Stefán Ulrich - Philodox - Cria de Fenris

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Stefán Ulrich - Philodox - Cria de Fenris

Mensagem  Sköll em Ter 31 Jan 2017 - 8:32

Nome do Personagem: Stefán Ulrich  
Nome Garou: Guardião-do-Caos
Nome do Jogador: Sköll

Raça: Hominídeo
Augúrio: Philodox [Lua Minguante]
Tribo: Crias de Fenris

Natureza: Juiz
Comportamento: Confidente
Conceito: Vingador secular

Características

Idade: 22 anos
Nacionalidade: Norte-americano
Etnia: Nórdica
Cabelos: Loiros
Olhos: Castanhos claros
Sexo: Masculino

Descrição e Imagens:

..........................Altura:........................................... Peso:
Hominídeo:.......1,85m............................................. 85 kg
Glabro:..............2,00m.......................................... .. 125 kg
Crinos:...............2,55 m........................................... 340kg
Hispo:............... 1,60 m........................................... 340 kg
Lupus:................0,75m............................................ 35kg

........

Atributos – Físicos [5 pontos]

Força: 3
Destreza: 3 [+5 pontos de bônus]
Vigor:  3

Atributos – Sociais [3 pontos]

Carisma: 2
Manipulação: 2
Aparência: 2

Atributos – Mentais [7 pontos]

Percepção: 3
Inteligência: 3
Raciocínio: 4 [Sangue-frio]

Habilidades – Talentos [9 pontos]

Prontidão: 1
Esporte:
Briga: 3
Esquiva: 2
Empatia: 1
Expressão:
Intimidação: 1
Instinto Primitivo:
Manha:
Lábia: 1

Habilidades – Perícias [13 pontos]

Emp. c/Animais: 1
Ofícios:
Condução: 1
Etiqueta: 1
Armas Fogo: 4 [Pistolas]
Armas Brancas: 2
Liderança: 1
Performance:
Furtividade: 1
Sobrevivência: 2

Habilidades - Conhecimentos [5 pontos]

Computador: 1
Enigmas:
Investigação: 1
Direito:
Linguística: 1 [Dinamarquês]
Medicina:
Ocultismo:
Política:
Rituais:
Ciências: 2

Antecedentes

Instrumento: 1 [Pistola CZ 75 SP-01, ainda não dedicada]
Raça Pura: 3 [Descendência dinamarquesa por parte de sua mãe]
Parentes: 1 [Karen e Niels, apresentados no prelúdio]
Recursos: 2 [+2 pontos de bônus] [Alguns bens e valores deixados por sua mãe a ser discutido on-game]

Descrição do Fetiche caso tenha:

Dons

Tribo: Descobrir Rival
Raça: Olho-Morte
Augúrio: Resistência à Dor

Ritos:

Nível 1: Nível 2: Nível 3: Nível 4: Nível 5:

Manobra Especial:

FÚRIA: 5 [+2 pontos de bônus]
GNOSE: 4 [+6 pontos de bônus]
FORÇA DE VONTADE: 5 [+2 pontos de bônus]
POSTO: Cliath
RENOME:
Glória Permanente:
Honra Permanente: 3
Sabedoria Permanente:

Vantagem de tribo: Pele de Fenris

Fraqueza Tribal: Intolerância [Covardia]

Qualidades e Defeitos

Ódio (Defeito: 3 pontos)

Certos tipos de pessoas ou situações incitam um incontrolável e irracional ódio em você, provocando um teste de frenesi sempre que você se confrontar com o objeto ou objetos de sua ira. Além disso, você ativamente busca oportunidades para causar destruição em seus alvos escolhidos. Você deve escolher o alvo de sua ira cuidadosamente, visto que esse Defeito pode afetar suas relações com sua matilha ou sua seita e pode afastá-lo de seus deveres como Garou.

Contexto: Stefán tem ódio mortal de padres pedófilos e líderes religiosos, em geral. Não somente a aversão a este tipo de pessoa que em geral todos têm, mas sim um ódio pessoal, por conta do suicídio de seu irmão que fora violentado por um padre de sua cidade, como descrito no prelúdio.

Precoce (Qualidade: 3 pontos)
Você aprende rápido. O tempo que você leva para aprender uma Habilidade específica é cortado pela metade, assim como o custo em pontos de experiência.

Vingança (Defeito: 2 pontos)
Algum evento no passado tem colocado você no caminho de uma vingança. Talvez Dançarinos da Espiral Negra ou um Grupo Avançado da Pentex tenham destruído sua matilha original ou assassinado a sua família humana. Vingar essa injúria assume a prioridade em suas ações, normalmente interferindo com seus deveres. Você precisa gastar Força de Vontade para colocar de lado as suas necessidades temporariamente e focar no assunto em questão. Eventualmente, você pode ter a oportunidade de conseguir sua vingança, se o Narrador decidir trazer esse Defeito ao fim de sua crônica.

Contexto: Stefán tem sede de vingança por Padre Murphy e toda a rede de líderes religiosos que acobertam pedófilos dentro da Igreja, como descrito no prelúdio.

Equipamento e Bens Possuídos:  

Pistola CZ 75 SP-01 com munições e uma faca de caça com bainha de couro:

..

Pontos de Bônus: +5 (+1 ponto em Destreza); +2 (Antecedente Recurso); +2 (+2 pontos em Fúria); +2 (+2 pontos em Força de Vontade); +6 (+3 pontos em Gnose); - 3 (defeito Ódio); -2 (defeito Vingança); +3 (qualidade Precoce)

Prelúdio:

Stefán nasceu em Shorewood, uma pequena e pacata cidadezinha do interior do estado de Minnesota, no condado de Hennepin. Aquela cidade não tinha muito o que oferecer a uma criança que almejava conhecer o mundo, como era o caso do jovem Stefán e muitos outros que abandonavam os seus lares e saíam em busca de novas experiências quando atingiam certa idade e conquistavam a tão sonhada liberdade. A sua liberdade, entretanto, veio um tanto cedo demais...
Dexter era seu meio-irmão, nascido da segunda esposa de seu pai, Johan. Sua madrasta, Katherine, era uma mulher vigorosa e devota, muito comprometida com a formação rígida dos filhos. A ocorrência de uma fatal complicação durante o parto era tudo o que sabia sobre sua mãe biológica, Anelise Ulrich. Nunca tiveram uma discussão em família sobre o assunto, o que incomodava profunda e secretamente Stefán.
Seu pai, um homem de elevada competência e personalidade forte, tinha alcançado, à época, um destacado posto dentro do exército americano. Passava temporadas fora de casa em diligências militares e quando regressava, mesmo que por pouco tempo, era capaz de demonstrar seu eterno amor pelos filhos e pela esposa que sempre o esperava na porta de casa, com um vestido longo, muito surrado. Foram nesses curtos intervalos de presença paterna que Stefán descobriu e se interessou pelas armas de fogo, em especial a pistola que o pai sempre carregava consigo: hábito de soldado. Já com alguma idade, Stefán tinha uma facilidade natural para manejar aqueles instrumentos [Armas de Fogo 4 – Especialidade: Pistolas] e isso alegrava seu pai. A rapidez com que o garoto se acostumou com as armas, contudo, o deixava perplexo e intrigado: algumas poucas horas de prática eram suficientes para que Stéfan já soubesse desmontar e montar uma pistola com agilidade e sua mira se aguçava a cada dia em que iam caçar nas florestas ou treinar atirando em garrafas no quintal de sua casa [Qualidade: Precoce].  
Não era apenas com armas que a astúcia de Stéfan se destacava. Enquanto ainda frequentava a escola alcançava notas excelentes [Inteligência: 3; Raciocínio: 4] e tinha um destaque especial em disciplinas complicadas como astrofísica e matemática [Ciência: 2], muito além do que era esperado para um garoto de sua idade. Tinha bom desempenho também em atividades físicas como aulas de artes marciais e atletismo [Briga: 03; Esquiva: 02]. Tinha, por assim dizer, um equilíbrio entre sua mente e seu corpo.
O tempo passou rápido em sua infância. Seu pai, Johan, cada vez mais ausente e sua madrasta, Katherine, cada vez mais rigorosa em sua educação religiosa, ética e moral. Toda a sua vida entrou no olho de furacão quando tinha 21 anos e terminava sua graduação em física em uma universidade local e voltava para casa. Seu irmão Dexter, naquela oportunidade contando com 16 anos, tinha, já há um tempo, se tornado o seu melhor amigo. Mesmo distante por conta dos estudos, sempre tinha contato com o irmão.
Quando Stefán voltou para casa encontrou seu lar novamente sem a presença do pai. Sua ausência já era constante e, muitas vezes, sem explicações ou justificativas: apenas sumia. Stefán acomodou-se no seu antigo quarto, já com um cheiro de uma blusa suja que ficou guardada por muito tempo. Algum tempo depois percebeu que a porta da casa se abria: era seu irmão e sua madrasta que chegavam de um culto na igreja local. Katherine se enfiou na cozinha e Dexter foi encontrar o irmão. Neste encontro Stefán recebeu uma espécie de confissão do irmão mais novo que, intercalando soluços com um choro desesperador, se revelou homossexual.
Foi uma longa noite, pois Stefán ficou deitado olhando para as estrelas de sua janela e imaginando o quanto seu querido irmão estaria sofrendo nas mãos de Katherine. Dexter o contou que a mãe, por motivos óbvios relacionados à sua devoção religiosa, não aceitava sua condição e alegava que “preferia perder um filho do que ter um filho gay”, em suas próprias palavras. Dexter lhe contou as penitências que tinha que pagar para agradar a mãe: horrores medievais que tiravam agora o sono do jovem Stefán.
Pouco tempo depois, naquela mesma noite, Stefán recebeu seu irmão no quarto. O garoto de apenas dezesseis anos carregava uma mochila nas costas e tinha os olhos cheios de lágrimas. Ele disse não suportar mais aquela situação. E contou outras circunstâncias que fizeram o coração de Stefán enrijecer em fúria. Dexter contou que sua mãe o obrigava a ter encontros frequentes com o padre de sua paróquia, com o intuito de “curá-lo”. Essas eram suas palavras. Dexter lhe contou, por fim, que o padre, durante esses encontros, lhe abusava perversamente. Naquele mesmo instante em que Dexter se preparava para fugir, a campainha de sua casa tocou.
Katherine atendeu a porta e recebeu a visita de um oficial do exército americano que não tinha em sua aparência nenhum sinal de carregar boas notícias. O padre da paróquia (aquele mesmo padre acusado por Dexter à pouco) acompanhava o oficial e tinha um sorriso amargo no rosto. O que ela temia se concretizou quando o oficial lhe entregou alguma honraria e confirmou a morte de Johan em batalha no exterior. A porta se fechou e Katherine e o padre se despediram do oficial e entraram. Stefán e Dexter tinham ouvido tudo da escada e choravam a perda inesperada do pai. O padre sussurrou algumas palavras no ouvido da mulher. Katherine tinha os olhos vermelhos, a boca seca e as mãos trêmulas. Ela se virou e encarou Dexter. A mulher agarrou o garoto pelos braços e gritou enquanto o levava escada a cima para um quarto: “É tudo sua culpa, maldito! Toda a desgraça dessa família é sua culpa! Deus está nos castigando por sua impureza!”. Essas foram suas palavras finais... O padre olhava para Dexter correndo da mãe, assim como uma presa corre de seu predador, e confirmava com a cabeça os dizeres da mulher.
Dexter conseguiu se desvencilhar da mãe enlouquecida e correu para um quarto nos fundos da casa e se trancou. Stefán assistia a tudo aquilo de longe, sem reação. No fundo, entretanto, ele sentia suas entranhas se revirando. Como se ondas de choque estivessem passando por entre seus nervos, seus músculos se contraíam de forma inexplicável e involuntária. Caminhou um pouco para perto da cena em que Katherine e o padre batiam na porta do quarto onde Dexter havia se trancado.
Um estouro ecoou nos corredores da casa e acordou Stefán de seu transe. Correu para perto de sua madrasta e viu aquele maldito padre arrombando a porta de um quarto nos fundos: ele não tirava aquele sorriso amargo do rosto. Quando a porta finalmente abriu Stefán pousou os olhos em seu irmão caído no chão, uma enorme mancha de sangue projetada na parede e outra, ainda maior, empoçada no carpete.  Correu e colocou o irmão no colo e chorou a sua morte. Da porta conseguiu escutar o padre dizendo: “Ele sabia dos seus pecados... Não havia nada que podíamos fazer para salvá-lo.” Katherine, com os olhos úmidos, acenava positivamente com a cabeça após as palavras do padre.
As ondas de choque que antes impulsionavam os músculos de Stéfan tornaram-se verdadeiras descargas elétricas, como um relâmpago que corta os céus durante uma tempestade. Sentiu o corpo se agigantar e seus sentidos se aguçarem. Deixou o corpo do irmão no chão do quarto e voltou-se para sua madrasta e aquele maldito padre. A mulher ficou perplexa com alguma coisa que tinha diante de seus olhos. O padre finalmente perdera os motivos para continuar sorrindo amargamente e começou a dar passos para trás, tentando se afastar da porta. Stefán já não tinha pleno controle de sua mente. Em uma fração de segundo sua mente apagou e quando acordou tinha o gosto de sangue escorrendo por sua boca. As partes restantes do corpo de Katherine após aquele ataque ficaram espalhadas pelo corredor, encobertas por uma espeça camada de sangue.
Neste momento o maldito padre já havia alcançado a porta dos fundos da residência. Corria como se o próprio demônio estivesse em seu encalço. Adentrou na escuridão e no labirinto das ruas, por onde Stefán não o conseguiu alcançar. Alguns instantes depois o jovem estava deitado nu, ao lado do corpo sem vida de seu irmão. Acordou desorientado, sem saber onde estava ou o que havia se passado. Nada comparado com a sua pior ressaca. Tudo estava diferente, os cheiros, as cores, os sons. Olhou para o céu, que gostava tanto de estudar e conhecer, e nunca mais esqueceu da imagem que tinha nos olhos: as estrelas pareciam ter se multiplicado e se agigantado. Conseguia ver nitidamente o brilho de cada uma delas.
Seus sentidos pareciam voltar ao normal quando escutou sirenes e luzes vermelhas se aproximando de sua casa. Com alguma frieza tomando conta de seu coração foi até seu quarto e se vestiu com a primeira roupa que viu e, em seguida, foi até o quarto onde seu irmão estava e recolheu para si a arma com que ele havia tirado a própria vida. Era uma Pistola CZ 75 SP-01, a favorita de seu pai que sempre a guardava perfeitamente polida. Quando os policiais chegaram Stefán já estava longe, embrenhando em uma floresta densa e fria. O incidente em sua casa foi notícia de primeira página em todos os jornais e marcou profundamente a memória dos moradores da pacata cidade. Stefán foi dado como desaparecido pelas autoridades locais, mas diante do terrível destino de sua madrasta e de seu irmão muitos já o consideravam morto. Somente uma pessoa sabia a verdade: o maldito padre pedófilo.
Stefán alimentou um ódio latente em seu interior. Não suportava a insolência, a crueldade e, especialmente, a impunidade de religiosos que abusavam de pequenas crianças, como tinha ocorrido com seu irmão Dexter [Defeito: Ódio]. Ele estava convicto de que toda aquela tragédia tinha suas raízes na insidiosa participação daquele padre de sorriso acidulado que mais tarde descobriu tratar-se de Padre Murphy. Stefán acompanhou os passos de Murphy de perto. Tinha sede do sangue daquele homem e jurou a si mesmo que, custasse o que custasse, iria colocar um projétil no meio de sua cabeça ou usaria suas garras...  [Defeito: Vingança] A sua investigação, porém, resultou em descobertas espantosas. Stefán descobriu que o maldito padre era só mais um dentro de uma rede de pessoas influentes dentro da Igreja que, se não abusavam das crianças inocentes, estavam ajudando a acobertar quem praticava tais crueldades [Investigação: 1]. Essa descoberta só fez engrandecer seu ódio interior e dilatar seu desejo por vingança: existiam muitos Padres Murphy para ele caçar.  
Isso... Suas garras... Stefán passou por um longo período de reflexão para aceitar o que a sua razão – que, aliás, sempre o dominava – dizia ser impossível. Após se retirar de sua cidade natal, onde todos acreditavam que estava morto, o jovem vagou por alguns cantos nas cidades vizinhas até que foi encontrado por duas personagens: Karen e Niels Ulrich. Estes dois lhe eram estranhamente familiares, apesar de ter certeza de nunca ter os visto antes em sua vida. Eram ambos muito loiros e de olhos azuis intenso e tinham um sotaque muito distinto. Não eram americanos, certamente. Quando viram Stefán pela primeira vez se entreolharam e sorriram largamente como se tivessem conseguido encontrar uma agulha no palheiro. Aos poucos, durante este primeiro encontro, Stefán compreendeu o motivo de achar que já tinha visto essas duas personagens em algum lugar: eles eram assustadoramente parecidos com ele próprio, apesar de ter olhos castanhos.
Karen e Niels se apresentaram como irmãos da mãe biológica de Stefán e despejaram um balde de informações sobre sua mente do qual conseguiu captar somente algumas gotas espaçadas [Antecedentes: Parentes]. Dinamarca... Sim, Karen e Niels eram dinamarqueses, o que explicava sua aparência e seu sotaque estrangeiro. Minha mãe?... Sim, os irmãos loiros tinham informações sobre o paradeiro da mãe biológica de Stefán. Aliás teria sido ela própria que solicitou que buscassem o jovem na América e o levasse até as terras geladas da Dinamarca. Era muita informação para uma só noite e Stefán não conseguiu assimilar tudo. O que mais o intrigou foram as palavras de Karen quando se aproximou e o abraçou fortemente, como se abraçasse um parente que não via há muito tempo: “Nós sabemos o que aconteceu com seu irmão... Sabemos de sua fúria interior. Não temos medo. Respeitamos quem você é.”
A sua ida para a Dinamarca com Karen e Niels enfrentou algumas resistências. Stefán tinha ainda a sede de vingança muito fresca em sua memória. Não queria deixar os Estados Unidos sem antes acabar com a vida do Padre Murphy. Os irmãos Ulrich o convenceram com algumas histórias sobre sua mãe, em especial revelando que ela sofria atualmente de alguma doença nunca vista que tomaria sua vida em pouco tempo. Stefán seguiu Karen e Niels para uma terra distante, apesar de não tirar de suas lembranças que tinha uma dívida a ser paga em sua terra natal...


Última edição por Sköll em Qua 1 Fev 2017 - 12:28, editado 2 vez(es)
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Re: Stefán Ulrich - Philodox - Cria de Fenris

Mensagem  Lua em Ter 31 Jan 2017 - 10:43

Olá, Sköll.
Excelente ficha!
Por mim está tudo ok. Vou pedir para outro administrador fazer a revisão e aprovaremos em seguida.


*Rodrigo*Alexey    *Mitzuki  


ação pensamento fala   /   narração diálogo

Esta é uma obra de ficção. A menos que você seja um lobisomem, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.
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Re: Stefán Ulrich - Philodox - Cria de Fenris

Mensagem  Sköll em Ter 31 Jan 2017 - 11:33

Obrigado Lua.

Eu honestamente não conheço os Cria de Fenris à fundo, nunca joguei com um. Então será uma experiência boa começar com um personagem do zero, daí vai dar tempo de ler ao menos o Livro da Tribo durante o jogo.

Até mais!
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Re: Stefán Ulrich - Philodox - Cria de Fenris

Mensagem  Alexyus em Ter 31 Jan 2017 - 12:54

Fala, Skoll!

Vou fazer a revisão da sua ficha, que no geral está muito boa.

Alguns pontos pra você checar:

- Conceito: Arquiteto está incorreto. O conceito não é um arquétipo de personalidade como Natureza e comportamento, mas um estereótipo, uma descrição geral sobre o seu personagem, como por exemplo: vingador familiar, andarilho atormentado, cruzado moderno, etc. Mostre o que Stefan é no conceito.

- Presumo que o antecedente Instrumento se refere à pistola, mas especifique para evitar confusões. Diga também se ela foi dedicada como um talismã através do ritual ou se ela pode ser perdida quando Stefan percorrer atalhos.

- O defeito Ódio de 3 pontos é bem grave e "padres pedófilos" é um alvo bem específico, sugeriria que você ampliasse o leque disso, talvez para "agressores sexuais", "líderes religiosos" ou até mesmo "homossexuais enrustidos" (o que poderia causar conflitos interessantes).

- O defeito Vingança também é bastante comprometedor e pode ser perdido relativamente fácil, já que o padre Murphy é um humano comum, teoricamente fácil de matar. Você poderia especificar que ele foi protegido pela Igreja e por isso sua vingança recai também sobre os que o acobertaram, o que daria um objetivo mais a longo prazo para a vingança de Stefan.

Por ora, foi só o que eu observei. Dá uma olhada nesses pontos que acredito que estará ok!

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Re: Stefán Ulrich - Philodox - Cria de Fenris

Mensagem  Sköll em Qua 1 Fev 2017 - 12:56

Blz Alexyus, obrigado pela correção.
Então, acrescentei esse "aumento" nos defeitos Ódio e Vingança no prelúdio assim:

Stefán acompanhou os passos de Murphy de perto. Tinha sede do sangue daquele homem e jurou a si mesmo que, custasse o que custasse, iria colocar um projétil no meio de sua cabeça ou usaria suas garras... [Defeito: Vingança] A sua investigação, porém, resultou em descobertas espantosas. Stefán descobriu que o maldito padre era só mais um dentro de uma rede de pessoas influentes dentro da Igreja que, se não abusavam das crianças inocentes, estavam ajudando a acobertar quem praticava tais crueldades [Investigação: 1]. Essa descoberta só fez engrandecer seu ódio interior e dilatar seu desejo por vingança: existiam muitos Padres Murphy para ele caçar.

Por isso eu troquei 1 ponto que tinha em Enigmas e passei para 1 ponto em Investigação, para dar mais coerência.

Sobre o Antecedente Instrumento, era a arma mesmo, e ela ainda não foi dedicada, pois imaginei o personagem bem filhote, sem ter passado por nenhuma situação envolvendo seu lado garou além da primeira mudança. Gostaria de fazer a dedicação da arma on-game, se for possível.

Alterei o conceito também: Vingador secular. Penso que assim retrata bem a sua motivação.

Aguardo novos comentários.
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Re: Stefán Ulrich - Philodox - Cria de Fenris

Mensagem  Alexyus em Qua 1 Fev 2017 - 15:52

Considero tudo acertado.

Ficha aprovada!

Divirta-se e bom jogo!
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Re: Stefán Ulrich - Philodox - Cria de Fenris

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