ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Zayrus em Sab 10 Set 2016 - 13:24

Eu já ouvi em algum lugar, ainda que não saiba dizer exatamente onde, que a dor é uma língua universal. Seja homem, lobo, Garou ou qualquer outra criatura viva, qualquer um se expressa claramente sob o efeito dela, e a mesma é inconfundível. Os urros ecoavam com clareza pelo cenário. Havia começado. Definitivamente, a hora da carnificina chegara, não havia volta.

A ordem de ataque mal havia sido declarada e a tropa a qual eu integrava se empreendeu em batalha. Eu, ja há algum tempo em minha forma Crinos, estava orgulhoso disso. A vanguarda sempre foi meu lugar por destino, e rapidamente avançava em direção de Vaki, enquanto a sinfonia macabra do combate se erguia ao meu redor. Um couro progressivo, contínuo. Novas vozes assumiam os lamentos dos já abatidos, mas os gritos estavam lá. A dor se fazia ouvir. E como ser apático a isso, vendo vítimas tão precoces daquele embate? Como não se comover com a visão dos corpos dos irmãos de armas que eu jamais teria a oportunidade de lembrar dos rostos? Um passo a mais, um outro ataque, um urro de fúria. A investida continuava. Não era hora de lamentar por nossos mortos. Era hora de vingá-los.

Nossa frente de combate, a despeito das perdas, consegue abrir uma brecha para que pudéssemos penetrar a cidade. Me dirigia rapidamente para a mesma, mas tenho meu caminho interrompido por um dos Leshiis que enfrentávamos. Impulsionado pelo furor da batalha e pela fúria da Lua, me lancei ao embate com o mesmo impetuosamente. Tentaria atacá-lo com uma sequência de quatro golpes com minhas garras
[Ação Padrão + 3 Pontos de Fúria] e, caso tivesse sucesso em a batê-lo, seguiria a diante o mas rápido que pudesse, ficar para trás estava longe dos meus planos.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  miltonviziak em Sab 10 Set 2016 - 18:42


Volg viu aquelas duas correrem, ficou um pouco bravo por serem covardes e largarem ele sozinho.Rapidamente parou de pensar nisso e se atentou ao corpo multilado na frente dele.Estava apavorado tambem, nunca tinha visto um corpo naquele estado, mas tentou se recompor o mais rapido possivel ja que estava sozinho agora.
Pensou no que poderia fazer, aquilo era muito pior do que um supercílio aberto ou a cara inchada de tanto apanhar.Logo começou a agir.


Usou seus poucos conhecimentos em medicina, colocou as tripas para dentro e fechou com um curativo.Não conseguiu fazer nada com os braços, estavam simplesmente esmagados.Juntou a mandibula e prendeu com um curativo pra ver se conseguia regenerar mais rapido.

Depois de fazer tudo que sabia Volg esperou alguem voltar.Até pensou em ir atras de alguem, mas não via aquelas duas que tinham corrido de medo e nenhum dos que estavam no resgate.Entou pegou o binoculo e continuou olhando a batalha.


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Natalie em Dom 11 Set 2016 - 1:07

Virgínia ficou sabendo que seria resgatista e se preparou para ser rapida.

Mas aquele caos no campo de batalha era inesperado. Os grandes guerreiros não eram tão grandes assim, ou haviam subestimado a resistência.

Aurora da Esperança não ia deixar alguém precisando de ajuda desamparado. A galliard homidea pensava demais, e Virgínia teve que comandar a aćão rápida.

- Vem atrás de mim e me dá cobertura!

Dawn Hope avançou correndo nas quatro patas da forma crinos, tentando se desviar de algum ataque frenético(1 FV pra sucesso automático em desviar se for atacada). Chegando no garou caído, ela ia jogar ele nas costas e se mandar dali bem rápido.

Fora do campo de batalha, ela ia usar o Toque da Mãe uma vez nele enquanto o levava pro hospital, só pra garantir que ele não ia morrer no caminho.


*Ações*
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Cetza em Dom 11 Set 2016 - 6:46

Shaíra viu três crinos correndo, um cinza e um branco-prateado e identificou Ahmed, negro e longilíneo em sua forma racial. Atravessaram por entre as chamas mais baixas e posicionaram-se a alguns metros da base da paliçada, em pontos equidistantes. Aí ativaram seus dons. Com um gesto elegante, Ahmed fez brotar chamas em seu trecho de paliçada. Shaíra viu que ele olhava em sua direção uns segundos. Viu seus gestos de satisfação, como um mágico após um truque exitoso.

A jovem estava nervosa por estar em combate, porém a visão de Ahmed em sua forma natural lhe trazia admiração e lhe deixava mais tranquila. A jovem acenava para o impuro sorrindo como um boba enquanto observava o garou usar seus dons de forma magistral, quando chegara a hora de agirem. Shaíra retesava o seu arco com toda a força, tentando se lembrar das lições de Agai, mas.... a jovem estava distraída demais com a performance de Ahmed e calculava mal o vento vindo a acertar o braço de Oleg, Shaíra ficava pálida enquanto podia notar Agai rindo seja dela ou da situação...

Shaíra deteve-se um instante. Agora ttinha que decidir como chegar ao hospital de campanha: correndo pelo caminho longo e pedregoso entre as montanhas ou tomando um atalho mais cômodo e rápido pela umbra, ainda que com o risco de encontrar um fantasma se algo desse errado. *

" Andar na Umbra pode ser uma boa... mas da última vez não deu muito certo..."

A jovem colocava o arco guardado em suas costas e fazia alguns poucos alongamentos, preparando-se para uma pequena maratona.

Bem Sirius, espero que esteja comigo hoje...por que VOU correr.


----------------------------------------
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Pensamento/Off
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Klauss Krugger em Seg 12 Set 2016 - 7:14

Preparação para a batalha

Klauss tinha o rosto pintado com criptogramas de guerra e esperava junto a garous que começava a conhecer: Obaim Urso Gordo, que fazia jus ao nome garou, embora sua “gordura” na verdade fosse pura massa muscular; Dalebor, um grandalhão sério e confiável; Pakomi Braços de Ferro, que, apesar de galliard, ainda não se manifestara muito; Lenhador Maksin, um ahroun com um estilo equilibrado semelhante ao de Klauss e que, pela semelhança, deveria ser pai ou parente de um dos cliaths com quem ele conversara e, finalmente, Fiodor, o noivo de Britany, o qual, apesar da enorme diferença de idade, certamente atenderia a todas as expectativas da jovem, pois era um presa de prata modelo.

*Assumo minha forma guerreira, os pictogramas aparecem em meus braços e peitoral clamo pela benção de luna (ativo o dom armadura de luna (gasto de 1 pt gnose vigor em crinos 8 + sobrevivencia 5) empunho Presa de Fenris e espero.*

Batalha

- Caiu a frente da paliçada!!! Estão invadindo Vaki pelo outro lado!!!

*Me junto aos demais na corrida contra a paliçada.*

- São Lechii! – gritou Fiodor para seu grupo – Cuidado, são poderosos! Ataquem!

Já para Klauss, as coisas foram um pouco diferentes. A tropa de Fiodor também havia vencido mas fora uma luta ainda mais difícil, na qual quatro guerreiros tombaram. Antes de cair, Maksin havia conseguido abrir um vão na paliçada com seu machado mas quando Klauss e Fiodor ainda tentavam proteger seus companheiros agonizantes, dois Lechii os atacaram.

Fiodor posicinou-se diante de um dos Leshii, o outro era de Klauss.


*Me posiciono entre os Leshi e os garou caidos tentando dar tempo aos socorristas de chegar a eles ainda em tempo, tensiono a klaive nas mãos e avanço contra o Leshi, me aproximo mais e espero o espirito investir contra mim e então ataco (gasto de 2 em fúria mais ação normal, caso o vença avanço contra o Leshi que ataca Fiodor.) ainda grito aos socorristas*

--AQUI ... GAROUS FERIDOS PEGUEM-OS ENQUANTO AINDA HÁ TEMPO!!!



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"Leões e Tigres são fortes... mas lobos não trabalham em circo."

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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Alexyus em Seg 12 Set 2016 - 9:05

Alain esperava junto aos ragabashs. Já conhecia Leyda e Lorcan e um pouco de Ieraks. Hirson parecia ok, estava em silêncio, muito concentrado, a não ser pelo chiclete que mastigava nervosamente. Já os roedores de ossos poderiam ser um motivo para preocupar-se. Estavam excessivamente animados, até mesmo alegres, antecipando o festim. Se houvesse algum refém que salvar, provavelmente a tarefa incluiria protegê-lo da sanha da ralé dos garous.

Alaín não podia dizer que estava muito confiante com os roedores de osos, e pegou-se perguntando que tipo de garou mascava chiclete. Mas manteve um silêncio concentrado enquanto aguardava o sinal para começar a agir.

Alain, ragabashs, roedores de ossos e demais garous concentrados escutaram o uivo mental de Oleg, ordenando sua vez de atuarem. Para a missão ter êxito, necessitariam passar pelo combate sangrento travado diante de seus olhos, evitar os quatro presas de prata em frenesi e atravessar a paliçada para invadir a cidade.

Alaín estudou o campo de batalha rapidamente, tentando ajustar a estratégia às novas condições.

"Merda da Wyrm! Esses presas de prata que não controlam sua Fúria, além de mau exemplo, podem nos custar uma vantagem importante! Não basta apenas desviar deles, tenho que garantir que os roedores de ossos também passem! E se ficar muito tempo pra trás pra contê-los, perderemos muito do fator surpresa... Tenho que driblar a oposição e investir logo pro objetivo real do ataque!"

Tampouco teve êxito. Na sua frente saltou Obaim Urso Gordo. O philodox teria que, de algum modo, vencer ou neutralizar o outro presa de prata se quisesse continuar lutando e participar da tomada de Vaki.

Triunfo-de-Gaia gostaria de ter tido mais tempo para elaborar sua estratégia, mas aquele maldito gordo saltou bem à frente dele, precipitando a implementação dos planos do phillodox. Uma das principais qualidades de Alaín era seu raciocínio rápido e a rapidez para bolar estratégias, e ele esperava que Gaia estivesse com ele naquele momento.

[uso de 1 ponto de Gnose para percorrer atalhos instantaneamente]

Alaín esquivou-se do ataque de Obaim indo para a Umbra.

"Os leichi ficarão surpresos de perceber um garou vindo pra cá enquanto eles estão se materializando pro combate. Tenho que aproveitar esses momentos de surpresa!"

Alaín avançou pela penumbra até os portões da vila, pouco à frente de onde ele se lembrava que os garous em frenesi estavam posicionados.

Em seguida, percorreu novamente atalhos para votar à Telluriam. [1 ponto de Gnose para atalho instantaneo]

Postado agora na vanguarda da força de ataque, Triunfo-de-Gaia fez seu lance mais audacioso.

"O frenesi deixa os garous vendo tudo vermelho, mas seus outros sentidos não são afetados. Eles ainda ouvem perfeitamente, e é bom abrirem as orelhas agora!"

Alaín invocou o dom do Domínio Eminente e levantou a voz, num brado retumbante para encobrir todos os sons da batalha:

- Garous! A batalha é por aqui! Avancem!

Domínio Eminente:
Como um líder, os Presas de Prata precisam causar uma primeira impressão forte e mercante. O lobisomem que usa esse Dom paralisa outros ao entrar em um ambiente. Este dom é ensinado por um espírito-falcão, lobo ou leão.

Sistema: O Jogador testa Aparência + Intimidação (dificuldade 7). O número de sucessos indica a atenção que o Garou chamou e quanto ele impressionou. Um ou Dois sucessos indicam que o lobisomem foi notado e foi considerado alguém importante ou forte; Três ou mais indicam que o alvo foi seriamente impressionado pela presença do Garou. A critério do narrador o dom não funciona apenas na área narrativa, mas também dá vantagem em testes sociais.

ALAÍN VAI USAR 1 PONTO DE FORÇA DE VONTADE PARA GARANTIR PELO MENOS 1 SUCESSO

Sem perder tempo, Alaín ia correr para invadir a cidade. Sua esperança era que a atenção que o dom despertava fizesse os garous em frenesi considera-lo a maior ameaça e portanto o perseguissem, deixando que os roedores de ossos e demais garous também pudessem seguir para entro da cidade.

Na hipótese de algum garou frenético alcançá-lo, Triunfo planejava saltar de novo para a umbra e deixar que o frenético massacrasse os habitantes corrompidos ao redor.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Lua em Seg 12 Set 2016 - 12:22

Se há algo que denota que um garou nunca esteve na guerra é crer que ela é tão heróica quanto descrevem as lendas.

Na verdade, em meio ao turbilhão de guerreiros que varrem a terra como um vendaval, os sonhos e boas intenções são os primeiros a voar e chocar-se com a realidade brutal.

A guerra é luta árdua e sobrevivência; as táticas mudam ao sabor do cenário real, que só se apresenta completo no último instante; os momentos gloriosos vêm misturados ao combate vulgar como pepitas entre as pedras no fundo de uma bateia.

[spoiler="Shaíra"]Assim foi que Shaíra preocupou-se com a flecha perdida sem dar-se conta de que havia acertado todos os outros disparos em sua primeira atuação com o arco e flecha.

Sem tempo para filosofia, porém, ela partiu para ação seguinte: chegar ao hospital de campanha. Optou pelo duro caminho das montanhas e, arco nas costas, pôs-se a correr com a graça sobrenatural de uma Diana.

Rolagem:
Shaíra rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Manobra Especial e obteve: 9 2 2 5 9 5 9 
Shaíra obteve 3 sucessos!

Talvez a forma bípede não fosse a melhor para uma corrida de longa distância mas Shaíra fazia o percurso tão bem quanto uma maratonista.


Enquanto isso, sozinho no hospital de campanha, um filhote recém transformado usava o pouco que sabia para cuidar de um ferido às portas da morte até os adultos chegarem.

Volg:
Rolagem:
Volg rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 2 5 1 8 
Que pena, Volg não obteve sucesso!

Volg não pôde fazer nada pelo guerreiro mas ao menos ficou velando por ele. Com o binóculo, observou o campo de batalhas.


Em frente à porção posterior da paliçada de Vaki, transformada em campo de batalha, Virgínia corria sob a forma crinos, tentando desviar-se dos combatentes em ação e do frenético Maksin para salvar um guerreiro caído. Outra garou em crinos dava-lhe cobertura.

Virgínia:
Rolagem:
Virgínia rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Manobra Especial e obteve: 1 1 8 7 7 3 4 
Virgínia obteve -1 negativo!
+ 1 sucesso automático
Total de sucessos: 0

Virgínia usou sua força de vontade mas não foi suficiente para alcançar o ferido pois Maksin se interpôs no caminho, brandindo o machado. Enquanto isso, a galliard também fez uma tentativa e teve mais sorte, conseguindo ir até o garou caído, colocá-los nos ombros e começar a correr para longe, ainda que não muito rápido.

Volg apontou o binóculo para outra direção e viu que, próximo à paliçada, o monstro de pele lenhosa que eles chamavam de Leshi ia na direção de um crinos imponente de pelo branco.

Yuri:
Yuri viu que o Leshi investia em sua direção e, em resposta, atacou-o.

Ação normal - rolagem:
Yuri rolou 9 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 3 4 2 4 8 6 3 6 10 
Yuri obteve 4 sucessos!
Especialização: Yuri rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 4

Leshi rolou 20 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Esquivar e obteve: 1 6 4 2 2 3 1 9 6 10 
5 7 7 8 6 6 10 3 7 3 Leshi obteve 9 sucessos!

O Lechi era ágil e consegui esquivar-se mas, impulsionado pela fúria que queimava dentro de si, Yuri voltou ao ataque imediatamente.

Ação extra 1 - rolagem:
Yuri rolou 9 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 2 8 10 4 3 10 7 6 3 
Yuri obteve 5 sucessos!
Especialização: Yuri rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 1 5

Dano: Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Dano e obteve: 3 4 7 5 1 5 3 2 2 8 8 9 4 1 
Yuri obteve 3 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Leshi regenera 3 níveis de vitalidade.

Yuri conseguiu ferir o Leshi, abrindo-lhe grandes rasgos no peito. A sensação era estranha, como se suas garras estivessem escavando madeira macia. O espírito, porém, foi capaz de regenerar aquela ferida.

Ainda movido pela fúria, Yuri voltou ao ataque.

Ação extra 2 - rolagem:
Yuri rolou 9 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 6 4 10 3 10 8 3 3 1 
Yuri obteve 3 sucessos!
Especialização: Yuri rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 6 8 
Yuri obteve 2 sucessos!
Total de sucessos: 5

Dano:
Yuri rolou 14 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Dano e obteve: 5 10 10 3 1 6 3 10 5 3 3 3 9 5 
Yuri obteve 4 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Com a destreza de um felino, Yuri lacerou novamente a carne amadeirada do espírito . O Lechi não era capaz de regenerar-se mais e um líquido que lembrava uma  mistura de sangue viscoso e resina de árvore, jorrou em profusão, O Leshi estava gravemente ferido.

Yuri não podia contentar-se com isso, porém, e empreendeu um derradeiro ataque.

Ação extra 3 - rolagem:
Yuri rolou 9 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Garras e obteve: 8 7 5 9 8 7 6 3 3 
Yuri obteve 6 sucessos!

Yuri rolou 15 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Dano e obteve: 5 10 2 7 3 5 1 2 8 7 3 6 7 10 3 
Yuri obteve 3 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Leshi incapacitado.

Em poucos segundos o Lechii ficou transparente e esvaiu-se para a umbra, em agonia.

O momento de glória chegara para Yuri, tão palpável quanto um pequeno diamante entre suas garras ensanguentadas. No entanto não havia tempo a perder. À sua frente estava a abertura na paliçada e ele correu para atravessá-la.

Vencera a luta, não ficara pelo caminho. Ia conhecer os horrores de Vaki e, dentro dos limites de suas muralhas, travar um novo combate.


Não muito longe dali, Klauss enfrentava outro dos Leshii.

Klauss:
Rolagem - dom:
Klauss rolou 13 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ativar Dom e obteve: 8 3 3 3 3 3 2 9 4 3 1 5 2 
Klauss obteve 1 sucesso!
Klauss tem 1 dado mais para absorver dano.

Diante da aproximação do espírito, Klauss tensionara a klaive nas mãos, esperando que o Leshi investisse sobre ele para atacá-lo.

O Leshi avançou em Klauss, tentando desarmá-lo.

Rolagem:
Leshi rolou 19 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Manobra Especial e obteve: 9 7 2 9 9 7 6 2 8 6 9 4 9 3 2 5 9 2 10 
Leshi obteve 8 sucessos!

Força Klauss em crinos: 9

O Leshi não conseguiu desarmá-lo.

Leshi rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Dano e obteve: 8 1 1 9 5 3 1 9 
Leshi obteve 3 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Klauss rolou 9 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Absorver Dano e obteve: 10 7 5 10 6 1 1 7 4 
Klauss obteve 5 sucessos! (Rolagens de Absorver Dano ignora-se os 1s)

Klauss absorveu o dano

Klauss sentiu as mãos nodosas e frias do Leshi agarrando seus braços na tentativa de arrancar-lhe a klaive. As extremidades dos dedos do espírito tinham espinhos duros como os de uma paineira em vez de unhas e rasgavam sua carne como verdadeiras garras. Klauss sentiu uma dor lancinante mas não soltou seu fetiche e após vencer a resistência do Leshi conseguiu afastá-lo. Apesar da dor intensa, sentiu que seus tecidos regeneravam, absorvendo o dano causado.

Então Klauss atacou.

Ação normal - rolagem:
Klauss rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 5 4 4 9 4 9 1 1 10 4 
Klauss obteve 1 sucesso!
Esp: Klauss rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 10 
Klauss obteve 1 sucesso!
Total de sucessos: 2

Dano:
Klauss rolou 12 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Dano e obteve: 10 1 10 7 2 5 4 6 5 3 4 7 
Klauss obteve 2 sucessos! (Rolagens de Dano ignora-se os 1s)

Leshi regenera 2 níveis de danos agravados

Dano: Leshi se recupera

O golpe não foi certeiro mas conseguiu ferir o Leshi,  No entanto a carne fibrosa do espírito materializado rapidamente regenerou-se.

Antes que o espírito reagisse, a fúria de Klauss se abateu sobre ele novamente.

Ação extra 1 - rolagem:
Klauss rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 1 6 5 7 5 3 8 7 2 6 
 Klauss obteve 4 sucessos!

Leshi regenera 1 nível de dano agravado

Dano Leshi: ferido (-1)

Dessa vez o golpe acertou em cheio. O espírito conseguiu regenerar-se mas só parcialmente, já não tinha capacidade para mais. O Lechi rosnou de ódio; estava ferido.

Klauss não lhe deu chance de reagir, atacando-o uma vez mais.

Ação extra 2 - rolagem:
Klauss rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ataque com Arma e obteve: 2 7 5 9 6 3 7 7 4 9 
Klauss obteve 6 sucessos!

Não havia mais nada o que fazer. O Leshi "morreu" no mundo material, evanescendo-se até a umbra.

Enquanto os ahrouns combatiam, o cerebral Trinfo de Gaia pensava em uma estratégia para que ele e os outros garous conseguissem atravessar a muralha e entrar em Vaki. Até que Obaim Urso Gordo, dominado pela fúria usada para salvar-se da morte, se plantou frente a ele.

Alain:
Alain pensou rápido em um plano: ir para a umbra para esquivar-se do ataque.

Rolagem:
Alain rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 7 4 5 3  
Alain obteve 1 sucesso!

Mesmo não sendo dos garous mais afinados com o mundo espiritual, Alain conseguiu transpor a película da estepe e livrar-se do garou em frenesi.

A umbra estava desolada. Os leshii haviam se materializado em massa e foram, em sua maioria, liquidados pelas tropas de garous. Os que restavam batiam-se com Yuri, Fiodor e Klauss.

Tampouco havia portões, só o forte reflexo umbral da muralha. Alain foi até um local de onde calculava que os presas de pratas acometidos pelo frenesi o ouviriam e tentou emergir na telluriam:

Rolagem:
Alain rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 3 1 4 6
Que pena, Alain não obteve sucesso!

Desta vez sentiu a película como uma densa e suave parede, impedindo seu retorno ao mundo material. Alain teria que usar sua inteligência novamente para unir-se ao exército que invadia a cidade.

Enquanto Alain estava na umbra, os combates se concluíam no mundo material.

Lorcan conseguiu controlar Pakomi usando o dom Imposição Mental e Fiodor vencera o último leshi. Com a tranquilização do ambiente e a passagem do tempo, os presas de prata foram saindo do frenesi. Maksin baixou seu machado diante de Virgínia, confuso e horrorizado pelo que quase fizera; Obaim contemplava, aturdido, o local onde Alain cruzara a película; Pakomi recebeu um afago nos ombros de Lorcan; Dalebor amargou o olhar de pena dos roedores de ossos. Seus feitos na batalha haviam sido turvados pela fúria que lhes salvara a vida. A morte teria sido mais doce; seu heroísmo inglório era seguir lutando por Gaia.

Assim é a guerra vista de perto: imperfeita, brutal, injusta. Quem recolheu o ouro da glória, podia valorizá-lo.


***

YURI E KLAUSS

Yuri e Klauss atravessaram as fendas na paliçada e emergiram em Vaki.

A primeira coisa que sentiram foi o esperado e asqueroso miasma da Wyrm, como o hálito podre de um dragão. Toda uma cidade corrompida se descortinava diante deles.

Vaki não era outro campo de batalhas. Ao contrário, tudo estava silencioso. Ao longe as chamas e a fumaça negra indicavam que mais do que a paliçada frontal estava sendo queimado. Os presas de prata de Oleg estavam cumprindo a promessa de varrer a cidade com chamas.

Próximo a eles, tudo estava silencioso mas seus instintos indicavam que não desabitado. A população escondia-se deles. Era uma sensação estranha, eles eram os temidos invasores. Vaki era e não era um lar de demônios: na aparência, era como outras cidades cazaques, ainda que de edifícios um tanto antiquados mas eles sabiam que seus moradores não eram comuns. Ao menos não todos.

Ao longe puderam ver prédios antigos e imponentes, bem no centro da cidade amuralhada: certamente era onde ficavam as sedes de poder e os palácios. Será que os líderes ainda estariam por lá?

De repente, de um outro edifício os gritos lancinantes de um bebê estalaram. Ali havia gente escondida. Reféns assustados? Ou parentes corrompidos aos quais não se deveria ajudar. O choro do bebê não cessava, seguia inconsolável. Seria possível que no desespero o houvessem perdido ou abandonado?

De outro prédio, novos gritos e confusão, agora correria, coisa caindo e lamentos de mulher. Alguém a ajudar ou uma armadilha?

Dos outros garous nem sinal, haviam espalhado-se tão pronto entraram, segunido apenas as ordens de seu capitão, no caso das tropas formadas, ou ao sabor do acaso, como roedores de ossos e ragabashs. Não, isso não era verdade, apurando um pouco a vista, divisaram os roedores de ossos liderados por Turiak e Tumanko. Faziam uma rodinha próximo a um trecho da paliçada. Não estavam assustados, pareciam mais curiosos e de certo modo… alegres. Soaram gargalhadas. O que estaria ocorrendo?

Não havia mais planos ou ordens, agora a luta era garou a garou - ao menos até um novo chamado de Oleg. Eles eram lobos solitários em uma cidade invadida.

Aonde iriam Klauss e Yuri?


Off: escolham um dos locais descritos.


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


ação pensamento fala   /   narração diálogo

Esta é uma obra de ficção. A menos que você seja um lobisomem, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Alexyus em Ter 13 Set 2016 - 14:56

Alaín era ótimo para planejar, mas executar suas ideias exigia habilidades e precisão. Exigia perfeição.

Mas quando pulou para a penumbra e procurou voltar ao ponto exato para influenciar o combate, ele sentiu a resistência da película barrando seu caminho, como uma cortina elástica jogando-o de volta ao seu ponto de origem quando tentava avançar.

Ele arranhou o ar, investindo com saltos contra o nada, tentando romper a barreira mística que separa os mundos.

"Maldição! Anda logo, meus aliados precisam de ajuda! Os defensores de Gaia podem estar morrendo nesse exato momento! Abra caminho! Me deixe passar!!!"

Mas afinal ficou claro para ele que tinha falhado naquela tentativa. Seu corpo tremia de raiva, sua mente fervilhava confrontando o fracasso. ele nunca se acostumaria com o insucessos, seu perfeccionismo o obrigava a buscar sempre a vitória.

Teve que fazer um grande esforço para se controlar e recomeçar a pensar.

"Tenho que refazer minha estratégia. A posição que eu estava pode não servir mais. Antes de tentar atravessar essa porcaria de película, é melhor eu espiar pela cortina pra ver como estão as coisas do lado de lá."

Triunfo se assegurou dos arredores serem seguros e espionou o mundo físico. Não havia mais combate, e os garous que estavam em frenesi pareciam ter se recuperado. Então a luta nos portões tinha acabado, e sua estratégia agora era inútil.

"Mas ainda poso tentar tirar proveito da minha posição atual."

Alaín não se lembrava de quem estava cuidando da parte espiritual do ataque, mas decidiu acompanhar o avanço do seu batalhão espionando pela película, para na hora certa, quando houvesse mais inimigos, ele pudesse cair sobre eles de surpresa com um ataque fulminante, de preferencia sobre os líderes.

"E é bom colaborar dessa vez, sua película de merda! Não posso me atrasar de novo!"
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Lua em Ter 13 Set 2016 - 15:49

Alain espiou em direção à matéria e viu que a luta em frente à paliçada havia acabado. Do lado de dentro dela, viu basicamente a mesma cena que Yuri e Klauss. Nem sinal de um batalhão formado. Até nova ordem mental de Oleg - se é que viria - estavam dispersos.

Voltando-se à umbra, Alain viu a paliçada pelo lado de dentro, forte quase como uma coisa viva. Alguns fantasmas ainda rondavam as estacas onde foram empalados. Na direção do centro da cidade havia alguns edifícios antigos, estranhamente belos, como palácios do mal. Tudo era escuro, as extremidades dos edifícios e as estacas e madeiras da paliçada eram sumamente afiadas e uma sensação ameaçadora surgia em cada direção que ele olhava.

Na direção da estepe não havia nada. A paisagem vazia e monótona das grandes planícies aparecia na umbra como um grande descampado sem nada. A sensação de nulidade era perturbadora, até que, muito ao longe, Alain divisou o que parecia ser uma tropa de escuros cavaleiros levantando poeira.


Off:
Alain pode escolher seguir pela umbra ou tentar regressar à telluriam para interferir no que está acontecendo na cidade ocupada. Para agilizar o jogo, se optar por voltar à matéria vou considerar que conseguiu, sem rolagem. Neste caso, Alain deverá escolher entre as mesmas cenas propostas para Klauss e Yuri.


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Zayrus em Ter 13 Set 2016 - 18:35

O inimigo era tenaz, impondo resistência à minha investida. Precisei usar de toda minha precisão naquela explosão de ataques para conseguir derrubá-lo, vendo o mesmo desvanecer em direção a Umbra após ser derrotado. Os ataques não haviam sido tão revigorantes quanto eu estava habituado, talvez pela densidade estranha do corpo que eu havia mutilado, mas agora nada disso importava. Eu tinha o caminho livre. E, ainda que tivesse noção da cena fúnebre a qual eu deixava, não hesitei em seguir em frente. Certamente haveriam Garous para cuidar das nossas baixas e perdas na retaguarda, meu sangue de Ahroun rugia por mais vítimas. E com esse ímpeto invadi a cidade.



O cenário, eu havia de admitir, estava à quem de minhas expectativas. Meus rosnados lentamente se aplacaram após alguns passos no interior de Vaki, e eu contemplei os arredores com um misto de surpresa e frustração. Os Garous pareciam haver se dispersado aleatoriamente, e aparentemente eu havia demorado demais para me livrar dos Leshiis, agora estava separado do pelotão o qual eu integrava. Alguns sons isolados me chamam a atenção, além de um conjunto de estruturas particularmente chamativas. Consigo identificar um grupo de Roedores de Ossos sorrindo, e me perguntava como aqueles desgraçados conseguiam assumir uma postura assim em meio a um cenário daquele. Olhei o caminho na minha frente, e concluí que, dentre as alternativas que eu possuía, a melhor era seguir atrás dos líderes de Vaki no centro da cidade. E foi pra lá que me destinei, passando a forma Hispo após um salto, e correndo em direção a meu destino final a plenos pulmões. Mais vítimas haviam sido deixadas para trás. Mas minha função, como guerreiro real de Gaia, era compensar suas perdas com rombos ainda maiores as fileiras da Wyrm. Eu havia nascido para isso. E era isso que eu faria.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Lua em Ter 13 Set 2016 - 23:14

Virgínia:
- Perdoe-me. - murmurou Maksin baixando o machado e tentando entender o que estava ocorrendo, após o frenesi.

Um garou não presencia muitas vezes na vida um presa de prata de posto alto envergonhado e pedindo desculpas mas isso estava acontecendo. Não durou muito, porém. Tão logo recuperou as faculdades mentais por completo, o ahroun entrou por uma das fendas da muralha, buscando combate.

Virgínia regressou ao hospital de campanha e viu que o ferido que ela tentara ajudar já estava se recuperando.

Não havia tempo a perder, assim que Vikentia reuniu o grupo de resgatistas e entraram em Vaki.

A primeira coisa que sentiram foi o esperado e asqueroso miasma da Wyrm, como o hálito podre de um dragão. Toda uma cidade corrompida se descortinava diante deles.

Vaki não era outro campo de batalhas. Ao contrário, tudo estava silencioso. Ao longe as chamas e a fumaça negra indicavam que mais do que a paliçada frontal estava sendo queimado. Os presas de prata de Oleg estavam cumprindo a promessa de varrer a cidade com chamas.

Próximo a eles, tudo estava silencioso mas seus instintos indicavam que não desabitado. A população escondia-se. Vaki era e não era um lar de demônios: na aparência, era como outras cidades cazaques, ainda que de edifícios um tanto antiquados mas eles sabiam que seus moradores não eram comuns. Ao menos não todos.

Ao longe puderam ver prédios antigos e imponentes, bem no centro da cidade amuralhada: certamente era onde ficavam as sedes de poder e os palácios. Será que os líderes ainda estariam por lá?

Em um edifício um bebê chorava desconsoladamente. Ali havia gente escondida. Reféns assustados? Ou parentes corrompidos aos quais não se deveria ajudar? O choro do bebê não cessava. Seria possível que no desespero o houvessem perdido ou abandonado?

Em outro prédio uma voz de mulher pedia socorro. Seria alguém precisando realmente de ajuda ou uma armadilha?

Dos outros garous nem sinal, haviam espalhado-se tão pronto entraram, segunido apenas as ordens de seu capitão, no caso das tropas formadas, ou ao sabor do acaso, para os demais. Os roedores de ossos liderados por Turiak e Tumanko podiam ser vistos em uma rodinha próxima a um trecho da paliçada. Não estavam assustados, pareciam mais curiosos e de certo modo… alegres. Soaram gargalhadas. O que estaria ocorrendo ali?

- Olhem! - disse Vikentia.

Na direção das chamas, podia ser visto um prédio queimando. No topo dele, pequenas silhuetas se agitavam desesperadamente.

- Vamos até lá. - disse ela ao wendigo e ao uktena, que os acompanhava - Se alguém mais quiser vir conosco está bem, os demais, no entanto, espalhem-se e vejam onde podem ser mais úteis. Nos reuniremos no hospital, com os que conseguirmos resgatar!

off:
Escolha entre um dos lugares descritos, incluindo o prédio incendiado.

Volg e Shaíra:
Volg nem percebeu quando aquele garou esquisitão que chamavam de theurge uktena chegou.

Spoiler:

Tudo o que viu foi que se aproximava dos homens feridos - o que Volg cuidara e o que fora trazido por uma garou jovem - e, um a um, pôs as mãos sobre os seus ferimentos e concentrou-se. Como num passe de mágica os corpos deles começaram a regenerar e aquelas feridas que pareciam impossíveis de serem curadas fecharam. Em pouco tempo os guerreiros haviam recuperado a consciência. Uns momentos mais e mudaram para a forma guerreira, rumando em direção à cidade que estava sendo invadida como se nada houvesse passado. Mais uma vez Volg via o quanto era extraordinária aquele espécie da qual fazia parte.

A loba que acompanhava o uktena explicou a Volg, rosnando no idioma dos lobisomens, que ele entendia desde a Primeira Mudança, que o uktena usara um dom.

- Um dom é mais ou menos como um poder mágico, ensinado por um espírito. O que ele usou se chama Toque da Mãe e você aprende com um espírito unicórnio. Não é difícil, mesmo um cliath pode aprender. Quando é necessário usá-lo, tudo o que se precisa fazer é colocar a mão sobre o ferimento e usar sua energia espiritual para curá-lo. Conforme o êxito que você tem, o ferido vai recuperando a sanidade. E, uma vez que está consciente, um garou pode tentar uma mudança de forma para continuar regenerando. Nós não nos regeneramos bem em nossa forma racial, aquela em que nascemos, mas nas outras se pode curar sozinho muitas coisas. Eu sou uma lupina, nasci como lobo. Você e os que estavam feridos são o que minha tribo, os garras vermelhas, chamam de "duas pernas", hominídeos, nasceram nessa forma de macaco sem pelos.

Era direta como todos os lobos mas não antipática.

Mais tarde chegaram Vikentia e Olaf, o wendigo. Infelizmente houve mais mortos do que feridos e eles estiveram enterrando o que sobrara dos caídos, não sem antes recolher alguns pertences para colocar sobre suas tumbas, quando fossem definitivas.

- Poucas vezes conseguimos enterrar os corpos completos de nosso caídos. - explicou Vikentia - Não costuma sobrar muito de um garou se conseguiram matá-lo. Assim que recolhemos o que se pode e levamos para um caern, um lugar sagrado que protegemos, e ali os depositamos em uma espécie de cemitério chamado Tumba dos Heróis Sagrados.

Vikentia ficou muito decepcionada com a fuga das duas cliaths, sobretudo porque eram meninas e as fúrias negras são feministas ferrenhas. A tribo delas não costuma passar a mão na cabeça de suas guerreiras mas não havia tempo para reprimendas ou castigos. Quando voltaram, Asel, a presa de prata e Beatrice, a fúria negra, retomaram seu posto de curadoras. Estavam sumamente envergonhadas, porém. Com o tempo, Volg veria que a honra é algo muito importante para um lobisomem.

A líder então reuniu os resgatistas e rumou para a cidade invadida. O uktena, a loba, Volg, Asel e Beatrice ficaram no hospital de campanha.

O silêncio pesava. Os uktenas não são muito comunicativos, sobretudo se são theurges de posto alto, que parecem viver mais em outro mundo do que neste. A lupina tampouco era. Asel e Beatrice amargavam seu vexame ensimesmadas. Era bem chato aquilo.

Então uma garota chegou correndo, esbaforida. Era Shaíra, a bonita garou muçulmana, que vinha do outro front.

Ofegante, Shaíra viu um cenário decepcionante. A batalha havia terminado, os mortos estavam enterrados e os feridos já se haviam curado. O hospital estava na santa paz de Gaia.

(livre para interação entre Volg e Shaíra, se quiserem)

***

Isso era tudo o que viam:

Spoiler:

De Vaki vinham os sons da batalha e o cheiro de queimado, dando a sensação para alguns de estarem no lugar errado. O uktena estava distante, quase às portas da cidade; a lupina vagava pelas proximidades; as duas meninas chegavam a dormitar sentadas, apoiadas uma na outra.

Rolagem:
Shaira rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 5 6 6 3 9 7
Shaira obteve 4 sucessos!

Volg rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 5 1 5 7 4 3
Que pena, Volg não obteve sucesso!

Volg não percebeu nada mas Shaíra escutou um ruído suspeito. Olhou ao redor e nada viu, somente a vegetação ondulando com o vento igual uma cabeleira.

Volg notou que Shaíra estava atenta a algo e se pôs em alerta também. Algo os estava rondando.

A paz de Gaia não costuma durar muito, era preciso agir.


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Klauss Krugger em Qua 14 Set 2016 - 9:39

*Atravesso a paliçada entrando em Vaki, vejo como perdi tempo com o espirito os demais já se foram... a sensação de estar no covil da wyrm percorre meu corpo, apuro meus instintos o cheiro de queimado invade minhas narinas, ao longe vejo o contorno dos palácios, provavelmente era onde a batalha estaria ocorrendo agora, apuro ainda mais meus sentidos, ouço um bebe chorando e em outra direção os lamentos de uma mulher próximo a paliçada os roedores de ossos divertiam-se, embora soubesse que eles ja deveriam ter iniciado o pente fino no que sobrou na entrada de Vaki ainda estavam ali. *

(Triunfo de Gaia deve estar próximo, afinal de contas a contas eles eram os próximos a entrar seguido pelas fúria e filhos de gaia, o bebe e a mulher lamentando fica por conta deles, hora de me juntar a batalha novamente.)

*Faço com que Presa de Fenris seja absorvida novamente pelo meu corpo ficando sempre a mão caso fosse necessária e corro sob as quatro patas em direção aos palácios.*

*Chegando ao fim da corrida e prestes a entrar na batalha novamente ativa os dons resistência a dor e armadura de luna novamente.*



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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Cetza em Qua 14 Set 2016 - 9:54

Então uma garota chegou correndo, esbaforida. Era Shaíra, a bonita garou muçulmana, que vinha do outro front.

Ofegante, Shaíra viu um cenário decepcionante. A batalha havia terminado, os mortos estavam enterrados e os feridos já se haviam curado. O hospital estava na santa paz de Gaia.
De Vaki vinham os sons da batalha e o cheiro de queimado, dando a sensação para alguns de estarem no lugar errado. O uktena estava distante, quase às portas da cidade; a lupina vagava pelas proximidades; as duas meninas chegavam a dormitar sentadas, apoiadas uma na outra.
(livre para interação entre Volg e Shaíra, se quiserem

Shaíra chegava ofegante,estava exausta... havia corrido bastante muito e a bastante tempo, porém estava feliz e muito suada, pois fazia muito tempo que não dava passadas como aquelas. A jovem, ao chegar no hospital, esperava mais ação, porém o que encontrava era paz e silêncio e garou caindo de sono. Shaíra balançava a cabeça negativamente e logo tratava de conseguir um copo de água para beber e jogar no rosto, ela notava que o jovem Volg estava ao menos acordado e como uma boa ragabash percebeu que podia deixar as coisas mais agitadas...

-- Está bastante quieto aqui... nossos irmãos e irmãs já começaram a invasão da cidade, seria bom mandar alguns batedores para próximo dela... talvez haja garou precisando de ajuda...se quiser Volg a gente pode dar umas voltas por ai.. vai que encontremos alguém ferido...

Volg não percebeu nada mas Shaíra escutou um ruído suspeito. Olhou ao redor e nada viu, somente a vegetação ondulando com o vento igual uma cabeleira.

Shaíra mal terminava de falar quando ouvia algo próximo do hospital, ela notava que Volg não tinha percebido ainda e então se aproximava do jovem garou e lhe fala ao ouvidos

-- Tem algo ali... estava se mexendo... fique atrás de mim... ok...

Shaíra, mesmo naquela situação complicada ela atentava o pequeno guerreiro, no intuito de inflamar sua fúria guerreira latente...


----------------------------------------
Ação/Narrativa
Pensamento/Off
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Natalie em Qua 14 Set 2016 - 10:40

Virginia não conseguiu desviar dos garous enlouquecidos, mas pelo menos ganhou tempo para a outra resgatista salvar o alvo caído. Quando já se preparava para tentar escapar do presa de prata, ele se recuperou do frenesi e se desculpou. Virgínia respondeu tentando animá-lo:

- Não se preocupe, eu estou bem!

Com o combate no acesso da cidade terminado, Vikentia reuniu sua equipe no hospital. Aurora ficou contente de ver que o garou que ela queria resgatar tinha sobrevivido, pelo menos uma vida ela tinha ajudado a salvar naquele dia.

Então era hora de entrar na cidade. Os garous estavam dispersos e a população estava escondida. Os roedores de ossos estavam reunidos perto da paliçada, e Virgínia lembrou que tinha que mantê-los na linha. Mas havia gritos por perto e um incêndio mais ao longe. Vikentia decidiu ir na direção do fogo e mandou o resto se espalhar.

''Uma furia negra ignorando uma mulher pedindo ajuda? Que estranho! Os filhotes humanos sempre choram, pode não ser nada, mas eu tenho que descobrir o que está acontecendo com essa mulher!

Virgínia foi farejando para a casa de onde inha o pedido de ajuda. O dom Sentir a Wyrm, mesmo que pudesse estar sobrecarregado naquele lugar, podia indicar onde a corupção era mais forte, dando pistas de quem era inocente por ali. Checando a casa, Aurora ia tentar uma abertura por uma janela ou outro ponto mais fraco de onde desse pra ver o interior sem entrar. Só se não tivesse nenhuma opção é que ela ia derrubar a porta da frente e dar uma boa olhada pra dentro pra ver se conseguia entrar em segurança.


*Ações*
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Lua em Qua 14 Set 2016 - 11:28

Curiosidade que Mata:
Curiosidade que mata havia seguido o conselho do ancião e saído por aí, a procurar fêmeas e conhecimento.

De tanto perambular, acabou recebendo um convite para conhecer um caern em um país distante e desconhecido para a maioria dos garous, o Cazaquistão.

Chama-se Pedra da Baba Yaga o caern e ficava no Parque Nacional Bayanaul, famoso por suas formações rochosas com formas curiosas. Uma delas, denominada Dignidade Masculina, tinha uma o formatode um falo e poderes místicos: acasalar-se sob sua sombra permitia quase duplicar as chances de gerar um garou. Estava cheio de parentes com intenções românticas - inclusive lobas da estepe -e isso era tudo o que um fianna podia pedir.

Curiosidade que Mata passou um tempo interessante no caern Pedra da Baba Yaga mas sua fome de conhecimento não o deixava quieto. Conversando com uns garous, soube que não muito longe dali estava uma bela cidade conhecida como Dazil, a próspera. Era controlada por parentes garous, o que fazia dela uma cidade amigável para lobisomens.

Além disso informaram-no sobre um velho antiquário afegão que possuía livros de ocultismo interessantíssimos para vender.

Curiosidade chegou, assim, a Dazil. Não desmentia em nada sua fama: os parentes haviam conseguido uma cidade bem menos desagradável que as puramente humanas. Ali a natureza estava integrada com as construções, havia poucos veículos, as pessoas fediam menos àquele miasma dos centros urbanos e em todas as partes haviam jardins bem cuidados. Um lindo rio, grande como um lago, emprestava suas margens para a cidade instalar-se e podia ser atravessado com balsas diárias.

Curiosidade encontrou os antiquário afegão e folheou os livros. Alguns de fato guardavam conhecimentos importantes e, sem gastar um centavo, o lupino absorveu-os, valendo-se de sua memória eidética. *

No dia seguinte decidiu conhecer o outro lado do rio e tomou uma balsa.

Desceu no porto fluvial e encontrou um pedaço de cidade parecido a Dazil – de fato, era parte da mesma. Ao longe só a estepe infinita. Aquele pasto enorme parecia agradável para correr e Curiosidade tinha aprendido que ainda havia muitos lobos livres no Cazaquistão.

Honrando seu nome, Curiosidade que Mata decidiu conhecer aquele mar de capim e foi aí que as coisas se complicaram.

Descansava com a barriga cheia de carne de cervo, após um dia de deliciosas correrias, quando foi atacado por um bando de estranhos garous em crinos. Eram escuros, de olhos verde brilhantes e tinha orelhas de morcego.

Curiosidade que Mata pouco pôde fazer para defender-se. Tentou falar com eles mas só escutou risos, palavrões e grunhidos. Então pensou que sua vida terminaria nas mãos daqueles loucos, nem bem havia começado. Em vez disso, foi levado para uma cidade tão estranha quanto eles.

Esta sim era uma cidade mal-cheirosa e desagradável. Curiosidade que Mata sentia-se mal só por estar ali mas era impossível fugir. Não bastasse estar prisioneiro de fortes garous, a cidade ainda era cercada por muralhas.

Caminhando a rastos pelas ruas, dominado pelos espirais negras, viu que sua gente era deformada e suja. Era como se houvesse uma inversão na lógica da natureza e, ali, se selecionassem os piores, os mais débeis e doentes. Horrorizado viu que a altíssima muralha de madeira que cercava Vaki, pois assim chamava tal lugar, projetava estacas, onde corpos humanos estavam espetados, alguns deles ainda agonizantes.

Finalmente, foi empurrado na direção de um palácio tão nefasto como o resto da cidade. Ali,  foi posto em uma jaula, como os humanos costumavam fazer com os pássaros.  

Durante dias ninguém o alimentou. A fome corroía seu corpo mas só havia água para beber.  Um daqueles garous de orelhas de morcego, grande, forte e bem alimentado, que certamente era o alpha deles, aparecia de vez em quando e o olhava com satisfação.  

Enjaulamento e sadismo são conceitos desconhecidos pelos lobos mas Curiosidade já sabia o bastante sobre os duas patas para entender a mais horrível das realidades: estava ali para morrer diante dos olhos do monstro. Sua agonia era o que ele admirava.

Não fosse suficientemente horrível seu destino, uma noite ouviu passos de muitos crinos e uma estranha agitação. Gritos e som da correria entravam pelas janelas escancaradas.

E o odor da cidade queimando invadiu suas narinas.

Os monstros de orelhas de morcego se agitavam, preocupados com o fogo e abandonaram a sala onde ele ficava. As chamas alaranjadas brilhavam na paisagem noturna vista da janela. Alguma coisa acontecia a Vaki e o alpha já não se preocupava com sua mórbida contemplação.

Talvez fosse o fim de seu suplício. Mas se não fizesse nada, esse fim significaria morrer queimado, aprisionado em uma jaula.

* pelo ponto em linguística estou considerando que sabe ler, me avise se não for assim e corrijo.


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Alexyus em Qua 14 Set 2016 - 17:16

Quando viu a paisagem umbral, Alaín pensou na hora:

"Cadê a Aurora da Esperança quando eu preciso de um theurge pra interpretar toda essa maluquice umbral?"

Mesmo com essas observações, algumas coisas saltavam aos olhos do phillodox:

"Aqueles edifícios pontudos ali devem ser onde esses malditos fazem rituais pra Wyrm, por isso ganharam projeção na penumbra. A paliçada deve ser por causa dos fantasmas, eles não iam esquecer dsso fácil, vamos ter que dar um jeito nisso quando acabarmos. E aquila poeira ali... mas que diabos? Cavaleiros? será que são servos da Wyrm vindo defender os parentes corrompidos? Vamos ver isso de perto!"

Alaín esqueirou-se furtivamente na direção dos cavaleiros, escondendo-se atrás de quaiquer coberturas que lhe servissem. Queria dar uma boa olhada nos recém-chegados para determinar sua natureza e periculosidade.

"Se eles estão indo atacar os outros garous,é uma boa ideia pegá-los de surpresa pelas costas enquanto dou o alarme pros outros. Vamos ver se consigo fazer isso dar certo..."

Alaín esperaria até estar bem perto dos cavaleiros para poder pular nas costas dos últimos deles, começando um massacre por ali mesmo.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  miltonviziak em Qua 14 Set 2016 - 18:47

Volg viu os feridos sendo curados, aqueles machucados que demorariam meses para se curar, levava apenas segundos.
Aos poucos todos os feridos estavam totalmente curados.
Viu as duas que fugiram chegarem de volta pensou em dizer algumas coisas, mas pelo jeito isso ficaria a cargo dos mais velhos.
No hospital tudo quieto, não sabia como aquelas duas conseguiam dormir com uma luta acontecendo.Volg estava bem acordado ansioso, sempre se sentia desse jeito antes de uma luta.
Com isso viu Shaira chegando.  


Ofegante, Shaíra viu um cenário decepcionante. A batalha havia terminado, os mortos estavam enterrados e os feridos já se haviam curado. O hospital estava na santa paz de Gaia.
-- Está bastante quieto aqui... nossos irmãos e irmãs já começaram a invasão da cidade, seria bom mandar alguns batedores para próximo dela... talvez haja garou precisando de ajuda...se quiser Volg a gente pode dar umas voltas por ai.. vai que encontremos alguém ferido...


Acenou com cabeça concordando com Shaira

Volg viu que Shaira tinha percebido algo, chegou perto dele e disse:

-- Tem algo ali... estava se mexendo... fique atrás de mim... ok...

Volg ficou em alerta e mais sério.Começou a prestar mais atenção no ambiente a sua volta e se colocou do lado de Shaira.


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Sckhar em Qui 15 Set 2016 - 1:19

Curiosidade se senta em seu diminuto e imundo cárcere, observa o local não com sua mente lupina mas, com sua mente hominídea (analisando o locar, tentando identificar coisas que conhecesse e pudessem ajuda-lo). Olha para a grade de ferro e se pergunta se teria forças para pelo menos alargar a grade para conseguir fugir, logo percebe a presença de Merlin perto e silenciosamente o saúda com um aceno de cabeça, sua mente vaga *Talvez eu possa escapar para o outro lado, ou Merlin possa e conseguir ajuda, rezo para a grande mãe que sejam burros como macacos sem pelo...* Mas, logo seu pensamento é cortado em um sussurrar Merlin lhe revela que não poderia atravessar, tão pouco Curiosidade que mata.

Em um sussurro tenta falar com Merlin

"- você sabe de algo sobre o que tá acontecendo lá fora? Seus dons espirituais podem nos tirar dessa..."

Antes dá resposta ouviu Merlin resmungar

"- Em outra vida deve ter sido um basted só pode..."

Seus olhos agora seguem os guardas tentando analisar quantos e onde estavam, juntamente com qual deles estava mais nervoso com os sons que pareciam ser de luta.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Lua em Sex 16 Set 2016 - 11:09

Alain:
Na penumbra, a estepe era um imenso e desolador vazio onde apenas se via, muito ao longe, uma tropa de escuros cavaleiros.

Alaín esqueirou-se furtivamente na direção dos cavaleiros, escondendo-se atrás de quaiquer coberturas que lhe servissem. Queria dar uma boa olhada nos recém-chegados para determinar sua natureza e periculosidade.

"Se eles estão indo atacar os outros garous,é uma boa ideia pegá-los de surpresa pelas costas enquanto dou o alarme pros outros. Vamos ver se consigo fazer isso dar certo..."

Alaín esperaria até estar bem perto dos cavaleiros para poder pular nas costas dos últimos deles, começando um massacre por ali mesmo.

Esconder-se naquelas situações era virtualmente impossível e Alain estava sozinho diante de homens correndo a cavalo, mas como a sorte às vezes,ajuda,  ele tentou.

Rolagens:
Alain rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 10 para Manobra Especial e obteve: 9 2 3 1 10 8
Que pena, Alain não obteve sucesso!

Alain rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 10 para Manobra Especial e obteve: 3 5 1 9 1 10
Alain obteve -1 negativo!

Alain correu atrás da tropa e tentou saltar nas costas do último cavaleiro mas não alcançou-o. Os jinetes não se surpreenderam, pois já  o haviam visto, o que fizeram foi cercá-lo com os cavalos e iniciar uma partida de kokpar com Alain no papel do bode degolado.

Após divertirem-se um pouco, pararam o jogo e desmontaram. Alain pôde vê-los, então.

Spoiler:

- Garou. - disse um dos líderes.

O outro, que parecia ser o alpha, dirigiu-se a Alain com o cenho enrugado:

- O que você fez para sua matilha deixá-lo sozinho aqui? Qual foi seu crime?

Volg e Shaíra:
Estava tudo tranquilo no hospital de campanha, onde se encontravam Volg, Shaíra, Asel e Beatrice.

De longe, o vento trazia os sons e odores da guerra travada em Vaki: urros de guerreiros, gritos da população civil, o crepitar e o cheiro dos incêndios.

Um pouco mais próximo, aos pés da paliçada, o theurge uktena mantinha-se a postos para quando os resgatistas trouxessem feridos. A lupina dava-lhe cobertura.

No hospital escondido entre as rochas, Volg se encontrava alerta e ansioso, como nas vésperas de suas lutas. Não podia entender como Asel e Beatrice podiam ter sono.

A chegada de Shaíra animara as coisas. Ambos haviam decidido dar uma volta em busca de feridos, quando Shaíra escutou algo suspeito e alertou Volg. O pequeno cria de fenris colocou-se ao lado dela, atento ao ambiente.

Então tudo aconteceu muito rápido.

Do lado da paliçada ouviram o theurge saltar sobre algo e a lupina juntar-se a ele. O som surdo de golpes dados em crinos soou. Ao mesmo tempo escutaram os gritos estridentes de Beatrice e Asel. Olhando em sua direção, Volg e Shaíra viram que elas estavam erguidas por dois crinos parecidos a garous, mas com aspecto sujo e degenerado. Tinham orelhas de morcego e horríveis olhos verdes e fosforescentes.

Não tiveram tempo de pensar: mãos enormes lhes taparam as bocas; braços fortíssimos cingiram seus corpos, apertando até doer; foi a vez de Shaíra e Volg serem levantados no ar! Os monstros que agarraram as meninas começaram a correr. Estavam sendo raptadas! E Volg e Shaíra seriam também, se não conseguissem reagir!

Virginia:
Virgínia aproximou-se do prédio de onde vinham os gritos de mulher. Era uma casa de tamanho médio, aparentemente de uso comercial.

Ativou o dom Sentir a Wyrm.

Rolagem:
Virgínia rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ativar Dom e obteve: 5 7 4 3 8
Virgínia obteve 2 sucessos!

Embora sem muita precisão, sentiu que havia emanações da Wyrm recentes ali dentro.

Virgínia começou a checar a casa em busca de um lugar por onde pudesse enxergar dentro. Não era possível ver nada de fora, porém. O que quer que estivesse acontecendo naquela casa, ocorria em uma sala interior.

Virgínia então contornou a casa e quebrou a porta da frente. Não houve nenhuma movimentação diferente lá dentro, só silêncio e penumbra. Até que escutou uma voz chorosa e esgotada vindo de um dos cômodos.

- Nããõoo…- lamentava-se uma jovem garota.

Curiosidade que Mata:
Merlin resmungou um pouco mas depois se concentrou e usou seu encanto Visualização Clara.

Rolagem:
Merlin rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Manobra Especial e obteve: 9 3 8 8 5 6 7 1 8 2
Merlin obteve 4 sucessos!

- A cidade está sendo invadida por garous. - disse ele - Alguns atravessaram a muralha de madeira pela parte de trás e estão lutando nas ruas e casas. Outros entraram pela frente e cercaram o palácio em que estamos. Agora parecem conversar aí abaixo. Há garous em forma lupina perseguindo o povo corrompido desta cidade e arqueiros atirando flechas incendiárias em alguns edifícios. Estamos no terceiro piso deste palácio - os aposentos do rei.

Ficou em silêncio uns instantes e depois acrescentou:

- Sinto a presença de um irmão na umbra… algum dos garous é filho do Merlin.

Curiosidade olhou ao redor mas já não viu guardas nem ninguém mais além do numen..

Yuri e Klauss:
Klauss - rolagem dom:
Klauss rolou 13 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Ativar Dom e obteve: 1 9 4 2 5 5 1 10 8 2 8 8 3
Klauss obteve 3 sucessos!

Yuri e Klauss correram até o local onde viam os palácios, o primeiro em hispo e o segundo em crinos. O caminho foi se tornando cada vez mais complicado devido aos incêndios provocados pelos arqueiros senhores das sombras e a população desesperada fugindo da sanha assassina dos garras vermelhas.

Por fim, ambos divisaram a maior construção, que só poderia ser o palácio do rei, da hidra ou do que quer que fosse a liderança dos dançarinos da espiral negra em Vaki. Era um conjunto de três torres protegidos por um fosso pantanoso e montanhas no lado de trás.

palácio:

Seus arredores ardiam em chamas e os dois ahrouns compreenderam que o lugar já estava sitiado quando viram as tropas garous reunidas a um dos flancos.

O caminho que dava acesso ao palácio havia sido controlado e os garous aguardavam apenas as últimas ordens do rei para entrar.

Klauss e Yuri aproximaram-se de seus batalhões.

- Ah, aí está o cliath. - disse Boiak ao avistar Yuri. - Não fique mais para trás.

Oleg chamou Klauss para seu lado com um gesto de mão.

Ali estavam as tropas de Boris, Kader, Boiak, Oleg e Mordvin, juntas ao redor da figura imponente do rei Vladi.

Discussão do plano:
- Este é o momento chave. - falou o rei - Se não matarmos os cabeças, a invasão de Vaki terá sido em vão. Já avistamos dentro do palácio o que só pode ser o líder deles e, segundo as informações dos garous espalhados pela cidade, aparentemente não há muitos dançarinos circulando por Vaki. O momento não poderia ter sido melhor, eles deveriam estar quase todos no palácio, talvez para algum ritual. Além disso, não há outra entrada além desta e o prédio está cercado por água e rocha. Temos uma torre principal e duas auxiliares, onde certamente estão as escadarias.

- Não há janelas na torre da frente e ela é quase da mesma altura do palácio, Deve ser uma escadaria de acesso privado aos cômodos mais protegidos, talvez os próprios aposentos do rei ou rainha. - observou Boris.

- E a torre de trás, que tem janelas e balcões, deve levar aos ambientes sociais. Pela distribuição das janelas e altura da torre principal, calculo que o palácio tenha cinco andares, contando o térreo.- disse Oleg.

- Também é possível que haja uma escadaria central, ao menos até os primeiros andares - completou Boris.

- Uma tropa em cada uma das torres, então. - disse o rei Vladi - E outra procurando passagens secretas ou coisas do gênero. Se são espirais negras, é bem possível que tenham feito túneis debaixo do palácio.

Oleg concordou enfaticamente com a cabeça e falou:

- Nós fechamos as saídas de túneis para nosso antigo caern, Casa de Pedra, e avisamos as seitas de Lua Crescente e Pedra da Baba Yaga mas a rede de túneis que eles têm é imensa. Se entrarem em sua rede de túneis, escaparão. Não podemos deixar que cheguem a ela de modo algum.

- Ou talvez sim… - disse o rei pensativo - Francamente, me intriga que os dançarinos ainda estejam no palácio, se é quase certo que tenham túneis subterrâneos por onde escapar. Talvez tenham algo inamovível a proteger mas também pode ser que eles não tenham abandonado o palácio ainda justamente por terem certeza de que podem escapar pelos túneis na hora em que quiserem. Agora vejam bem. A área do palácio é pequena, de rocha dura e com uma parte inundada. Debaixo dele não deve ter muitos túneis e sim uma entrada que, a partir de certo trecho, se ramifica em várias direções. Se escondemos uma tropa nessa entrada para os túneis, poderemos emboscar os espirais negras quando estiverem entrando despreocupados por ela. Mordvin, você trouxe bons ragabashs?

- Sim senhor. - respondeu o Implacável.

- Então eles deverão sutilmente conduzir os dançarinos da espiral negra para os túneis. - prosseguiu o reia -  Eles devem achar que estão fazendo seus homens de idiotas e ir tranquilamente para o acesso aos túneis, onde os estaremos esperando.

- Perdoe-me, majestade. - disse Boris - Mas dentro dos túneis os dançarinos estão em seu próprio elemento… ademais, se estiverem vindo reforços por esses túneis, a tropa se verá cercada, sem chance de escapar. É muito arriscado e…

- Minha tropa irá pelos túneis. - interrompeu Boiak - É preciso cercar esses bastardos por todos os lados, então nós cuidaremos dos túneis.

O rei assentiu e encerrou a questão.

- Então a estratégia é esta.

Estratégia:
- Invadiremos o palácio em massa e já no 1º pavimento nos dividiremos.

As tropas de Boris e Mordvin e eu iremos pelas escadas da torre frontal, sem nos deter, até o 4º pavimento, que é onde provavelmente estarão os líderes. Serão os dançarinos mais poderosos, assim que procuraremos dividi-los: o 5º piso não deve ser maior que um salão. assim que podemos encurralar parte deles aí. Outra parte pensará que escapou e será conduzida pelos garous de Mordvin para baixo, em direção aos túneis, onde a tropa de Boiak os estará esperando.

Oleg, você irá pela escadaria da torre posterior até o 3º piso, onde também é grande a chance de haver líderes ou dançarinos de alto post. Fiodor deve observar a penumbra e, se houver projeção umbral dos pavimentos, vigiar o que acontece por aí.

Kader, sua tropa é a mais numerosa, assim que você pára no segundo piso, que é onde provavelmente estão os ambientes sociais e o maior contingente de dançarinos, ainda que de postos mais baixos. Não deixe nenhum deles vivo.

Boiak, assim que entrarmos no 1º pavimento, vocês começarão a buscar uma passagem para o subterrâneo, onde se esconderão para a emboscada.

- Entendido? Agora vamos, que não há tempo a perder!! - finalizou Vladi.

****

Planta do Primeiro Pavimento:

O exército correu pelo caminho de pedras que cruzava o fosso pântano e entrou no palácio sitiado. No vestíbulo a sensação da Wyrm já era insuportável, mesmo sem nenhum dom ativado. No hall era ainda pior: o que um dia fora um agradável local de recepções agora estava marcado pela degeneração. Tapetes manchados de sangue, cortinas em tiras, ossos usados como enfeites e, no centro da parede principal, a pele de um homem esfolada como a do cossaco Akynbai.

Spoiler:

Havia cerca de dez dançarinos da espiral negra mas dois deles eram imensos como torres vivas. E a luta começou!


Off: Descrevam como pretendem atacar ou se vão tentar outra açåo.


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


ação pensamento fala   /   narração diálogo

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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Cetza em Sab 17 Set 2016 - 10:25

“Do lado da paliçada ouviram o theurge saltar sobre algo e a lupina juntar-se a ele. O som surdo de golpes dados em crinos soou. Ao mesmo tempo escutaram os gritos estridentes de Beatrice e Asel. Olhando em sua direção, Volg e Shaíra viram que elas estavam erguidas por dois crinos parecidos a garous, mas com aspecto sujo e degenerado. Tinham orelhas de morcego e horríveis olhos verdes e fosforescentes.”

* A visão das criaturas medonhas fazia Shaíra tremer como uma criança assustada, nuca vira um servo da Wryn antes, porém o medo desaparecia ao perceber que Asel e Beatrice estavam em perigo! A jovem sentia a fúria de Gaia crescer em seu peito como da primeira vez que se transformou ao ver os pais sendo mortos... aquela era sua natureza gritando em seu âmago... porém a jovem teria seu próprio inimigo...*

“Não tiveram tempo de pensar: mãos enormes lhes taparam as bocas; braços fortíssimos cingiram seus corpos, apertando até doer; foi a vez de Shaíra e Volg serem levantados no ar! Os monstros que agarraram as meninas começaram a correr. Estavam sendo raptadas! E Volg e Shaíra seriam também, se não conseguissem reagir!”

* Shaíra sentia um braço lhe enlaçar e puxa-la, antes que pudesse dizer algo sua boca era rapidamente silenciada... estavam sendo raptados! O coração da jovem pulsava de medo e
fúria, Volg era apenas um filhote e talvez estivesse mais assustado que ela... Shaíra tinha que mostrar ser uma defensora de Gaia valorosa... *

(Uso um ponto de Fúria para mudar de forma automaticamente)

*Shaíra deixava a sua fúria tomar conta de seu corpo, sua roupa era absorvida enquanto a forma de lobisomem tomava forma... mesmo na forma crinos, Shaíra ainda era mais fraca e esguia que um garou normal, mas esse era o seu trunfo... era mais ágil que seus inimigos e tiraria vantagem disso. Contorcendo-se num mix de dor e fúria, a garou tentava se libertar de seus algozes. *

( Uso um ponto de Força de Vontade para ter um sucesso nessa escapada)

* Shaíra assim que se soltava, estava pronta para lutar contra aquelas crias do inferno, ela rosnava para os inimigos mostrando os seus caninos perigosos... a mordida era sua melhor arma e ela não hesitaria em morde-los...*
--------------------
Meu chat bugou... então essa é a convenção...
“ citação”
‘pensamento’
* ação*
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----------------------------------------
Ação/Narrativa
Pensamento/Off
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Alexyus em Sab 17 Set 2016 - 14:22

Enquanto falhava e era sacudido de um lado para o outro, o pensamento de Alaín era um só:

"Odeio a Umbra!"

Quando eles pararam e desmontaram, Alaín pôde observar seus semblantes.

"Como são feios, como múmias, talvez peregrinos silenciosos. Corrompidos? Gostaria de ter um meio pra saber, mas Sentir a Wyrm ainda está na minha lista de coisas a aprender. Bem, vamos ver o que dá pra fazer..."

- Garou. - disse um dos líderes.

O outro, que parecia ser o alpha, dirigiu-se a Alain com o cenho enrugado:

- O que você fez para sua matilha deixá-lo sozinho aqui? Qual foi seu crime?

Triunfo-de-Gaia ergueu-se e encarou altivamente seus interlocutores:

- Minha matilha está dispersa pelo mundo, e dispersos estão os garous que me acompanhavam. Eu sou Triunfo-de-Gaia, e jamais cometi crime nenhum contra a Litania dos garous, nem contra a Mãe Gaia. e quem são vocês?

Tudo era estranho na Umbra, e Alaín não tinha certeza de que eles eram inimigos.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  miltonviziak em Sab 17 Set 2016 - 16:09

Não tiveram tempo de pensar: mãos enormes lhes taparam as bocas; braços fortíssimos cingiram seus corpos, apertando até doer; foi a vez de Shaíra e Volg serem levantados no ar! Os monstros que agarraram as meninas começaram a correr. Estavam sendo raptadas! E Volg e Shaíra seriam também, se não conseguissem reagir!

Aquelas coisas estranhas tinham agarrado Volg e apertavam o corpo dele, eram forte demais o corpo de Volg doia demais.Ele forçava e se contorcia mas na forma de humano não tinha forças para escapar.

Volg gastou um ponto de furia para se transformar na forma crinos.

O sangue de Volg fervia não podia deixar e nem perder para aquele monstro estava disposto a tudo para acabar com eles.Na forma Crinos Volg estava mais forte e mais feroz podia fazer mais estrago


Volg mordeu a mão que estava tampando sua boca.Tentou agarrar o monstro pelos ombros e encravar suas unhas para não se soltar e com os dentes afiados rasgar a garganta dele.



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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Zayrus em Sab 17 Set 2016 - 17:31

Os gritos ecoavam por toda a cidade, as chamas se proliferavam por toda parte e o cheiro de carne queimada se misturava a podridão corrupta que a cidade emanava. Eu me perguntava o quão violenta aquelas sensações eram para conseguirem se fazer notadas mesmo com todo o foco que eu tinha em meu destino. O local estava ruindo, afinal. Vaki estava moribunda, rastejando em direção a cova. Os próximos seriam seus líderes.

Não demorei a me dar conta do que ocorria ao redor do palácio quando finalmente me aproximei dele. Reduzi a velocidade da corrida lentamente, até a mesma se assemelhar a um trote. Olhei os arredores, tentando identificar minha tropa, e me precipitando em direção a mesma após reconhecê-la. Me perguntava há quanto tempo já estavam ali, e quanto tempo eu havia perdido antes de me juntar a eles novamente. O comentário de Boiak foi sugestivo nesse sentido. Pensei em retrucar, mas simplesmente fiz um gesto afirmativo com a cabeça, reconhecendo sua razão. Voltei a forma Crinos e tomei um olhar mais atento a estrutura sitiada. Sem dúvida aquele era o berçário da Wyrm naquela cidade. Era hora de buscar a cabeça de suas crias.



Rei Vladi, passado pouco tempo da minha chegada, começa a discorrer sobre o plano de invasão. Suas considerações eram inteligentes e logo um debate conclusivo surge acerca dos detalhes da tomada do palácio. Quando um tópico de risco particularmente acentuado é levantado, Boiak prontamente disponibiliza nosso grupo para assumir o papel. Sorri instintivamente, eu não podia pedir para ocupar uma tropa melhor naquela manobra.

Definidos os últimos termos, o ataque começa. Inicialmente todas as tropas estavam reunidas, e o ar de grandiosidade novamente invade a cena. Nossas fileiras estavam fartas e povoadas de guerreiros experimentados, que tinham se mostrado aptos a persistir após as primeiras intempéries da batalha. Talvez a guerra do Apocalipse realmente não pudesse ser vencida, mas Garous como esses faziam dela ser o que era... Uma guerra, e não um massacre. Aliás, hoje quem seria vítima do massacre naquela cidade seriam os lacaios da Wyrm. Gaia teria suas lágrimas lavadas com sangue profano naquele noite.

Avancei com postura implacável em direção ao interior do palácio, alerta em busca de inimigos. Não demorou até os primeiros aparecerem. Eles deviam ser muito corajosos ou estúpidos para estar ali. Eu, particularmente, apostaria na segunda hipótese, mas agora nada disso importava, era hora de arrancar algumas cabeças do contingente do Dragão.

Analisei brevemente a cena, haviam cerca de dez Garous corrompidos, não deveria ser tarefa difícil acabar com a raça deles, tendo em vista nossa vantagem numérica. Só precisávamos cercá-los e atacar de maneira sincronizada, incapacitando-os e se valendo da superioridade que possuíamos, a única possibilidade de termos baixas seria aceitando um combate Garou a Garou. Com isso em mente, comecei a curvar o corpo, me preparando para passar a Hispo, para assim ajudar estrategicamente no embate. Enquanto o fazia, no entanto, um turbilhão de pensamentos invade minha mente. Uma torrente de vozes me perturba, cobrando por outra postura, a postura de um herói. Lendas são feitas por glória, não por números. Era isso. Tudo o que importava era glória. Como poderia um Ahroun Presas de Prata se submeter a firular ao redor do inimigo? Não! Eu precisava ser o primeiro a entrar no combate, derrubar o oponente mais forte... Essa era minha sina! Glória! Eu precisava alcançar a glória!

Entorpecido pela loucura, rosnei ameaçadoramente em direção aos Dançarinos da Espiral Negra, buscando por aquele que me parecesse ser o mais forte. Tomei os olhos para um dos "homem-torre" e avancei na direção do mesmo. Quão logo alcancei meu alvo, desferi uma sequência de cinco golpes
[Ação Padrão + 4 Pontos de Fúria] com as garras em seu tronco.
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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Klauss Krugger em Dom 18 Set 2016 - 6:44

*Klauss corre ate o palácio sem sair de sua forma guerreira,.*

Oleg chamou Klauss para seu lado com um gesto de mão.

-- Desculpe senhor! Perdi tempo demais com os leshi....

*Klauss ouve a estrategia e não deixa de tecer o comentário.*

-- Sou Justica de Prata milorde, mas e se os Espirais realmente querem que invadamos? Se eles tem somente algo a esconder ou se tem uma armadilha a nossa espera? *sorrio* Se realmente for uma armadilha sugiro que caiamos nela... e com nosso contingente os sufoquemos...


*Após todas as ponderações a invasão tem inicio renovo meus dons de combate antes mesmo de chegar a ele.*

(ativo os dons armadura de luna e resistencia a dor)

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Havia cerca de dez dançarinos da espiral negra mas dois deles eram imensos como torres vivas. E a luta começou!


*ao ver os dois dançarinos enormes não penso duas vezes e invisto contra um deles , empunhando Presa de Fenris , realizando um Grande Ataque.*

Grande Ataque:
• Grande Ataque: O duelista investe todo seu esforço em um único e massivo golpe em seu oponente, expondo a si mesmo, mas esperando causar dano suficiente para tornar isso irrelevante. As dificuldades de quaisquer seguintes ações nesse turno são aumentadas em +2. Essa manobra requer a perícia específica de Duelo de Klaives.
Teste: Destreza + Armas Brancas
Dano: Arma +6
Dificuldade: 7 Ações: 2

Ação
Gasto de 2 pontos de fúria
distribuídos em ação normal + 1pt em fúria para realizar o Grande Ataque
1 pt em fúria para atacar novamente o dançarino gigantesco caso seja necessário ou para investir sobre outro deles ainda usando a klaive.


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

Mensagem  Natalie em Dom 18 Set 2016 - 7:37

Aurora da Esperanca preferia se o dom fosse mais eapecifico, desse jeito nao tinha ajudado muito.

Ja que teve mesmo que entrar sem saber, Virginia ia seguir a voz da mulher, coom cuidado pra evitar uma armadilha.


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Re: ASIA CENTRAL II - A Estepe Selvagem

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