As Invasões Bárbaras

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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Lua em Sex 28 Out 2016 - 8:53

- Ah, sir, todos os pobres aprendem a fazer coisas sem gastar dinheiro! Conheço até alguns que são habilidosos! Mas para que o milorde quer eles?


- Ainda não sei bem. Mas o que está claro é que nossos inimigos são muito mais numerosos que nós e tem gigantes entre eles, sem falar no que mais possam estar reservando. Se temos alguma chance de vencê-los, será usando a cabeça em vez de nos lançarmos como loucos ao suicídio.
Eu estive em Córdoba e os árabes de lá tem coisas… engenhos…objetos extraordinários que lhes permitem irem além de suas limitações humanas. Não é muito ortodoxo mas talvez possamos usar o mesmo conceito: construir armadilhas e outras coisas que nos possam dar uma vantagem sobre os invasores. Coisas pensadas para atingir servos da Wyrm. Sem prejuízo de nossas faculdades garou mas auxiliando-as.
Por isso quero identificar garous habilidosos. Ainda não tenho nada em mente, mas quando surgir o momento, pensarei em algo.


Acho que vou escandalizar esse bando de idiotas de novo mas não me importa. Gaia sabe o que faz, os roedores de ossos são sobreviventes, eles sabem que todo recurso é válido e é desse tipo de garou que eu necessito agora. Isso não basta, porém. Não conseguirei dar uma sugestão sequer se não estiver próximo aos poderosos. Tenho que achar alguém de minha tribo, é fundamental.

- Bem, meu nome deve estar circulando mas ainda não fizermos uma apresentação formal. Sou Rodrigo Lobo, Língua de Açoite, ragabash, cliath dos senhores das sombras e venho do Reino de Leon em Hispania. - disse ao roedor de ossos com seu sorriso mais cativante. - Se eu puder localizá-lo e a seus conhecidos habilidosos quando chegue o momento, seria ótimo. Diga-me como, por favor.

Depois começou a olhar ao redor para identificar o ponto em que estava na cidade e localizar o castelo. Onde estivesse o poder, sua gente estaria próxima.

Após este reconhecimento, olhou de novo para o roedor de ossos. A possibilidade era pequena mas os filhos do rato se metem em todos os lugares e sabem de tudo, ao menos era o que se dizia deles nas cortes. Vergonha é uma coisa que um ragabash não tem, então Rodrigo fitou o garou diante de si de um modo simpático e, despreocupadamente, perguntou:

- Conhece algum senhor das sombras aqui?

Dependendo da resposta do roedor de ossos, Rodrigo agiria. Se pudesse encontrar alguém de sua tribo, iria falar com ele. Qualquer que fosse seu plano, precisaria ter aliados nas duas extremidades: ordem e execução.
Se não encontrasse outro SS, estabeleceria uma forma de comunicação para não perder o contato com Greg e rumaria para perto do castelo. Sua idéia era estudar seus arredores e pensar em maneiras barrar ou, ao menos, matar o maior número de adversários antes de se estabelecer o cerco, pois depois seria mais difícil. Se ao rondar o castelo, atraísse a atenção de alguém, tanto melhor. Seria a oportunidade para começar a se aproximar do círculo de poder. Começava a pensar que, se não achasse um senhor das sombras para influenciar nas estratégias, teria que ser ele próprio esse homem. Era ambicioso para um cliath com o nome na lama mas se fosse preciso para a salvação daqueles garous e, consequentemente, de Gaia, ele arriscaria. Sempre fora assim, enquanto as outras tribos davam seu espetáculo e se enchiam de fama, os senhores das sombras resolviam o problema nos bastidores. Certamente ele era jovem demais para tentar tal feito. Mas a situação era desesperadora.
Cada tribo tem sua forma de sacrifício e heroísmo, a deles era essa: pensar pelos que não estão sendo capazes de fazê-lo e manobrá-los para que o necessário seja feito.

Que Gaia me ajude, se precisar ser assim.


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


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Esta é uma obra de ficção. A menos que você seja um lobisomem, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.
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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Alexyus em Sab 12 Nov 2016 - 7:24

Amora ocupou-se em ajudar a evacuação da vila e a acomodação dos súditos no castelo.

Spoiler:
Amora rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Inteligência + Senescalia e obteve: 4 9
Amora obteve 1 sucesso!

Ela tinha uma boa ideia sobre o que armazenar, onde, como, e com quem. Agindo como uma espécie de supervisora, ela orientava os aldeões e colaborava com o senescal do rei Ricardo.

As provisões estavam no ponto mais distante da muralha frontal, os aldeões capazes de empunhar armas foram convocados para engrossarem as fileiras do exército, e as mulheres, crianças e velhos foram refugiados em câmaras mais protegidas, tão afastadas do cerne do combate quanto possível.

As freiras viram o esforço de Amora e aprovaram sua atuação, enquanto os soldados do rei não tinham coragem de contradizê-la, mesmo tratando-se de uma mulher. Os seguidores do bando dela estavam sempre ao seu lado, pronto para dar-lhe sugestões ou obedecer prontamente seus comandos.


Spoiler:
Ingrid rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 4 para Ativar Dom e obteve: 4 8 9 8 6 8 9 2
Ingrid obteve 7 sucessos!

Ingrid soma +7 dados a Testes Sociais nessa cena

Considerei que Belamente Cafajeste não influenciava nessa cena

Ingrid rolou 12 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Carisma + Expressão e obteve: 4 8 9 6 5 7 7 2 5 9 8 10
Ingrid obteve 8 sucessos!

As proclamações encorajadoras de Ingrid foram seguidas pelo repicar dos sinos da igreja e o início dos cânticos.

As vozes se ergueram altas e fortes, cantando com fé e bravura, imbuindo a todos os presentes de um poderoso sentimento de propósito e determinação. Ingrid vinha em cada face, em cada olhar, a coragem e a decisão de se manterem firmes em defesa da terra em que nasceram, viviam, trabalhavam e um dia morreriam. Aquelas pessoas não permitiriam que sua terra fosse tomada e espoliada deles.

Ao final das celebrações, os aldeões pareciam animados e encorajados, e muitos vieram beijar a mãe de Ingrid, de Cristina, do padre e do bispo. Apesar dos homens terem maior autoridade na hierarquia eclesiástica, foram as mulheres que tomaram a voz para encorajar o povo, principalmente Ingrid, que agora tinha uma multidão de plebeus ansiosos para trabalhar no que pudessem para auxiliar a resistência.


Leander, me leve aonde precise de ajuda, deixa a comida e a bebida para a noite.

O velho cavaleiro sorriu com a disposição de Ulf, mas respondeu:

- Talvez você tenha que comer em cima dos muros hoje, jovem Ulf, mas sua disposição é apreciada. Venha comigo!

Como que esta o progresso da batalha Leander ?
Porque, pelo jeito, deve ser uma das mais dificies não é ?
Todas essas pessoas abandonando suas casas, parece que elas tem os medos estampados em seus rostos.
Vocês tem algum plano de ataque e como estão seus numeros contra os do inimigo ?

Enquanto caminhavam pelo centro do pátio, em meio a carroças, barris, carregadores, ferreiros e plebeus, Ulf encheu Leander de perguntas. O velho cavaleiro não estava acostumado a ser questionado por outros soldados, Ulf logo percebeu, mas mesmo que contrafeito, Leander elucidou todas as questões:

- Os invasores tomaram o norte da Britânia, destruindo e queimando todas as cidades em seu caminho. Centenas ou até milhares migraram para o sul, a maior parte encontrou guarida em nossas portas, e por isso temem a chegada dos invasores até tão longe. O Rei Ricardo liderou um ataque de garous ao acampamento deles na noite passada, mas nossas forças foram rechaçadas pelos números deles. Além de numerosos guerreiros experimentados, eles contam com aberrações da Wyrm em suas fileiras, e até alguns gigantes. Confrontá-los em campo aberto não é mais uma opção. Estocamos uma boa quantidade de provisões no castelo e estamos preparando medidas anti-cerco. Mesmo que eles nos sitiem, não devem ser capazes de transpor as muralhas. Nossa prioridade agora é defender a divisa do caern, que não tem barreiras físicas, mas os humanos comuns não podem nos ajudar nisso. A maioria das nossas matilhas estava em demanda quando o ataque começou, de modo que temos poucos garous para ajudar a defender o caern...

Leander parou próximo à uma escada para o alto da muralha, ao lado de um portão aberto que dava para o interior de um jardim.

- Qual o seu forte, jovem Ulf? Quer defender os muros essa noite ou patrulhar as matas da divisa do caern?


Rodrigo estava pesando suas opções junto a Greg, o roedor de ossos.

- Bem, meu nome deve estar circulando mas ainda não fizermos uma apresentação formal. Sou Rodrigo Lobo, Língua de Açoite, ragabash, cliath dos senhores das sombras e venho do Reino de Leon em Hispania. - disse ao roedor de ossos com seu sorriso mais cativante. - Se eu puder localizá-lo e a seus conhecidos habilidosos quando chegue o momento, seria ótimo. Diga-me como, por favor.

Greg fez uma reverência à apresentação de rodrigo, respondendo de modo gaguejante:

- Eu sou Greg, chamado de mendigo louco pelos esnobes da vila e de Lobo Vadio pelos garous. Eu morava na vila, sir, mas agora estarei ocupado ajudando os pobres aqui no pátio. Todos os artesãos montaram suas oficinas aqui para ajudar os soldados, eles trabalharão enquanto for seguro o dia todo, mas ninguém sabe muito bem o que fazer, então se for do seu agrado posso falar com eles e transmitir suas ordens, sir! Estarei aqui na praça até anoitecer, se ninguém me tirar daqui...

- Conhece algum senhor das sombras aqui?

Greg falou entre admiração e um ar de conspirador:

- Conheço muitos, senhor, havia duas ou três matilhas deles sempre por aqui, o tempo todo! Mas quando os ataques começaram, essas matilhas muito de repente se meteram em demandas que levaram-nas para longe, e desde então não temos notícias deles. Esperávamos que eles voltassem, mas não responderam nenhum contato. Eles nunca gostaram muito do rei Ricardo, se quer saber...

Com essa resposta, Rodrigo apenas memorizou onde Greg estava. Não era difícil vê-lo com clareza no meio da multidão, pois ele parecia mais esfarrapado que o camponês mais esfarrapado, e era menos difícil ainda farejá-lo, já que seu cheiro nauseante era trazido pelo vento de uma grande distância.

Rodrigo saiu para inspecionar as muralhas do castelo pelo lado externo. Lá ele percebeu que não tinha sido o único a pensar nisso, pois sir Terian, o cavaleiro presa de prata, e alguns outros oficiais também estavam checando o estado dos muros. Eles o viram, e logo vieram em sua direção:

Sir Terian:


- Você é o senhor das Sombras da Hispânia, não? Veio olhar as muralhas? Não tema, estão em bom estado, nenhuma rachadura ou ponto fraco aparente. Só teremos que defender as ameias dos invasores.

Apesar do tom evidentemente desprezível que Terian inflexionou ao dizer o nome da tribo de Lobo, ele não parecia avesso a conversar. Seus soldados continuavam a checar cada trecho da muralha enquanto ele observava o trabalho.

Rodrigo podia ver que o rio era um fosso natural bastante difícil de transpor, e numa batalha isso seria a morte para quem escolhesse vadeá-lo. A ponte de pedra sobre ele era larga o bastante para passarem três carroças lado a lado, um caminho difícil de defender e fácil de vencer, mas os aldeões nesse momento o enchiam, trazendo seus bens e provisões para o interior do castelo. O alcance dos arcos e bestas na fendas ao redor do portão era suficiente para fazer chover a morte por toda a ponte, mas talvez não na quantidade suficiente. Já a vila era um alvo fácil e por isso estava sendo abandonado; era impossível defendê-la sem uma paliçada, e o rei Ricardo não queria perder tempo construindo uma. Aos aldeões, restou abandonar seus lares e procurar refúgio no castelo.
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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Lua em Seg 14 Nov 2016 - 7:29

- Eu sou Greg, chamado de mendigo louco pelos esnobes da vila e de Lobo Vadio pelos garous. .


"Excelentes" referências para alguém em quem devo confiar… mas vamos lá, tenhamos fé…


Eu morava na vila, sir, mas agora estarei ocupado ajudando os pobres aqui no pátio. Todos os artesãos montaram suas oficinas aqui para ajudar os soldados, eles trabalharão enquanto for seguro o dia todo, mas ninguém sabe muito bem o que fazer, então se for do seu agrado posso falar com eles e transmitir suas ordens, sir! Estarei aqui na praça até anoitecer, se ninguém me tirar daqui..


- Sim, Greg, eu gostaria de que se mantivessem a postos.


- Conheço muitos, senhor, havia duas ou três matilhas deles sempre por aqui, o tempo todo! Mas quando os ataques começaram, essas matilhas muito de repente se meteram em demandas que levaram-nas para longe, e desde então não temos notícias deles. Esperávamos que eles voltassem, mas não responderam nenhum contato. Eles nunca gostaram muito do rei Ricardo, se quer saber…


Confirmadas minhas piores suspeitas, só eu fui tonto o suficiente de me meter nessa empreitada. Que vergonha. Espero que o resto da tribo não se intere.

- Bem, nos arranjaremos sem eles. - respondeu Rodrigo com seu sorriso mais simpático e tranquilizador.



- Você é o senhor das Sombras da Hispânia, não? Veio olhar as muralhas? Não tema, estão em bom estado, nenhuma rachadura ou ponto fraco aparente. Só teremos que defender as ameias dos invasores.
(…)
Rodrigo podia ver que o rio era um fosso natural bastante difícil de transpor, e numa batalha isso seria a morte para quem escolhesse vadeá-lo. A ponte de pedra sobre ele era larga o bastante para passarem três carroças lado a lado, um caminho difícil de defender e fácil de vencer, mas os aldeões nesse momento o enchiam, trazendo seus bens e provisões para o interior do castelo. O alcance dos arcos e bestas na fendas ao redor do portão era suficiente para fazer chover a morte por toda a ponte, mas talvez não na quantidade suficiente. Já a vila era um alvo fácil e por isso estava sendo abandonado; era impossível defendê-la sem uma paliçada, e o rei Ricardo não queria perder tempo construindo uma. Aos aldeões, restou abandonar seus lares e procurar refúgio no castelo.


- Exatamente, sir. Sou Rodrigo Lobo, do Reino de León. - Rodrigo fez uma mesura - Vim observar as medidas de proteção ao castelo mas não exatamente as muralhas, que certamente Sua Majestade o rei Ricardo as teria em bom estado. Pensava mais na parte externa ao fosso… Acredito que podemos por defesas para deter alguns dos inimigos antes de se aproximarem tanto. Preocupam-me sobretudo os gigantes, para os quais tanto os perigos do fosso quanto a extensão da muralha são um pouco menos intimidantes. Minha idéia é construirmos rapidamente algumas covas de lobo, como as que faziam os romanos. Porém profundas o suficiente para deter um gigante, e com uma estaca equivalente no fundo. O ideal é que fossem recobertas com material firme o suficiente para a passagem de um homem mas não para o peso dos gigantes, assim eles não as perceberiam até ser tarde. Imagino que se sobrou feno ou restos de colheitas também poderíamos usá-los para disfarçar as covas. Senão, revolver também toda a terra ao redor já ajudaria a disfarçá-las. Creio que essa medida nos faria debilitar um pouco os adversários, ao menos no mundo físico. Sei que nos custaria certo trabalho mas fiz contato com alguns garous que se dispuseram a fazê-lo. Se, de fato, nos apóiam, seria factível. Por outro lado, um ou outro ragabash poderia encarregar-se de verificar se não nos vigiam. Eu mesmo poderia fazer isso. A menos que o senhor julgue que nossos inimigos poderiam estar vendo nossos esforços de seu posto.

(não sei bem a posição do adversário)

Neste caso, prefiro me encarregar de distraí-los em seu terreno durante o tempo de construção das covas de lobo. Se houver alguns ragabashs dispostos a ajudar-me, seria muito conveniente, senão me encarregarei sozinho da tarefa. Que lhe parece, sir Terian?


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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Natalie em Seg 14 Nov 2016 - 10:30

Com tudo resolvido com os aldeoes, Amora ia levar seu bando e preparar suas armas para lutar junto com a infantaria,defendendo o portão.

Se aguentassem bem aquele teste ela até podia pensar em fazer elessua matilha. Era sabido que matilhas de tribos diferentes eram raras e fambém as lideradas por mulheres, mas ela estava disposta a quebrar tradiçoes, e tambem quebrar a cara de quem viesse reclamar.


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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Cetza em Ter 15 Nov 2016 - 8:07

As proclamações encorajadoras de Ingrid foram seguidas pelo repicar dos sinos da igreja e o início dos cânticos.
As vozes se ergueram altas e fortes, cantando com fé e bravura, imbuindo a todos os presentes de um poderoso sentimento de propósito e determinação. Ingrid vinha em cada face, em cada olhar, a coragem e a decisão de se manterem firmes em defesa da terra em que nasceram, viviam, trabalhavam e um dia morreriam. Aquelas pessoas não permitiriam que sua terra fosse tomada e espoliada deles.
Ao final das celebrações, os aldeões pareciam animados e encorajados, e muitos vieram beijar a mãe de Ingrid, de Cristina, do padre e do bispo. Apesar dos homens terem maior autoridade na hierarquia eclesiástica, foram as mulheres que tomaram a voz para encorajar o povo, principalmente Ingrid, que agora tinha uma multidão de plebeus ansiosos para trabalhar no que pudessem para auxiliar a resistência.

Após tocar os corações das pessoas, ela sorria levemente... sabia que colocá-los numa luta seria quase uma sentença de morte... porém ela também sabia que agora que a cidade estava sitiada.. TODOS iriam morrer se não se esforçassem para defender. Movida por essa certeza Ingrid caminhava por entre a população, muitos beijavam sua mão. Ingrid gritava aos plenos pulmões encorajando o povo à lutar e servir seu rei

--- POVO ABENÇOADO! DEVEMOS MARCHAR ATÉ O CASTELO REAL, E MOSTRAR AO NOSSO REI QUE SEU POVO DESEJA LUTAR! DESEJA PROTEGER NOSSA CASA! TRAGAM COMIDA E TODA E QUALQUER COISA QUE POSSA SERVIR DE ARMA... IREMOS MOSTRAR AO GRANDE REI RICARDO QUE SEU POVO ESTÁ DISPOSTO À LUTAR POR SUA FÉ E POR SEU REI! VAMOS!!!!

Ingrid liderava aquelas pessoas, o seu esforço transformou gado em guerreiros fervorosos que lutariam até a morte para salvarem a si mesmos...


----------------------------------------
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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  miltonviziak em Qui 17 Nov 2016 - 7:02

Depois de responder todas as perguntas de Ulf, apesar de não gostar muito, Ulf viu que seria uma batalha muito dificil e que o inimigo estava ganhando.Ulf apesar de ser um mercenario queria ajudar, aquele caern era um ponto importante.

- Qual o seu forte, jovem Ulf? Quer defender os muros essa noite ou patrulhar as matas da divisa do caern?

Meu forte é lutar com espadas e na luta corpo a corpo.Se estiver tudo bem pra você, eu vou patrulhar as matas.


Citação
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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Alexyus em Ter 6 Dez 2016 - 18:52

RODRIGO

- Exatamente, sir. Sou Rodrigo Lobo, do Reino de León. - Rodrigo fez uma mesura - Vim observar as medidas de proteção ao castelo mas não exatamente as muralhas, que certamente Sua Majestade o rei Ricardo as teria em bom estado. Pensava mais na parte externa ao fosso… Acredito que podemos por defesas para deter alguns dos inimigos antes de se aproximarem tanto. Preocupam-me sobretudo os gigantes, para os quais tanto os perigos do fosso quanto a extensão da muralha são um pouco menos intimidantes. Minha idéia é construirmos rapidamente algumas covas de lobo, como as que faziam os romanos. Porém profundas o suficiente para deter um gigante, e com uma estaca equivalente no fundo. O ideal é que fossem recobertas com material firme o suficiente para a passagem de um homem mas não para o peso dos gigantes, assim eles não as perceberiam até ser tarde. Imagino que se sobrou feno ou restos de colheitas também poderíamos usá-los para disfarçar as covas. Senão, revolver também toda a terra ao redor já ajudaria a disfarçá-las. Creio que essa medida nos faria debilitar um pouco os adversários, ao menos no mundo físico. Sei que nos custaria certo trabalho mas fiz contato com alguns garous que se dispuseram a fazê-lo. Se, de fato, nos apóiam, seria factível. Por outro lado, um ou outro ragabash poderia encarregar-se de verificar se não nos vigiam. Eu mesmo poderia fazer isso. A menos que o senhor julgue que nossos inimigos poderiam estar vendo nossos esforços de seu posto.
Neste caso, prefiro me encarregar de distraí-los em seu terreno durante o tempo de construção das covas de lobo. Se houver alguns ragabashs dispostos a ajudar-me, seria muito conveniente, senão me encarregarei sozinho da tarefa. Que lhe parece, sir Terian?

Terian ouviu com atenção as ideias de Rodrigo e pensou um momento antes de responder sua opinião:

- Nós temos poucos garous, espanhol! A maior parte da nossa força de trabalho é de parentes e humanos comuns, e não podemos contar que façam muita coisa...

- Mas mesmo as poucas coisas podem valer algo, milorde!

A fala veio de Greg, que presidia uma procissão de maltrapilhos carregados de ferramentas velhas e enferrujadas, mas aparentando manterem sua utilidade original. Ele liderou a turma até se aproximarem de Lobo e Terian, e baixou a cabeça assim que encontrou de perto o olhar do presa de prata, mas não deixou de falar:

- Viemos ajudar na ideia de Sir Lobo! Oferecemos ajuda aos soldados e aos ferreiros, mas eles disseram que era impossível trabalhar lá com todo esse cheiro...

De fato, o cheiro deles reunidos era bem ruim mesmo ao ar livre, e confinados num ambiente mais fechado deviam exalar odores repugnantes. Mas estavam ali dispostos a trabalhar sob Rodrigo.

Sir Terian fez um sinal de mão aberta enquanto virava as costas:

- Que seja! Trabalhem logo e fiquem de olho em qualquer batedor do inimigo!

Rodrigo rola Inteligência 3 + Sobrevivência 1 escreveu:Rodrigo rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 3 9 6 4
Rodrigo obteve 2 sucessos!

Coordenando os maltrapilhos cavadores, Rodrigo conseguiu criar alguns obstáculos ocultos que atrasariam e feririam alguns inimigos, além de duas grandes valas que matariam uma grande quantidade de pessoas que caíssem nela, antes que alguém pudesse perceber do que se tratava.


AMORA e ULF

Leander assentiu para o comentário de Ulf, satisfeito:

Meu forte é lutar com espadas e na luta corpo a corpo.Se estiver tudo bem pra você, eu vou patrulhar as matas.

- Não vá sozinho, Ulf! Leve alguns mercenários com você, assim podem dar alarme se houver algum problema.

Quatro mercenários acompanharam Ulf. Eles eram dados a conversar e fazer brincadeiras bobas, mas logo que viram que Ulf se mantinha sério e atento, eles o imitaram e permaneceram em silêncio. As buscas na mata não eram a especialidade deles, e Ulf se viu diversas vezes tendo que esperar que os soldados o alcançassem para continuar. Mas apesar de todas as dificuldades, Ulf constatou que nenhum sinal de estranhos havia na floresta, os invasores não estavam vindo por ali. A Divisa do caern estava segura... por enquanto.

Ao retornar, ele encontrou Amora e sua trupe ocupados em examinar, consertar e afiar as armas dos soldados. Alguns dos garous que a seguiam eram ferreiros habilidosos, os outros oleavam as lâminas e reparavam armaduras dos soldados. Todos os homens da armada ficavam gratos pela ajuda do grupo, que sorria para Amora enquanto trabalhavam, orgulhosos de serem mais úteis que a maioria dos aldeões indefesos.



ingrid


--- POVO ABENÇOADO! DEVEMOS MARCHAR ATÉ O CASTELO REAL, E MOSTRAR AO NOSSO REI QUE SEU POVO DESEJA LUTAR! DESEJA PROTEGER NOSSA CASA! TRAGAM COMIDA E TODA E QUALQUER COISA QUE POSSA SERVIR DE ARMA... IREMOS MOSTRAR AO GRANDE REI RICARDO QUE SEU POVO ESTÁ DISPOSTO À LUTAR POR SUA FÉ E POR SEU REI! VAMOS!!!!

Ingrid liderava aquelas pessoas, o seu esforço transformou gado em guerreiros fervorosos que lutariam até a morte para salvarem a si mesmos...

Ingrid liderou aquela multidão fervorosa rumo ao palácio, carregando todas as coisas que poderiam ser úteis, deixando para trás as casas da vila e a própria catedral. O padre, o bispo e Cristina a seguiram também.

Eles chamaram bastante atenção quando entraram no castelo, mas antes que ela tivesse que dar alguma explicação, os aldeões já tinham se colocado para trabalhar, carregando pedras, armando fogueiras, transportando armas, todas as tarefas que os soldados às vésperas da batalha faziam.

Cristina aproximou-se de Ingrid para dizer:

- Muito bem, Passos Noturnos! O trabalho deles será útil para economizar as forças dos soldados. Eles são fracos demais para usar armas, mas seu esforço conjunto fará as defesas do castelo ainda mais eficientes. O único problema é que eles estarão vulneráveis durante o ataque.


TODOS

O sol estava começando a se pôr quando o primeiro cavaleiro foi visto fazendo um reconhecimento.

Os soldados se prepararam para atacá-lo, mas ele deu meia-volta e sumiu no horizonte.

O sol estava vermelho no poente quando pareceu soltar línguas de fogo que lentamente se espalhavam pelo horizonte. Quando Hélios finalmente desapareceu, restou apenas uma serpente de fogo  serpenteando em direção à cidade. Só quando chegaram mais perto é que viram os milhares de inimigos que portavam tochas, avançando para um ataque frontal concentrado.

A vila foi a primeira vítima deles, pois eles saquearam tudo que podiam e queimaram todo o resto, fazendo uma imensa fogueira chamejar para o céu noturno, com a fumaça escondendo as estrelas do firmamento.

Em seguida, eles prepararam-se para assaltar o castelo. Os gigantes e demônios da Wyrm não estavam visíveis, apenas os guerreiros humanos comuns. Eles avançaram carregando um aríete, mas caíram na armadilha que Rodrigo e seus mendigos prepararam. Outros inimigos que tentaram descobrir o que acontecia foram pegos pelas outras arapucas, o que atrasou bastante a marcha deles. alguns que já estavam à distância de tiro foram cravejados pelas flechas dos arqueiros sobre a muralha.

Mas foi apenas temporário, e o tempo foi pouco diante do terror das tropas inimigas que preenchiam os campos por todos os lados. Eles logo trouxeram outros aríetes, e alguns soldados tentavam se aproximar com escadas para escalar a muralha. Alguns se jogavam na água para tentar vadear o rio e alcançar pontos menos protegidos da muralha.

Rodrigo estava sobre a muralha com os arqueiros, observando o efeito das armadilhas. As tropas inimigas precisavam se desviar delas, criando um efeito de redemoinho humano na entrada da ponte do castelo. Lobo poderia ajudar a disparar mais flechas para impedir os avanços dos atacantes, começar a acionar as catapultas para atingir a retaguarda dos invasores, derramar piche fervente, óleo ou pedras sobre os escaladores da muralha ou descer para o pátio do castelo onde a armada se preparava para uma resistência firme.

Amora e Ulf estavam no pátio também, sob a liderança de Leander, que organizava as unidades para defender o portão. Atrás deles, Sir Terian estava montado na dianteira da cavalaria, uma força de ataque terrível que também poderia ajudar na defesa. Os dois poderiam optar por segurar o portão quando o aríete batesse contra ele, aguardar diante das portas para quando os invasores as arrombassem  para dar-lhes o primeiro combate, ou até mesmo tentar convencer Sir Terian e Sir Leander a ordenar um ataque contra a dianteira dos inimigos, o que implicaria abrir o portão e defender o castelo apenas com a força dos braços.

Ingrid estava coordenando os aldeões fervorosos que a seguiram, mas agora eles estavam mais assustados e menos confiantes que antes. Ainda trabalhavam, ajudando a guarnecer as defesas do castelo, mas não demonstravam mais a bravura indômita que ela vira neles antes. Comandando os plebeus, Ingrid podia ordenar que eles ajudassem a fortificar o portão contra os aríetes inimigos, ou concentrar-se em levar armas de contra-ataque muralha acima, como pedras e mais barris de piche e óleo. Mas talvez fosse melhor ordenar aos aldeões indefesos que procurassem abrigo, deixando que o exército se virasse como podia na luta que estava às portas.

A lua nova não trazia muita iluminação para o cenário, e as chamas bruxuleantes das fogueiras de ambos os lados eram tudo que mostrava aos guerreiros onde seus inimigos estavam...
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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Cetza em Sab 10 Dez 2016 - 10:52

- Muito bem, Passos Noturnos! O trabalho deles será útil para economizar as forças dos soldados. Eles são fracos demais para usar armas, mas seu esforço conjunto fará as defesas do castelo ainda mais eficientes. O único problema é que eles estarão vulneráveis durante o ataque.

Ingrid abaixava a cabeça ao ouvir as palavras Cristina, ela sabia que o povo corria riscos... mas a lupina via somente um único caminho.. lutar para sobreviver...

-- Cristina... estamos cercados.. não há mais esperança... se não for através da luta...lutar para sobreviver...

* * *

Ingrid estava coordenando os aldeões fervorosos que a seguiram, mas agora eles estavam mais assustados e menos confiantes que antes. Ainda trabalhavam, ajudando a guarnecer as defesas do castelo, mas não demonstravam mais a bravura indômita que ela vira neles antes. Comandando os plebeus, Ingrid podia ordenar que eles ajudassem a fortificar o portão contra os aríetes inimigos, ou concentrar-se em levar armas de contra-ataque muralha acima, como pedras e mais barris de piche e óleo. Mas talvez fosse melhor ordenar aos aldeões indefesos que procurassem abrigo, deixando que o exército se virasse como podia na luta que estava às portas.

Ingrid ficava com a população, ela notava que a moral das pessoas caía a cada segundo durante a invasão. Ela sabia que a população já ajudara o suficiente... e sabia que durante o combate efetivo eles fugiriam de medo... ela aconselhava às mulheres, crianças e idosos a se esconder... ela convidava ao homens a lutarem por sua fé, rei e família...
--- Vocês agiram bem... Agora... Mulheres, crianças e idoso devem procurar abrigo... Os homens que ainda tem força e coragem auxilie nossas defesas! Venham para a muralhas, ajudem nossos arqueiros com armas de contra ataque! Venham comigo!

Fosse sozinha ou acompanhada a lupina ficaria com os arqueiros, iria protegê-los contra invasores e organizaria a contra invasão dos bárbaros


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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Natalie em Dom 11 Dez 2016 - 6:06

Amora gostou de ver que a ajuda que ofereciam ela e seu grupo estava sendo aceita aem questionamentos pelos presas de prata.

Durante o dia, ela ajudou os soldados assim como todos estavam fazendo, mas achou tempo para restaurar o fio de seu machado, deixando ele preparado para a batalha.

Quando noite caiu e os inimigos chegaram, Amora correu para ajudar a bloquear o portão. Mesmo que ela preferisse lutar, ela sabia que cada segundo que os inimigos ficassem retidos nas portas significava a morte de um deles.

Mas ela também sabia que era questão de tempo até os portões cederem e a batalha corpo a corpo começar. Quando as portas caíssem, ela ia deixar Terian avançar com a cavalaria pelo centro enquanto a infantaria cuidava das laterais.


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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  miltonviziak em Qui 15 Dez 2016 - 17:18

- Não vá sozinho, Ulf! Leve alguns mercenários com você, assim podem dar alarme se houver algum problema.

Ulf, foi patrulhar as matas com a compahia dos quatro mercenarios, eles brincaram um pouco mas logo pararam, viu que ele estava sério.
Ulf permaneceu alerta, para tentar não ser pego de surpresa pelos inimigos e acabar sendo morto.Contudo a patrulha foi tranquila e retornou para o local de onde veio.



O sol estava começando a se pôr quando o primeiro cavaleiro foi visto fazendo um reconhecimento.

Os soldados se prepararam para atacá-lo, mas ele deu meia-volta e sumiu no horizonte.

O sol estava vermelho no poente quando pareceu soltar línguas de fogo que lentamente se espalhavam pelo horizonte. Quando Hélios finalmente desapareceu, restou apenas uma serpente de fogo serpenteando em direção à cidade. Só quando chegaram mais perto é que viram os milhares de inimigos que portavam tochas, avançando para um ataque frontal concentrado.

A vila foi a primeira vítima deles, pois eles saquearam tudo que podiam e queimaram todo o resto, fazendo uma imensa fogueira chamejar para o céu noturno, com a fumaça escondendo as estrelas do firmamento.

Em seguida, eles prepararam-se para assaltar o castelo. Os gigantes e demônios da Wyrm não estavam visíveis, apenas os guerreiros humanos comuns. Eles avançaram carregando um aríete, mas caíram na armadilha que Rodrigo e seus mendigos prepararam. Outros inimigos que tentaram descobrir o que acontecia foram pegos pelas outras arapucas, o que atrasou bastante a marcha deles. alguns que já estavam à distância de tiro foram cravejados pelas flechas dos arqueiros sobre a muralha.

Mas foi apenas temporário, e o tempo foi pouco diante do terror das tropas inimigas que preenchiam os campos por todos os lados. Eles logo trouxeram outros aríetes, e alguns soldados tentavam se aproximar com escadas para escalar a muralha. Alguns se jogavam na água para tentar vadear o rio e alcançar pontos menos protegidos da muralha.

Ulf, estando no patio junto com Amora, viu que a batalha ja tinha começado, só não tinha chegado nele ainda.Leander organiza as forças para segurar o portão e se o portão não aguentasse, ele ia dar as boas vindas ao grupo que entraria.
Ulf decidiu ajudar Leander a segurar e defender o portão.


Leander vou ficar aqui patio para defender o portão.

Passo para a forma crinos (se precisar gasto um ponto de força de vontade para sucesso automatico)e espero as ordens de Leander.


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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Alexyus em Sab 17 Dez 2016 - 7:34

Desviando dos obstáculos que Rodrigo e os Roedores de Ossos tinham feito, os invasores avançavam em formações desordenadas, preenchendo a ponte ou tentando ainda mais lentamente vadear o fosso. No horizonte atrás deles, as fogueiras consumiam as casas e estruturas da vila, reduzindo às cinzas os lares dos bretões e iluminando a noite com clarões de luz chamejante.

Ingrid reconheceu o perigo que era para os aldeões menos capacitados permanecerem nos pátios do castelo durante as batalhas. Ela avisou Cristina e se esforçou para dispersá-los para lugares mais seguros.

--- Vocês agiram bem... Agora... Mulheres, crianças e idoso devem procurar abrigo... Os homens que ainda tem força e coragem auxilie nossas defesas! Venham para a muralhas, ajudem nossos arqueiros com armas de contra ataque! Venham comigo!

Ingrid rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Carisma 3 + Liderança 1 e obteve: 3 8 3 6
Ingrid obteve 2 sucessos!

Ela viu um velho e um rapazote serem esmagados por pedras atiradas por cima da muralha das catapultas inimigas. Mas a maioria do povo que a seguira na igreja também estava assustada com a batalha e acatou rapidamente seus avisos, correndo para encontrar abrigo no interior do castelo. Não havia homens capazes de lutar entre os que rezavam na igreja, todos os potenciais combatentes já haviam sido recrutados para a armada do Rei Ricardo, mas alguns soldados verdes, incertos do que fazer enquanto aguardavam o inimigo, seguiram Ingrid e se postaram nas muralhas, tentando de todos os modos serem úteis na resistência à invasão.

Ingrid e os soldados auxiliavam os arqueiros empurrando as escadas que os invasores colocavam para subir ao topo da muralha, e alguns soldados já tinham preparado óleo e piche ferventes para derramar sobre os inimigos que estavam na base da muralha. Os gritos de queimados se sucediam, mostrando que a tática tinha sido bem-sucedida em impedir a aproximação naqueles pontos.

Mas horas depois os inimigos continuavam vindo, e tanto os tóneis de líquido quente quanto as flechas dos arqueiros começaram a rarear. Ingrid e os soldados começaram a priorizar a reposição das munições dos arqueiros, e isso envolvia subir e descer do topo da muralha, buscando e trazendo aljavas carregadas de novas flechas. Os flecheiros estavam fabricando flechas ainda durante a batalha, garantindo que os arqueiros não ficassem sem projéteis, mas a reposição da artilharia sacrificava preciosos minutos sem disparos.

Por fim, dois aríetes chegaram cobertos por escudos até o portão depois da ponte. Eles começaram a bater contra o portão cada vez mais reforçado onde Amora e Ulf empilhavam coisas pesadas para garantir a última proteção da passagem. Ulf mudou para a forma crinos, o que lançou muitos dos soldados no Delírio e fez com que saíssem correndo em busca de abrigo. Isso enfraqueceu consideravelmente as forças defensoras, e mesmo que os presas de prata e a fenrir gritassem com Ulf, o estrago já estava feito, pois os soldados que fugiram não retornariam à batalha.

Amora rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Força 4 + Ofícios/Artesanato 1 e obteve: 10 3 1 10 5
Amora obteve 1 sucesso!

Ulf rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Força 8 e obteve: 4 3 6 5 2 7 3 2
Ulf obteve 1 sucesso!

Invasores rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 10 para Ataque com Arma e obteve: 8 2 5 10 7 2 8 1 9 6
Que pena, Invasores não obteve sucesso!

Amora e Ulf corriam junto com os outros garous e parentes que sobraram na armada para segurar o portão de todas as maneiras, e sentiam como era difícil fazer isso. A força dos impactos dos aríete contra o portão era tão forte que alguns soldados humanos chegavam a ser lançados ao tentarem resistir a cada batida. Mas Amora, Ulf e os outros garous eram fortes o suficiente para resistir em suas posições e manter o portão em pé, mesmo que os invasores os despedaçassem, pois as outras barreiras que eles seguravam não cederiam tão facilmente à invasão.

Agora o impasse estava equilibrado, mas os garous sabiam que assim que os demônios e gigantes do inimigo entrassem no campo de batalha, a vantagem poderia ser perdida. Se eles viessem, os arqueiros poderiam tentar alvejá-los antes que avançassem contra o portão. Da mesma forma, os garous poderiam optar por sair da proteção das muralhas para enfrentá-los em campo aberto, já que o número de inimigos humanos estava diminuindo significativamente. A cavalaria não teria espaço para investir contra os invasores por causa dos obstáculos, além do que a forma crinos de Ulf tinha criado tanto temor nas montarias que seria muito difícil conduzi-las agora, assim Sir Terian e os outros desmontaram e prepararam-se para lutar no chão.

O próprio Rei Ricardo saiu do castelo, armado e encouraçado, pronto para usar suas impressionantes armas-fetiches contra os inimigos.

Ingrid, Rodrigo, Amora e Ulf poderiam se juntar aos garous do rei numa formação maciça de defesa ou permanecer onde estavam, resistindo como podiam na esperança de deter ainda mais os invasores. Não seria ordenado a nenhum garou que saltasse das muralhas para combater do lado de fora, mas isso também não seria impedido por ninguém.

Agora a decisão final de cada um dos garous poderia mudar o destino da batalha.
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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  miltonviziak em Dom 18 Dez 2016 - 0:00

A mudança de forma de Ulf, fez varios soldados correrem e os animais ficarem agitados.Isso diminuiu a força de defesa deles.Escutou um grito dizendo para não fazer, mas ja era tarde.
Provavelmente se sobrevisse a batalha, Leander ou o próprio Rei iria acertar as contas com ele por causa disso.

Com a saida do próprio Rei Ricardo para ajudar na batalha, Ulf decidiu continuar onde estava na defesa do portão.

Formar uma forma defensiva, com o Rei e tentar segurar o inimigo o maximo que puder, permanecendo firme e lutar até o final.


Vou continuar segurando o portão e me juntar na formação defensiva com o Rei.


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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Cetza em Dom 18 Dez 2016 - 11:10

Ela viu um velho e um rapazote serem esmagados por pedras atiradas por cima da muralha das catapultas inimigas. Mas a maioria do povo que a seguira na igreja também estava assustada com a batalha e acatou rapidamente seus avisos, correndo para encontrar abrigo no interior do castelo. Não havia homens capazes de lutar entre os que rezavam na igreja, todos os potenciais combatentes já haviam sido recrutados para a armada do Rei Ricardo, mas alguns soldados verdes, incertos do que fazer enquanto aguardavam o inimigo, seguiram Ingrid e se postaram nas muralhas, tentando de todos os modos serem úteis na resistência à invasão.

Ingrid via aquelas pobres vítimas serem pisoteadas, por um lado se sentia culpada por tê-los incitados à luta mas por outro sabia que durante a luta os fracos morria ou tinham que se esconder... porém ela sabia que naquela situação de cerco não havia muitas esperanças... era lutar ou apenas esperar a morte. Ingrid seguia com uns poucos soldados até as muralhas, de lá ela coordenava as defesas... da melhor maneira que conseguia, derrubando as escadas e derramando óleo fervente nos inimigos... quando as flechas e os os óleos começavam a escassear, Ingrid instruía os soldados à reporem as flechas enquanto ela descia até o portão... Ulf tomou a forma de crinos afugentando os homens, o que para ela até foi bom... já que logo os monstros inimigo viriam em breve...
-- Continuem atirando! Eu irei até o portão!


Amora e Ulf corriam junto com os outros garous e parentes que sobraram na armada para segurar o portão de todas as maneiras, e sentiam como era difícil fazer isso. A força dos impactos dos aríete contra o portão era tão forte que alguns soldados humanos chegavam a ser lançados ao tentarem resistir a cada batida. Mas Amora, Ulf e os outros garous eram fortes o suficiente para resistir em suas posições e manter o portão em pé, mesmo que os invasores os despedaçassem, pois as outras barreiras que eles seguravam não cederiam tão facilmente à invasão.

Ingrid descia até o portão, onde encontrava Ulf e Amora no protão, ela se juntava a defesa do mesmo, porém ao ver as pessoas sendo arremessadas devido à força dos impactos dos aríetes, Ingrid não tinha dúvida... o portão não resistiria... ela, assim como Ulf, tomava a forma a forma crinos, preparando-se para espantar todo e qualquer invasor que ousasse entrar por aqueles portões...

--- GRRRRR

-----------------------
Ingrid ficará nos portões e quando os mesmo serem destruídos ela soltará para fora juntos com os soldados...


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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Lua em Seg 19 Dez 2016 - 8:58

Rodrigo observou a cena que se desenrolava diante dele. Notou que havia garous suficientes protegendo o portão e considerou que ali não seria tão útil. Ademais, era inevitável que o combate se desenvolvesse em uma luta entre os garous e seus inimigos sobrenaturais, entre eles gigantes, então pensou que seria melhor antecipar-se à essa realidade. Ponderou que o melhor que poderia fazer seria dar cobertura ao rei e seus aliados mais fortes.

Desse modo, Rodrigo ativou Embaçamento da Própria Forma e procurou posicionar-se em um ponto da muralha que lhe permitisse cobrir o rei e, ao mesmo tempo, valer-se da escuridão da noite para passar despercebido aos inimigos lá embaixo.

Usaria sua balestra para evitar algum ataque normal ao rei e seus aliados mas só se fosse imprescindível. Seu objetivo era ajudá-los sobretudo quando chegassem os demônios e gigantes. Quando isso ocorresse, Rodrigo agiria como um franco atirador, observando rapidamente de onde vinha um ataque perigoso e alvejando o inimigo em seu ponto fraco [peço teste(s) de raciocínio (astúcia) + percepção] antes que pudesse atuar, dando vantagem ao rei e seus garous. Se eventualmente a tática lhe indicasse algum ponto fraco geral da tropa inimiga, alertaria o rei gritando a informação em garou.

Rodrigo seguiria essa estratégia enquanto sentisse que fosse útil. Quando não fosse mais ou acabassem as flechas, passaria a crinos (1 ponto de fúria) e lutaria onde fosse mais necessário: dentro do castelo ou em campo aberto, conforme o caso (uso dos pontos de fúria restantes), sempre procurando aproveitar sua forma embaçada e as sombras da noite escura e usando fintas para desviar-se dos ataques inimigos.


Off:
Como é o último post, descrevi a ação toda. Uso tantos pontos de fúria quanto forem necessários para atacar e esquivar os inimigos.


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


ação pensamento fala   /   narração diálogo

Esta é uma obra de ficção. A menos que você seja um lobisomem, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.
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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Natalie em Ter 27 Dez 2016 - 11:14

Amora segurou os portões tanto quanto pôde, gritando para encorajar os outros.

Quando os portôes cedessem, ela ia sacar seu machado, espalhando Fúria e Vontade a cada golpe.


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Re: As Invasões Bárbaras

Mensagem  Alexyus em Qui 29 Dez 2016 - 18:37

Com a chegada dos aríetes ao portão e a debandada dos soldados que sucumbiram ao frenesi, os garous desceram todos para segurar o portão e se preparar para repelir o assalto.

Enquanto os arqueiros que Ingrid apoiara continuavam a esgotar suas flechas sobre os inimigos que se acercavam das muralhas do castelo, a ragabash se juntou a Ulf e Amora para apoiar os suportes do portão. Rodrigo esgotou suas flechas e assumiu a forma crinos assim como outros garous, preparando-se para lutar no pátio do castelo. Cada pancada dos aríetes era sentida pelos garous, que farejavam no ar a fumaça, o suor, o sangue e os odores das mortes que se sucediam no campo de batalha.

Os bloqueios eram volumosos e pesados, mas as compridas pranchas de madeira do portão começavam a rachar à medida que as pancadas se repetiam, com os espaços entre elas aumentando na proporção que a força delas aumentava: os invasores estavam usando todas as suas energias para golpear em definitivo a última barreira do castelo. As rachaduras na madeira das portas começaram a aumentar, transformando-se em buracos e destroços, e os garous viam as largas farpas que caíam ao redor, indicando o comprometimento do portão. Agora era questão de tempo, e tanto o Rei Ricardo quanto todos os outros garous sob seu comando aguardavam em silêncio, com olhares ferozes e obstinados, o momento de travar combate com os primeiros invasores a entrar.

Mas esse momento nunca chegou.

Quando o portão já estava em ruínas e já seria fácil para os melhores soldados escaladores entrarem e espalharem os bloqueios para dar passagem aos que estavam lá fora, nada aconteceu. Os aríetes tinham cumprido seu papel, mas nenhum guerreiro aproveitara a brecha que eles tinham conquistado. A confusão entre os defensores do castelo cresceu enquanto eles percebiam que a batalha não ocorreria como tinham pensado. Os gritos do lado de fora da muralha tinham diminuído bastante, soando apenas poucos, e mais longe do que já tinham estado. Um dos arqueiros que ainda tinham permanecido sobre as muralhas gritou:

- Estão fugindo! Os inimigos estão fugindo!

Houve um momento de tentativa de compreensão da tão inesperada notícia antes que as tropas inglesas rompessem em gritos de vitória, comemorando a resistência bem sucedida. Até alguns garous como Gary e os roedores de ossos se juntaram à ovação, mas os cavaleiros presas de prata continuavam atônitos, parecendo incrédulos. Alguns deles subiram à muralha para ver por si mesmos, até o próprio Ricardo Coração-de-Leão foi contemplar a verdade daquelas novas.

Todos viram um resto de exército em fuga, derrotados pelo cansaço. Os corpos dos mortos cobriam uma extensão de terreno ampla, muitos boiavam no rio, outros tinham tombado nas duas extremidades da ponte e também sobre ela. Alguns que tinham carregado os aríetes estavam exaustos, tentando recuar ao ver que não teriam apoio, apenas para serem alvejados por flechas das muralhas, que agora os pegavam desprotegidos das coberturas que os aríetes providenciavam.

A Fúria brilhou nos olhos do rei enquanto ele bradava:

- Vamos caçá-los! Abram os portões! Não deixem que nenhum único homem escape com vida!

Apesar dos temores de alguns garous quanto aos gigantes e demônios que os tinham derrotado antes, a maioria dos guerreiros apressou-se em obedecer valentemente as ordens reais e em alguns minutos desobstruíram os portões. Mas o bom senso já tinha retornado a alguns nessa altura, e Terian e Leander organizaram dois grupos de buscas, deixando a maior parte da guarnição de soldados no castelo para proteger a base. Amora e Ulf foram com Leander, o esquadrão mais pesado e forte, enquanto Rodrigo e Ingrid seguiram com Leander, com soldados mais leves e ágeis. Logo ficou claro aos garous que o humanos tinham ficado mesmo para trás, pois os caçadores agora assumiam suas formas crinos e hispo, avançando com mais velocidade do que cavalos conseguiriam.

Toda a madrugada e a aurora passou enquanto os garous caçavam e matavam todos os invasores fugitivos, despedaçando-os com garras e presas impiedosamente, sem dar chance para que escapassem. Não havia garantias de que pegaram todos, mas a mortalidade nessa caçada foi grande, quase igual à que ocorrera nas muralhas do castelo. Das aberrações que os acompanhavam antes, não havia mais nenhum sinal, ninguém as viu em parte alguma.

Quando retornaram ao castelo, os que ficaram já tinham começado a cavar uma grande cova coletiva para queimar os mortos, e as primeiras tochas já levantavam fumaça contra o céu. A guerra fôra ganha, mas ainda havia muito trabalho para os vencedores. Passsariam-se dias antes de que as coisas voltassem ao normal, com a limpeza e conserto do castelo e a reconstrução da cidade.

Mas os dias passaram, como sempre passam, inexoravelmente. As vias comerciais se normalizaram, a vitória do Rei Ricardo correu como notícia por todo o país e além, dando um nome célebre ao monarca, mesmo entre os garous. As matilhas que haviam deixado o caern retornaram, encontrando um Grande Ancião ainda mais severo e autoritário; Coração-de-Leão tratou todos com frieza implacável no melhor dos casos, mas houve pelo menos duas mortes de garous tolos o bastante para desafiá-lo abertamente.

Mas o rei recompensou aqueles que haviam ficado a seu lado na hora da necessidade mais atroz.

Rodrigo Lobo foi recompensado com uma carruagem lotada de ouro. Como ele já era um senhor de terras na Espanha, Ricardo não lhe deu mais, mas tornou-o embaixador espanhol na Inglaterra, escrevendo ao monarca de Espanha com suas recomendações. As notícias de Espanha também chegaram com novidades para El Lobo, pois Sanchia escrevia-lhe que tinha dado à luz um filho varão, o herdeiro de Rodrigo. Como embaixador, Rodrigo seria livre para ir e vir entre os dois países, além de supervisionar suas posses e conhecer sua prole.

Ingrid foi elevada ao status de dama da corte, convidada a ser uma das senhoras que atendiam a idosa rainha-mãe. Sabendo que a condição feminina lhe restringia a liberdade de ir e vir, Rei Ricardo ofereceu-lhe a chance de desposar qualquer um dos parentes nobres da corte, garantindo-lhe que submeteriam-se aos seus "caprichos de mulher" sempre que os deveres garous exigissem.

Amora recebeu proposta semelhante para casar-se e assim herdar terras na Inglaterra. A força de combate da fenrir impressionara até o Rei Ricardo, de modo que ele lhe cedeu uma pequena guarnição de soldados para ajudá-la a defender as florestas reais; esse destacamento era de garous e parentes, de modo que Amora finalmente liderava uma matilha de jovens cliaths, podendo aumentá-la ou diminuí-la ao seu gosto, já que muitos ansiavam por aprender a lutar ao lado da donzela guerreira.

A Ulf foi perdoada a "distração" de assumir sua forma crinos em batalha, pois muitas lendas nasceram naquela noite estranha, e o delírio só ajudou a torná-las mais lendárias para os humanos comuns. Ele foi sagrado cavaleiro pelo Rei Ricardo e acrescido à guarda real. Não possuía terras ainda, mas foi aceito na seita e muitos passaram a encará-lo como protegido do monarca.

Pareciam recompensas de toda uma vida, mas o rei Ricardo era um monarca guerreiro e pretendia tomar parte numa nova cruzada na Terra Santa. Além das batalhas contra os seres da Wyrm serem uma constante na vida de qualquer garou. E sempre pairaria a dúvida sobre os que lutaram naquela noite: onde estariam os gigantes e demônios que vinham com os invasores?

Ao contrário dos humanos que os consideravam lendas, os garous sabiam que eles eram bastante reais....


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Re: As Invasões Bárbaras

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