sempre atrasado devido aos pesadelos. Apesar do imenso desejo de ver a cidade, teve que deitar-se em uma das camas de palha e dormir.

Quando acordou já havia caído a noite e Bakia Zaki falava ao grupo:


Alexyus escreveu: - Vamos misturar-nos aos viajantes e frequentadores de tavernas e estalagens, descobrir o que eles sabem e se viram algum sinal de Corvo Negrou ou do filho de Gaia. Seria bom falarmos com alguém da guarda da cidade também. E acho que há uma missa e uma distribuição de sopa numa igreja perto daqui. Quem quer ir pra onde?


Rodrigo nao falava grego mas, através de seu pai, conhecia muitas palavras em latim, além de falar um idioma latino. Assim que, em vez de ir para as ruas, optou pela igreja. Nao seria nada mal assistir uma missa e ver como era a liturgia oriental. Ademais estaria em um ambiente conhecido e próximo ao poder


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


ação pensamento fala   /   narração diálogo

Esta é uma obra de ficção. A menos que você seja um lobisomem, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Tony.Zefs em Sex 22 Maio 2015 - 16:07

Sigo bordeando o fogo... Vejo uma macaca lutando para tentar deter as chamas... Via que a mesma não se mostrava como os covardes macacos que fogem ao ver o fogo e deixam a floresta queimar... Mas logo vejo que a minha descrença nos macacos nunca falha, pois a mesma assume a forma de um Garou... A vejo levando a agua para poder abrandar as chamas... O meu pelo se eriça... A sensação de estar sendo observado... Olho em volta e busco algo com meu faro, mas nada é encontrado...

Pode ser um espirito... Seria algum ligado a essa floresta ?

Procuro espiar pela pelicula a minha volta, em busca da fonte que me observa... Se fosse algum espirito que está fazendo essas chamas aumentarem, posso elimina-lo... Se não, seria de grande ajuda para conter as chamas....


Narração
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Pensamento


                                                                                                         

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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  kausBR em Sex 22 Maio 2015 - 16:14

Alexyus escreveu:  - Eu farei o ritual de dedicação do talismã para você, filhote. Seja sábio ao caminhar entre os humanos e evite entrar nos jogos de palavras deles. Ouça os espíritos e eles o levarão ao destino que Gaia reservou a você.

--  Obrigado Grande Ouvidor de Estrelas, deixarei os espíritos me guiarem e não me permitirei ser tirado de meu caminho pelos humanos.

Alexyus escreveu: Égon aguardava na Penumbra para acompanhar seu protegido ao seu destino. Eles percorreram áreas de floresta sob a luz de Luna, ouvindo os espíritos ressonando em sua sonolência enquanto os noturnos eram menos que vultos em meio à mata. Eles chegaram então a uma área onde todos os espíritos filhos da clareira estavam chorando, com os rostos sujos e as vestes enegrecidas pelas cinzas incandescentes. O fogo ardia apenas no mundo físico, mas seus efeitos devastadores afetavam a própria imagem espiritual da região.

*Hum… Os acontecimentos foram do lado material, mas é melhor tirar as minhas dúvidas antes de cruzar...*
-- Filhos da clareira me compadeço de sua dor e me angustia sua aflição ! Me digam, o que posso fazer por vocês? Sabem quem inicio essa queimada? E por que?

Alexyus escreveu: Ao espiar através da Película, Dimitri viu uma humana de pêlos loiros e uma esvoaçante roupa vermelha correr carregando um recipiente de água, esforçando-se para debelar o fogo.

Sorriso de Prata desconhecia os homens então julgou que aquela mulher havia iniciado a queimada. Então franzindo a testa assume na umbra a forma hominídeo pronto para “aparecer” e dar algumas palavras a ela, enquanto pensa...
*Pelo menos combate o mal que fez!*
Então ela assumiu a crinos e ele arrefece, percebendo que era outro guerreiro de Gaia… mas pela cor da pelagem não era um Presas, por prudência decide dar uma olhada em volta, pois ela já estava com a situação sobre controle.

Alexyus escreveu:Quando terminou a tarefa, Amora estava suada e exausta, ainda vigiando o fogo, sem saber qual teria sido sua origem.

Após observar os arredores, Sorriso de Prata sai da Umbra em forma humana e fala de forma clara, sem dar muita ênfase a seu nome, pois a missão atual é mais importante e já seguro dos arredores.

-- Sou Dmitri “Sorriso de Prata” Tvarivich, Theurge dos Presas de Prata, estou aqui através de uma visão que está ligado ao incêndio. Perdoe-me por não tê-la ajudado desde que cheguei mas estava tentando descobrir se alguém fez isso.

[OFF: considerei que presa de sangue está na forma lupina]


-A coragem alimenta as guerras, mas é o medo que as faz nascer..
--Somos todos campos de batalha, nos quais se digladiam deuses...
---Você não morre pela sua matilha. Você vive por ela! Levante-se! Se tem tempo para pensar em uma morte bela, porque não vive belamente até o fim?
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Natalie em Sab 23 Maio 2015 - 16:25

Amora correu por todos os lados para apagar o fogo, mas ainda tentava recuperar o folego pra começar a investigar aquele fenomeno quando ouviu outro garou chegando se apresentar.

-- Sou Dmitri “Sorriso de Prata” Tvarivich, Theurge dos Presas de Prata, estou aqui através de uma visão que está ligado ao incêndio. Perdoe-me por não tê-la ajudado desde que cheguei mas estava tentando descobrir se alguém fez isso.

Ela se recompôs rapiamente como a guerreira de Fenris que era.

- Eu sou Amora Deschamps, Brava Canção de Batalha da Cria de Fenris. Você está em meu território e tem pouco tempo para explicar que tipo de visão o trouxe aqui e contar o que descobriu sobre o autor desse incêndio.

De pé diante dele, Amora procurava pelo canto dos olhos por mais alguém caso ele não tivesse vindo sozinho.


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Sex 29 Maio 2015 - 21:05

Miranda, Jon, Rodrigo e Greepfeen

O relato de Greepfeen foi ouvido com atenção por todos antes que Bakia começase a dividir o grupo. As informações sobre os dois garous que estiveram na cidade pareciam indicar claramente a passagem de Corvo Negro e de Paz Sublime. Eles estavam nos rastro certo.

Com a disposição de Rodrigo de ir à igreja, Bakia disse:

- Eu e Greepfeen iremos falar com a guarda enquanto rodrigo fala com os padres. Miranda e Jon, fiquem na taverna e vigiem qualquer movimento suspeito, pode ser que já tenham percebido nossa presença.


Greepfeen

Bakia e Greepfeen foram à caserna da guarda, que ficava próximo ao portão de entrada principal, o qual já estava fechado a essa hora da noite. Havia tochas no braseiros iluminando a rua principal, bem diferente das vielas escuras nas regiões mais periféricas. O fogo espalhava o cheiro de lenha queimada que quase encobria o odor de urina e esterco que enchiam quase todas as ruas. Mesmo sendo noite, muitos sons de atividades cotidianas como beber, comer, conversar, brigar e transar chegavam aos ouvidos dos dois, vindos das tavernas e estalagens ainda em funcionamento naquele horário.

Eles encontraram a caserna da guarda bizantina, onde a atividade dos soldados era intensa. Os homens, em grande número, andavam apressados de um lado para o outro, carregando caixas de suprimentos, armas, armaduras, mantimentos e gritando ordens de tempos em tempos. Pareciam preparados para algum grande combate a qualquer momento.

Malala nem cogitou tentar falar com algum comandante. Em vez disso, ela abordou um dos soldados mais rasos, puxando assunto de modo insinuante e gastou uma boa hora antes de despedir-se do miliciano com um sorriso. Greepfeen, que não falava grego, teve que se conformar em esperar por ela, mas não de modo passivo

(Nota: pode tomar uma ação solo aqui se desejar)

Ao afastarem-se do lugar, Bakia disse:

- Ele se lembra de Corvo Negro. Ele usou o nome de Baldar Fandheral para alistar-se na guarda, mas logo foi mandado para o outro lado do Bósforo. Aleixo I, o rei aqui em Constantinopla, tem algum plano para a chegada dos cruzados de Pedro Eremita. Mas não consegui nada sobre Paz Sublime. É possível que Corvo Negro tenhadescoberto algo e tenha arranjado para ser mandado na pista do nosso alvo. Vamos contar aos outros.


Rodrigo

Rodrigo entrou numa das muitas igrejas bizantinas que havia em constantinopla. O lugar rebrilhava à luz de velas, refletindo em ouro a luz das chamas. Como toda a arquitetura do Oriente próximo, aquele templo também ostentava tetos abobadados e janelas arredondas, sobrepostas em vários andares até a parte mais alta, aproveitando a luz exterior. Muitos dos devotos que ali estavam para a primeira missa do anoitecer eram viajantes e portanto não comungariam após o sacramento, mas mesmo assim muitos dos fiéis citadinos ali que participavam da consumação mostravam faces ansiosas e preocupadas após um dia de trabalho árduo.

O padre que rezou a missa fez um sermão sobre os últimos dias de Jerusalém nos tempos de Cristo e como nossos senhor Jesus a condenou após seus habitantes terem renegado o salvador mesmo após grandes milagres da parte do Pai. Ele terminou com um conselho a todos para lembrarem-se de não agir como os judeus daqueles dias, garantindo que seu coração estivesse assim com o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Após o término da cerimônia, os presentes foram saindo lentamente, sem trocar muitas palavras, sob o olhar vigilante do padre, ladeado por seus coroinhas.


Jon e Miranda

Ficando na taverna enquanto os outros saíam, Jon e Miranda, que não falavam o idioma local, só podiam comer o picadinho de frango que lhes foi servido por uma rapariga de ar cansado e beber a cerveja que ela repunha constantemente em seus copos.

Algo que não lhes fugiu à atenção nas mesas ao redor era o grande número de comecciantes, que pareciam continuar a negociar mesmo naquela hora descontraída, com ansiedade para fechar mais e mais negociatas.
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Sex 29 Maio 2015 - 21:29

Dimitri, Amora & Presa de Sangue

Presa de Sangue observava enquanto os dois garous conversavam na língua dos humanos. Se eles estavam cientes de sua presença, não o demonstravam. O macho que saiu da Umbra poderia ser seu espreitador, mas ele estava concentrado demais na fêmea que tinha pagado o fogo. Devia haver mais alguém nos arredores, talvez do outro lado da Película.

Dimitri viu diante de si uma hominídea selvagem, sem a complexidade e extravagância dos humanos. Ela era brutalmente simples, tanto no agir quanto no falar, e parecia enxergar o mundo em tons extremos de preto e branco. Apesar de sua atitude suspeitosa e até mesmo rude, ele percebia que ela era uma guerreira e uma sobrevivente, alguém útil para se ter por perto em combate.

Amora enxergou no recém-chegado um garou obviamente lupino, mas com uma elevação espíritual incomum até nos humanos mais ponderados. Ele tinha o ar aéreo dos espíritos umbrais, movia-se com estranheza no mundo físico, como se visse coisas que ela não conseguia ver. Se a causa daquele incêndio era sobrenatural, e não havia nada que indicasse que era natural, Amora intuía que aquele estranho garou de raça pura e expressão contemplativa poderia lhe ajudar a conseguir respostas.

Então, de súbito, os três garous perto da clareira ouviram um grito ecoar, não fisicamente, mas em seus espíritos. Um guincho não-humano, algo que denotava o horror de um espírito animal diante de ameaça iminente. Amora e Presa-de-Sangue podiam perceber que algo mais acontecia na Umbra, mas só Dimitri reconheceu naquele trinado urgente a voz de Égon.

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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Tony.Zefs em Dom 31 Maio 2015 - 10:00

Vejo os mesmos conversando em idioma de macaco... Eles não pareciam notar a minha presença... Ao menos não como um Garou... Um deles havia saido da Umbra, mas mesmo assim os meus pelos estavam eriçados, como se algo na umbra não estivesse certo...

Ouço um grito... Mas não vinha na mata... E sim do coração do floresta... Algum espirito emitia um chamado de socorro!! Ao ouvir isso, Uivo tanto em resposta ao chamado, quanto para demonstrar aos outros a minha presença!

O outro Garou havia acabado de sair da Umbra, ele poderia guiar nossos passos até o espirito que emitia o socorro... Ou poderia ser o causador daquilo tudo... Me mantenho observando a reação dos dois, diante do chamado... Tinha urgencia em ir ao auxilio do espirito, mas não poderia arriscar que fosse uma armadilha do outro garou que saiu da umbra...


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  kausBR em Dom 31 Maio 2015 - 18:17

Alexyus escreveu:Então, de súbito, os três garous perto da clareira ouviram um grito ecoar, não fisicamente, mas em seus espíritos. Um guincho não-humano, algo que denotava o horror de um espírito animal diante de ameaça iminente. Amora e Presa-de-Sangue podiam perceber que algo mais acontecia na Umbra, mas só Dimitri reconheceu naquele trinado urgente a voz de Égon.  


Dimitri sentiu em seu cerne o medo de perder seu irmão de tanto tempo e sem esperar resposta da jovem parte para a Umbra. Gritando Alarmado:

---Egon!
Tem tempo apenas de pensar:  *Algo deveria estar nos vigiando!*

OFF: Dimitri usará 1 ponto de FV para cruzar a película mais rápido, também ira através de uma poça que provavelmente deve ter(Se não houver ele não ficará esperando e partirá mesmo assim) por causa da Amora jogar agua em crinus no fogo. Quando ele chegar do outro lado ele procurará seu irmão para ajuda-lo.


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Lua em Dom 31 Maio 2015 - 22:04

Rodrigo observou com muita atençao a arquitetura da igreja, os fiéis, o sermao e a liturgia oriental.

Felizmente a homilia foi feita em  latim. Mesmo no idioma conhecido nao pode entender tudo, mas do que conseguiu compreender, gostou. Apesar de Rodrigo e seu pai serem bastante críticos em relação aos religiosos e aos teólogos, no que dizia respeito à espiritualidade, ele estava tranquilo. Seu coraçao sim estava com o Pai, o Filho, o Espírito Santo e ainda com a parte feminina dessa equaçao, que os homens ainda nao tinham capacidade de compreender, e que era a mais importante: Gaia, a Mae.

Fez um exame de consciência e concluiu que nao havia pecado desde sua última confissao. A provocação à Miranda havia sido só isso, uma provocaçao. Sentia que podia receber ele também a comunhao, mas acabou decidindo nao fazê-lo. Desconhecia se era pecado ou nao comungar no rito oriental sendo um católico romano.

Manteve-se na igreja enquanto os fiéis saíam. Ao fim, restou o padre e seus dois ajudantes.

Decidiu usar sua dúvida verdadeira para aproximar-se do sacerdote.

Caminhou até os três, saudou-os respeituosamente e apresentou-se como um jovem destinado ao serviço religioso que peregrinava para conhecer o mundo antes de recluir-se em um monastério. Seus modos e erudiçao ajudariam no disfarce e, se notasse suspeita pela roupa andrajosa, diria que fora atacado por um ladrao de estrada.

Em seguida iniciaria uma breve conversa em cima da questao relativa à comunhao, demonstrando um profundo respeito pelo rito bizantino.

Procuraria nao deter-se muito, por ser este um assunto que os manteria dividos, e lançar o mais rápido possível o tema do assédio turco a Constantinopla e a dominaçao moura na Espanha. Os muçulmanos como inimigos comuns criaria o clima de confiança que ele necessitava.

Entao faria preguntas sobre Corvo Negro e Paz Sublime, obviamente de maneira tangencial. Talvez  também perguntasse por relíquias sagradas ou objetos heréticos, uma vez que o fetiche, se visto por algum religioso, poderia ser interpretado de uma dessas maneiras.

Enfim, Rodrigo tentaria extrair o máximo de informaçoes do padre, usando sua lábia e poder de manipulaçao. Se percebesse que o homem estava escondendo algo, ou a conversa era muito promissora, seguiria falando com ele até poder aplicar o dom Língua de Gralha.


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Natalie em Seg 1 Jun 2015 - 18:31

Quando estava prestes a obter respostas, aquele grito interrompeu tudo.

O tal Sorriso-de-Prata pareceu ficar mais assustado que ela e já foi mergulhando na primeira poça que viu.

"Alguma coisa na Umbra! Mas ele foi rápido demais para lá, nem sabe o que vai enfrentar! Ele deve saber alguma coisa que eu não sei! Mas eu vou descobrir"!

Aí Amora ouviu o outro uivo.

"Outro garou aqui perto! O que está acontecendo aqui?"

Mas na iminência de uma batalha, Amora não queria mais conversar. Assumindo a forma crinos, emitiu um Chamado da Batalha e seguiu o presa de prata para a Umbra, para lutar com qualquer inimigo que estivesse lá e dar honra ao Grande Fenris.


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Sex 5 Jun 2015 - 11:02

Rodrigo

Aguardando até que o padre estivesse livre para conversar, Rodrigo tentou uma aproximação sincera, o que agradou o velho sacerdote. Padre Apolônio, como ele se apresentou, explicou pacientemente que os ritos ortodoxos eram mais rígidos que os romanos, sendo uma das diferenças a exclusividade da comunhão àqueles que já tinham passado pelo batismo de dedicação.

Ao passar ao tema do embate com os muçulmanos, rodrigo foi convidado a entrar na sacrsitia e foi serido com vinho para conversarem. Língua-de-Açoite logo percebeu que Padre Apolônio era um bem informado pensador político, estando a par de muitos dos recentes movimentos militares por toda a Europa. Apesar de ser naturalmente opositor da prenseça muçulmana, mostrava-se descontente com a condução do movimento das Cruzadas pelo papa, os nobres e os plebeus católico-romanos.

Spoiler:
Rodrigo rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 5 8 1 8 4 2
Rodrigo obteve 1 sucesso!

Padre Apolônio rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 3 2 2 8
Padre Apolônio obteve 1 sucesso!

A tentativa de usar o dom Língua de Gralha de rodrigo sobre o padre Apolônio falhou. O religioso mostrava uma curiosa resistência sobre o poder espiritual do senhor das sombras. Mas isso não impediu que a conversa fosse adiante.

O padre não se interessava por supostas relíquias sagradas, já que estas eram frequentemente apresentadas por charlatães como objetos de valiosa venda a qualquer comprador incauto na maior cidade cristã do mundo. A presença de estrangeiros ea uma constante en Constantinopla, mas Apolônio destacou principalmente a presença de guerreiros estrangeiros, empregando-se como mercenários ou soldados da fé, muito úteis diante da perspectiva de guerra iminente.

Neste tópico, rodrigo conseguiu a infomração mais relevante que o Padre Apolônio tinha: com a aparoximação da Cruzada dos Miseráveis, liderada por Pedro Eremita e Gualtério-sem-Haveres, que não passavam de uma horda de fanáticos desordeiros com propensões ao vandalismo, o rei Aleixo I de Constantinopla tinha elaborado um estratagema para evitar que a cidade fosse pilhada pelas turbas viajantes. Em troca de lhes prover om mantimentos e ferramentas, Aleixo providenciaria o transporte imediato de todos os cruzados sobre o Bósforo até a Anatólia, onde poderiam continuar sua jornada até Jerusalém. Seus preparativos incluíam o envio de soldados para o outro lado do estreito, a maioria guerreiros estrangeiros, a fim de guarnecer o aporte dos cruzados.

A conversa se prolongou por toda a noite, e já amanhecia quando Rodrigo e o Padre Apolônio se despediram cordialmente.


Miranda, Jon, Rodrigo e Greepfeen

Quando todos voltaram se reunir ao amanhecer na estalagem modesta que o abrigava, puderam trocar informações sobre o que apuraram durante a noite.

(Interpretem se quiserem)

Por volta do meio da manhã, gritos ecoaram pelas ruas principais de constantinopla.

- Os cruzados estão chegando! Os cruzados estão chegando!
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Alexyus em Sex 5 Jun 2015 - 11:21

Dimitri, Amora e Presa-de-sangue

Dimitri, compreendendo mais profundamente a situação, foi o primeiro a reagir. Correu e mergulhou numa das poças que o socorro de Amora fizera, usando-a para perfurar o véu dos mundos e ultrapassar a Película até a Penumbra daquele lugar.

Amora, que vigiava os movimentos do presa de prata com atenção, compreendeu rapidamente o que ele fizera e preparou-se para segui-lo imediatamente. Ainda teve tempo de responder ao uivo do garou oculto na mata, mas não perdeu muito tempo antes de também atravessar a película atrás de Dimitri.

Presa-de-Sangue, que observava tudo à distância, viu os dois garous seguirem para a Umbra e também percorreu atalhos a seu próprio modo. Quase convencido de que a origem do incêndio não era de seus irmãos macacos, restava a ele procurar mais pistas agora na Umbra.

Eles chegaram a uma clareira arrasada com diferença de alguns segundos de um para outro.

Os Filhos da Clareira mais próximos eram castigados por horrores recém-surgidos, que espalhavam fogo e sangue. Travestidos como guerreiros-sacerdotes humanos, os espíritos Malditos, que não deixavam dúvidas sobre sua natureza, procuravam destruir tudo ao redor, sem estratégia ou objetivo. No alto, Égon, o espírito falcão, tentava fugir das rajas chamejantes que cortavam o ar quente.

Spoiler:

Eles eram em três, e notaram a presença dos garou em poucos momentos. Virando-se para eles, estavam prontos a atacar.


[Instruções para a batalha: Devido à chegada individual à Penumbra, os que chegaram antes têm mais ações. Assim, Dimitri pode descrever cinco ações, Amora quatro e Presas-de-sangue três. Os Malditos só atacarão depois da primeira ação de Presa-de-sangue, porque foram pegos de surpresa. Gastos de Fúria dão ações extras, que ocorrem depois das ações já listadas.]
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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  kausBR em Sex 5 Jun 2015 - 14:16

Assim que Sorriso-de-Prata Cruza a película ele já vê os maus tratos que os filhos da clareira estão sofrendo. O sangue de Dimitri ferve e ele toma a forma de Hispo:
Dmitri ataca o primeiro dos espíritos pelas costas jogando todo o peso sobre seu inimigo dizendo a Egon:
- Irmão tire os filhos voando e me empreste suas bençãos! *Vou faze-los pagar...*
Dimitri  continua a atacar o maldito pelas costas até ele sucumbir, se ele destruir o espirito antes deles agirem, na sua ultima ação, Dimitri ira retirar um dos filhos da clareira dali, se Egon já não tiver feito isso e se movendo para também atacar os espíritos pelas costas., se Egon já tiver tirados todos de lá tentará passar por baixo do espirito e ataca-lo pelas costas.


OFF:
1ª Ação: Tomar a forma Hispo.
2ª Ação:  Morder e Rasgar um dos malditos pelas costas jogando seu peso para tentar derruba-lo e como ação reflexiva falar com Egon pedindo para usar o encanto de sorte sobre ele e se possível ajudar os filhos da floresta tirando eles usando o Voo Ligeiro.
3ª Ação: Divide a parada para continuar atacando o maldito nas costas(de preferencia também caído).
4ª Ação: Repeti ação acima até matar o maldito
5ª Ação: Repeti ação acima até matar o maldito ou irá aproveitar o porte avantajado do Hispo, sem atrapalhas os outros, passando pelas pernas do próximo maldito e jogando-o ao chão seguido de um ataque no caído, porem se ele matar o maldito e Egon não conseguir tirar todos os Filhos da Clareira. Dimitri Irá ficar tirando os Filhos da Clareira com Egon

Obs: Dependendo de como funciona dividir a parada para você ele dividira em 3 na 1ª ação e 2 nas seguintes(se você realmente dividir a parada) ou 4 na 1ª e 3 nas seguintes (se você reduzir em 1 o dado na parada por ação).
Considere que se eu tiver qualquer falha critica gastarei 1 uso do Encanto da Sorte que Egon usar em mim.


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Natalie em Sex 5 Jun 2015 - 14:27

Assim que chegou, Amora não compreendeu o que estava vendo. Nunca tinha encontrado espíritos como aqueles antes. então, rapidamente, invocou seu Ancestral para ajudá-la.

"Matador-de-Gigantes-rhya, o que são esses espíritos?"

No instante seguinte, Amora saltou sobre o maldito mais próximo com o Salto Dilacerante, usando a Fúria para golpear com as garras e caindo longe do inimigo. Tinha que tomar cuidado com as rajadas de fogo, então ia apelar e usar de novo a manobra, gastando mais Fúria.


Off: Amora vai repetir a ação até matar o Maldito. Como não sei quantos turnos você vai considerar pro Ancestral agir, deixei dois turnos no fim pra margem de segurança.


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

Mensagem  Tony.Zefs em Sex 5 Jun 2015 - 14:29

Logo que cruzamos a pelicula... Vejo os malditos.... Ele assumiam os aspectos dos macacos... Mais uma prova de que eles tinha que ser eliminados da face de Gaia, antes que mais e mais surgissem...

Uivo assumindo a minha forma de combate (Hispo) exalando a minha fúria... Queimando a fúria, procuro adquirir a velocidade que os filhos do grifo me ensinaram... Assim poderia aniquilar aquelas criaturas... Dom Tribal: Borrão Vermelho

Iria partir para cima da criatura mais próxima, procurando a atacar com as minhas presas...


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Re: A Cruzada dos Miseráveis

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