ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Lua em Seg 19 Set 2016 - 19:52

Alain:

- Minha matilha está dispersa pelo mundo, e dispersos estão os garous que me acompanhavam. Eu sou Triunfo-de-Gaia, e jamais cometi crime nenhum contra a Litania dos garous, nem contra a Mãe Gaia. e quem são vocês?


- Eu sou Horus Chibata dos Mortos e ele é Nithar Devolve-ao-Pó. - disse o da direita - Somos peregrinos silenciosos adrens e… ajudamos os falecidos a encontrar paz..

Considerou Alain por uns instantes e prosseguiu:

- Ouça um conselho, estrangeiro. A umbra das estepes é traiçoeira, há muitos fantasmas injustiçados em busca de vingança e eles às vezes estão aqui há tanto tempo que já nem sabem mais distinguir quem é decente e quem merece morrer. Procure sua matilha ou se junte a outra mas não ande sozinho por aqui.

Virgínia:
Virgínia relutava em entrar na casa.

Ela era uma loba, seus instintos a estavam alertando de que não se metesse ali. Além disso o dom não esclarecera tudo o que ela esperava. Assim que entrou com muita cautela, procurando seguir a voz da mulher.

Mal havia dado alguns passos quando escutou um grito:

- Armadilha!!!

Era a voz da garota chorosa - em garou! Depois se ouviu um grito cortante de dor e gemidos.

Foi como se o tempo parasse uns segundos.

Pela porta quebrada às suas costas, Virgínia sentia a cidade ardendo. O prédio onde estava o bebê havia sido engolido pelas chamas e pela fumaça e já não se ouvia nada além do ruído das vigas caindo. Aqui e ali se escutava gente gritando em russo. Virgínia, então, distinguiu as vozes dos roedores de ossos! Se acaso ela se virasse e olhasse para fora, veria que todos eles, homens e mulheres, corriam atrás de Turiak, que carregava uma jovem completamente nua e ensanguentada nos braços.

Do lado de dentro, seguia aquela situação em que ela estava entrando. Um armadilha onde Virgínia era o rato e uma jovem garou torturada, o queijo.

Que faria ela então?

Volg e Shaíra:
Os dançarinos da espiral negra tentavam fugir com Asel e Beatrice, enquanto Volg e Shaíra também lutavam por suas liberdades.

Volg deixou fluir sua fúria como havia aprendido e passou à forma guerreira. Shaíra fez o mesmo. Agora ambos lutavam em crinos.

Shaíra tenta escapar, aproveitando-se de sua extraordinária flexibilidade. O espiral procurava retê-la, apertando-a ainda mais.

Rolagem:
Dançarino rolou 9 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 8 7 5 7 5 2 3 10 7
Dançarino obteve 5 sucessos!

Shaíra rolou 12 dados de 10 lados com dificuldade 4 para Manobra Especial e obteve: 3 6 8 10 1 9 7  5 1 4 6 2
Shaíra obteve 6 sucessos!
Sucesso automático (FV): 1
Total de sucessos: 7

Shaíra superava seus limites contorcendo-se mas a força do dançarino ainda a sobrepujava. Então as palavras de Oleg vieram à sua mente: não seria só sua vida que se perderia se ela não pudesse escapar, seria a vida de Gaia, que pulsava dentro dela como um filho por nascer e também a de Volg, o filhote a seu lado, que nem ao menos fizera seu rito de passagem. O instinto protetor de Shaíra então aflorou com toda a força e ela sobrepujou o dançarino, revertendo o golpe com uma mordida.

Rolagem:
Shaíra rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Ataque com Presas e obteve: 5 8 6 5 3 3
Shaíra obteve 4 sucessos!

Dano:
Shaíra rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 10 6 5 10 10 1 1 9 7 3
Shaíra obteve 6 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Dançarino rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Absorver Dano e obteve: 4 3 6 7 3 10
Dançarino obteve 3 sucessos! (Rolagens de Absorver Dano ignora-se os 1s)

Dançarino ferido: -1


O dançarino afastou-se, sangrando e ferido.

Enquanto isso, Volg também lutava para libertar-se.

Rolagem:
Dançarino rolou 9 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 9 3 1 1 10 9 9 5 6
Dançarino obteve 3 sucessos!

Volg rolou 17 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 5 5 9 2 5 6 6 3 2 10 9 1 6 2 9 5 2
Volg obteve 6 sucessos!

Apesar de sua juventude, Volg era um guerreiro nato e um lutador treinado. Não bastasse isso, do mesmo modo que Shaíra, ele se lembrou do discurso de Oleg: cada garou era "uma batida mais no coração de Gaia, um minuto atrasado no relógio do Apocalipse". Volg não podia deixar que aqueles seres imundos ameaçassem sua vidas.
Mordendo a mão do monstro, conseguiu reverter o golpe e soltar-se.

Em seguida, investiu sobre a garganta do dançarino.

Rolagem:
Volg rolou 13 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Ataque com Presas e obteve: 2 4 9 7 6 4 9 6 4 1 2 2 9
Volg obteve 5 sucessos!

Volg rolou 13 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 3 10 9 4 7 7 6 7 4 6 2 9 2
Volg obteve 8 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Dançarino rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Absorver Dano e obteve: 7 3 5 2 1 1
Dançarino obteve 1 sucesso! (Rolagens de Absorver Dano ignora-se os 1s)

Personagem abaixo de incapacitado.

Teste de fúria para manter-se vivo:

Dançarino rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Teste de Fúria e obteve: 1 7 6 8 3
Que pena, Dançarino não obteve sucesso

Volg massacrou o dançarino da espiral negra, que caiu ao chão, agonizante. O monstro ainda tentou mobilizar sua fúria para não morrer mas foi em vão. Diante dos pés de Volg, expirou. Estava morto.

Volg olhou ao redor. Próximo a ele, Shaíra havia se libertado e ferido seu agressor. Mais adiante, Asel também escapara do abraço e seguia lutando. De Beatrice e seu raptor, nem sinal.

Curiosidade que Mata - post anterior:
Merlin resmungou um pouco mas depois se concentrou e usou seu encanto Visualização Clara.

Rolagem:
Merlin rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Manobra Especial e obteve: 9 3 8 8 5 6 7 1 8 2
Merlin obteve 4 sucessos!

- A cidade está sendo invadida por garous. - disse ele - Alguns atravessaram a muralha de madeira pela parte de trás e estão lutando nas ruas e casas. Outros entraram pela frente e cercaram o palácio em que estamos. Agora parecem conversar aí abaixo. Há garous em forma lupina perseguindo o povo corrompido desta cidade e arqueiros atirando flechas incendiárias em alguns edifícios. Estamos no terceiro piso deste palácio - os aposentos do rei.

Ficou em silêncio uns instantes e depois acrescentou:

- Sinto a presença de um irmão na umbra… algum dos garous é filho do Merlin.

Curiosidade olhou ao redor mas já não viu guardas nem ninguém mais além do numen..

Klauss e Yuri:
(Klauss, os dons estão ativados, rolei armadura de luna no começo do outro post e você obteve 3 sucessos).

Klauss e Yuri lançaram-se contra os dois dançarinos gigantes, movidos pela fúria e tendo ainda na memória as palavras de Oleg: se os dançarinos se multiplicavam mais rápido, que eles vencessem pelo amor que dedicavam a Gaia e por sua coesão. Eles eram a carne saudável de Gaia, tinham que vencer o corpo apodrecido da Wyrm.

Atacaram ao mesmo tempo.

KLAUSS

Rolagem:
Klauss rolou 15 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Ataque com Arma e obteve: 9 5 2 4 7 4 8 7 5 8 1 6 4 8 10
Klauss obteve 6 sucessos!
Esp (velocidade): 6
Total: 6 sucessos.

DEN 1 rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Esquivar e obteve: 2 9 8 6 6 3 1 5 3 3
DEN 1 obteve 3 sucessos!

Klauss rolou 19 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 2 8 2 7 3 6 5 4 6 5 1 6 10 8 1 2 4 3 7
Klauss obteve 8 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Klauss acertou o gigantesco dançarino da espiral negra com toda a força de seu corpo. A arma de prata baixou pelo corpo do gigante, a partir do ombro esquerdo, praticamente cortando-o em dois.

- Vamos! - gritou-lhe Oleg.

A tropa já subia pelas escadas da torre frontal, rumo ao 3º pavimento.

YURI

Paralelamente, Yuri atacava o outro dançarino gigante.

Rolagem:
Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 5 1 10 8 3 10 5 5 7 10 3 3 3 1
Yuri obteve 3 sucessos!

DEN 2 rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Esquivar e obteve: 2 10 5 3 5 10 8 1 2 7
DEN 2 obteve 3 sucessos!

Yuri rolou 12 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 2 8 7 6 4 10 8 1 8 2 5 3
Yuri obteve 6 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

DEN 2 rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Absorver Dano e obteve: 6 6 10 2 10 9 5 10
DEN 2 obteve 6 sucessos! (Rolagens de Absorver Dano ignora-se os 1s)

Dano absorvido.

Ação extra 1

Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 5 5 6 8 3 9 6 8 1 4 9 2 8 6
Yuri obteve 7 sucessos!

Yuri rolou 16 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 1 1 2 8 3 1 1 1 3 10 2 6 6 5 7 3
Yuri obteve 5 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

DEN 2 rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Absorver Dano e obteve: 5 8 4 2 1 5 6 7
DEN 2 obteve 3 sucessos! (Rolagens de Absorver Dano ignora-se os 1s)

Machucado: -1

Ação extra 2

Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 3 10 3 8 10 3 2 2 3 10 5 5 5 2
Yuri obteve 4 sucessos!

Yuri rolou 13 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 9 6 6 8 6 8 8 1 6 6 8 6 4
Yuri obteve 11 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

DEN 2 rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Absorver Dano e obteve: 7 8 2 5 10 9 6 10
DEN 2 obteve 6 sucessos! (Rolagens de Absorver Dano ignora-se os 1s).

Incapacitado

O primeiro golpe acertou por um triz. Rasgou o peito do dançarino em profundidade mas o monstro absorveu o dano e a ferida fechou-se imediatamente. Yuri usou seu ódio e investiu novamente, em um belíssimo ataque, rasgando a musculatura do peito do dançarino até ser possível ver, por debaixo de uma fina camada de tecido sangrento, os contornos brancos de parte do externo e costelas. Dessa vez não era a substância amadeirada do Leshi mas carne viva e pulsante o que ele cortava.

O adversário era muito forte, porém, e resistia. A sensação de novamente estar derramando sangue de verdade, atiçou ainda mais a fúria de Yuri e ele desferiu um novo golpe, com uma violência assustadora. Nem mesmo o grande vigor do dançarino conseguiu fazer-lhe frente e o monstro caiu ao chão, incapaz de qualquer reação.

Rolagem:
Ação extra 3

Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 4 2 10 10 7 10 3 1 9 9 2 2 3 8
Yuri obteve 6 sucessos!

Yuri deu o golpe de misericórdia, o que significou decaptar o dançarino caído. O sangue maculado borbotava, lavando o chão do palácio e as lágrimas de Gaia.

Tomado por êxtase de fúria que beirava o frenesi, Yuri ia seguir golpeando os monstros que ainda restavam, quando sentiu dois braços imensamente fortes segurando seus ombros. Um segundo antes de revidar, identificou o rosto de Boiak muito próximo ao seu e, ao mesmo tempo, distante, como se estivesse atrás de uma parede de sonho. De um lugar muito longe, a voz dele chegou:

- Yuri, guarde um pouco para os peixes grandes!!! - disse-lhe olhando os olhos - Venha, nosso ragabash encontrou o mecanismo para abrir a passagem secreta aos túneis. Vamos pegar os líderes e aí será até a morte!

Klauss e Curiosidade que Mata:
Os garous de Oleg subiram pela escada em espiral da torre frontal sem se deterem no segundo piso e alcançaram o terceiro pavimento.

Spoiler:

Um corredor se abria para quatro portas. Como determinado, Fiodor foi para a umbra. Enquanto isso os demais começaram a, cuidadosamente, abrir as portas e vasculhar aqueles cômodos que um dia foram bem ornamentados e confirmavam que ali estariam  os aposentos reais. Para sua decepção, no entanto, não encontraram ninguém.

A exceção foi a insólita presença de um lobo enjaulado.

- Vamos nos dividir para ajudar Boris e Kader. - disseram os garous, após um momento de curiosidade. Oleg concordou com o a cabeça, sem deixar de observar o lobo um instante. Parecia intrigado.

- Vão. - disse em voz baixa - Klauss, você fica e me dá cobertura.

Em seguida, Oleg voltou a hominídeo e  agachou-se diante da jaula.

Curiosidade que Mata viu-o de perto. Era um homem de uns trinta e cinco anos, com alguma raça pura (3) e olhar amigável.

Oleg:

O Merlin não estava materializado mas Curiosidade sentiu como se o pássaro lhe sussurrasse:

- É ele…


Última edição por Lua em Ter 20 Set 2016 - 15:40, editado 4 vez(es) (Razão : Correção de erro no dano por prata.)


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


ação pensamento fala   /   narração diálogo

Esta é uma obra de ficção. A menos que você seja um lobisomem, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Zayrus em Ter 20 Set 2016 - 20:07

Por um instante o tempo parece parar. Aquele momento dramático que precede o impacto é bastante característico de situações tensas. Funciona como uma mola: inicialmente tudo parece acontecer lentamente, sua mente ainda codifica muito do que está ao seu redor, e você ainda possui um tato surreal de seu próprio estado físico. Depois que toda tensão é extravasada pelo início do embate, o mundo parece seguir em um ritmo implacável, seu corpo não tem mais serventia senão continuar lutando, sua mente entende que talvez seja necessário um desgaste além de recomendável ou a perda de um pouco de sangue, ou um dente, ou um braço... Tudo o que importa é que, ao final dos golpes e terminados os urros, você ainda esteja de pé. E naquela luta não foi diferente. O único diferencial é que minha mente havia sido sobrepujada antes mesmo dos primeiros ataques, e o desejo por sangue que movia meu corpo vinha de fontes as quais eu conhecia, mas não podia controlar. Felizmente, daquela vez, seria um bastardo a pagar o preço pela Maldição.

Os golpes eram desferidos com vigor, e com um após o outro eu definhava o bastardo que se encontrava a minha frente. Saliva escorria por minha boca, meus músculos davam tudo de si enquanto a criatura se ajoelha perante minha investida brutal. Ver a cabeça afastar-se do tronco do Dançarino da Espiral Negra foi o que me satisfez com aquele bastardo. Era hora de procurar novos alvos, de derramar mais sangue fresco.

Minha visão havia assumido um aspecto turvo, meu coração ribombava como um tambor em noite de festim sob a lua cheia. Minha respiração havia assumido um aspecto irregular e acelerado, sentia a fúria se alastrar pelo meu corpo enquanto me entregava a suas dádivas. Não importava o preço, só o próximo corpo que eu levaria inerte ao chão. Sinto um toque. Minha próxima vítima.
"Não!" Deti meus punhos enquanto meu olhar desvairado assumia um ar de surpresa, lentamente retomando a consciência integral enquanto me perguntava o que estava fazendo. Pisquei rapidamente, aliviei a tensão nos músculos enquanto me recompunha, e assenti as palavras de Boiak. Eu quase o havia atacado. Minha mente ainda estava atordoada, e eu não havia conseguido distinguir exatamente tudo o que me tinha sido dito. Mas sabia que meu trabalho ali estava acabado, e que eu precisava me conter. Assenti com a cabeça enfaticamente as palavras do líder do meu destacamento e o segui. Eu devia estar pensativo sobre o comportamento que havia acabado de protagonizar. Mas, para ser sincero, eu só queria mais sangue. A única diferença era que agora eu tinha consciência de que precisava do sangue dos bastardos certos.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Alexyus em Ter 20 Set 2016 - 20:34

- Eu sou Horus Chibata dos Mortos e ele é Nithar Devolve-ao-Pó. - disse o da direita - Somos peregrinos silenciosos adrens e… ajudamos os falecidos a encontrar paz..

"Peregrinos, eu sabia! Graças à Gaia!"

Alaín reprimiu o suspiro de alívio enquanto se colocava em postura menos agressiva.

- Ouça um conselho, estrangeiro. A umbra das estepes é traiçoeira, há muitos fantasmas injustiçados em busca de vingança e eles às vezes estão aqui há tanto tempo que já nem sabem mais distinguir quem é decente e quem merece morrer. Procure sua matilha ou se junte a outra mas não ande sozinho por aqui.

- Aceitarei seu conselho como senhores do território. Creio que estão cientes do ataque à Vaki, e deverão ter muito trabalho com os fantasmas que escaparem da muralha, mas se voltarmos a nos encontrar, eu retribuirei a ajuda. Agora devo reencontrar meus companheiros. Adeus!

Triunfo-de-Gaia apressou-se em tentar atravessar novamente a película, para localizar seus companheiros e ajudar no que pudesse.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Natalie em Ter 20 Set 2016 - 22:35

Mal havia dado alguns passos quando escutou um grito:

- Armadilha!!!

Era a voz da garota chorosa - em garou! Depois se ouviu um grito cortante de dor e gemidos.

Foi como se o tempo parasse uns segundos.

Virgínia ficou paralisada, mas sua mente era fogo e chamas.

"Uma garou! eles prenderam uma garou aqui! E usaram ela como isca para uma armadilha! Como eles fizeram isso? O que será que estão preparando? Não tem como eu deixar ela pra trás, mas se for vou me jogar na armadilha deles. Será que eu consigo adivinhar o que eles aprontaram?"

Pela porta quebrada às suas costas, Virgínia sentia a cidade ardendo. O prédio onde estava o bebê havia sido engolido pelas chamas e pela fumaça e já não se ouvia nada além do ruído das vigas caindo. Aqui e ali se escutava gente gritando em russo. Virgínia, então, distinguiu as vozes dos roedores de ossos! Se acaso ela se virasse e olhasse para fora, veria que todos eles, homens e mulheres, corriam atrás de Turiak, que carregava uma jovem completamente nua e ensanguentada nos braços.

"Se era mesmo um bebê, deve ter morrido soterrado ou queimado! Será que dá tempo de salvá-lo ainda? Os roedores de ossos estão ocupados, mas não dá pra eu recuar agora! Vou ter que deixar um aviso e ir em frente do jeito que eu conseguir!"

Aurora da Esperança uivou alto, transmitindo a mensagem de garou em perigo.

"Bem irônico achar que tem algum garou que não esteja em perigo no meio dessa guerra! Nunca pensei que eu entenderia a ironia humana!"

Com a mensagem transmitida, Virgínia na forma crinos preparou-se para ir em frente e resgatar a garou refém.

Primeiro ativou seus Sentidos aguçados para rastrear o local correto do cativeiro e os arredores.

Sentidos Aguçados - Dom Lupino nível 1:
O lobisomem com este Dom está em sintonia com o mundo que o cerca, o que aguça imensamente seus sentidos. Quando o lobisomem se encontra na forma Hominídea ou Glabro, seus sentidos ficam tão aguçados quanto os de um lobo, o que lhe permite ouvir sons além de seu espectro normal de audição, confelhe-lhe uma visão noturna superior e torna seu olfato mais apurado que o de qualquer cachorro. Em Crinos, Hispo e Lupus, os sentidos tornam-se extraordinariamente potentes, permitindo proezas sensoriais que fazem fronteira com precognição. Barulhos repentinos, luzes brilhantes ou aromas irresistíveis pode ser desorientar, no entanto os lupinos estão acostumados a lidarem com isso. Este Dom é ensinado pelos Espíritos dos Lobos.
Sistema: O Garou gasta um ponto de Gnose. Os efeitos duram até que o Garou deseje cancelar, caso ainda faça parta da mesma cena no qual foi ativado originalmente, ele não precisa gastar outro ponto de Gnose para ativar o Dom, caso contrário deverá pagar o custo novamente para ser ativado. Formas Hominídeo e Glabro: o grau de dificuldade dos testes de Percepção fica reduzido em dois; teste Percepção + Instinto Primitivo (dificuldade 6) para executar feitos sensoriais impossíveis aos humanos. Formas Crinos, Hispo e Lupina: o grau de dificuldade dos testes de Percepção é reduzido em três; há um bônus de mais um para as Paradas de Dados de Instinto Primitivo.

Em seguida, invocou o dom de Distinguir Território para descobrir se outros garous, espirais negras, além da refém tinham passado por ali recentemente. Quantas pessoas tinham estados ali. Quais proteções eles tinham colcoado ali. Se havia outros reféns. Qualquer coisa que desse pra perceber.

Distinguir território - Lupíno nível 1:
O lupino sempre possui um território, mas também aprende que outros animais ou pessoas também tomam para si certas áreas. Com esse Dom o Garou pode saber de quem é o território e o que pode estar acontecendo ali. Espíritos lobos ou felinos ensinam esse Dom.
Sistema: O Garou testa Percepção + Sobrevivência (dificuldade 7). Cada sucesso é uma informação que o Garou consegue da área em questão que não precisa ser selvagem, o Dom funciona com alguns locais na Umbra - apesar de não funcionar nos grandes Reinos Umbrais - e territórios urbanos. O jogador tem permissão de questionar o narrador sobre o lugar, uma pergunta simples por sucesso. Pertence ao uma matilha de lobos? Ou a um Garou? Existiu combate nesse lugar recentemente? Existe presas de que tipo? Quais proteções podem existir no lugar? O narrador decide quais e quantas informações são obtidas por pergunta. Mas note que o Dom concede maiores informações do que um simples teste revelaria sem o uso do Dom.

Eu acho que Sentidos aguçados diminui a dificuldade do teste do dom, mas você que sabe!

Por último, enquanto já ia seguindo a trilha da garou refém, Virgínia ativou mais um dom, Mente da presa, muito apropriado para a situação, pois já estava cogitando um jeito de resgatar a cativa e fugir para salvá-la em vez de lutar e arriscar a morte das duas.

Mente da Presa - Lupino nível 1:
O lobo nem sempre é o predador, como os lupinos indubitavelmente pensam. A capacidade dos humanos para destruir é cada vez maior e mais lobos morrem em suas mãos a cada dia. Quando o predador torna-se presa, é esse Dom que toma a frente e ajuda o Garou em sua evasão, mostrando lugares a ele para se esconder, caminhos para seguir ou até mesmo maneiras de contra-atacar. Um espírito-carneiro, lebre ou veado ensina esse Dom.
Sistema: Teste Raciocínio + Instinto Primitivo, dificuldade 6 em ambientes selvagens, 8 em ambientes urbanos. Sucessos guiam o lobo em qual o melhor fuga de seus algozes. Cada sucesso acrescenta um dado a todas as rolagens feitas para escapar, distanciar-se, esconder-se ou iludir o perseguidor para o resto da cena.


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Klauss Krugger em Qua 21 Set 2016 - 7:46

Klauss acertou o gigantesco dançarino da espiral negra com toda a força de seu corpo. A arma de prata baixou pelo corpo do gigante, a partir do ombro esquerdo, praticamente cortando-o em dois.

*Sorrio, novamente sou rápido e eficiente, o tempo que perdi com o leshi acaba ficando para trás, não há tempo para glórias nem para me vangloriar, giro Presa de Fenris na mão fazendo com que o sangue corrompido saia de sua lâmina.*

- Vamos! - gritou-lhe Oleg.


*Meu capitão chama, posso ter nascido para liderar, mas hoje sou um soldado, um guerreiro de gaia como todos os outros, e como pude deixar bem claro agora o que faço melhor é proteger Gaia aceno positivamente com a cabeça e sigo os demais escada acima.*

Um corredor se abria para quatro portas. Como determinado, Fiodor foi para a umbra. Enquanto isso os demais começaram a, cuidadosamente, abrir as portas e vasculhar aqueles cômodos que um dia foram bem ornamentados e confirmavam que ali estariam os aposentos reais. Para sua decepção, no entanto, não encontraram ninguém.

*Olho para Oleg esperando por novas ordens, ja que aparentemente que estávamos caçando ja não se encontram mais onde queríamos.*

- Vamos nos dividir para ajudar Boris e Kader. - disseram os garous, após um momento de curiosidade. Oleg concordou com o a cabeça, sem deixar de observar o lobo um instante. Parecia intrigado.

- Vão. - disse em voz baixa - Klauss, você fica e me dá cobertura.

Em seguida, Oleg voltou a hominídeo e agachou-se diante da jaula.

*Me aproximo até Oleg mantendo a distância suficiente para poder contra-atacar qualquer um que possa ter armado uma emboscada e me mantenho totalmente estático, quase como se fosse uma estátua de prata cinza prateada ao lado de ambos, qualquer movimento estranho me faria entrar em guarda para defende-los*

Ativo o dom sentidos aguçados



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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  miltonviziak em Qua 21 Set 2016 - 8:52

Volg massacrou o dançarino da espiral negra, que caiu ao chão, agonizante. O monstro ainda tentou mobilizar sua fúria para não morrer mas foi em vão. Diante dos pés de Volg, expirou. Estava morto.

Volg teve exito em atacar e matar aquele monstro.O chão todo manchado de vermelho com o sangue do seu adversario, monstrava sua pequena vitória na batalha.
Não podia descansar sentia que isso era só o começo.


Volg olhou ao redor. Próximo a ele, Shaíra havia se libertado e ferido seu agressor. Mais adiante, Asel também escapara do abraço e seguia lutando. De Beatrice e seu raptor, nem sinal.

Beatrice tinha sumido e não sabia onde procurar ou para qual direção ela foi levada.Por um instante pensou que provavelmente podia estar sendo levada para a cidade.Então Volg disse a Shaíra:

Beatrice sumiu, não mate ele ainda, vamos tentar arrancar pra onde eles iam nos levar!!!

Vou em direção a Shaíra para tentar imobilizar o dançarino e fazer ele falar.






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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Cetza em Qua 21 Set 2016 - 9:52

Shaíra superava seus limites contorcendo-se mas a força do dançarino ainda a sobrepujava. Então as palavras de Oleg vieram à sua mente: não seria só sua vida que se perderia se ela não pudesse escapar, seria a vida de Gaia, que pulsava dentro dela como um filho por nascer e também a de Volg, o filhote a seu lado, que nem ao menos fizera seu rito de passagem. O instinto protetor de Shaíra então aflorou com toda a força e ela sobrepujou o dançarino, revertendo o golpe com uma mordida.

" Maldito..."
*Shaíra olhava ao redor e notava que Volg já havia dado fim ao invasor, porém ele alertava dizendo que Beatrice sumira...

Beatrice sumiu, não mate ele ainda, vamos tentar arrancar pra onde eles iam nos levar!!!
Vou em direção a Shaíra para tentar imobilizar o dançarino e fazer ele falar.

Não acho que ele falará... porém espero que seus métodos de tortura sejam eficazes... mas não ficarei para vê-los..

Volg você é forte... você pode com ele!... Eu irei atrás de Beatrice, confie em minhas capacidades de rastreio!

Shaíra deixava que Volg cuidasse de obter informações com o corrompido enquanto ela mesma iria atrás de Beatrice, ela o manteria informado com o elo telepático.


----------------------------------------
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  miltonviziak em Qua 21 Set 2016 - 14:04

Volg você é forte... você pode com ele!... Eu irei atrás de Beatrice, confie em minhas capacidades de rastreio!

Tudo bem!!!

Shaíra deixava que Volg cuidasse de obter informações com o corrompido enquanto ela mesma iria atrás de Beatrice, ela o manteria informado com o elo telepático.

Volg olhava para aquele monstro ja ferido pela Shaíra e iria tentar arrancar informações dele.Mas não tinha ideia de como fazer isso, nem conhecimentos de tortura e tambem não sabia se poderia fazer.

Investi sobre o monstro e tentei imobilizar ele com as garras no pescoço quase pronro para matar.

Pra onde vocês iriam nos levar ???


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Lua em Qui 22 Set 2016 - 8:56

Volg e Shaíra:
VOLG


Investi sobre o monstro e tentei imobilizar ele com as garras no pescoço quase pronto para matar.


Rolagem:
Volg rolou 17 (força em crinos + briga + discurso Oleg) dados de 10 lados com dificuldade 6 para Engalfinhar e obteve: 6 4 1 1 2 1 4 3 6 9 1 5 9 7 2 2 3
Volg obteve 1 sucesso!

DEN rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Reverter Engalfinhamento e obteve: 1 3 10 9 9 5 8 7
DEN obteve 4 sucessos!

Apesar da força e habilidade de Volg, lutar como lobisomem ainda era uma experiência nova para ele. O dançarino da espiral negra, mesmo ferido, conseguiu reverter sua tentativa de imobilizá-lo e aplicar-lhe uma chave. Agora Volg era quem estava retido nas garras do dançarino da espiral negra.

Volg, então, sentiu um jorro de sangue escuro e quente em sua cara. Piscou por reflexo e quando abriu os olhos, com as pestanas pegajosos de sangue, viu que o theurge uktena retirava o corpo do dançarino de cima dele. Estava salvo mas sua boa idéia de interrogar o dançarino havia sido arruinada.

O uktena, Volg, Asel e a filha de Gaia se reuniram e, após interarem-se do que havia passado, o uktena decidiu:

- Vamos nos dividir e procurar pelo raptor de Beatrice!!!

Mal havia terminado de falar e um grupo chegou correndo até eles. Eram os roedores de ossos.

Traziam uma jovem completamente nua e coberta de sangue. Volg nunca havia visto nada parecido. Uma estaca de madeira atravessava-lhe o corpo, entrando pelas partes íntimas e saindo pela boca.

- Pensamos que a lindeza estava morta mas ela deu gemido! - disse Turiak - Quebramos a base da estaca para trazê-la até aqui mas quando puxarmos essa madeira, valha-me Gaia, as tripas vão vir junto! Você sabe o que fazer? Levá-la para um hospital vai dar problemas com o Véu…

- Teremos um bocado de trabalho aqui… - disse o uktena pensativo - As meninas ficam para me ajudar. Turiak, você e seus garous, melhor que vão em busca da pequena fúria negra, que acaba de ser raptada por um espiral negra. Volg, melhor que você rastreie também.

- Espalhem-se! - ordenou Turiak - Nos comunicaremos por uivo.

Assim que Volg teria que lançar-se também à procura de Beatrice e seu raptor.

Os roedores de ossos passaram a lupino e começaram a farejar.

VOLG E SHAÍRA

Enquanto isso, Sháira já rastreava o dançarino.

RASTREAMENTO

Rolagens:
Shaíra está a 20 minutos do dançarino
Volg e os Roedores de ossos a 40.

Shaíra rolou 4 dados (percepção + instinto primitivo) de 10 lados com dificuldade 6 (dif. 7 - 1 por estar em crinos) para Rastreamento e obteve: 4 9 6 10
Shaíra obteve 3 sucessos!
A 15 minutos do dançarino.

Volg rolou 5 dados (percepção + instinto primitivo) de 10 lados com dificuldade 6 (dif. 7 - 1 por estar em crinos) para Rastreamento e obteve: 10 7 4 3 5
Volg obteve 2 sucessos!
A 35 minutos do dançarino.

Roedores de Ossos rolou 10 dados (percepção + instinto primitivo) de 10 lados com dificuldade 5 (dif. 7 - 2 por estar em lupino) para Rastreamento e obteve: 1 4 3 2 5 2 4 7 7 2
Roedores de Ossos obteve 2 sucessos!
A 35 minutos do dançarino.

Shaíra, os roedores de ossos e Volg encontraram a pista do dançarino e Beatrice, que levava às montanhas. Se não a perdessem, seria questão de tempo alcançá-los.

Alain:

- Aceitarei seu conselho como senhores do território. Creio que estão cientes do ataque à Vaki, e deverão ter muito trabalho com os fantasmas que escaparem da muralha, mas se voltarmos a nos encontrar, eu retribuirei a ajuda.

- Os vivos é que são o problema. - respondeu Horus com uma voz cavernosa - É bom que vocês não estejam matando inocentes…

- Estamos vindo da Síria, não sabíamos do ataque.
- disse Nithar em um tom mais amigável - Vaki era de quem, Horus?

- Independente. Descendentes de exilados, parentes senhores das sombras, ponto de encontro de nômades.

Os dois peregrinos se entreolharam. Depois, Horus perguntou a Alain:

- Quem a está atacando? Garras vermelhas? Volovan talvez? Ou será obra de lacaios da Wyrm?

****

Agora devo reencontrar meus companheiros. Adeus!


Após despedir-se dos peregrinos silenciosos, Alain atravessou a película e voltou ao mundo material.

Estava no meio da estepe, não muito distante de Vaki. Empreendeu o caminho de volta à cidade.

Se fosse em direção ao hospital de campanha, encontraria o theurge uktena, uma filha de Gaia e uma presa de prata lutando para salvar a vida de uma jovem de longos cabelos loiro-cinzentos, quase prateados, que havia sofrido um empalamento.

Se entrasse em Vaki veria a cidade em meio ao caos, à fumaça e às chamas. Na direção do centro, tudo parecia arder, com exceção de um daqueles palácios de que ele vira a projeção na umbra. Era o mais alto e pontiagudo. Alain não teve dificuldades em entender que estava sitiado pelas tropas do rei Vladi. Naquele momento, deveria ser um bom lugar para um presa de prata encontrar a glória.

Vikentia trazia um grupo de civis resgatados de um incêndio para perto das aberturas na paliçada. Era um bando heterogêneo de homens, mulheres, velhos, crianças, gente saudável e também pessoas de aspecto doentio ou portadores de deformidades. Talvez Alain pudesse ajudá-la a separar reféns de parentes dos dançarinos infiltrados.

O edifício onde outrora chorava um bebê estava envolto em chamas e fumaça negra. Tudo o que seu ouvia agora era o ruído das vigas caindo.

No prédio em que uma mulher estivera gritando, agora só havia silêncio. Alain não viu nada suspeito mas uma sensação de borboletas no estômago incomodou-o, como se tivesse alguma ligação com o lugar. Então ouviu um uivo de garou em perigo. Era de Virgínia.

Além disso havia a advertência dos peregrinos silenciosos: algumas das tropas aliadas tinham seus próprios critérios do que era um inocente e poderiam estar matando as pessoas erradas e gerando mais almas sem descanso naquele lugar. Talvez fosse o caso de buscá-los e intervir.

Virgínia:

Primeiro ativou seus Sentidos aguçados para rastrear o local correto do cativeiro e os arredores.


Rolagem:
Virgínia rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 3 para Ativar Dom e obteve: 8 5 10 9
Virgínia obteve 4 sucessos!

Virgínia conectou-se com a energia espiritual de Gaia e entrou em sintonia com a realidade circundante. Seus instintos se aguçaram de maneira extraordinária. A primeira coisa que sentiu foi o cheiro da fumaça e do sangue que permeava cada canto de Vaki naquela noite. Ao mesmo tempo seus olhos discerniram os detalhes da casa. Viu diante de si um corredor, onde uma luz demasiado tênue para ser percebida por olhos normais se filtrava. Do mesmo lugar vinham sons de várias pessoas. Uma voz forte e rouca indicava um lobisomem em crinos e outras, de timbres mais finos, revelavam a presença de entre quatro ou cinco pessoas, entre homens e mulheres. O mais revelador porém foi o cheiro. Quando conseguiu distinguir algo do odor de sangue velho que vinha de fora e do odor de sangue fresco, que vinha de dentro da casa, pode perceber que o cheiro de uma das pessoas ali era conhecido. Não bem… mas dava a sensação de já havê-lo sentido antes. E este era o cheiro da garota raptada.

Rolagem:
Virgínia rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 4 para Ativar Dom e obteve: 9 7
Virgínia obteve 2 sucessos!

Virgínia aprofundou sua conexão com o lugar e investigou o território. Sentiu que um dançarino da espiral negra havia passado por ali. Não havia proteções físicas ou espirituais no local.

Com base nessas informações, Virgínia começou a seguir a trilha da refém. Então ativou o dom Mente da Presa, para pensar em um modo de fugir.

Rolagem:
Virgínia rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Ativar Dom e obteve: 8 9 9 4 7 3
Virgínia obteve 3 sucessos!

Virgínia sentiu um ar fresco vindo de uma porta na lateral do corredor. Aquele cômodo deveria ter uma porta ou janela semi-aberta dando para fora.


(Virgínia terá 3 dados a mais em todas as rolagens feitas para escapar, distanciar-se, esconder-se ou iludir o perseguidor para o resto da cena).

Klauss:
- Hey… não tenha medo, amigo. - murmurou Oleg para o lobo, aproximando-se da jaula. - Vou tirar você daí.

Klauss viu Oleg voltar para crinos e, com um força descomunal, abrir as barras das grades. O lobo saiu correndo pela porta do aposento, o que gerou uma certa perplexidade em Oleg.

Rolagem:
Klauss rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 2 para Manobra Especial e obteve: 3 8 9 7 3 4 4 2
Klauss obteve 8 sucessos!
Nem precisava rolagem mas do jeito que estão os dados… Razz

Klaus, no entanto, percebeu a razão em uma fração de segundo: algo imenso se materializava!

Da umbra surgiu uma criatura que lembrava vagamente um enorme garou em crinos, porém sem pelos e de uma gordura maciça, como a de um lutador de sumô. Apesar do tamanho e da força, não se podia precisar se era macho ou fêmea. Os rolos de pele que cobriam seu corpo e a face oculta sob grossas camadas de gordura davam-lhe um certo aspecto feminino mas, em hipótese alguma, gracioso. Lembraria mais uma porca, se um animal pudesse ser tão assustador. Seus braços pareciam tubos e a palma da mão esquerda formava uma estranha mandíbula. O mais perturbador, no entanto, era que esse corpo sem pelos, de carne branca, farta e andrógina, emanava uma repugnante sensualidade.

Atrás daquilo, saltou Fiodor da umbra, em posição de ataque. Oleg também virou-se para atacar. Klauss, porém, estava mais sintonizado com seu entorno e pôde reagir primeiro.

Yuri:
Yuri acompanhou sua tropa até a parte esquerda do hall, onde se abria a entrada para a torre frontal. Olhando na escada em caracol da torre, via-se a parte usual, que subia, dando acesso privado aos pisos superiores e uma escura passagem que descia a um compartimento subterrâneo.

Os garous baixaram pela escada, sentindo em suas narinas o odor penetrante de terra úmida e águas apodrecidas. Tampouco havia luz. Após o ragabash que abrira a passagem descer, um dos garous de Kader acionou o mecanismo da porta, fazendo-a fechar-se de novo atrás deles. Não queriam gerar suspeitas nos dançarinos que tentavam emboscar.

A sensação, porém, era atroz. Lobos são animais de grandes espaços; estar naquele lugar era como ser encerrado na própria tumba - o que poderia ser verdade, se a emboscada falhasse.

Antes da porta se fechar de vez, com o pouco de luz e os dons de alguns dos garous, eles haviam conseguido entender um pouco da estrutura do lugar.

Spoiler:

O túnel começa estreito mas depois se alargava em uma câmara ampla que se elevava em dois níveis mais, acessíveis por degraus escavados na pedra, que eram necessários para hominideos mas não para os crinos, uma vez que estes podiam escalar os níveis sem grande dificuldade. Ao fim, a câmara se abria em dois túneis.

A tropa espalhou-se, buscando alguma forma de estarem ocultos quando a porta se abrisse. Alguns foram para os níveis superiores e se distribuíram por lá.

A espera foi desagradável e sufocante mas, algum tempo depois, um facho de luz amarelada rompeu a escuridão, acompanhada do som da porta se abrindo e passos apressados.

Uma meia dúzia de garous entrou, portando lanternas, e rapidamente fechou a porta atras de si mesmos. Os garous de Boiak imediatamente os surpreenderam, a porta se abriu com força e os senhores das sombras entraram também, encurralando os dançarinos entre duas frentes. Um encarniçado combate teve início.

Apesar da confusão de garras, dentes e lanternas caídas, Yuri pôde ver as caras de seus oponentes. Eram albinos, como as típicas orelhas de morcego dos dançarinos mas de focinhos achatados, deformes e abertos por fendas que expunham parcialmente seus dentes. Alguns não tinham narizes, como se fossem caveiras, outros os tinham em forma de nariz de morcego. As respirações eram ruidosas e muitos babavam incontrolavelmente.

Mirando um bom alvo para atacar, Yuri notou que os dançarinos escondiam algo com seus corpos. Com os olhos um pouco mais acostumados à escuridão, viu que era uma fêmea. Tinha um ar imponente e uma estranha e perturbadora beleza. A rainha! Só podia ser. Tambérm era albina, com orelhas de morcego e, embora aparentasse estar em glabro, em vez do nariz de uma mulher havia um rosado nariz de morcego. Porém tudo estava perfeitamente equilibrado em seu rosto. Era adorável, estranhamente adorável. Dava a impressão de que todos aqueles dançarinos ao seu redor haviam sido tentativas infrutíferas de chegar até ela. Ela era o protótipo final: todos os terríveis elementos estavam ali, mas lindamente distribuídos e emoldurados por uma suave cabeleira branca, Uma obra prima da Wyrm, se se perdoasse a blasfêmia.

Yuri sentiu uma luz direta ofuscar seus olhos mas depois ela abaixou. Ele então viu que a Rainha o observava também, Detrás dos seus defensores, que se agitavam ao sabor do combate, ela o olhava fixamente, A beleza de Yuri atraíra sua atenção também. Então a dançarina encarou-o e lançou uma pergunta cortante:

- Você está do lado certo?

Spoiler:

Rainha rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ativar Dom e obteve: 6 7 6 10 7 8 2 7 5 4
Rainha obteve 7 sucessos!

Yuri rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Resistir e obteve: 5 6 8 1 10 8 6 6
Yuri obteve 2 sucessos!

Ela havia farejado a mácula do apodrecimento em Yuri e o atraía para si! Semi-oculta por seus companheiros, ela sorria, vitoriosa. O dom plantara uma dúvida no coração de Yuri: "estaria do lado certo?". Aonde o levaria estar lutando entre os garous, se sua luta estava perdida? Que fazia do lado dos fracassados, se tão grandes ambições albergava sua alma?

De repente todo o passado bailou diante dos olhos do presa de prata. Ele questionou tudo o que havia feito até então.

Seu orgulho e, por que não dizer, megalomania, protegiam-no de cair em um mar de arrependimento e autocríticas mas, ao mesmo tempo, o lançavam de encontro àquela pergunta dura como um rochedo "estava do lado certo?"


Última edição por Lua em Sex 23 Set 2016 - 7:08, editado 2 vez(es) (Razão : Algumas correções de estilo.)


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


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Esta é uma obra de ficção. A menos que você seja um lobisomem, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Klauss Krugger em Sex 23 Set 2016 - 9:06

- Hey… não tenha medo, amigo. - murmurou Oleg para o lobo, aproximando-se da jaula. - Vou tirar você daí.

Klauss viu Oleg voltar para crinos e, com um força descomunal, abrir as barras das grades. O lobo saiu correndo pela porta do aposento, o que gerou uma certa perplexidade em Oleg.

*Klauss olha para o lobo sair em disparada mas não tem tempo para outras coisas a hora era de lutar.*

Da umbra surgiu uma criatura que lembrava vagamente um enorme garou em crinos, porém sem pelos e de uma gordura maciça, como a de um lutador de sumô. Apesar do tamanho e da força, não se podia precisar se era macho ou fêmea. Os rolos de pele que cobriam seu corpo e a face oculta sob grossas camadas de gordura davam-lhe um certo aspecto feminino mas, em hipótese alguma, gracioso. Lembraria mais uma porca, se um animal pudesse ser tão assustador. Seus braços pareciam tubos e a palma da mão esquerda formava uma estranha mandíbula. O mais perturbador, no entanto, era que esse corpo sem pelos, de carne branca, farta e andrógina, emanava uma repugnante sensualidade.

Atrás daquilo, saltou Fiodor da umbra, em posição de ataque. Oleg também virou-se para atacar. Klauss, porém, estava mais sintonizado com seu entorno e pôde reagir primeiro.

*Klauss novamente levanta sua Klaive para um unico ataque, empunhando Presa de Fenris com as duas mãos avança sobre a criatura.*

Ação
Gasto de 2 potnos em Fúria
Ação normal +1 pt de Fúria para Realizar um grande Ataque (manobras klaive)
1 em fúria caso necessario para se afastar para que Fiodor e Oleg possam atacar a criatura.


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  miltonviziak em Sex 23 Set 2016 - 11:05

Volg partiu para o ataque, mas não sabia o que aconteceu para o ataque sair  errado jeito e ainda o monstro que deu a chave nele.


Volg, então, sentiu um jorro de sangue escuro e quente em sua cara. Piscou por reflexo e quando abriu os olhos, com as pestanas pegajosos de sangue, viu que o theurge uktena retirava o corpo do dançarino de cima dele. Estava salvo mas sua boa idéia de interrogar o dançarino havia sido arruinada.

Volg não disse nada, estava frustrado por não ter conseguido matar o monstro e ainda por cima ter sido salvo por outro.
Tentou dar uma colher de chá a si mesmo, até porque nunca tinha se transformado em lobo e muito menos enfrantando aqueles monstros, aquilo era totalmente diferente de estar em cima de um ringue.Porém queria aprender rapido e se acostumar.


O uktena, Volg, Asel e a filha de Gaia se reuniram e, após interarem-se do que havia passado, o uktena decidiu:

- Vamos nos dividir e procurar pelo raptor de Beatrice!!!

Mal havia terminado de falar e um grupo chegou correndo até eles. Eram os roedores de ossos.

Traziam uma jovem completamente nua e coberta de sangue. Volg nunca havia visto nada parecido. Uma estaca de madeira atravessava-lhe o corpo, entrando pelas partes íntimas e saindo pela boca.

Nunca tinha visto uma cena dessa.Pelo jeito só ele estava impressionado os outros estavam todos acostumados com a guerra e ja deveriam ter visto isso.
O uktena iria tentar curar ela e nós fomos atrás de Beatrice.


Volg farejou o rastro de Beatrice e percebeu que estava a mais ou menos 35 minutos do alvo.Continuou na forma crinos e começou a correr em direção aonde tinha farejado.
Informou Shaíra pelo elo telepático.
Se precisar gasto um ponto de força de vontade para não perder o rastro.


Estou indo na sua direção.


Última edição por miltonviziak em Sex 23 Set 2016 - 11:18, editado 1 vez(es) (Razão : Adicionei a parte do ponto de força de vontade)


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Natalie em Sex 23 Set 2016 - 12:31

Virginia nem imaginava quem fosse a vgarota que ela achava o cheiro familiar, mas a presença de um danćarino da espiral negra era certeza de um combate inevitavel.

Pelo menos ja sabia por onde fugir se precisasse.

Ela avancou pelo corredor preparando-se para atacar assim que visse o inimigo.


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Mensagem  Zayrus em Sex 23 Set 2016 - 13:48

Na medida em que me distanciava do combate, que aquela altura já devia ter tomado ares de massacre, meu corpo aliviava a pressão muscular que havia imposto durante a luta, e minha mente se ajustava a seu estado racional. Pelo embaralhamento das memórias recentes, eu podia facilmente concluir que havia chegado a sentir o frenesi tomando conta de mim, certamente norteado pela maldição. Uma vez mais meus erros do passado haviam cobrado seu presso. Me perguntava se haveria um dia em que esse preço seria alto demais para que eu suportasse pagar.

Segui com os demais Garous destacados rumo ao destino dado pelos Ragabash a passos firmes, tentando dispersar os pensamentos que turvavam minha mende. A despeito dos meus conflitos internos, eu ainda estava em meio a guerra, não poderia baixar a guarda. Tentando manter o foco, adentrei o local o qual nos havia sido designado para fazer a emboscada. Analisei os arredores brevemente enquanto a luz que trespassava a passagem recém aberta ainda permitia, mas logo a escuridão toma conta do lugar, que, fétido e claustrofóbico como era, agora emanava uma sensação pulsante de opressão, como se ele por si só fosse nos matar pelo cansaço, violando nossas narinas com a podridão que pairava no ar enquanto a tensão que se espalhava pelo que quer que estivesse por vir trazia um desoladora incerteza quanto ao número de baixas que teríamos ao fim do dia. E se todos nós não estaríamos entre elas. A espera, no final das contas, parecia ser ainda pior do que o combate. Não havia como combater aquela atmosfera, apenas suportá-la, e isso tornava a cena ainda mais macabra.



O tempo se passou de maneira lenta após eu ter tomado um lugar apropriado para o assalto surpresa o qual havia sido previsto, mas, após o que pareceu ser uma eternidade, o som da porta se abrindo, junto da mórbida luz que acompanhara o gesto, foram o sinal de que a espera havia acabado. Meus pelos se eriçaram, meus dentes rangeram enquanto minha mandíbula pressionava a si mesma fortemente, esperando pelo momento certo de atacar. Me precipitei ao combate o quão logo percebi que todas as forças daquele grupo haviam adentrado o local, os reforços dos Senhores das Sombras  haviam atacado pela retaguarda, e agora formávamos um rolo compressor sobre o grupo. O combate se inicia, o ruído dos baques e urros se espalhando vigorosamente por todo o lugar, mas me detenho por um instante ao perceber o comportamento dos Dançarinos da Espiral Negra. Eles agiam como se estivessem escoltando algo de suma importância, e, naquele instante, as palavras do Rei Vaki fizeram sentido. Havia, afinal, um motivo para o retardo em abandonar o local, os maculados protegiam algo... Algo... Muito belo.

Era quase surreal presenciar aquilo. Uma bastarda, com traços tão repulsivos e, ainda assim, uma fêmea linda. Me perguntava se estava sob algum efeito inebriante, mas não podia mentir para mim mesmo, aquela criatura realmente possuía uma beleza assustadora. Ela era a razão para todas aquelas atitudes estúpidas, todos aqueles sacrifícios que haviam feito ao lutarem batalhas perdidas. Estavam tentando salvar a rainha. Inflei os pulmões com ar, alargando meus ombros enquanto meu olhar se fixava ao dela. Meus músculos se prepararam para o ataque, dei um passo a frente, ela era a chave para encerrar aquilo, eu só precisava pegar sua cabeça. Outro passo, imaginei o quão fácil minhas garras deslizariam pela carne frágil dela. Um outro passo, assumi uma postura apropriada para a investida. O passo seguinte não veio.

Eu havia exitado. Isso era, por si só, aterrador. Mas o pior é que o motivo por trás daquilo não havia sido passageiro. Eu continuava parado, agora observando o sorriso perturbador que se abria naqueles belos e profanos lábios, que me seduziram com uma pergunta atroz. Afinal, o que eu estava fazendo ali?  Pelo que estava lutando? Qual era, se é que existia, o lado certo da guerra? Lembrei da Guerra da Fúria, uma das maiores vergonhas da Nação Garou e, por conseguinte, dos Presas de Prata. Houveram exceções, mas a maioria do povo Garou lutou ferrenhamente por uma causa abominável, e o que eram os Dançarinos da Espiral Negra se não uma exceção naquela guerra que travávamos? E quem poderia garantir que não estávamos apenas cometendo erros passados novamente, mas estávamos cegos demais para não conseguir enxergar isso a nosso tempo? Grunhi em meio a frustração que se apoderava de mim em meio a tantas incertezas, desviando o olhar da mulher.


"Por que estou lutando? Por que? POR QUE DIABOS ESTOU LUTANDO?" Fechei os olhos e meus pensamentos foram arrastados por uma maré de lembranças. Lembrei do rosto de minha mãe. Lembrei dos anos em que convivi com os Siberakh, da promessa que havia feito a mim mesmo de retornar até a Sibéria sendo digno de repousar sob seu seio novamente. Lembrei dos combates que havia travado com minha primeira matilha, da luta a qual ela caíra sob minha liderança. Lembrei de Lágrimas de Sangue, do preço que paguei por ela, e do que ela pagara por mim. Eu era imperfeito, afinal. Sempre haveriam dúvidas, e talvez não houvessem respostas para perguntas como aquelas. "Não." A tenacidade lentamente se recobrou em minha mente, lembrei do rosto do meu pai nos momentos que antecederam sua morte. "É por isso que eu luto. Para não ser como ele." O rosto dele se confundiu ao de Lágrimas de Sangue em meus pensamentos, e lentamente o dela prevaleceu. Alguém com seus erros, culpada por pecados dos quais era inocente, injustiçada por uma Nação, mas que morreu lutando. Não por glória, não por honra, não por espólios, não pelo prazer do sangue em suas garras, mas por Gaia. O mundo estava em frangalhos, e nada mais era tão certo quanto um dia havia sido. Mas Gaia continuava a sangrar, e essa era a maior verdade que se poderia pedir para lutar em favor. Eu não permitiria me tornar no que meu pai havia transformado, tampouco que a Mãe morresse sem defendê-la até minha última gota de suor e sangue. E seu eu falhasse, o Valhala  seria a prova de que havia tentado até meu último suspiro. Sorri. "Mas eu não vou falhar."

Retomei o olhar para a mulher, o instinto assassino em minha alma guerreira refletido em cada uma de minhas presas. Comecei a caminhar em sua direção, a fúria incitada por aqueles pensamentos repugnantes pulsando ao longo do meu corpo enquanto ativava o Dom Despertar a Raiva [1 Ponto de Força de Vontade para sucesso automático]. Logo a caminhada havia se tornado uma corrida, e eu avançava com um sorriso feroz no rosto em busca da minha presa. O quão logo a alcançasse, atacaria a mesma impiedosamente. Caso qualquer um dos outros bastardos tentasse se interpor entre mim e ela, o atacaria sem piedade. Talvez eu não estivesse do lado certo. O tempo se encarregaria de dizer isso. Mas, se havia algo que eu tinha certeza, é que eu estava do lado que sairia vitorioso dali naquela noite.



OFF:
Não sei ao certo como está meu valor de Fúria, por conta de não ter postado os valores de regeneração e não saber o resultado do Dom ainda. Para todos os efeitos, vou gastar quantos pontos forem possíveis em Ataques Extras para alcançar a mulher ainda nesse turno.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Alexyus em Sex 23 Set 2016 - 14:56

- Os vivos é que são o problema. - respondeu Horus com uma voz cavernosa - É bom que vocês não estejam matando inocentes…

- Estamos vindo da Síria, não sabíamos do ataque. - disse Nithar em um tom mais amigável - Vaki era de quem, Horus?

- Independente. Descendentes de exilados, parentes senhores das sombras, ponto de encontro de nômades.

Os dois peregrinos se entreolharam. Depois, Horus perguntou a Alain:

- Quem a está atacando? Garras vermelhas? Volovan talvez? Ou será obra de lacaios da Wyrm?

"Excelente! Informações e aliados! Tudo que eu precisava, e bem na hora!"

- O Rei Vladi reuniu uma coalizão de forças nunca antes presenciada nessa região. Uniu garras vermelhas e senhores das sombras, e convocou garous de lugares distantes como a América, para dizimar os parentes dos dançarinos da espiral Negra que dominaram Vlaki. Eu mesmo participei da refundação do caern da Casa de Pedra, que continua a ser ameaçado pelos espirais Negras que chegam pelos túneis subterrâneos, e temos informações que eles são alimentados pelos poços de reprodução de Vaki. sabemos que havia fantasmas dos que foram empalados na paliçada da cidade, e que mais poderiam surgir durante o expurgo, inocentes mortos junto com os corrompidos, mas essa se tornou uma preocupação secundária ante à gravidade da situação. Estamos tomando cuidado para resgatar reféns e poupar inocentes, mas é uma missão difícil...

Alaín suspirou fundo e jogou a isca:

- Seria bom ter ajuda de especialistas no assunto como vocês. Estou certo que o rei Vladi acolheria seu auxílio com prazer e os recompensaria  apropriadamente. Se quiserem ajudar, eu ficaria feliz com sua companhia, pois tenho que voltar o mais rápido possível para o campo de batalha. Garous estão lutando e morrendo nesse momento, e tenho que garantir que caíam mais inimigos que aliados.

Após despedir-se dos peregrinos silenciosos, Alain atravessou a película e voltou ao mundo material.

Triunfo-de-Gaia avançou rapidamente para cruzar as muralhas da cidade pela primeira vez.

"Não vou ao hospital enquanto houver uma batalha sendo travada, esse é o papel de Vikentia e sua equipe. Se houver necessidade de triar os inocentes dos corruptos, esse papel ainda não é meu, e pode esperar até o retorno de todos. Vamos!"

Ele percebeu que a maioria dos prédios já estava queimado ou destruído, mas os palácios que projetavam sombras umbrais estavam de pé, sitiados pelas tropas do rei. Lá seria um bom lugar para retornar à batalha.

Mas foi quando ouviu o uivo de socorro.

"Virgínia! No que foi que a Aurora-da-Esperança se meteu agora?!? Veio daquela casa ali! Vamos salvar o rabo dessa theurge então!"

Ainda sustentando a forma crinos, Triunfo-de-Gaia correu à toda velocidade para a casa, entrando derrubando a porta e procurando os inimigos que ameaçavam a lupina.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Cetza em Sex 23 Set 2016 - 22:04

* Shaíra seguia furtivamente os rastros deixados pelo malditos da Wyrn, a jovem ativava seu dom ensinado a ela por um espírito coruja, o dom do Silêncio. Desse jeito Shaíra poderia se aproximar sem fazer barulho e com o seu arco em mãos ela seria a assassina perfeita encoberta por seu dom e munida de coragem e desejo por voltar sã e salva, a jovem avançava seguido os rastros, ela sabia que Volg e os outros estariam logo atrás dela...*
‘Espero que o pequeno Volg tenha conseguido ótimas informações.. parece que eles foram paras as montanhas, Volg e Roedores... eu irei segui-los, deixarei uns rastros para vocês... Desejam-me sorte... e que Gaia nos ajude...’
* Shaíra falava telepaticamente com o grupo que saíra atrás dos sequestradores de Beatrice, ela imaginava que a jovem estivesse desmaiada para não poder se comunicar com eles... ou na pior das situações estivesse morta...Shaíra afastava aqueles pensamentos de sua mente e procurava focar em sua perseguição*
-------------------------
“Citação”
*Ação*
-- Fala
‘Pensamento’


----------------------------------------
Ação/Narrativa
Pensamento/Off
Falas

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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Lua em Seg 26 Set 2016 - 8:48

Alain e Virgínia:
Os peregrinos silenciosos ouviram as palavras de Alain em silêncio, trocando olhares de quando em quando. Então Hórus falou:

- A ação direta não é nosso estilo mas iremos dar uma olhada. Espero que o rei esteja, de verdade, velando pelos refëns e por não matar inocentes. Se precisar de ajuda nos uive.

Alain despediu-se e regresou à matéria enquanto os peregrinos entravam em Vaki pela umbra.

Verificando o local, Alain escutou o uivo de Virgínia.

"Virgínia! No que foi que a Aurora-da-Esperança se meteu agora?!? Veio daquela casa ali! Vamos salvar o rabo dessa theurge então!"

Ainda sustentando a forma crinos, Triunfo-de-Gaia correu à toda velocidade para a casa, entrando derrubando a porta e procurando os inimigos que ameaçavam a lupina.

Não precisou derrubar a porta, pois encontrou-a aberta. Virgínia já havia entrado e avançava pelo corredor, preparando-se para atacar assim que visse o inimigo.

Virgínia caminhou até chegar a uma sala, onde a presença de Wyrm emanava forte. Ouviu um rangido de porta e essa se abriu como que puxada por uma mão invisível; na verdade, tinha sido um parente. Havia dez deles ali, empoeirados pelo combate, despenteados, deformes, doentios. Faziam uma espécie de círculo dominado por um crinos que não parecia agressivo. Ohava a Virgínia com tranquilidade, pois já a esperava.

Alain vinha logo atrás dela.

(livre para algum tipo de comunicação)

Então a roda se abriu e eles viram Nádia de joelhos, ao lado de um homem asiático com uma faca pequena e curva nas mãos.

Identificaram-na pelo blusão azul com capuz, os cabelos loiros e lisos e o cheiro que mal podiam distinguir entre o sangue que ela vertia. No mais, estava irreconhecível, era um monstro de carne vermelha. Tremia. Havia sido esfolado viva!

No chão a seu lado estava a pele, cuidadosamente retirada e arrumada por partes. As dos braços eram como longas e sangrentas luvas; a do rosto, uma máscara perfeita, com orifícios apenas nos olhos, nariz e boca e cujo detalhe macabro era a presença dos lábios pálidos e bem desenhados e de uma espinha no centro da testa. As orelhas e o escalpo jaziam ao lado. Finalmente, a pele das pernas e do tronco, últimas a serem extraídas, ainda estavam amontoados em desordem, como retalhos de um tecido finíssimo, que alternava o direito macio e branco com o avesso vermelho e úmido. Só se notava que era humano porque apareciam, aqui e ali, um mamilo, a cicatriz do umbigo e pequenas porções de loiros pelos púbicos.

Nádia era uma boneca sanguinolenta e imóvel. Parecia sorrir, pois seus dentes estavam expostos e os globos oculares sem as pálpebras viam-se arregalados mas a ela não se movia. Estava em choque: o grito de “armadilha” fora seu úlimo esforço antes de cair na apatia que precedia à morte. Estava em sua forma racial, provavelmente lutara até perder o lobo. Talvez houvesse deixado alguns dançarinos mortos pelo caminho mas, ao final, tinha sido derrotada. Ajoelhada em uma roda de sangue fresco e tremendo inteira pelo choque e a dor, Nádia tornara-se o epítome da isca viva.

O parente com a faca olhava-a impassível. Não era um dançarino da pele, apenas um cultor de uma das mais antigas tradições das estepes asiáticas. Os demais parentes apontaram armas de fogo a Alain e Virgínia. Não seria preciso muita perspicácia para entender que continham balas de prata.

O dançarino da espiral negra, então, gargalhou satisfeito e, como uma expressão de deboche, estendeu as mãos para Virgínia e Alain em um gesto de burlesco de “vêm”.

A ação ia começar.

Shaíra e Volg:
Rolagens:
DOM

Shaíra rolou 9 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ativar Dom e obteve: 2 2 8 4 2 6 3 6 3 
Shaíra obteve 3 sucessos!

RASTREAMENTO

Shaíra rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Rastrear e obteve: 9 4 5 7 
Shaíra obteve 2 sucessos!

Volg rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Rastrear e obteve: 1 4 8 8 1 
Que pena, Volg não obteve sucesso!
Sucesso automático

Roedores de Ossos rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Rastrear e obteve: 1 8 2 3 6 10 9 6 4 4 
Roedores de Ossos obteve 4 sucessos!

Shaíra está a 10 minutos do dançarino
Volg e os Roedores de ossos a 30.

***

Shaíra rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Rastrear e obteve: 2 10 3 5 
Shaíra obteve 1 sucesso!

Volg rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Rastrear e obteve: 3 5 10 1 2 
Que pena, Volg não obteve sucesso!

Roedores de Ossos rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Rastrear e obteve: 10 7 10 5 5 6 3 3 4 4 
Roedores de Ossos obteve 6 sucessos!

Shaíra está a 5 minutos do dançarino
Volg está a 30 minutos.
Roedores de ossos a 25.

***

Shaíra rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 3 9 8 6 
Shaíra obteve 3 sucessos!

Volg rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Manobra Especial e obteve: 2 2 2 5 4
Que pena, Volg não obteve sucesso!

Roedores de Ossos rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Manobra Especial e obteve: 4 1 8 4 1 4 2 3 6 9 
Roedores de Ossos obteve 1 sucesso!

Shaíra alcançou o dançarino.
Volg a 30 minutos. (a proxima dificuldade será Cool
Roedores de ossos a 20.

Os garous continuavam na pista do dançarino da espiral negra e Beatrice.

Volg quase perdera o rastro mas, fazendo um esforço de vontade, farejou o chão por todos os lados com insistência até encontrar de novo os cheiros de Beatrice e do espiral.

Os roedores de ossos vinham logo em seguida.

Shaíra já sentia a proximidade de seu alvo. Volg continuava com dificuldades em farejar o rastro e ficando para trás mas o três seguiam na pista do raptor e sua vítima.

Finalmente, Shaíra encontrou o dançarino da espiral negra. Ele havia chegado a um beco sem saída, estando encurralado pelas rochas das montanhas e tendo a frente um precipício. Parecia confuso.

Shaíra movia-se sorrateiramente para ele não a notar.

Rolagem:

Dançarino rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 9 para Perceber Shaíra e obteve: 7 10 5 5 10 3
Dançarino obteve 2 sucessos!

Apesar da dificuldade imposta pelo dom de Shaíra, o bastardo escutou-a e urrou em direção a ela, com Beatrice nos braços. A menina estava apavorada e com graves feridas de lutas (-2 dados). O dançarino também estava escoriado. Seguramente lutaram e ele a havia subjugado e obrigado a voltar a hominídeo para continuar com vida.

- Não se aproxime, cadela! - gritou o dançarino a Shaíra, empurrando Beatrice alguns passos em direção ao abismo. Estavam a uns cinco metros dele, agora. O dançarino em crinos não teria dificuldade de arremessar Beatrice ao vazo. Por outro lado, Shaíra estava com seu arco e flechas e era destra. Além disso, graças ao elo mental que estabeleceram*, sabia que os roedores de ossos estavam a 20 minutos de chegarem e Volg a uma meia hora.


Off:
* Cetza e Milton. A rigor, vocês não estariam em "conexão telepática". Foi dito que a comunicação seria feita por uivos mentais, através de Oleg, que receberia informações dos galliard. O dom exige testes, não conecta automaticamente os outros garous e não funciona a distâncias maiores que a coberta por um uivo real. Vocês tampouco têm dons de comunicação mental. Como não interferia muito no jogo, porém, preferi não corrigi-los. Então considerem que sim, estão em conexão mental a Shaíra, Volg e os roedores de ossos. Talvez graças um dom de um dos galliard dos roedores ou seja lá do que for, o mundo é um lugar surpreendente, ainda mais o das trevas. Contudo, essa conexão não inclui Beatrice nem outros garous, ok?

Quanto ao rastros, a Shaíra mencionou que deixou-os mas não disse como, nem onde,  por isso desconsiderei.

Klauss:
Rolagem:
Klauss rolou 15 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Ataque com Arma e obteve: 7 9 8 10 7 9 3 2 7 7 3 1 7 4 7 
Klauss obteve 9 sucessos!
Especialização: 6
Total: 9 sucessos.

Monstro rolou 11 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Esquivar e obteve: 2 8 10 9 3 7 5 5 2 2 5 
Rei obteve 4 sucessos!

Klauss rolou 22 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 4 3 9 1 9 9 5 6 9 10 2 1 4 2 2 5 6 9 5 6 10 9
Klauss obteve 9 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Montro rolou 13 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Absorver Dano e obteve: 4 7 3 5 1 3 1 9 5 6 1 2 5 
Rei obteve 3 sucessos! (Rolagens de Absorver Dano ignora-se os 1s)

Abaixo incapacitado

Fiodor rolou 16 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Ataque com Arma e obteve: 9 8 9 4 8 8 6 3 4 8 4 9 10 3 10 5 Fiodor obteve 9 sucessos!
Especialização: 4 5
Total: 9 sucessos.

Klauss deu um golpe tremendo, que fez a imensa criatura tombar, jorrando sangue e expelindo os órgãos internos através de rasgo extenso e profundo que dividiu sua barriga adiposa em duas, como a boca de um sapo gigante. Bastava um sopro para finalizar o monstro, mas Fiodor não poupou forças em seu golpe. Baixou a grã-klaive com tanta força sobre o pescoço da criatura que a cabeça pulou longe, rolando vários metros até parar com os olhos estalados e a boca aberta.

O aposento era um pântano de sangue pegajoso e fétido.

O dançarino caído havia voltado à sua forma original, um imenso crinos de pelos esverdeados e coberto de jóias e troféus macabros. Por sua imponência e pela natureza dos adornos, não restava dúvidas de que era o rei daqueles bastardos.

Fiodor limpava cuidadosamente a lâmina de sua klaive.

- Deixou sua marca no palácio, heim Fédia?!. - disse Oleg apontando para uma rachadura no piso. Fiodor respondeu com sua habitual tranquilidade:

- Quem fez o trabalho todo foi Klauss. Parabéns, jovem.


- É, parabéns, Klauss! Acabou com o rei desses miseráveis! - disse Oleg com um grande e agradecido sorriso - Agora vamos ver como se saíram os demais.

Nos outros pisos constataram que o rei Vladi e a tropa de Boris haviam exterminado dois poderosos sacerdotes da Wyrm - os empaladores, com certeza. Os garous de Kader haviam matado alguns dançarinos de posto alto, provavelmente os generais dos bastardos, e eliminado todo o resto de dançarinos que ainda existia no palácio, alguns, inclusive, escondidos. Não sobravam mais dançarinos vivos, os cabeças haviam caído. O palácio estava tomado. Vaki estava tomada!

Ou quase.

- Vamos ver como se saíram os senhores das sombras e a tropa de Boiak no subsolo! - disse Oleg a Klauss e Fiodor - Se estiver tudo bem, deixamos o rei e seu exército aqui e vamos ver como anda o nosso batalhão. - disse Oleg.

Yuri e Klauss (na parte final):
É preciso ter cuidado ao despertar demônios, mesmo quando se é um deles.

A rainha havia tocado as questões mais profundas de Yuri, lançando dúvidas torturantes sobre seus atos passados e o papel que lhe caberia naqueles dias extremos.

As lembranças dolorosas começaram a rodar na alma do ahroun como um violento tornado. Mas ele poderia governar seu ódio e virar o vento a seu favor, mobilizando as próprias emoções para aumentar sua fúria em combate.

Rolagem:
Yuri rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Ativar Dom e obteve: 4
Que pena, Yuri não obteve sucesso!
Sucesso automático.

A forma crinos nunca foi a mais vantajosa para manipular e Yuri tampouco era o mais empático dos garous mas mesmo assim ele conseguiu aumentar sua fúria.

Em seguida, partiu para o ataque.

Rolagem:
Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 8 9 3 4 2 9 5 7 10 1 1 4 2 9 
Yuri obteve 4 sucessos!

Rainha rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Esquivar e obteve: 8 8 7 10 7 5 3 4 6 10 
Rainha obteve 7 sucessos!

A Rainha conseguiu esquivar o primeiro golpe mas Yuri estava cheio de fúria e tentou um novo ataque.

Rolagem:
Ação extra 1

Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 7 1 9 5 6 8 2 2 8 8 10 7 8 4 
Yuri obteve 8 sucessos!

Yuri rolou 17 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 6 9 1 9 5 8 8 3 3 10 1 4 2 9 1 2 3 
Yuri obteve 7 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Rainha rolou 12 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Absorver Dano e obteve: 4 4 4 6 3 3 9 4 5 9 8 7 
Rainha obteve 5 sucessos! (Rolagens de Absorver Dano ignora-se os 1s)

Rainha machucada -1.

Ação extra 2

Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 3 10 8 9 2 9 3 5 8 1 2 4 10 3 
Yuri obteve 5 sucessos!

Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 9 5 2 9 8 4 10 10 3 4 6 10 1 9 
Yuri obteve 8 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Rainha rolou 12 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Absorver Dano e obteve: 4 7 3 1 10 4 10 5 7 2 3 4 
Rainha obteve 4 sucessos! (Rolagens de Absorver Dano ignora-se os 1s)

Rainha aleijada -5

Ação extra 3

Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 2 2 3 10 3 5 9 6 10 9 6 9 8 5 
yuri obteve 8 sucessos!

Yuri rolou 17 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 10 4 4 6 8 7 8 1 9 4 7 5 1 4 10 2 8 
Yuri obteve 9 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Rainha rolou 12 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Absorver Dano e obteve: 9 4 1 7 7 10 7 4 4 4 10 1 
Rainha obteve 6 sucessos! (Rolagens de Absorver Dano ignora-se os 1s)

Rainha abaixo de incapacitado

Ação extra 4

Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 8 8 6 5 8 1 9 2 9 6 7 6 3 8 
Yuri obteve 9 sucessos!

Os ataques foram rápidos e ferozes. A rainha tinha certa resistência mas não pode aguentar mais ferimentos e caiu desacordada, recebendo o golpe de misericórdia, que veio com grande intensidade.

A beldade estava morta.

Olhando ao redor, Yuri viu que eles  haviam massacrado os dançarinos, tendo apenas uma baixa garou, no grupo dos senhores das sombras.

Klauss chegou neste momento. Oleg constatou que não havia mais nada a fazer ali no momento. O palácio estava completamente tomado e ele manteve a ordem de  rumassem à cidade para ver como andava seu batalhão.

O rei decidiu permancer no palácio com seu braço direito Boris e a tropa, a fim de explorar o local e arredores e planejar o destino imediato da cidade.

A tropa de Kader foi enviada para verificar a situação no resto de Vaki.

Mordvin e seus senhores também anunciaram que iriam verificar a cidade mas de seus olhos brilhantes e cochichos se poderia deduzir que iam tratar dos próprios interesses.

A tropa de Boiak não escondeu que algum saqueio fazia parte dos planos. O príncipe Yuri secundava o líder com um ânimo que não havia demonstrado em combate mas este não parecia importar-se.

Oleg saiu em busca de seu batalhão porém ainda não declarara um objetivo. Klauss sentiu que, naquele momento de júbilo, poderia dar-lhe sugestões sem dificuldade.

Do mesmo modo, esperava-se de Yuri que acompanhasse sua tropa mas Boiak deu liberdade a seus garous para tomarem outras decisões, se assim o desejassem.

Um frio cortante e a incipiente claridade no horizonte indicavam que logo amanheceria. A sensação de glória e liberdade naquele momento era tanta que por alguns instantes pareceu-lhes que o que raiava não era só um novo dia, mas uma luz de esperança em seu desenganado mundo de trevas.


Off: Fúria temporária do Yuri: 4 pontos + 1 ponto pelo dom. Fúria temporária do Klauss: restaurada a 7.


Última edição por Lua em Seg 26 Set 2016 - 22:52, editado 3 vez(es)


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


ação pensamento fala   /   narração diálogo

Esta é uma obra de ficção. A menos que você seja um lobisomem, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Natalie em Seg 26 Set 2016 - 13:30

Com o Triunfo atrás dela, Aurora ficou mais confiante. Era a melhor pessoa que ela poderia pedir, um irmão de matilha, o alfa, melhor no combate do que ela. Claro que uma matilha completa teria sido melhor, mas isso ia ter que servir.

Usando o elo telepatico do totem, Virginia contou tudo que tinha descoberto pra ele. Conrinuaram seguindo em frente até alguém abrir a porta pra eles.

A cena de açogueiro quase fez Virginia vomitar. Ela berrou na língua garou:

- Por que voces fizeram isso?

Eles tinham que salvar a Nadia, mas todas aquelas armas apontadas e aquele espiral negra chamando para a briga eram preocupantes. Mas se nao fizessem nada, iriam morrer sem fazer nada, e a Nadia ia ser a primeira.

Aurora esperou o alfa decidir a estratégia para agirem juntos.


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  miltonviziak em Seg 26 Set 2016 - 14:25

Volg continuava com dificuldades em farejar o rastro e ficando para trás mas o três seguiam na pista do raptor e sua vítima.


Volg parecia estar perdendo o rastro de Beatrice, a cada parada que fazia para poder farejar parecia que ficava mais distante.Mas não desistiu, e continuou o mais rapido possivel para não chegar tarde demais.


Citação
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Narração
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Alexyus em Seg 26 Set 2016 - 20:42

Alaín ficou aliviado de encontrar Virgínia ilesa, pelo menos por enquanto.

Usando o elo telepatico do totem, Virginia contou tudo que tinha descoberto pra ele. Continuaram seguindo em frente até alguém abrir a porta pra eles.

Assim bem informado, Alaín repetiu também pelo elo telepático, mantendo o silêncio enquanto avançavam.

"Vá na frente, estarei logo atrás de você! Mostre o caminho!"

Virgínia caminhou até chegar a uma sala, onde a presença de Wyrm emanava forte. Ouviu um rangido de porta e essa se abriu como que puxada por uma mão invisível; na verdade, tinha sido um parente. Havia dez deles ali, empoeirados pelo combate, despenteados, deformes, doentios. Faziam uma espécie de círculo dominado por um crinos que não parecia agressivo. Ohava a Virgínia com tranquilidade, pois já a esperava.

Alain vinha logo atrás dela.

(livre para algum tipo de comunicação)

Então a roda se abriu e eles viram Nádia de joelhos, ao lado de um homem asiático com uma faca pequena e curva nas mãos.

Identificaram-na pelo blusão azul com capuz, os cabelos loiros e lisos e o cheiro que mal podiam distinguir entre o sangue que ela vertia. No mais, estava irreconhecível, era um monstro de carne vermelha. Tremia. Havia sido esfolado viva!

No chão a seu lado estava a pele, cuidadosamente retirada e arrumada por partes. As dos braços eram como longas e sangrentas luvas; a do rosto, uma máscara perfeita, com orifícios apenas nos olhos, nariz e boca e cujo detalhe macabro era a presença dos lábios pálidos e bem desenhados e de uma espinha no centro da testa. As orelhas e o escalpo jaziam ao lado. Finalmente, a pele das pernas e do tronco, últimas a serem extraídas, ainda estavam amontoados em desordem, como retalhos de um tecido finíssimo, que alternava o direito macio e branco com o avesso vermelho e úmido. Só se notava que era humano porque apareciam, aqui e ali, um mamilo, a cicatriz do umbigo e pequenas porções de loiros pelos púbicos.

Nádia era uma boneca sanguinolenta e imóvel. Parecia sorrir, pois seus dentes estavam expostos e os globos oculares sem as pálpebras viam-se arregalados mas a ela não se movia. Estava em choque: o grito de “armadilha” fora seu úlimo esforço antes de cair na apatia que precedia à morte. Estava em sua forma racial, provavelmente lutara até perder o lobo. Talvez houvesse deixado alguns dançarinos mortos pelo caminho mas, ao final, tinha sido derrotada. Ajoelhada em uma roda de sangue fresco e tremendo inteira pelo choque e a dor, Nádia tornara-se o epítome da isca viva.

O parente com a faca olhava-a impassível. Não era um dançarino da pele, apenas um cultor de uma das mais antigas tradições das estepes asiáticas. Os demais parentes apontaram armas de fogo a Alain e Virgínia. Não seria preciso muita perspicácia para entender que continham balas de prata.

O dançarino da espiral negra, então, gargalhou satisfeito e, como uma expressão de deboche, estendeu as mãos para Virgínia e Alain em um gesto de burlesco de “vêm”.

"Merda da Wyrm! Quando foi que eles capturaram Nádia? E como tiveram tempo para toda essa tortura? Será que ela se separou do grupo e foi sozinha na frente?"

Triunfo-de-Gaia mapeou a sala num instante, analisando cada combatente em sua posição, armamento e postura. Tinha poucos segundos para formular a estratégia, mas percebeu a armadilha óbvia.

"O movimento óbvio é avançar contra o mais perigoso, o Espiral Negra, e o mais urgente, o maluco com a faca perto dela. Mas se se fizéssemos isso, teríamos dez atiradores disparando contra nós. Mesmo nesse ambiente apertado, seria difícil esquivar de todos os tiros. A parte boa é que qualquer tiro aqui vai acertar alguém, mesmo que erre o alvo, então alguns desses lunáticos podem matar uns aos outros tentando nos acertar. Bem, temos aí uma boa ideia!"

Alaín usou o elo telepático para passar instruções claras para Aurora da Esperança:

"Virgínia, mate o homem que abriu a porta e use o corpo dele como escudo contra os tiros. Sem deixar o escudo, avance pela esquerda e comece a derrubar os parentes mais próximos. Assim que matar alguém que tem uma arma, pegue a arma e atire no cultista com a lâmina. Eu te dou cobertura e cuido do espiral negra. Vamos agir juntos!"

Triunfo-de-Gaia fez o primeiro movimento para chamar a atenção e permitir que Virgínia agisse: ele avançou impulsionado por sua Fúria e atacou o primeiro inimigo do lado direito, matando-o com uma mordida na garganta enquanto sua mão humana ia até a pistola dele, ganhando a arma e virando-se por trás dele, usando o corpo como cobertura e disparando contra o espiral negra até esvaziar o pente ou derrubar o espiral negra. Caso ele caísse, o próximo alvo de Alaín seria o cultista com a faca, se ele ainda não tivesse sido morto por Aurora. Se Aurora já o tivesse derrubado, Triunfo investiria pela direita, atacando corpo a corpo para tirar a vantagem da distância das pistolas enquanto enfiava as garras em um parente após outro, até chegar em Nádia. Ele esperava que Aurora fizesse o mesmo no flanco esquerdo, assim ambos chegariam ao final com um ataque bifrontal.


OFF: Lua, Alaín vai gastar 2 pontos de Fúria na primeira rodada para 2 ações extras. Quantos tiros ele vai dar por turno eu deixo com você. Narrei mais de um turno pra adiantar, mas pode quebrar a ação pra um turno-a-turno se preferir!
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Zayrus em Ter 27 Set 2016 - 2:58

Sentia a Fúria dentro de mim sendo revigorada com a ativação do Dom. Com minha munição de ódio transbordando, avancei contra meu alvo. Esperava encontrar resistência de seus protetores no caminho, mas o plano havia se mostrado extremamente efetivo, e eu tive o espaço necessário para tomar o grande prêmio. Quão logo alcancei a distância de ataque, os mesmos começaram, impiedosamente. A Dançarina Estava Alerta e escapou do primeiro, mas não foi destra o suficiente para fugir do próximo. E do próximo. E do próximo... Eu ainda tinha muitas das minhas piores memórias frescas em minha mente, e um Presas de Prata não gosta de ser desafiado. Especialmente por alguém que não deveria ter sequer o direito de continuar vivo. Havia muito ódio para eu extravasar, e naquele ponto nada podia ficar no meu caminho.

Sangue fresco escorria por minhas garras, ainda assim a bastarda era mais resistente do que eu havia imaginado, o que me fez pensar brevemente sobre a força escondida sob aquele belo e corrupto sorriso. Ela poderia render uma boa luta em sua forma Crinos, usando suas belas fileiras de dentes para tentar alcançar meu pescoço ao invés de me provocar. Cada uma de minhas mãos se encontrava enterrada no tórax da mulher, sentindo suas vísceras, ainda quentes, reviradas. O rosnar surdo que eu emitia lentamente se desfez enquanto eu resguardava minhas presas atrás de meus lábios. Aproximei lentamente meu rosto ao da bastarda, e falei com a ira contida pelo triunfo:
-É, eu conheço os demônios que habitam minha alma. A diferença entre nós é que eu os controlo, e não o contrário. E um dia cada um dentre as fileiras da Wyrm saberá que esse é um motivo e tanto para esperar pela morte quando encararem meus olhos e reconhecerem a Besta dentro de mim. Quanto a sua pergunta, certamente haverá resposta para ela ao término da batalha final. Mas você, minha cara...- Aproximei meu rosto ao dela, meus lábios, ainda que muito maiores que os dela pela forma a qual eu me encontrava, quase encontrando o seus, e encerrei: -Não vai estar aqui para presenciá-la.- Minha mandíbula se abriu subitamente, minhas presas foram cravadas sobre seu crânio, e com um movimento rápido decapitei a mulher. Olhei ao redor, vendo apenas os cadáveres do que parecia ter sido a última resistência concreta de Vaki. Eu tinha meus fantasmas esperando para me atormentar, a espreita, aguardando pela brecha que minha mente inevitavelmente acabaria cedendo. Mas eles não encontrariam seu deleite por hora, ainda havia o que se fazer, mesmo que aparentemente a batalha estivesse acabada.



Os grupos logo começaram a expor seus respectivos interesses, e novamente o grosso dos Garou se dispersou. Boiak e os demais integrantes da minha tropa, para minha surpresa, demonstrarem interesse imediato nos espólios. Encarei Boiak com certa desaprovação, mas ele havia perdido alguns de seus homens naquela noite, e todos haviam lutado bravamente, sem cede um centímetro sequer as forças da Wyrm. Após sua proposta, e contendo meu desapreço, contive meu olhar a um sentimento de resignação, acenei negativamente com a cabeça e em seguida desviei o olhar de Boiak, demonstrando que não tomaria parte daquelas ações. Como eu poderia o fazer, sabendo do caos que havíamos deixado para trás, dos Garou feridos e perdidos em batalha que estavam espalhados em Vaki? Não conseguia entender como poderia se dar o luxo do saque enquanto guerreiros de Gaia agonizavam lá foram, muitos ainda clamando por ajuda, outros talvez ainda correndo perigo. Vendo que não havia mais nada ali que eu pudesse fazer, assumi minha forma Hispo e corri para fora do palácio, atrás de qualquer Garou que pudesse precisar de ajuda ou de qualquer lacaio da Wyrm que houvesse conseguido sobreviver até aquele ponto do ataque.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Natalie em Ter 27 Set 2016 - 5:40

Virginia achou que tinha ouvido mal, mas o elo era telepático então isso era impossivel. Mas ela era uma lupina que nunca tinha usado uma arma antes! Não parecia ser tão dificil, só mirar e apertar o gatilho.

''Gaia me ajude!''

Virgínia gostava de agir em conjunto, parecia que as coisas aconteciam mais facilmente (qualidade Estimuladora). Coordenar seus movimentos com os do companheiro de matilha parecia com executar os passls complexos de uma dança de guerra e morte.

Aurora usou um ponto de Fúria para agir mais rápidoe virou-se para o porteiro. Ia matar com uma mordida e pegar a arma para usar contra aquele escalpelador safado.


*Ações*
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Cetza em Ter 27 Set 2016 - 10:47

Finalmente, Shaíra encontrou o dançarino da espiral negra. Ele havia chegado a um beco sem saída, estando encurralado pelas rochas das montanhas e tendo a frente um precipício. Parecia confuso.

Shaíra movia-se sorrateiramente para ele não a notar.

Shaíra apontava o arco pensando que o inimigo não a havia notado porém ele se virava... ela havia sido detectada e agora Beatrice estava entre a vida e a morte e a única coisa que ela tinha era o Espiral em sua mira.

- Não se aproxime, cadela! - gritou o dançarino a Shaíra, empurrando Beatrice alguns passos em direção ao abismo. Estavam a uns cinco metros dele, agora. O dançarino em crinos não teria dificuldade de arremessar Beatrice ao vazo. Por outro lado, Shaíra estava com seu arco e flechas e era destra. Além disso, graças ao elo mental que estabeleceram*, sabia que os roedores de ossos estavam a 20 minutos de chegarem e Volg a uma meia hora.

--- Espere!... você não tem para onde ir e logo meus irmãos chegarão aqui... não tenho interesse me você... apenas deixe Beatrice em segurança...e pode seguir o seu caminho...
" Beatrice é minha prioridade...caçar lacaios não me interessa..."
Shaíra mantinha o arco retesado, tentaria negociar para ganhar tempo até que seus companheiros chegassem


----------------------------------------
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Klauss Krugger em Qua 28 Set 2016 - 7:05

- Deixou sua marca no palácio, heim Fédia?!. - disse Oleg apontando para uma rachadura no piso. Fiodor respondeu com sua habitual tranquilidade:

- Quem fez o trabalho todo foi Klauss. Parabéns, jovem.

- É, parabéns, Klauss! Acabou com o rei desses miseráveis! - disse Oleg com um grande e agradecido sorriso - Agora vamos ver como se saíram os demais.

*Falo enquanto limpo a lamina de presa de Fenris.*

-- A glória pela morte do rei não é minha é nossa, se Oleg-rya não resolve parar para ajudar o lobo e se Fiodor-rya não força a saida do rei para o mundo material eu não o teria atacado, por isso corremos em matilhas.

- Vamos ver como se saíram os senhores das sombras e a tropa de Boiak no subsolo! - disse Oleg a Klauss e Fiodor - Se estiver tudo bem, deixamos o rei e seu exército aqui e vamos ver como anda o nosso batalhão. - disse Oleg.

*Aceno positivamente com a cabeça enquanto o sigo, porém já não há mais nada o que fazer, os bastardos foram eliminados e as tropas bradam por suas glórias, me mantenho em silencio e observo a todos então sigo novamente Oleg.*

Oleg saiu em busca de seu batalhão porém ainda não declarara um objetivo. Klauss sentiu que, naquele momento de júbilo, poderia dar-lhe sugestões sem dificuldade.

Um frio cortante e a incipiente claridade no horizonte indicavam que logo amanheceria. A sensação de glória e liberdade naquele momento era tanta que por alguns instantes pareceu-lhes que o que raiava não era só um novo dia, mas uma luz de esperança em seu desenganado mundo de trevas.

-- Se me permite Oleg-rya... perdi tempo ao entrar em Vaki, pois háviam muitos problemas junto a paliçada, havia um bebe chorando, gritos de uma mulher e os roredores pareciam estar mais interessados com outras coisas do que fazer um pente fino junto a paliçada, se não tiver mais algum trabalho para mim gostaria de verificar como as coisas ficaram por lá, além de ir até o hospital ver como estão as coisas com os demais.






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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Lua em Qua 28 Set 2016 - 9:05

Shaíra e Volg:

--- Espere!... você não tem para onde ir e logo meus irmãos chegarão aqui... não tenho interesse me você... apenas deixe Beatrice em segurança...e pode seguir o seu caminho...
" Beatrice é minha prioridade...caçar lacaios não me interessa..."
Shaíra mantinha o arco retesado, tentaria negociar para ganhar tempo até que seus companheiros chegassem


Em resposta, Shaíra escutou apenas um rosnado. Era claro o desamparo do dançarino. Sabia que estava em uma situação desesperadora e, talvez, também que sua batalha estava perdida. Isso só o tornava mais perigoso, porém. Os dançarinos são seres desiquilibrados por natureza, sofrendo uma loucura congênita e dominados pela Wyrm. Qualquer erro o faria lançar Beatrice ao abismo, nem que fosse para saltar junto com ela.

Rolagem:
Shaíra rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Convencer Dançarino e obteve: 4 5 
Que pena, Shaíra não obteve sucesso!

A tentativa de convencer o dançarino foi inócua mas não desastrada. Ao menos Sháira conseguiu ganhar tempo, como queria.

Beatrice agitou-se nos braços do dançarino.

Rolagem:
Beatrice rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Escapar Engalfinhamento e obteve: 7 
Beatrice obteve 1 sucesso!

Espiral rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Continuar Engalfinhando e obteve: 1 2 5 5 1 10 7 
Que pena, Espiral não obteve sucesso!

Superando todas as expectativas, ela conseguiu soltar-se, afastando-se dele!

****

Enquanto isso, Volg e os Roedores de Ossos tentavam seguir na pista.

Rolagem:
Volg rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Rastrear e obteve: 7 6 10 7 6 
Volg obteve 1 sucesso!

Roedores de Ossos rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Rastrear e obteve: 4 4 9 9 8 9 10 10 6 6 
Roedores de Ossos obteve 8 sucessos!

Conseguiram!

Volg está a 25 minutos.
Roedores de ossos a 15.


***
Iniciativa próximo post:
Beatrice: 3 + 8 = 11
Dançarino: 4 + 5 = 9
Shaíra: 9 + 8 = 17
Iniciativa próximo post: Shaíra, Beatrice, Dançarino

Shaíra sentiu que, naquele momento, ela e Beatrice eram mais ágeis que o monstro. Também sabia que os Roedores estavam a 15 minutos de chegar e Volg vinha logo atrás, a uns 25 minutos.

Klauss e Yuri:
Amanhecia sobre Vaki tomada.

Yuri vagava em hispo, ainda próximo ao palácio, buscando algum garou para ajudar ou bastardo a que dar fim. Estava só pois recusara-se a acompanhar Boiak e a tropa em uma ação que incluiria saques.

Naquele momento Yuri começava a entender quão raros eram os heróis absolutos, mesmo entre os escolhidos de Gaia. A mesma impiedade que fazia de Boiak um líder duríssimo, que impelia sua tropa às ações mais perigosas sem permitir retrocessos, também tornava-o indiferente aos garous feridos ou que precisassem de ajuda.  A lei de Boiak era a do predador: só os fortes sobrevivem e a eles é devido o botim.

Então Yuri viu que acenavam para ele. Era Oleg, o capitão recém incorporado, cujos atritos com os espirais negras motivaram a campanha.

- Venha, junte-se a nós. – disse Oleg ao aproximar-se – Vamos até o outro extremo da cidade ver como estão as coisas por lá.

Fosse porque Oleg era de posto mais alto; porque ali já havia bastantes garous atuando; porque achou que era o correto a fazer ou qualquer outro motivo, Yuri decidiu acompanhá-los.

Um dos garous do grupo de Oleg, Klauss, sugerira que fossem próximo à paliçada, onde antes ouviram um bebê chorar e uma mulher gritar por socorro. Os ahrouns tinham deixado à tarefa a outros garous, entre os quais uns roedores de ossos pouco confiáveis, e agora ele queria verificar como estava a situação.

Atravessando a cidade, viram que os arqueiros senhores das sombras e os garras vermelhas não haviam brincado em serviço. O fogo ainda consumia boa parte da cidade, embora controlado, e mal se podia caminhar tantos eram os mortos deixados pelos lupinos.

Homens de todas as idades, mulheres mesmo grávidas, crianças, bebês. Qualquer um que mostrasse sinais de mácula da Wyrm, que fosse fraco, deformado ou doente havia perdido a vida. A lei dos garras vermelhas também era implacável: só os mais aptos mereciam viver.

Ao chegar próximo à paliçada, viram um grupo formado pela fúrias negras Vikentia e Leyda e uma dúzia de parentes assustados e chorosos. O philodox Lorcan e único wendigo do grupo voltavam de detrás de um prédio com as garras ensanguentadas. O primeiro circunspecto, o segundo com uma expressão de prazer que beirava a indecência. Estava claro que haviam separado os parentes dos dançarinos dos reféns incorruptos e dado cabo deles.

No fim das contas sim havia reféns, ainda que poucos.

Ficaram sabendo que os roedores de ossos tinham resgatado uma jovem empalada de belos cabelos cinza-prata e a levaram ao hospital de campanha. O que acontecera depois se desconhecia.

Do edifício onde estivera o bebê chorando, só sobraram destroços e já não havia o que se fazer por ele.

- Talvez fosse um filhote de dançarino da espiral negra e isso poupou uma dura decisão ao que o resgatasse. – arriscou-se Braços de Ferro mas isso não melhorou o mal-estar geral.

Não tiveram muito tempo para lamentar-se, porém, pois pronto se ouviu estalidos.

- Tiros!! – gritaram os que se preparavam para investigar a casa onde a mulher estivera gritando.

- Rapido! – disse Oleg – Aqui ainda há o que ser feito!!

A tropa de Oleg passou toda a crinos e entrou na casa.

Ao fim de um corredor, encontraram um tiroteio envolvendo Virgínia e Alain.


(ver post de ambos, a seguir)

Alain e Virgínia:
Em uma sala do edifício, Alain e Virgínia enfrentavam um grupo formado por um dançarino da espiral negra em crinos, nove parentes armados com revólveres contendo balas de prata e um cultista das tradições de tortura das estepes asiáticas que, com uma faca, havia esfolado uma garota viva.
Esta era a mulher que gritava, agora inteiramente sem pele: Nádia, a rebelde cliath dos presas da prata, agora prostrada sobre uma poça de sangue, incapaz de assumir qualquer forma que não a hominídea e em choque devido à dor e à hemorragia.

cena:

Iniciativa:
Alain
Virgínia
Crinos, parente 1 e 8
3
5, 6, 9
7
2
cultista
4

Alain escreveu:"Virgínia, mate o homem que abriu a porta e use o corpo dele como escudo contra os tiros. Sem deixar o escudo, avance pela esquerda e comece a derrubar os parentes mais próximos. Assim que matar alguém que tem uma arma, pegue a arma e atire no cultista com a lâmina. Eu te dou cobertura e cuido do espiral negra. Vamos agir juntos!"


modificadores:
Qualidade estimuladora: +1 nas paradas de dados
Alain: 2 ações extras
Virgínia: 1 ação extra
Ambos em crinos
Penalidade por manusear armas em crinos: - 1

AÇÃO NORMAL


Alain escreveu:Triunfo-de-Gaia fez o primeiro movimento para chamar a atenção e permitir que Virgínia agisse: ele avançou impulsionado por sua Fúria e atacou o primeiro inimigo do lado direito, matando-o com uma mordida na garganta enquanto sua mão humana ia até a pistola dele.


Rolagem:
Alain rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Ataque com Presas e obteve: 1 3 3 5 6 6 2 2 6 1
Alain obteve 2 sucessos!


Virgínia escreveu:virou-se para o porteiro. Ia matar com uma mordida e pegar a arma para usar contra aquele escalpelador safado.


Rolagem:
Virgínia rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Ataque com Presas e obteve: 5 5 2 4 4 2 3 4
 Virgínia obteve 2 sucessos!

Rolagens npcs:
DEN rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 3 para Saltar e obteve: 7 9 3 6 7 7 6 
DEN obteve 7 sucessos!

Parente 1 rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Esquiva e obteve: 8 8 4 
Parente 1 obteve 2 sucessos!

Parente 8 rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 4 8 1 
Que pena, Parente 8 não obteve sucesso!

Parente 3 rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 9 2 9 
Parente 3 obteve 2 sucessos!

Parente 5 rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 8 6 8 
Parente 5 obteve 3 sucessos!

Parente 6 rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 1 2 8 
Que pena, Parente 6 não obteve sucesso!

Parente 9 rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Esquiva e obteve: 2 3 3 
Que pena, Parente 9 não obteve sucesso!

Parente 7 rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 10 1 1 
Parente 7 obteve -1 negativo!

Parente 2 rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 1 10 4 
Que pena, Parente 2 não obteve sucesso!

Parente 4 rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 3 4 3 
Que pena, Parente 6 não obteve sucesso!

Cultista rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 4 para Ataque com Arma e obteve: 9 4 6 
Cultista obteve 3 sucessos!

Cultista rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 8 2 9 5 
Cultista obteve 2 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Nádia rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Absorver Dano e obteve: 8 1 2 1 
Nádia obteve 1 sucesso! (Rolagens de Absorver Dano ignora-se os 1s)

rolagem danos Virgínia e parente mordido:
Dano Virgínia
Parente 3 rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 1 5 4 4 3 
Que pena, Parente 3 não obteve sucesso! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Dano Parente mordido
Virgínia rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 1 10 2 2 6 8 5 6 
Virgínia obteve 4 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)
Ferido gravemente -2

Virgínia mordeu o parente que abriu a porta (1). Ele ficou gravemente ferido mas ainda podia mover-se então ela não pôde agarrá-lo para usá-lo como cobertura e foi alvejada por um dos outros parentes (3). Os outros dois parentes que tentaram balear-lá (2 e 4 ) erraram os tiros, atingindo a parede.

A bala não lhe causou dano significativo e Virgínia pôde seguir lutando normalmente.

Por sua vez, Alain conseguiu morder o parente que estava mais proximo (9), que não conseguiu esquivar-se.

dano :
Alain rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 5 1 5 5 10 3 10 9 2 10
Alain obteve 4 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)
Ferido gravemente.

A mordida feriu gravemente o parente, embora não o tenha matado. Alain não pôde retê-lo para usá-lo de cobertura mas conseguiu tomar a arma de suas mãos durante o ataque, sentindo a dificuldade de manejá-la em crinos, porém.

Enquanto isso, os parentes do lado direito da sala tentaram alvejá-lo. Quatro deles erraram o tiro (8, 6, 9, 7), sendo que um deles (7), acertou seu companheiro (9) de raspão.

Contudo, um dos parentes (5) conseguiu acertar o tiro em Alain.

dano:
Dano
Parente 5 rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 4 7 8 3 9 1 
Parente 5 obteve 3 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Alain estava ferido (-1).

Enquanto isso ocorria, o cultista passou a faca no pescoço de Nádia. O sangue jorrou de sua garganta, anulando a pequena melhora que ele começava a experimentar. Embora ainda conseguisse se manter de joelhos, Nádia não pôde sair do estado de choque.

AÇÃO EXTRA

(Alain 2 pontos de fúria, um para ação extra, outro para tiros múltiplos)


Alain queria esvaziar o pente contra o Dançarino da Espiral Negra que, a essa altura, havia saltado para perto de Virgínia, mas notou que o que tinha nas mãos era apenas um revólver de pequeno calibre.

Disparou três vezes seguidas, então. O dançarino. surpreendido pela velocidade da ação furiosa, não pôde esquivar-se.

rolagens:
Alain rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 3 2 10 3 7 
Alain obteve 2 sucessos!

Alain rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 6 7 8 3 5 
Alain obteve 3 sucessos!

Alain rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 1 9 6 2 1 
Que pena, Alain não obteve sucesso!

Dano
Alain rolou 11 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 8 4 9 6 2 7 7 10 3 2 1 
Alain obteve 6 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Alain conseguiu danificar profundamente o dançarino (aleijado -5) mas não matá-lo.

(Virgínia 1 ponto de fúria para ação extra)

Virgínia por sua vez, usou a raiva de ver o cultista atacando novamente a indefesa Nádia para tentar acertá-lo com um tiro. Assim como Alain, ela não sabia atirar e sentia dificuldade em apertar o gatilho com sua grande mão de crinos. Mas não deixou de tentar.

Rolagem:
Virgínia rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 10 3 4 1 7 
Virgínia obteve 1 sucesso!

Dano
Virgínia rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 4 10 8 3 
Virgínia obteve 2 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)
Machucado -1

Não foi o mais belo dos disparos mas serviu para machucar o maldito cultista!

Foi então que Klauss, Yuri e a tropa de Oleg chegaram.


Última edição por Lua em Qua 28 Set 2016 - 22:16, editado 1 vez(es) (Razão : Correção na rolagem de dano causado por Alain)


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


ação pensamento fala   /   narração diálogo

Esta é uma obra de ficção. A menos que você seja um lobisomem, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Klauss Krugger em Qui 29 Set 2016 - 7:43

- Venha, junte-se a nós. – disse Oleg ao aproximar-se – Vamos até o outro extremo da cidade ver como estão as coisas por lá.

*Klauss acena positivamente com a cabeça para o recém chegado.*

- Talvez fosse um filhote de dançarino da espiral negra e isso poupou uma dura decisão ao que o resgatasse. – arriscou-se Braços de Ferro mas isso não melhorou o mal-estar geral.

*Olho para Braço de Ferro.*

-- Eu preferiria ter que tomar a decisão do que ficar no talvez, pois assim talvez um parente inocente tenha morrido ou  talvez você esteja com  a razão e talvez um filhote de espiral negra tenha morrido... mas nunca vamos saber.

- Tiros!! – gritaram os que se preparavam para investigar a casa onde a mulher estivera gritando.

- Rapido! – disse Oleg – Aqui ainda há o que ser feito!!

*Klauss assume sua forma guerreira e corre para a casa onde acontece o tiroteio e durante o caminho ativa o dom Armadura de Luna, entrando no casa assume a dianteira no corredor e ao chegar a sala e ver a formação que os homens armados e o Espiral estava elaborou uma estratégia rápida e agiu.*

-- Aurora deixe os bastardos para nós Salve a mulher...

*Aproveitando de sua forma guerreira Justiça de Prata  corre fazendo um semi-ciruclo atropelando os parentes 2,3 e 4 (levando em conta que Aurora está segurando o 1, caso contrario atropela ele também), atacando o Espiral Negra com a klaive e  pegando o cultista pelas costas segurando sua cabeça enquanto passa a klaive no pescoço.*

Ação
Ação normal atropelar os parentes (manobra trombada)
2 em fúria  para atacar o Espiral Negra  2 vezes
1 em fúria para atacar o cultista


Última edição por Klauss Krugger em Qui 29 Set 2016 - 7:44, editado 1 vez(es) (Razão : edição de cores)


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

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